Dr. Richard King M.D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – Capítulo 1 –

iI African Origin of Biological Psychiatry by Dr Richard D. King M.D. CAPA download (4)

Richard King, M.D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – PDF

Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 1 –
PONTO PRETO … SEMENTE PRETA – Arquétipo da Humanidade I –
pg. 5 – 9


 

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Capítulo 1

         PONTO PRETO … SEMENTE PRETA – Arquétipo da Humanidade I –

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O Ponto Preto é um símbolo antigo para negritude [blackness]; é a semente preta de toda a humanidade, arquétipo da humanidade, a porta escondida para o inconsciente coletivo-escuridão, a sombra, oceano primevo, caos, útero, porta da vida. Este antigo símbolo para negritude [blackness] foi objeto de intensa investigação científica ao longo de um período de 300 mil anos por profundos antigos cientistas os quais eram pretos em consciência.

Uma longa linha de cientistas altamente inteligentes estudou sua própria essência, e descobriu uma porta escondida para suas almas e espíritos; uma porta de entrada para as leis e ritmos avançados que abrangem o universo. Eles descobriram leis universais enraizadas na semente preta, alimentando todas as dimensões de tempo e espaço. Estes titãs originais descobriram que toda a vida surge a partir de uma semente preta, toda a vida estava enraizada na escuridão, e todas as coisas possuíam uma memória de seus ancestrais coletivos.

Negritude [blackness], o solvente universal de tudo, era visto como a única realidade da qual o tear da vida fiava. Todas as cores, todas as energias vibratórias eram senão um tom de preto. Preto era a cor do céu noturno, oceano primevo, espaço exterior, local de nascimento e ventre dos planetas, estrelas e galáxias do universo; buracos negros foram encontrados no centro da nossa própria galáxia e inúmeras outras galáxias. Preto era a cor do carbono, o átomo-chave encontrado em toda a matéria viva. Os átomos de carbono ligam-se entre si para formar melanina preta, o primeiro químico que podia capturar a luz e reproduzir-se. A chave química para a vida e o próprio cérebro verificou-se ser centrada em torno de neuromelanina preta.

Visão interior, intuição,  gênio criativo e iluminação espiritual foram todos encontrados como sendo dependentes de sangue da glândula pineal; mensageiros químicos nascidos que controlavam a cor da pele e abriam a porta escondida para a escuridão da mente inconsciente coletiva, permitindo ao antigo sacerdote-cientista visualizar conhecimento do intemporal banco de memória inconsciente coletivo da mente.
Na verdade, o Ponto Preto verificou-se ser a porta escondida para o conhecimento universal do passado, presente e futuro. Atualmente, o povo preto está despertando do feitiço da escravidão mental, ignorância de si mesmo, e uma inabilidade para espiritualmente focar a mente.

O povo preto aprendeu que uma chave importante para quebrar as correntes da escravidão mental é conhecer a própria história. Quando alguém conhece a verdadeira plenitude das realizações dos ancestrais então essa pessoa vai acreditar que eles podem fazer o mesmo hoje. Quando alguém sabe o que os ancestrais fizeram para desenvolverem-se, a fim fazer tais grandes avanços, então eles vão saber como fazer o mesmo hoje. Pois o ancestral e a pessoa preta de hoje é, literalmente, a mesma pessoa: rei, rainha, arquiteto, médico, professor, artista, competidor, comerciante, jurista, e gigante militar. Ao conhecer a história se pode expandir a mente através da ilusão de tempo e espaço, unir-se com antigos  pretos cientistas – sacerdotes ancestrais, e utilizar as mesmas idéias atemporais e universais para produzir a mesma grandeza.

Os Pretos renascidos de hoje, mestres mentais, podem concentrar a mente, abraçando sua negritude [blackness] histórica, desenvolvendo um profundo conhecimento de sua ancestralidade preta e, assim, tornar-se fluente na tradução de imagens antigas que aparecem no mundo de hoje. Como resultado, sonhos e visões do grande, mas aparentemente impossível, serão trazidas para a realidade, em vez de ignoradas, apenas faladas, ou parcialmente desenvolvidas. Não será mais um submeter-se a uma atitude de “eu não posso fazer”, mas sim uma de “Eu vou fazer”, “eu vou fazer esta vida perfeitamente linda e eu não vou parar até que seja dessa forma.” “Eu vou ser o meu verdadeiro eu.”

