Ervas, Africa e História – A Invasão Européia da Antiga Africa por Ervas Medicinais – A.C. até 1800 D.C. – Llaila O. Afrika – Saúde Holística Africana – [African Holistic Health]

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Llaila O. Afrika – Saúde Holística Africana – [African Holistic Health]

Pg. 451-499

Seção 17 – Ervas, África e História – [Herbs, Africa and History]

A Invasão Européia da Antiga Africa por Ervas Medicinais – A.C. até 1800 D.C.

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                                                              A Européia
                                                        Invasão da Antiga
                                               África por Ervas Medicinais –
                                                      – A.C. até 1800 D.C. –

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O antigo uso de ervas medicinais foi estabelecido muito antes de Menes [Menses] ter combinado os reinos alto e baixo do Egito em 3200 a.C.

As culturas pré-dinásticas dos Amratianos, Badarianos (ruínas culturais achadas sob as dos Amratianos), e a cultura Nok tinham ervas medicinais e drogas.

No Papiro Médico de Berlim (Berlin Medical Papyrus) é afirmado que escolas médicas foram estabelecidas muito antes do Egito.

Os Africanos do Vale do Nilo, do Egito, vieram da direção sul, da Abissínia , entre 6000 e 3000 A.C.. Esta migração de pessoas, conhecimento, plantas e ervas medicinais causou uma concentração de informação.

A Primeira dinastia (3000 A.C.) foi regida pelo Rei Mina, seguido pelos Reis Narmer e Aha. O estudo de suas relíquias e restos mortais (restos fósseis de comida e alimento no trato intestinal de Múmias) indicam ambos uma dieta principalmente de alimentos crus e ervas medicinais.

Vários povos africanos como os Núbios e os Hamitas da Segunda Catarata (curvas no Rio) e os Egípcios da Primeira Catarata iniciaram uma concentração de conhecimento herbal.

Imhotep estabeleceu escolas medicinais holísticas durante o regime do Faraó Zozer (Djoser) na Quarta Era Dinástica.

Os livros médicos produzidos por Imhotep (20 volumes) espalharam o uso alopático, homeopático e naturopático de ervas e técnicas de diagnóstico por todo o continente.

Seus livros estão atualmente na Universidade Karl Marx, Leipzig, Alemanha, onde eles receberam o nome do Europeu que os roubou, Ebers, e eles são chamados de O Papiro de Ebers (Ebers Papyrus). Historicamente, ele é um bandido científico – ladrão de tecnologia.

Em todo caso, os regentes da Quarta Dinastia (3360 A.C.) foram Seneferu II e Rei Asa. Foi esta dinastia que invadiu o Sudão por ouro e escravos, e o Sinai por cobre.

Com as invasões, conhecimento cultural e herbal foram trocados.

Essências florais medicinais junto com ervas medicinais foram encontradas na tumba de Khufu, um regente durante esta dinastia.
Os tratamentos africanos por essências florais de hoje em dia são chamados de remédios florais de Bach. À Terapia de essência floral é dado o nome do ladrão que roubou a ciência africana – Bach.

O fértil Crescente do nordeste da África possuía escolas médicas. Os tratamentos e diagnósticos holísticos e medicina herbal dos indígenas são considerados exatos.

Os Núbios tinham desenvolvido sistema de homeopatia e ervas medicinais, tratamentos e diagnósticos holísticos.

Os Caucasianos creditam Hahneman, o Alemão que roubou aquele sistema com essa invenção. Ele alterou-o, distorceu-o e o reduziu a uma forma leve de medicina Alopática.

Medicina Alopática utiliza dosagens muito pesadas de remédios homeopáticos.

As primeiras através das Treze Dinastias são consideradas os Impérios da Idade Antiga. Estas Dinastias tiveram boa saúde holística.

Na tumba do Doutor Skar da Quinta Dinastia, havia mais de trinta instrumentos cirúrgicos, pinturas de cenas descrevendo atividades, uma lista dos alimentos que comia e informações médicas.

Restos mortais mumificados e estudos de matéria fecal indicam que seus dentes estavam livres de cáries e eles eram livres de doenças ósseas, doenças degenerativas i.e., Cancer, AIDS), doenças do trato digestivo,tinham uma dieta de alimentos naturais e usavam ervas medicinais.

