Seduzidos pela Ignorância e Pesquisa – Llaila O. Afrika – Saúde holística Africana

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Llaila O. Afrika –  Saúde holística Africana – [African holistic Health] –

– pg. 25 – 28 –

– Seduzidos pela Ignorância e Pesquisa –

 [seduced by Ignorance and Research]

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                           Seduzidos pela Ignorância e Pesquisa

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Pesquisas deveriam ser usadas para encontrar a arte e a ciência de um assunto, a fim de descobrir os fatos. Entretanto, pesquisas como usadas pelos Caucasianos tem outros significados.

Caucasianos têm uma abundância de projetos de pesquisa e instituições e dedicam enormes somas de dinheiro a eles. Quando você pesquisa qualquer assunto significa que você carece de conhecimento sobre o assunto, em outras palavras, você é ignorante sobre o assunto. Neste caso, nós temos uma civilização (Européia) que é ignorante.

A civilização Africana não tinha e não tem falta de conhecimento. A Antiga África foi a primeira civilização que usou sua vasta base de conhecimento para dominar holisticamente tecnologia e medicina.

O maior problema que os Caucasianos têm com a pesquisa funcional Africana é que ela é Holística. É escrita usando palavras como simbolismo estrutural, mental e espiritual chamados homônimos. A ciência conceitualizada rítmica orgânica espiritualmente baseada Africana é difícil para os Caucasianos de compreender. [The African spiritually based organic rhythmic conceptualized science if difficult for Caucasians to comprehend].

Os Caucasianos têm divisado uma forma de aculturar, traduzir e fragmentar a ciência Africana para que eles possam entender. Eles chamam esta tradução fragmentada de “Pesquisa”. Eles usam estudos não-holísticos de laboratório, estatísticas e experimentos para entender a pesquisa holística funcional Africana.

É óbvio que as Pirâmides requereram pesquisa funcional estabelecida mais de 5000 anos antes de serem construídas. Em outras palavras, a Era da pesquisa na África tinha acabado e apenas produtos de pesquisas anteriores apareciam tais como as Pirâmides de Giza. A pesquisa funcional para a medicina holística fora sucedida muito antes de o primeiro texto (papiro) ser escrito.

Documentos escritos são evidência de que a pesquisa funcional Africana foi feita holísticamente. O ‘Papiro de Turin’ [Turin Papyrus] tem 54,000 anos de idade [“is 54,000 years old”] (11ª a 12ª Dinastias). A 12ª e 13ª Dinastias incluem os ‘Papiros Ramesseum’ e o ‘Papiro Kahun’. Estes Papiros revelam níveis elevados de holismo. A 19º dinastia tem o ‘papiro de Chester’ e o ‘papiro de Berlim’, que possuem pesquisa funcional.

O ‘papiro de Ebers’ e ‘de Edwin Smith’ são textos completos, abrangentes e são cada vez mais utilizados por estudiosos médicos holísticos.

A criação e introdução de termos médicos é Africana. Estes papiros e outros escritos deram ao mundo estes termos: rins [kidneys], saliva, dura-máter, sarrow, testículos, esôfago, cavidade bucal, cérebro, garganta, língua, urina, bile, útero, vulva, estômago, ouvido, intestinos, traquéia, pulmão, medula espinhal, coração, olho [Eye], doença, diafragma, reto, lábios, vagina, perspiração; fígado, vesícula biliar, calvície, músculo, fluido cerebrospinal, baço, ar, obesidade, osso, abdômen e muitos outros termos.

Isso indica que pesquisa pré-histórica foi feita e conhecimento foi obtido pelos Africanos.

A constante demanda dos Caucasianos por provas científicas, estatísticas, rituais e cerimônias de pesquisa e documentação é sua busca por um ritual e cerimônia que lhes permita obter conhecimento.
[“The constant demand of Caucasians for scientific proof, statistics, research rituals and ceremonies and documentation is their search for a ritual and ceremony that allows them to get knowledge.”]

Uma vez que o conhecimento é traduzido e aplicado em um meio científico, os Caucasianos rotulam a pesquisa como “moderna” ou uma “descoberta recente.”
Esta palavra, “moderna” é a nova palavra para informação roubada e faz você esquecer de que a pesquisa já fora feita por Africanos.

A maior parte da pesquisa Caucasiana é conhecimento redecorado que foi estuprado de África. Eles usam rituais e cerimônias de acrobacias químicas de laboratório para despistar o estupro
[“Most of the Caucasian research is redecorated knowledge that was raped from Africa. They use chemical acrobatic laboratory rituals and ceremonies to disguise the rape”].

Sua ciência é uma forma de colonização informacional da ciência, Supremacia Branca e viés cultural. Os Caucasianos têm descoberto a ciência da mesma maneira que eles descobriram a América.

Eles invadiram o antigo conhecimento científico Egípcio-Africano, estupraram, saquearam e queimaram antigos livros de textos Africanos. Eles chamam a ciência Africana de primitiva, então, tomam a mesma ciência, dão-na um novo nome e chamam-na uma descoberta moderna.