Além disso, assim como homens e mulheres de hoje novamente estão no limiar da escuridão [blackness] do espaço exterior eles são forçados a uma consciência da escuridão [blackness] do espaço interior.

As avançadas leis da natureza necessárias para a compreensão do espaço, bem como a experiência da viagem espacial trará muitas memórias inconscientes coletivas, se mal compreendidas, vai criar ilusões de grandeza, ilusões de perseguição, falsas barreiras entre irmãos / irmãs, e relacionamentos mortais entre a natureza e a humanidade.

Certamente uma pessoa racista ou sexista, que é, por definição, ambos egocêntrico e etnocêntrico, loucamente tentando conquistar a natureza, em guerra com o universo, vai ser dominado pela escuridão infinita do espaço exterior e espaço interior.

Essas pessoas preferem destruir o mundo a encontrar o ponto preto, porta escondida que permite tornar-se um com a natureza, em harmonia com o universo, usando a sabedoria acumulada, um ser de harmonia com seus ancestrais contidos dentro do corpo/mente/alma/espírito.

Assim, o renascido povo preto carrega sobre os seus ombros a salvação da humanidade, a revitalização de uma família humana que está perdida, incapaz de encontrar a porta escondida para uma unidade espiritual harmônica com a natureza. O Ponto Preto é a porta oculta da vida, a qual, novamente, é a porta através da qual um povo renascido, agora morto/dormindo, deve passar.

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O PONTO PRETO. • DEFINIDO

Negritude [blackness], como simbolizada pelo Ponto Preto, é a semente da humanidade, o arquétipo da humanidade, a escondida porta preta de unidade histórica com seus ancestrais. O dicionário de Webster define semente como “a fonte, origem ou início de qualquer coisa, a parte de uma planta que contém o embrião e se desenvolverá em uma nova planta; Se semeada, e fecundada e desenvolvida em óvulo (novas sementes).

“Arquétipo é definido como o modelo original a partir do qual todas as outras coisas do mesmo tipo são feitas. Assim, arquétipo e sementes são sinônimos, ambos referindo-se a origem, o modelo básico da humanidade sobre o qual a raça é padronizada.  Arquétipo significa semente e é um dos antigos nomes Africanos para semente.

Arquétipo é composto por duas palavras principais, Arche e Tipo.

Tipo é definido como uma pessoa, coisa ou evento que representa ou simboliza outra, especialmente outra que está por vir; a forma geral, estrutura, plano, caracterização do estilo ou distinto membro de uma classe ou grupo.

Arch é definido como principal, chefe, princípio; uma estrutura curva usada como apoio ao longo de um espaço aberto como em uma porta.

A característica distintiva do tipo humano é a mente, a capacidade de pensar, a capacidade de lucrar com a história, a partir das experiências acumuladas e sabedoria de seus ancestrais, inconsciente coletivo.

Assim, o Ponto Preto é o arquétipo da semente, uma porta principal através da qual idéias inconscientes coletivas passam como elas se tornam conscientes.

C.G. Jung, tomou o termo “arquétipo” do Corpus Hermeticum (Scott Hermética, Vol I, 140, 12b.) e do Cap.2, Par 6, da De Divinis nominibus  de Dioysius o pseudo Areopagita, onde se lê:

Mas alguém pode dizer que o selo não é o mesmo e inteiro em todas as suas impressões. O selo, no entanto, não é a causa disto, pois ele transmite-se a si mesmo totalmente e igualmente em cada caso, mas a diferença entre os participantes faz as impressões contrárias, embora o arquétipo seja um, inteiro e o mesmo (Jacobi, 1971).

Jung foi atraído para o termo arquétipo, acima de tudo pelos escritos do escolástico Africano, Santo Agostinho, que era um estudante da antiga Universidade Africana.
As idéias exemplares de Santo Agostinho, “Pois as idéias exemplares são certas formas, de razões estáveis e imutáveis das coisas, em si não formadas, e assim continuando eterna e sempre da mesma maneira, que estão contidas no entendimento divino. E, embora elas mesmas não pereçam, ainda assim após o seu padrão é dito para ser formado é capaz de vir a ser e perecer. Mas é afirmado que a alma não é capaz de contemplá-los, a não ser a alma racional ” (Jacobi, 1973).