As múmias das Eras Dinásticas após a Décima Terceira Dinastia têm indicações de apendicite, úlceras, mastoidite e ferimentos de batalha.

Isto indica que a saúde começou a deteriorar-se conforme a dieta acrescentou alimentos cozidos, juntamente com doença estimulada pelo aumento do comércio e invasões pelos Europeus.

Além disso, a domesticação e cultivo de plantas causou o decrescimento do valor nutricional das plantas na dieta Egípcia.
Isto diminuiu a imunidade e enfraqueceu a saúde.

Domesticação de plantas requer que as plantas sejam retiradas do seu ambiente natural e colocadas em plantações de plantas.

Plantações para plantas são um ambiente social sintético, que deteriora a ecologia de plantas, insetos e animais.

Plantações de planta causam uma alteração nutricional de plantas.

O consumo de plantas alteradas nutricionalmente altera a saúde. Esta domesticação ou processamento de plantas é anti-holistico (unholistic).

Pessoas que comem plantas com quantidades limitadas de nutrientes desenvolvem limitadas gamas de pensamentos, comportamentos e humores. Eles se tornam domesticados.

Tudo que os Caucasianos fazem para plantas, eles fazem para Africanos. Plantas em uma plantação – Africanos em uma plantação – plantas domesticadas – Africanos domesticados (temperados); plantas clonadas, Africanos clonados; o ‘melhoramento’ de plantas, o ‘melhoramento’ de Africanos, etc.

Uma imagem distorcida de escravização de plantas (criação, domesticação, etc.) pode ser encontrada em A Origem da Domesticação de Plantas Africanas por Jack Horlan (The Origin of African Plant Domestication by Jack Horlan). Neste livro, o processo de alteração é delineado.

Muitas ervas valiosas foram destruídas ao final da Décima – Terceira Dinastia. Arianos e Semitas Caucasianos invadiram e destruíram cidades Egípcias, estupraram mulheres, crianças e homens e roubaram ouro e preciosos cristais de cura (healing crystals).

Timaus foi o regente durante este período de invasão. Muitas plantas Africanas foram negociadas (transplantadas) para outros países (i.e. Americas, Oriente, etc.) durante o início (Pré-Colombo) do negócio mercantil Africano.

Para onde quer que os primeiros Africanos viajaram, eles levaram cultura, tecnologia, ciência, espiritualidade e Plantas. Eles melhoraram a civilização de outras raças.

Onde quer que os primeiros invasores Caucasianos foram, eles trouxeram doenças, exploração, guerra, destruição e retrocederam [undeveloped] outras civilizações.

Muitos antigos Africanos combateram os Caucasianos.

Durante a Décima – Quinta Dinastia quando Rei Salatis foi o regente, os Caucasianos Hicsos ou Reis Pastores invadiram o Egito (1730 – 1580 A.C.) e destruíram vida selvagem, culturas e ervas medicinais.

Africanos assim como o príncipe Preto Egípcio, Segenera, morreram combatendo os Hicsos.

Os hicsos odiavam o príncipe, o que é evidente pelas muitas lesões em sua múmia no Cairo. Sua múmia revela um crânio fraturado, um corte de faca sobre o olho, uma língua cortada e mandíbula quebrada.

Além culturas e ervas curativas, o império Egípcio (que incluía colônias fora do Egito) tinha abundante riqueza financeira e conhecimento acadêmico. Isto fez os Caucasianos militaristas predatórios querer invadir e capturar o Egito.

Potências estrangeiras em perseguição ao Egito tinham idéias variantes sobre guerra.

A prática de guerra das culturas Caucasianas foi colonizada e se tornou a única idéia de guerrear. Contudo, idéias de guerra freqüentemente variam dentro de uma mesma cultura, com uma variedade de sansões e estruturas organizacionais contrastantes.
Guerra varia de uma cultura para outra. A idéia Caucasiana de guerra tornou-se a norma aceitada. Contudo, guerra também pode ter objetivos contrastantes em uma cultura.

Na África Antiga, guerra entre dois grupos devia satisfazer Maat. O vitorioso e derrotado deviam ambos se beneficiar e preservar a honra um do outro. Não há vencedor ou perdedor preciso. Maat reivindica a vitória. O resultado final da guerra é para ambos os lados enriquecerem a cultura e servir a Maat.