Eles seduzem a si mesmos a acreditar que ginecologia, oftalmologia e outras ciências médicas são modernas quando, na verdade, Athotis, o filho de Mena (cerca de 3.000 A.C.), escreveu uma enciclopédia de medicina que incluía estes assuntos.

Para compor esta ignorância, não-Holística, historiadores Branco-racistas como Diodoro, Estrabão, Heródoto e Mâneton [Manetho] pessoalmente reportaram na pesquisa da África antiga.

No entanto, este fato é ignorado pelos cientistas e historiadores Caucasianos do dia “moderno”. Estes espiões culturais (historiadores) ajudaram a criar a atual ignorância histórica.

Os Caucasianos  em busca de conhecimento têm inventado uma nova ignorância chamada “pesquisa” e têm se tornado seduzidos por sua própria ignorância.

Instituições de pesquisa e projetos não estão simplesmente operando em busca da verdade e conhecimento. Pesquisa é fundada, financiada e politicamente manipulada pelas verbas das companhias de Drogas e Comida Porcaria [Junk Food] e pelos Militares.

Pesquisa se tornou um negócio que opera para continuar em negócio (em funcionamento).
Ela opera similarmente ao negócio automobilístico. Todo ano, eles produzem um novo carro modelo (Isto é, improvável nova tecnologia ou descoberta de pesquisa) a fim aumentar lucros.

Por exemplo, os ‘Estados Unidos da América’ não é um país. É um negócio.
A escravidão não foi um crime. Foi um negócio.
Quando a escravidão com correntes acabou, a propriedade do negócio ‘escravidão sem-correntes’ foi transferida para os ‘Estados Unidos’ como o Senhor de Escravos.
Isto foi um Negócio Maior (‘Estados Unidos’) assumindo negócios menores.

A palavra “emancipação” significa transferência de propriedade.
os Escravos foram emancipados, não libertados.

O lucro da ‘escravidão sem-correntes’ é uma perpétua herança econômica, assim como os lucros da Pesquisa e os lucros da Indústria de Doenças.

Doenças como a AIDS e o Câncer não são mais doenças. São Negócios.
O Negócio das Doenças e das Pesquisas é o novo Senhor-de-Escravos e o consumidor é o Escravo.

Isto É uma continuação da escravidão (Conhecimento Africano e escravidão da Saúde).

As Pessoas são Seduzidas em acreditar que a Pesquisa é pura e um honesto ramo da ciência. Ela não é, e nunca será. Ela é um Negócio.

Uma ciência pura não pode vir de uma sociedade Doente com Psicose de Supremacia Branca. Você não pode obter um pedaço de madeira limpa (ciência pura) de uma árvore queimada (Supremacia branca)

‘Ciência’ (moderna ocidental) é uma linguagem da Supremacia Branca.
A ‘Pesquisa’ tem de ser validada baseada sobre holísticas de Ma’at e centralidade Africana antes que ela possa ser aculturada Africana e usada.

Um Cientista Africano-Centrado deve usar Pesquisa Africano-Centrada em sua totalidade a fim de Recuperar, Sustentar e Manter a Saúde de sua raça. Os Praticantes da Saúde, Médicos, e Professores Africanos devem utilizar Cultura de Ma’at e Práticas Holísticas de Saúde como parte de suas Vidas.

Os métodos de tratamento de doenças e Práticas Curativas utilizam rituais Africanos e cerimônias que perpetuam a Cultura. A Cultura proporciona a linguagem que habilita você para, espiritualmente, mentalmente, emocionalmente, e fisicamente, modificar um método de tratamento de Saúde (torná-lo então chamado ‘moderno’).

A análise racional (causa/efeito) para doenças tem de espelhar a Cultura.
Doença, como explicada e definida pelos povos Africanos é baseada sobre uma mistura de Passado, Presente, Futuro, e Ancestrais. A Pesquisa entre Curas e Curadores de Ma’at Africanos revela e define a verdade.

Uma doença ocorre quando o bem-estar de um indivíduo muda do padrão de Cultura normal para um estado que não pode adaptar ou conformar-se com o bem-estar.

Padrões de saúde normal ou doente têm de ser consistentes com e refletir a Cultura. Bem-estar não pode ser baseado sobre uma verdade assumida.
Verdade é Pessoas, e Pessoas são Cultura. [Truth is People, and People are Culture.]

A verdade não é uma idéia abstrata ou um conceito gerado por experimento de laboratório científico.  A Verdade é um agente de uma Cultura. Curadores são Agentes de uma Cultura.

Se os Curadores Africanos misturarem e aceitarem a certificação e acreditação da ‘sabedoria’ de uma cultura alienada [ou estrangeira] (Caucasiana), então a Arte e Ciência de Cura Africana se tornará diluída e alienada para Africanos.

Um Africano que muda qualquer aspecto de uma modalidade de Cura Africana está realizando uma cirurgia delicada. Um deslize do bisturi cultural (erro) pode fazer a Cultura Africana se tornar Colonizada e/ou Doente.