Preto [Black] foi usado extensivamente pelos antigos Africanos para representar uma série de conceitos, todos eles tendo em comum a idéia de semente, e porta de entrada para a mente inconsciente coletiva, incluindo:

o hieróglifo egípcio para o deus Egípcio Ra, o Sol, ou Horus ressuscitado (Budge, 1969; Churchward, 1978);

o resultado da síntese dos princípios do sexo masculino (lógico, cérebro esquerdo) e os princípios do sexo feminino (emocional, lado direito do cérebro);

os grandes lagos africanos da terra santa “Terra Khui” [“khui land”],
local de nascimento da humanidade e lar do povo Twa (King, 1978);

Estrela Polar Norte e sete gloriosos do sistema das Plêiades;

Estrela na cimeira do cone;

o olho que tudo vê de Hórus (Churchward, 1978),

representante dos poderes da visão interior da semelhança de deus, desenvolvido no mais alto grau da Universidade Africana, Filhos da Luz (James, 1976).

Todas as estruturas pretas são usadas com o mesmo significado simbólico da porta escondida para o inconsciente coletivo.

Por exemplo, a pedra preta da Caaba de Meca;

Pedra preta de Pessinus, roubada da cidade de Hannibal de Cartago para Roma na última Guerra Púnica;

o todo preto Pyramidion; a pedra angular preta normalmente encontrada no ápice das pirâmides, que eram elas mesmas, simbólicas da mente, Ptah, e a colina que surgiu a partir do caos (consciência, entrada, para o inconsciente coletivo);

As estruturas internas das grandes pirâmides de Khufu sendo simbólicas do todo preto mundo de Amenta (Massey, 1973; Churchward, 1978).

O câmara mais superior da Grande Pirâmide, a câmara dos Reis é uma sala toda preta novamente simbolizando a visão interior, o olho que tudo vê de Hórus, Ponto Preto porta de entrada para o inconsciente coletivo (King, 1979; Jochannan, 1980).

Em relação ao Cúbito Preto, Kamel Oshman Ghalet Pasha escreveu em O Cúbito Nilométrico [The Nilometric Cubit], o Boletim da Sociedade Real de Geografia Vol. 21, (1943) [de la Société Royale de Geographic Vol. 21, (1943)]

“O Cúbito Preto [Black Cubit] do Egito Antigo era de origem desconhecida. Este Cúbito [ou Côvado] foi esculpido no zócalo do colosso de granito preto, a leste da entrada que conduz a partir da corte de Ramsés para a grande colunata, e é encontrado apenas em pedras pretas ou sobre o que corresponde ao seu símbolo. seu comprimento medido é 54 centímetros. R.A. Schwaller de Lubicz (1977) re-mensurou recentemente o côvado preto e encontrou o seu comprimento matemático sendo 54,02376 centímetros.”

 

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NEGRITUDE ANCESTRAL DAS HUMANIDADES – A SEMENTE PRETA

HUMANITIES ANCESTRAL BLACKNESS – THE BLACK SEED

 
O modelo básico sobre o qual a humanidade é modelada é claramente um modelo Africano como provado pela abundância de registros arqueológicos que relatam restos humanóides na África de 6-12,000,000 milhões de anos, incluindo pegadas de pé humanos que foram encontrados na Etiópia preservado nos fluxos de cinzas vulcânicas. Considerando que, não há restos de esqueletos com mais de 2000 mil anos encontrados fora da África, o mais antigo achado relatado foi na China, onde um esqueleto humano Homo erectus (também chamado Homem de Pequim) de mais de 1000 mil anos de idade foi descoberto. Na região dos Grandes Lagos da África, inúmeros restos de esqueletos humanos foram encontrados que estão em mais de seis milhões de anos e no Chade, 5 milhões de anos de idade. Acredita-se que o chamado homem moderno, o Homo sapiens, evoluiu a partir do Homo erectus, a mais de 2 milhões de anos atrás, que por sua vez, evoluiu do Homo habilis, que descendeu do primata ramapitechus-erectus. Albert hurchward (1978) sugere que o Homo erectus é realmente o chamado pigmeu ou o povo Twa, e que toda humanidade são filhos do povo Twa Africano. Assim, a grande maioria do tempo da humanidade na terra, muitos milhões de anos, foi gasto em um contexto Preto Africano.