Por exemplo, o conceito asteca de guerra tinha um significado religioso. Guerra era usada para obter cativos para sacrifícios religiosos.

A invasão Espanhola do Império Asteca foi um choque para os Astecas porque os Espanhóis matariam sem nenhum ritual ou cerimônia e os assassinatos não tinham nenhum sentido religioso.

Os Astecas não podiam atrelar a quaisquer princípios religiosos ou propósitos culturais matar daquela maneira.

Eles não sabiam como lutar sem um propósito espiritual.

Os Espanhóis matavam para destruir a cultura.

Foram ideais selvagens que Cortez possuía e usou para vencer a guerra juntamente com armas superiores.

Foi um choque cultural para os Astecas. Este mesmo tipo de assassinatos sem sentido e uso de armas superiores derrotou os Africanos.

O conceito de guerra Caucasiano é baseado em matar o tão-chamado [so-called] inimigo. O conceito cultural Africano de vencer uma guerra é baseado em Maat e Deus. A este respeito, estes conceitos de guerra conflitam e variam.

Freqüentemente, não há fatores culturais relevantes que podem traduzir a definição de guerra de uma cultura para a próxima. Tudo o que realmente sabemos dessas guerras é aquilo que os Europeus estupraram as meninas e mulheres, roubaram tesouros, destruíram o fornecimento de alimentos, desumanizaram o derrotado e exploraram a terra.

Isto causou miséria, erosão, fome e doenças.

Em todo o caso, a guerra racial Caucasiana contra os Africanos continuou no Egito.

Dois regentes da Décima – Oitava Dinastia, de 1600 à 1300 A.C., foram Rainha Hatshepsut e Ahmes I, os quais combateram os invasores bárbaros Caucasianos, chamados Hicsos.

Os Hicsos persistiram em suas guerras para ganhar comida, riqueza, terra e ervas.

Estas guerras marcaram o começo do longo declínio do Egito.

Os Caucasianos roubando tecnologia, conhecimento medicinal, terra e destruindo tesouros valiosos estavam usando armas superiores (canhões, fuzis, etc.) para capturar Africanos.

Foi após este período que o Império de Kush (atual Republica do Sudão) e a Rainha Hatshepsut uniram alto e baixo Egito.

Ao mesmo tempo, o Faraó thutmosis invadiu a terra dos bárbaros Caucasianos e fez dos países Europeus vencidos suas posses.

Este contato cultural fez com que os Caucasianos colonizados pelos Africanos se tornassem mais conscientes da medicina, riqueza, filosofia, agricultura, sabedoria, astronomia, matemática e alimentação africanas.

A Décima – Nona Dinastia foi regida pelos Faraós Ramsés e Seri (seu pai) e outros.

Muitas hordas bárbaras de Caucasianos invadindo tentaram capturar a tecnologia Africana.

As fomes e doenças dos Europeus foram conhecidas pela civilização Africana e foram feitas tentativas de dar ajuda para os Caucasianos.

Contudo, os constantes e violentos ataques de bandos de Caucasianos contra os Africanos pode ter causado relutância para ajudá-los.

No entanto, Ramsés enviou vastas quantidades de trigo para a faminta Europa atingida e atormentada por fome e pestes.

Sacerdotes Africanos eram agricultores, astrólogos, cientistas sociais, físicos e químicos. De fato, os templos sacerdotais eram colégios de aprendizado em arte, ciência e religião.

O Vigésimo, Vigésimo – Segundo e Vigésimo – Terceiro Períodos Dinásticos (1085 – 730 A.C.) tiveram várias dinastias regendo ao mesmo tempo de diferentes capitais em várias partes da África.

Agitação social e conflitos foram causados pela presença de regentes mistos caucasóides e continuaram até a Décima – Quinta (715 A.C.) Dinastia.

Muitas culturas Africanas foram se afastando dos invasores e contra-atacando.

Isto desestabilizou a agricultura e a economia.

A Vigésima – Sexta Dinastia (663 – 525 A.C.) foi marcada pela total perda da independência Egípcia.

Os Egípcios Africanos foram eventualmente controlados pelos caucasianos persas.

Os Egípcios são notados por seus abundantes registros que refletem sua grandeza em medicina e civilização Africana.

Estes registros e trabalhos artísticos documentam uma história de luta contra os caucasianos invasores, assim como a elevada civilização dos Africanos.