Fazer mudanças em tratamentos é como cavar um poço para água. Você tem que cavar fundo dentro do solo cultural Africano para alcançar uma corrente subterrânea de água fresca – uma nova modalidade de Cura Africana.

Os métodos de pesquisa guiados por Ma’at são uma maneira de cavar nos sistemas de Cura Africanos. Contudo, os métodos de pesquisa Caucasianos são controlados pelos motivos industriais políticos, econômicos e militares da fonte de financiamento.

Em muitos casos, seus resultados de pesquisas são ditados por seus cientistas assim como pesquisas e datas são alteradas a fim de satisfazer o patrocinador econômico.
Isto torna a Pesquisa em si duvidosa.

Ela é, essencialmente, não sobre descobrir a verdade, mas sobre descobrir mais poder sobre as mentes e corpos do Consumidor. Ela é uma Pesquisa que utiliza linguagem Científica para Seduzir você a um estado de ignorância chamado de conhecimento, fatos e provas = desinformação.

A fim de entender claramente Ciência como Cultura, você deve primeiro examinar a qualidade da vida dia-a-dia das crianças, velhos e parentes.
Se as pessoas são abusivas, exploradoras, violentas e traiçoeiras, então, sua Ciência será abusiva e traiçoeira. Ciência é Pessoas. Pessoas são Ciência.

Uma Ciência não pode ser mais avançada, perfeita, pura do que as pessoas que a Criaram. Portanto, a Pesquisa feita por um cientista Caucasiano é meramente outra reflexão do comportamento, moralidade e ignorância Caucasianos.

A Pesquisa de Saúde decorou o primitivismo Caucasiano com linguagem de ciência e os seduziu em mais ignorância. Os Caucasianos buscam ou pesquisam [search or research] por algo que não está perdido ou eles estão sempre descobrindo algo que já foi encontrado (descoberto), ou seja, os Caucasianos acreditam que eles descobriram a América – uma terra já ocupada e encontrada pelos Índios.

Pessoas Pretas não devem aceitar cegamente as Pesquisas Caucasianas.
Eles devem escrutiná-la pela verdade, validá-la baseados em Ma’at e traduzi-las.
A chave para fazer uma validação é anexar Pessoas (Cultura) ao Assunto.

Música, Matemática, Religião, Biologia, Química, Palavras, Arte e Pesquisa, são Pessoas (Cultura). Estes Assuntos têm de ser Diretamente Conectados às Pessoas a fim de se Entender o Assunto.

Por exemplo, palavras como “lanche” [“snack food”] não são meramente um item alimentar, são Pessoas em outra forma. Os antigos Caucasianos (habitantes de cavernas e aqueles muito descivilizados para viver em cavernas) tinham falta de alimentos devido à escassez e a Era Glacial. Conseqüentemente, eles roubaram comida uns dos outros a fim de sobreviver, eles ‘arrebatavam’ [‘Snatch’] comida – ‘comida arrebatada’ [‘snack food’].
As palavras como “Lanche” [“snack food”] [“comida apanhada”] refletem Pessoas, Pessoas (Cultura) tornam a pesquisa válida e Viva. Sua Pesquisa é sua Cultura e Satisfaz as necessidades de sua Cultura. Pesquisa Caucasiana não foi e não é feita para beneficiar ou servir pessoas Africanas.

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RAÇAS DE HUMANOS
Raças classificadas com base no teor de Melanina no corpo
CLASSIFICASSÃO COR RAÇA
6(Maior) Preto,Azul/Preto Africanos
(Maior teor de Melanina) (Melanina é Selênio-Centrada)
5 Preto/Marrom, Marrom Indios Nativos
(Mexicanos, Malásios, etc.)
4 Marrom, Vermelho Nativo Americanos, Japoneses
2 e 3 Amarelo, misturado Marrom Orientais
1 (Menor) Branco Caucasianos
(Melanina é Enxofre-Centrada

A Pesquisa Médica dos Caucasianos foi usada para criar normas de valores, calibragem de máquinas e medição de dispositivos baseados sobre sua mitologia de ciência (teorias), normas culturais e a bioquímica da raça Branca.

Os Caucasianos classificam a si mesmos como a raça com o menor teor de melanina, vitamina e minerais. Quando a química do sangue de uma pessoa Preta está no nível normal (saudável) do Caucasiano, eles estão subclinicamente doentes.

Padrões de saúde estão baseados sobre os Caucasianos assim como laboratórios médicos, valores normais, doses diárias recomendadas de vitaminas e minerais, dosagens terapêuticas de ervas e drogas, fórmulas de bebês, reações à doença, crescimento humano e cronograma de desenvolvimento, e atividade mental. Sua psicologia é baseada sobre pessoas mitológicas (contos de fadas Gregos, Oedipus).

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Llaila O. Afrika – Saúde holística Africana – [African Holistic Health]

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– Seduzidos pela Ignorância e Pesquisa –

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