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NEGRITUDE ANCESTRAL AFRICANA

AFRICAN ANCESTRAL BLACKNESS

 

A família humana é uma família Preta, uma raça Preta de milhões de anos de idade que se originou na África. De acordo com o historiador Africano, Dr. Ben Jochannan, os antigos egípcios definiram claramente sua origem Africana no papiro de Hunefer, “Viemos desde o início do Nilo, onde Deus-Hapi habita, no sopé da montanha da Lua.” A interpretação do Dr. Ben Jochannan deste registro antigo, “A Montanha da Lua”, identifica Kilimanjaro de Kenda (uma palavra baseada-Kenya Ki Swahili criada pelos Aafricanos indígenas) e ou “Rwenzori Mountain” da Uganda. Os Egípcios se originaram da África, ao sul do Saara. Escavações recentes e artefatos em todo Meroe, Ta-Nehisi, Itiopi, todos estes, sul do Egito, têm apoiado ainda mais a origem sulista dos Egípcios, preto, branco, vermelho, marrom ou Tecnicolor.  As antigas pirâmides de Silt construídas em torno do período Sebelliano I, II e III, ou por volta de 250 mil a 6000 anos a.C., no sul de Ta-Merry e Ta-Nehisi também apóiam a origem sulista dos Egípcios. Esta é uma das razões pelas quais Faraós voltavam para o sul para o seu próprio “Sagrado” ou Santo “Local de Sepultamento” no Vale dos Reis em Luxor (Jochannan, 1980). Além disso, Albert Churchward e Wallace Budge têm mostrado que o mais antigo deus Egípcio era Bes, um pigmeu Africano ou pessoa Twa (Anu). “Bes aqui tem o mesmo tipo de rosto que o Pigmeu,” o primeiro deus antropomorficamente representado; é a primitiva forma humana de Horus I, Bes-Horus sendo o mais antigo tipo de Ptah Pigmeu. O tipo humano não foi dado a nenhum antes de Ptah; de modo que (BES) mostra que os antigos Egípcios deixaram uma prova indelével em sua mitologia de sua descendência do primeiro ser humano, que foi o Pigmeu. Essas pessoas pequenas têm algumas das características principais da antiga mitologia do antigo Egito. Bes, que viria em uma data posterior a representar um tipo de Horus I, foi em primeiro lugar o seu “chefe dos Nomos” [“Chief of the Nomes”], e foi a partir desses Pigmeus que a primeira mitologia do Egito surgiu. Todas foram trazidas, adicionadas, e fizeram uso de em vários tipos; desde os primeiros mitos-astronômicos, estelares, lunar, e mitologias solares para a Escatologia. Assim, descobrimos que eles vêm do sul da terra de Punt (República da Somália de hoje, partes da República do Quênia, República da Tanzânia-Nordeste da África).

No que diz respeito à terra natal do antigo pigmeu (Anu) do povo Twa, Maspero disse que “tudo o que havia além de Punt era um vazio ou terra de fronteira intermediária entre o mundo dos homens e dos deuses – a ilha, onde os vivos entram em  contato com as almas dos defuntos…”Terra Khui” [“Khui Land”].

A Terra Santa dos antigos Egípcios foi nomeada Santa porque ela foi o local do nascimento do homem. A Terra Khui [Khui Land], região dos grandes lagos de África, à cabeceira do Nilo, é o local do nascimento dos ancestrais dos Egípcios; o Anu [Annu] o então chamado Pigmeu ou Povo Twa, pai de toda a humanidade. Este é o mesmo local onde a ciência atual tem encontrado os mais antigos restos mortais esqueléticos humanos no mundo. A fonte das províncias Nilo-Equatoriais era os grandes lagos. Os lagos e pântanos de papiro eram o Ta-Nutter, ou Terra Santa, ou seja, “a Terra dos Espíritos ou Deuses”. O céu como a grande água Celestial foi dividido em dois grandes lagos, um ao norte (lago de Kharu), e um para o sul (Lago de Ru); Livro dos Mortos CVII- CVL.