Tebas (palavra Grega) foi a maior cidade em Chem (mais tarde nomeado Egito). Esta cidade foi nomeada Wo’se ou Nowe pelos Africanos.

Esta cidade foi a cidade central de um vasto império, que incluía Nubia, Cush, Egito, etc.

Contudo, o atual estudo de África é, em sua maior parte, de um domínio menor chamado Egito e os Caucasianos que o invadiram.

Os primeiros Caucasianos invasores de Africa foram mortos ou capturados. Prisioneiros de guerra Caucasianos aprenderam sobre cultura, ciência, ervas medicinais e eventualmente participaram na sociedade Africana. Que não haja dúvida de que esses Caucasianos contribuíram nada para a cultura Africana exceto doenças, estupro da terra e escravidão.

De fato a sociedade Grega foi fundada sobre a escravidão de Caucasianos e estes Caucasianos escravos não podiam ter propriedade própria.

No entanto, Pretos Africanos mantiveram regentes parentes de Caucasianos (filhos) da Ásia e do Mediterrâneo.

Estes reféns aprenderam cultura, filosofia, ciência e medicina Africanas. A população de Caucasianos reféns e prisioneiros de guerra eventualmente aumentou grandemente.

Problemas sociais internos egípcios (pobreza, taxas altas) e cultura Maatiana deram aos escravos caucasianos liberdade para participar na sociedade como cidadãos plenos e a oportunidade de terem contendas e rebeliões.

Fracos reis ineficazes criaram um ciclo de movimentos imigracionais pretos.

pretos migraram para abaixo da primeira catarata do Nilo e uma população predominantemente caucasiana moveu-se acima da segunda catarata.

Isto resultou em dinastias asiáticas (Caucasianas) e dinastias Afri-Asiáticas mixadas em várias combinações de raças com poucas dinastias Pretas.

Períodos de agitação social duraram até a Vigésima-Dinastia (1200 A.C.) regida por Sotnekht que foi sucedido por Ramsés.

Durante estes períodos, hordas barbáricas de invasores Caucasianos atacaram África continuamente.

As ciências médicas Africanas eram praticadas em impérios Africanos os quais tinham colônias na Europa e muitos médicos Caucasianos treinados em África retornaram para a Europa com esta tão-chamada nova ciência.

Alguns poucos são indicados na História registrada como Hipócrates mas eles foram muitos.

Em todo o caso, Ramsés III combateu a invasão dos mercadores marítimos Caucasianos e os derrotou (1191 A.C.) Ele capturou tantos escravos Caucasianos (90.000) que ele teve que os colonizar na Europa porque não podia transportá-los para a África.

Eventualmente ele teve que elaborar seus escravos Caucasianos em seu exército para combater os bárbaros Caucasianos que eram guiados à África primeiramente por fome, tesouros, liberdade do feudalismo e doenças.

O Papiro de Harris (The Harris papyrus) faz referência à carreira de Ramsés III.

As invasãos Caucasianas juntamente com os escravos Caucasianos em África, imigração, refugiados Africanos fugindo da guerra, além de conflitos internos Africanos (causados por injustiça social e governos feudalistas) causaram o enfraquecimento de África.

Com cada aumento na deterioração de África, os Gregos ficavam mais poderosos e eventualmente minaram e usurparam dos Egípcios cultura, agricultura, filosofia, ciência, sistema bancário, sistema educacional, conhecimento médico e religião.

Os maiores historiadores Heródoto, Plínio e Deodoro escreveram que as primeiras civilizações Pretas Africanas eram as mais avançadas de todas as civilizações do mundo.

Estes historiadores escreveram que os Europeus tomaram emprestado (sem permissão=roubo) dos Pretos Africanos as ciências, tecnologia, cultura e religião.

Não importa como os Caucasianos negam isto, estes historiadores foram honestos e visitaram África para confirmar suas descobertas.

A história escrita e pictórica tem confirmado repetidas vezes que tudo o que os Caucasianos conhecem sobre medicina higiênica, cultura, filosofia, matemática, astrologia, arte e política é inquestionavelmente Africano.

Historiadores gregos ajudaram a confirmar a glória de África e dinastias Egípcias.

As eras dinásticas Egípcias duraram cerca de 10.000 anos. Estas eras dinásticas viram o Egito o comércio, tecnologia, ciência, medicina, arte, ciência e comércio de ervas/drogas mundialmente.

Muito do conhecimento medicinal destas Eras era foi ensinado em colégios (sistema de mistério) por professores que tinham conhecimento espiritual, metafísico, astrológico e científico em níveis elevados. Eles foram chamados Reis-deuses (god-kings).

Estes Sistemas de Mistério de cura foram ensinados por sacerdotes (chamados monges) em Monastérios ou Templos.

Os Caucasianos os chamaram “Sistemas de Mistério” porque o conhecimento era superior a tudo o que eles já tinham aprendido.

Por exemplo, se você nunca ouviu falar de matemática, então as aulas em cálculo podem ser um mistério para você.

Assim os Caucasianos chamaram os Colégios Africanos de “Sistemas de Mistério”.

A sucessão de administradores Caucasianos do Egito, aprendeu nas Universidades Africanas (escolas de mistério) e eles aprenderam dos monges Africanos e transmitiram o conhecimento em ervas e drogas para os monges Caucasianos em terras nativas na Europa.

Estes monges/herbalistas/sacverdotes/agricultores carregaram o conhecimento medicinal intacto para a Europa e com distorções e modificações culturais ajustaram-no para um baixo nível de conhecimento e vocabulário limitado.

Os sucessivos colonizadores do Egito foram os Assírios, Saítas, Persas, Gregos e os Romanos.

Os Gregos (invadiram África em 332 A.C.) e os Romanos (invadiram África em 201 A.C.). Eles aprenderam o sistema de medicina Africano e clamaram que ele era seu próprio conhecimento (ladrões de informação) e uma descoberta da cultura Européia.

Na verdade, eles aprenderam um nível introdutório da ciência médica e filosofia religiosa do sistema espiritual

[ver o outro texto – sobre o sistema de mistério]

(The Destruction of Black Civilization by C. Williams, The African origino of Civilization by C. Diop. – A Destruição da Civilização Preta por C. Williams, A Origem Africana da Civilização por C. Diop.)

O Egito desenvolveu vida monástica. Este tipo de vida requeria a aquisição de conhecimentos de Maat, ervas medicinais e espiritualidade.

Os Gregos estudaram nas ilhas do Alto Nilo sob a ordem religiosa em tabennae fundada por Pachomius.

estes herbalistas religiosos vendiam ervas, mel, e alimentos em Alexandria.

Egípcios viviam nestas ilhas e introduziram muitos monges religiosos Europeus em agricultura, astrologia, Maat e indústria.

Isto é vagamente mencionado em The golden Age of Herbs and Herbalists by R. Clarkson (1940) – A Idade de Ouro das Ervas e herbalistas por R. Clarkson (1940).

O conhecimento espiritual era aprendido e proclamado pelos Caucasianos (Romanos) como seu próprio.

Eles transportaram este sistema para a Europa e construíram um monastério Beneditino no Monte Cassino na Itália.

Herbologia, diagnósticos e métodos de tratamento holísticos vieram de impérios Africanos como Mali, Songhai e Kush.

o Reino de Kush foi dominado principalmente por Caucasianos de pele clara e sua dieta era nutricionalmente deficiente.

Os Caucasianos começaram a invadir as áreas ao sul, as quais apresentavam abundantes colheitas, agricultura, tesouros, tecnologia, indústria e medicina.

Esta área era habitada por Africanos Pretos e era rica em minério de ferro e fontes de combustível.

Áreas em torno da quinta e sexta cataratas do Nilo possuíam vastas indústrias de ferro.

Os Assírios foram um dos invasores que adotaram a tecnologia Africana de trabalho em ferro e uma forma socializada de medicina similar aos babilônios, os quais datam de 2250 A.C..

Isto foi durante o mesmo período em que os Egípcios estiveram comerciando plantas, vegetais, ervas e produtos secos com a Etiópia em 2275 A.C..

O conhecimento medicinal do Egito Preto extendeu-se através do cinturão sudânico de África.

O império de Kush começou a declinar enquanto impérios Africanos entrando no mercado dominavam bens específicos como Madeira de Sândalo, Khat, Baga de espinheiro, Algodão, Tropica, Aloe Vera e Figos.

O Declínio de Kush ocorreu em torno do primeiro século D.C..

Axum, a capital da Etiópia, foi um dos competidores que assumiu o controle de parte do mercado de comércio de Kush.