Todas as formas humanas de hoje: Africano, Asiático, Europeu, Latino, e Oceânico, são crianças muito recentes de seus pais pretos Africanos, os Anu, povo Twa. Toda a humanidade começou na África e depois migrou para os diferentes cantos do mundo, mudando em aspectos superficiais como resultado de diferentes condições de exposição climática-luz solar. Toda a humanidade tem uma vasta origem Preta, Ponto Preto, no Nordeste da África Preta.

Claramente, Europeus-Africanos não devem se esquecer do primeiro historiador Europeu, Heródoto, que disse que “os Egípcios, Cólquidas [Colchians], Núbios, e Etíopes têm lábios grossos, nariz largo e cabelo lanoso [wooly hair] e são queimados na pele” (Jochannan, 1971).

Quanto à relação de mudanças na cor da pele às mudanças na luz solar como resultado de migrações para a Europa e os ciclos glaciais frios, Bernard Campbell coloca em seu livro, A humanidade Emergente [Humankind Emerging], “Parece provável que o Austrolpitheus bem como o anterior Homo Tropical Erectus, tiveram a pele bastante escura.” Na África Equatorial, cor escura é uma vantagem.

A superexposição aos raios ultra-violeta do sol tropical é prejudicial à pele, e muitos especialistas acham que, como a pele de hominídeos se tornaram menos peluda e mais exposta, os melanócitos (células que produzem o pigmento escurecedor da pele melanina) compensaram produzindo pigmento extra para bloquear os raios ultra-violeta. A presença de uma grade de pigmento inibe a fotossíntese da vitamina D na pele.

Quando as pessoas se estabeleceram definitivamente em regiões com menos luz solar eles não obtiveram quantidade suficiente de vitamina D; neste caso, o pigmento não era mais uma proteção, mas uma desvantagem. O problema foi agravado pelo aparecimento do frio. Os couros bem equipados desgastados contra o frio diminuíram a quantidade de luz solar que poderia cair sobre a pele. Um grau de pigmentação que pudesse aumentar o contributo da vitamina D para a química do corpo era melhor para a sobrevivência, então a pele mais clara evoluiu. Desta forma podemos explicar a evolução do loiro nortista (Africano-Branco-Europeu). Hoje, nós sabemos que o homem é incapaz de obter a vitamina de qualquer alimento terrestre, seja vegetal ou animal, mas que os óleos de peixe contêm vitamina D e peixe pode ser consumido como um substituto para a exposição à luz solar. Além disso, aprendemos que uma deficiência da vitamina causa a doença da dobra do osso chamada raquitismo.

Encontramos muitos esqueletos de homens de Neandertal (formas humanas que evoluíram a partir Homoerectus), pessoas TWA, e especialmente crianças tendo raquitismo, mostrando evidência direta de uma deficiência de vitamina D.

É igualmente surpreendente que, entre as pessoas Cro-Magnon, que sucederam os Neandertais nestas regiões geladas, e quem nós sabemos, ter tido equipamento de pesca, a incidência de raquitismo é grandemente reduzida.  A importância da luz solar para a sobrevivência do Homo Sapiens em terras do norte, e as limitações que colocou na sua expansão não pode ser exagerada. Assim, numerosos achados de esqueletos Neandertais Europeus de raquitismo são evidência física fundamental que as primeiras pessoas na Europa eram de pele Preta. Esses Africanos desenvolveram deformações ósseas na mínima luz solar da Idade do Gelo, porque a sua pele escura reduziu a quantidade de vitamina D produzida na pele, reduzindo, assim, os níveis de cálcio para o crescimento ósseo. Como as pessoas Africanas migraram para diferentes partes do mundo, eles usaram as estrelas do céu para guiá-los em suas viagens. Ao longo de um período de muitos milhares de anos e vários êxodos de África, observações científicas cuidadosas da Estrela Polar Norte foram usadas repetidamente como um muito importante localizador de direção. Além disso, mudanças na Estrela Polar Norte foram notadas coincidindo com as alterações induzidas gravitacionalmente em ciclos geológicos da Terra (inundações, terremotos) e em ciclos de tempo (Períodos Glaciais de frio e períodos quentes tropicais).