Os impérios Africanos do deserto controlaram o mercado de Aloe vera. Os norte-Africanos controlaram ervas como Baga de Espinheiro, e a região de floresta controlou Café, Alfarroba (carob), Centuary e Eucaliptos.

Etiópia controlou a erva Khat, que um é estimulante cerebral.
Axum era típica das esplêndidas cidades Africanas, ela tinha palácios em pedra (Stone palaces), obeliscos, jardins de ervas, água interna e templos.

Meroe foi invadida por Kush e isto fez Africanos migrarem para o lago do Chad e Além.

Esta migração de humanos, recursos, tecnologia, agricultores e conhecimento medicinal ajudou a enfraquecer África.

As guerras internas e a dispersão de pessoas, alimentos, ciência e conhecimento de ervas ajudou a espalhar a glória de África a bordo para a Europa.

A indústria de comércio mercantil Africano ajudou a espalhar informação sobre os recursos humanos e materiais de África.

Egito foi conquistado por Alexandre o Grande (356 – 323 A.C.)

Então Ptolomeu, um general no exército de Alexandre, regeu o Egito e estabeleceu a cidade de Alexandria.

Este declínio gradual do Egito Preto é exposto em Glória Africana por J.C deCraft-johnson (African Glory by J.C deCraft-johnson).

Outras raças Pretas contribuíram para o declínio de África. Eles roubaram ciências, filosofia, herbologia e sistemas de tratamento e diagnósticos holísticos.

Os Fenícios expandiram seu comércio e colonizaram o norte de África. Eles invadiram a nordeste a Tunísia e estabeleceram a cidade de Utica na foz do Rio Majada em torno de 1100 A.C..

Eles estabeleceram Cartago em 822 A.C.. Que foi destruída pelos Romanos em 200 A.C.

Incidentalmente, Santo Agostinho, o Bispo Preto Africano estudou na cidade colonial Africana de Cartago.
Esta cidade é onde o sistema monástico sacerdotal/herbalista foi estabelecido e este sistema expandiu o conhecimento herbo-medicinal  por todo o mundo Europeu.

O Conhecimento herbo-medicinal era necessitado na Europa.

Populações das civilizações Européias estavam em massivo declínio devido a doenças (dis-eases) de sua dieta detritívora, fome, falta de agricultura, séries de guerras tribais, baixa taxa de natalidade, dieta de carne animal, higiene pobre, e falta de limpeza.

O império romano colonizou o norte da África e usou-o para fazendas de grãos. O contínuo abuso Europeu da terra fez o deserto do Sahara (lago) se expandir e se tornar um deserto mais massivo.

A espaçonave Apollo da Agência Nacional de Aeronáutica e do Espaço – (1982) validou foto-geograficamente que o deserto do Sahara foi uma vez um lago interno.

Restos fósseis validam que o Sahara teve vasta vegetação e vida selvagem.

Europeus exploraram a terra para plantações agrícolas, ervas e vida selvagem.

O consumo excessivo de carne animal pelas primeiras civilizações dos Gregos, Romanos, Árabes e Indianos causou destruição para a agricultura, ervas, alimentos e floresta.

Caucasianos careciam de habilidade agrícola, não faziam rotação de culturas, revitalização da terra, compostagem e não estavam preocupados com a ecologia.

Isso causou excesso de irrigação e danos à terra. O excesso de pastoreio por gado gradualmente reduziu as terras a deserto e solo infértil.
A introdução de animais Europeus como os domesticados gado, porcos e indomesticados ratos causaram desequilíbrios ecológicos na população animal e vegetal de África.

O estupro do Crescente Fértil (atual Iraque e Iran) para plantações de alimento e sobrepastoreio por culturas de animais dos comedores de carne causou um dano que ainda não foi reparado.

As massivas quantidades de carne que os Caucasianos consumiram e os métodos usados para assegurar o fornecimento de carne animal reduziu o norte e nordeste de África à vastas terras baldias.

Alexandre o Grande invadiu África e Índia e deixou a terra sem árvores e estéril.

Uma incontrolável necessidade de Supremacia Branca e necessidade possuir os recursos humanos e materiais de África causou a exploração de plantas e a escravidão do povo Preto.

É estimado que a perda total da terra durante todo o curso da história Européia (predominantemente em África) é maior do que a terra total em cultivo atualmente em todo o mundo.

O comércio Mercantil de ervas entre Africanos e Europeus

O sistema mercantil de África foi muito bem sucedido e envolveu uma abundancia de comércio muito antes das invasões Européias.

Cidades, comunidades, estados, impérios Africanos e colônias de impérios manufaturaram gêneros alimentícios, ervas medicinais, metais, cristais, tecidos, e bens secos para exportação.

O custo de transporte de bens era elevado especialmente para as regiões de floresta. Conseqüentemente os Reis com ricos impérios e comerciantes forçaram mercadores menores a vender para eles a preços menores.

Inadvertidamente, isto causou largos monopólios e poderes políticos competitivos no sistema mercantil.

Por exemplo, as longas viagens para estados vizinhos requeria alimento e suprimentos para os exércitos de escolta, animais de carga, escriturários, astrólogos, banqueiros, professores, crianças, tradutores, mulheres e médicos.

Estas viagens de comércio intra-continente só podiam ser patrocinadas por indivíduos ou governos economicamente de elite. Comerciar aumentava a riqueza do monopolista e aumentava o comércio.

Os estados da Guiné negociaram com os mercadores do Sudão. Incidentalmente, durante a idade Média a localização da Guiné na região da floresta tropical do oeste da África próximo das savanas a fez acessível aos Europeus.

Contudo, imigração causada pelo comércio da guiné com o Sudão trouxe conhecimento de seus bens secos, agricultura, tesouros e ervas medicinais para os Europeus.

Itens da África foram vendidos na Europa e os Europeus foram informados sobre casa, riquezas, abundância de alimento, elevada civilização e conhecimentos dos fabricantes.

Comerciantes da Guiné eram agências estatais e aumentavam a riqueza do estado governante e dos reis. Comércio de estado-para-estado necessitou o uso de estandardização dos valores de dinheiro em África.

África estandardizou classificações para doenças, diagnoses e classificação de ervas e tratamentos com ervas por físicos através do continente.

Alguns dos outros países no sistema mercantil foram Sahara (que monopolizou sal e o cactus) Sudão, Magrebe e no nordeste africano territórios do mediterrâneo como Israel e Mesopotâmia.
As nozes de Cola (Kola nuts) foram vendidas pelo país presentemente chamado Ghana. As vendas da Iorubalândia foram incorporadas ao total das vendas mercantis da Guiné.

Haviam  alguns escravos nas regiões da floresta. Contudo, escravidão como um negócio mercantil de carne humana era desconhecida.

As vendas de escravos na Guiné eram de um status social e eles serviam como servos, porteiros, trabalhadores, oficiais do governo, poderiam ser príncipes ou regentes, professores e comerciantes e eram uma parte funcional da sociedade.

Esses Africanos escravos foram autorizados a praticar sua cultura e não eram de propriedade.

Eles tinham plenos direitos humanos. Eles não podiam ser estuprados, agredidos ou torturados. Eles podiam ganhar liberdade de sua obrigação de trabalho.

Comerciar escravos começou após o crescimento do Islã no Sudão.

O rapto e exportação de Africanos como estoque – vivo animal não-humano de escravos desenvolveu-se a partir do século 16 [1500] unicamente pelos Caucasianos.

A Abissínia resistiu à colonização religiosa Islâmica de seu país e permaneceu Cristianizada.

Foi a partir do sul e em países onde nomes Africanos para Deus eram adorados que os Caucasianos começaram a rotular os Africanos como ímpios [ungodly], pagãos e descivilizados selvagens e iniciaram o tráfico de escravos.

Os Reis guerreiros Zagwe no século 10 [900] derrotaram as invasões dos Europeus.

O podo Zagwe moveu-se da linha costal para o sul, a fim de evitar novos ataques Europeus e deixaram suas igrejas de pedra Roha como mercadores mostrando seu trajeto de retratamento.

Os Europeus não estavam desanimados ou desiludidos porque sua força motivante para as invasões era escapar das cavernas da Europa e horríveis estilos de vida primitivos com miséria, penúria, pobreza, ignorância, guerras tribais, pandemias, ignorância médica, fome e reis feudais tirânicos.

Os países Islamizados expandiram do leste da África para Malásia, Indonésia e Índia.