Durante os períodos de condições glaciais, os continentes do norte foram literalmente congelados e povos africanos que sobreviveram nesses climas ao longo de milhares de anos mudaram na cor da pele a partir da pele Preta para pele branca, devido à relação da luz solar reduzida, melanina da pele, vitamina D e cálcio na dieta. Assim, o olho no Monte, ou o Ponto Preto, ou ponto dentro do centro do círculo foi a primeira lei no céu, o juiz, o Olho que tudo Vê que governava as principais mudanças na humanidade, mudança geológica, êxodos africanos (migrações humanas no todo o mundo), ciclos meteorológicos e alterações físico-fisiológicas humanas.

O Ponto Preto, o olho no monte, representando o localizador de direção da Estrela Polar Norte era conhecido como Anup ou Horus no Egito, Sydik na Fenícia, Anu na Babilônia, Tai Yih na China, Avather ou Zivo na Mesopotâmia, Ame-No-Foko- Tachi-Kami no Japão e vários outros nomes em diferentes partes do mundo. Assim como há registros escritos e geológicos do passado das humanidades, há registros biológicos e mentais da origem das humanidades.

O coletivo é aquela parte da mente humana, que contém os registros mentais de seus ancestrais e é aquele corpo de conhecimento desenvolvido pelos nossos ancestrais e acumulado ao longo de milhões de anos. As bibliotecas de nossa mente são infinitas, e contém a sabedoria do passado, presente de todos os homens, e até mesmo a unidade futura do conhecimento universal, vida universal. A marca registrada da humanidade foi a mente. A mente armazenou a habilidade de pensar, observar, medir, teorizar e assim comunicar com a natureza. A mente foi de fato o reservatório de milhões de anos de experiência Africana em ciência, medicina, arte, religião, arquitetura, psicologia militar, cultura e magia, tudo formando o núcleo inconsciente coletivo sobre o qual toda a humanidade foi modelada.

Assim, existe apenas uma raça de humanidade neste planeta terra, a Raça Preta, com muitas tonalidades de Preto, do Preto-Preto ao Preto Branco. Todos os membros da família humana podem ter vários tons de cor da pele, mas todos eles estão enraizados na Negritude [rooted in Blackness]. A questão crucial, então, é como se relacionar com a própria negritude [Blackness].

Desnecessário dizer, há uma variedade de exemplos de como as pessoas se relacionam com sua negritude [blackness] histórica. Alguns exemplos incluem racismo, escravidão mental, negação categórica da negritude [blackness], evasão da ancestralidade Preta, e um medo generalizado de ser dominado pela negritude [blackness].

A maioria das pessoas, hoje, está perdida porque eles continuam a evitar seu próprio Preto histórico. Todas as pessoas devem responder à complexa questão da negritude por si mesmas, mas, certamente, as pessoas Pretas hoje, as vítimas de séculos de racismo devem elevar a si mesmos para compreender plenamente que pessoas racistas, aqueles que rejeitam a sua própria negritude [blackness], não vão encontrar a porta escondida, ou Ponto Preto. Assim, eles vão permanecer perdidos e extremamente em perigo.

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                   ANTIGA FILOSOFIA DE NEGRITUDE AFRICANA

 

A Teologia Menfita, de acordo com o Historiador Africano George G. M. James, está inscrita em uma pedra agora guardada no Museu Britânico.

Ela contém os pontos de vista filosóficos dos Egípcios do período pré-dinástico, antes de 4.000 A.C.. Na Parte 1. A Pré-criação é representada da seguinte forma:

“O Primaz dos Deuses, Ptah, concebeu em seu coração tudo o que existe e por sua pronúncia criou todos eles. Ele é o primeiro a emergir das águas primitivas de Nun, sob a forma de um Monte Primordial. Seguindo de perto o Monte, o Deus Atom também emerge das águas e senta-se em cima de Ptah.

Então permanecem nas águas quatro pares de Deuses masculinos e femininos:

(1) Nun e Naunet – as águas primordiais e o oposto Céu;

(2) Huh e Hauhet – o Ilimitado e seu oposto;

(3) Kuk e Kauket – Escuridão;

(4) Amun e Amaunet – O oculto e seu oposto.

A Teologia Menfita continha dez princípios: quatro pares de princípios opostos, juntamente com outros dois deuses: Ptah Representando Mente, Pensamento e Dicção Criativa; enquanto Atom junta-se a Ptah e atua como Demiurgo e executa a obra da criação. Este relato crítico revela que os Africanos descobriram o conceito de Átomo milhares de anos antes da Europa. Além disso, os africanos definiram primeiro o conceito de Mente ou Psicologia, e o que é hoje conhecido como os quatro poderes: Fortes forças nucleares, fracas forças nucleares, eletromagnetismo e gravidade.

No entanto, foi Ptah ou a Mente que foi o Primaz (primeiro, chefe, principal) deus que surgiu para fora das águas primitivas do caos (inconsciente coletivo). Os Antigos Egípcios construíram pirâmides como uma imagem simbólica do Monte, Ptah saindo das águas primordiais da terra. A pedra angular [capstone] da pirâmide, o Pyramidion, geralmente era uma pedra de granito obsidiana toda Preta.

Em seguida, também, no caso da mais superior câmara do Rei da grande pirâmide de Khufu [Quéops], em Ghizeh, é uma sala em que todas as quatro paredes, tetos e pisos são de pedra de granito Preto na cor. Assim, o deus Ptah é retratado como Preto na cor. Ptah sendo definido como o primaz dos Deuses novamente significa como a mente é a ligação principal com o oceano primevo, o caos e o inconsciente coletivo.

O fato de que o ápice do monte era Preto novamente mostra como Antigos Africanos consideravam a negritude [blackness] como sendo o primaz ou porta principal para o inconsciente coletivo. O Conhecimento da história ancestral preta provém o acesso e a tradução dos bancos de memória do inconsciente coletivo. A estrutura interna da Grande Pirâmide de Khufu [Quéops] era simbólica do todo preto submundo de Amenta, a toda preta porta para o inconsciente coletivo. A passagem através do Amenta, ou o desenvolvimento da negritude [blackness], produzia: uma expansão de consciência (visão interna), consciência espiritual, iluminação, unidade com a natureza, uma glândula pineal ativada, gênio criativo, e poderes divinos alcançados pelo homem sobre a terra, ou o desenvolvimento funcional dos poderes extrasensoriais.

Gerald Massey registrou, “A entrada para a Grande Pirâmide era ocultada por meio de uma laje móvel que se transformava em um pivô que ninguém, além dos iniciados, podia detectar. Era conhecida como a porta ou a pedra que girava quando a palavra mágica ou ‘Abre-te Sésamo’ era falada. Assim Horus era a porta na escuridão (negritude) [blackness], o caminho onde nenhuma entrada era vista, a vida retratada pelo Manes [Falecido] em morte; a primeira de doze portas, na passagem do Amenta. Estas doze são descritas no livro Livro dos Mortos Book of The Coming Forth by Day (Livro da manifestação através do Dia).

As doze divisões correspondem às doze horas de escuridão durante a viagem noturna do sol. A primeira divisão não tem porta visível ou entrada. As demais têm portas abertas, e a décima segunda tem portas duplas. É difícil entrar, mas torna fácil a saída para a terra da vida eterna. Aqui está o mistério: como entrar onde não há porta e o caminho é todo desconhecido? É explicado ao Manes [falecido] como a divina assistência deve ser obtida. Quando as tensões da vida na Terra são apagadas, a força é dada para forjar a entrada onde não há porta e neste poder o Manes penetra com ou como o deus.”

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                 COMO CONCEITUALIZAR O PONTO PRETO HOJE

 

Como alguém pode tornar-se consciente do Ponto Preto, a porta de entrada para o inconsciente coletivo? Claramente é preciso estudar profundamente a história Africana e é preciso conhecer e utilizar as dez virtudes e sete artes liberais que estão definidas em O Legado Roubado [Stolen Legacy] de George G. M. James. Onde é que começamos? Nós Começamos desenvolvendo o nosso caráter e nos tornando focados em nosso próprio desenvolvimento. Literalmente alguém se torna capaz de usar os sentimentos para extrair conhecimento dos bancos de memória ancestrais coletivos.

Pois, tal como definido na Teologia Menfita, Ptah, a Mente, concebeu em seus sentimentos do coração. Os sentimentos (tons intuicionais-emocionais) são ferramentas-chave fundamentais que devem ser desenvolvidos para captar as idéias no mundo inconsciente coletivo do caos e passá-los pela porta do Ponto Preto para o mundo da percepção consciente. “Quando as tensões da vida são apagadas” se desenvolve a força para abrir a Porta Preta escondida para encontrar o conhecimento necessário para resolver tarefas aparentemente impossíveis; para desenvolver a perfeição e para cumprir nossos mais altos sonhos criativos.

Era por meio do uso das Dez Virtudes, 42 Confissões Negativas e Sete Artes Liberais, que o coração era desenvolvido e o caráter fortalecido. Certamente, é a falta de caráter, entre muitos Pretos, hoje, que produz tanta desunião, conflitos de personalidades mesquinhas, e paranóia excessiva entre o povo Preto, flashes emocionais mal-afinados e imprevisíveis.

Um coração forte renderá um caráter forte e emocional equilibrado, portanto, vamos considerar o uso diário das Dez Virtudes, as duas primeiras sendo:

(1) o controle do pensamento e (2) o controle da ação (emoção).

Pergunte a si mesmo na próxima vez que você se sentir emocional sobre alguma coisa:

Faz o sentimento sentido lógico?,

Faça perguntas, a fim de reunir o conhecimento de ambos os lados da questão, saber seus pontos cegos emocionais e tendências para distorcer a realidade.

As Virtudes (1) e (2) combinadas são definidas como justiça (sentir profundamente, ouvir o seu coração, equilibrar sentimentos com a lógica, a lógica com sentimentos).

A realidade deve tanto fazer sentido logicamente quanto sentir bem emocionalmente.

O Ponto Preto é um Antigo símbolo Africano para a negritude [blackness], a semente preta de toda a humanidade.

O Ponto Preto é a porta escondida para a mente inconsciente coletiva, o banco de memória ancestral para todos. O uso do inconsciente coletivo como a marca, é o atributo distintivo da humanidade. A humanidade de hoje descende da Raça Preta Africana desenvolvida ao longo de um período de muitos milhões de anos.

O Ponto Preto representa a origem de toda a humanidade. Todos – Africanos, Europeus, Latinos e Asiáticos vieram do mesmo ventre preto da mulher preta fertilizado pelas sementes pretas do homem preto. O banco de memória ancestral (inconsciente coletivo) é uma coleção de experiência e sabedoria Africana que exige um conhecimento profundo da história Africana e uma abordagem Preta para a tradução eficiente de imagens Africanas Antigas no mundo de hoje.

A humanidade pode diferir na aparência externa, com variações de cores, mas internamente eles são todos pretos, todos Africanos no núcleo. A questão para todos os seres humanos é como se relacionar com esta negritude [blackness]. Um processo de transformação requer, em primeiro lugar, o coração ou sentimentos corretos e profundo conhecimento Africano como ensinado nas antigas universidades Africanas.

O Racista de hoje é medroso, ignorante de seu/sua negritude [blackness], escolhendo correr do núcleo preto ancestral. Os renascidos mestres pretos de hoje, aceitarão sua negritude [blackness], se tornarão unificados com o universo e serão inspirados para o gênio criativo em níveis que estão em continuidade harmônica com as pirâmides.

O Uraeus é o símbolo da energia transformadora para a alma.

O Ponto Preto define a porta escondida para o inconsciente coletivo; águas primordiais, forças universais que nutrem todas as formas de vida, e a porta escondida através da qual a transformante alma-energia do Uraeus passa.

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Dr. Richard King, M.D.-

Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 1 –
PONTO PRETO … SEMENTE PRETA – Arquétipo da Humanidade I – 
pg. 5 – 9

 

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