Isto incluiu estados costais como o Quênia, Tanganica e Somália. Colônias comerciaram com a antiga dinastia Ming e recente dinastia Sung da China de onde eles obtinham porcelana.

Ironicamente, o brinquedo da china (bombinhas, fogos de artifício) foi negligenciado pelos comerciantes muçulmanos, e foi este brinquedo, juntamente com doenças, que foi derrotar África e acabar com o reino muçulmano.

Os Europeus converteram este foguete de brinquedo para a arma mortal chamada canhão, dinamite e revólver.

Foram as armas superiores dos Caucasianos como armas de fogo, canhões e bombas de pólvora que intensificaram e escalaram as invasões da África e das Américas.

Estas armas criaram a arma definitiva para a exploração, exterminação de povos, o tráfico de escravos, comércio de ervas e o estabelecimento da Supremacia Branca.

O conhecimento necessário para inventar a arma requeriu a ciência matemática roubada de África. Isto não foi antes de os Gregos serem admitidos em África, que os Caucasianos ganharam acesso a estas tecnologias.

Os sacerdotes Egípcios eram muito reservados sobre seu conhecimento de tecnologia por causa do juramento de segredo nos sistemas de mistério para retê-los dos “meninos Gregos” (cultura imatura) como eles eram chamados pelos antigos Africanos.

Á princípio Africanos davam pena de morte para estrangeiros (mentirosos, ladrões, bárbaros Caucasianos) que vinham ao seu país ou colônias.

Não foi antes do ano de 500 A.C. que eles deixaram forasteiros como os Gregos entrar em suas universidades.

Seus estudos ascenderam a um curso preparatório para a faculdade. Eles não tinham inteligência suficiente para entender elevado conhecimento Africano.

Gregos como Platão, Sócrates, Hipócrates, Praxágoras e Pitágoras estudaram em África.

Em todo o caso, o sistema mercantil em África e o comércio com países da bacia do Pacífico espalharam a riqueza, tecnologia, filosofia, espiritualidade, cultura, práticas de saúde e medicina de África para Europa (também chamada “Ilha do mundo” ou “Ilha Mundial” [“World Island”] como África e Ásia estão conectadas pelo Sinai, Ásia e Europa estão conectados por esta terra criada naquela Ilha tem 85% da população mundial).

As Guerras entre as tribos Cristãs e tribos Muçulmanas mais conhecidas como Cruzadas estimularam comércio entre África e Europa.

Mercadores Venezianos comerciaram com os Muçulmanos porque eles controlavam muitos países.

Portugal e Espanha (1400) estavam começando a sentir a drenagem econômica causada pelo controle veneziano do comércio e mercado de ervas/drogas.Eles atacaram a península e começaram uma invasão de África no lado do Oceano Pacífico em 1415.
Estes dois aliados foram derrotados em sua invasão do Marrocos.

Suas invasões individuais próximo ao Cabo da Boa Esperança logo lhes trouxeram notícias dos países no lado Atlântico do Sahara.

O controle marítimo e controle comercial Veneziano fez os Italianos invadirem África.

Os poderosos clãs Italianos estavam economicamente famintos e esperavam criar uma base econômica e um mercado de alimento e ervas a fim de lucrar com as pandemias e fome das populações camponesas.

Itália juntou forças com os Portugueses e Espanhóis para quebrar o controle Veneziano.

Seu plano era invadir os Países costeiros Africanos.

Isso poderia fazer que os Venezianos estendessem exércitos e navios ao longo da costa e criar uma larga rede que poderia enfraquecer sua habilidade para proteger mercados estabelecidos.

Portanto, suas forças juntas às de Portugal e Espanha começaram a explorar o ouro, ervas, bens secos e mercados de alimentos da Guiné.

Neste curso, eles usaram os mercadores Indianos para comprar comodidades para eles.

Eles traziam ervas da Ásia à preços abaixo do preço de mercado dos Venezianos.

Assim os Venezianos estavam incapazes de produzir capital suficiente para controlar e proteger seus mercados em África.

Veneza faliu como controladora do mercado de ervas.

Os Portugueses invadiram a África por volta de 1445 e colonizaram as Ilhas de Cabo Verde como um porto para seu comércio com Mali.

Os Portugueses penetraram ainda mais em África por bens secos, alimento, tecnologia, tesouros e ervas medicinais e em 1471 invadiram a Costa do Ouro.

Pela década de 1480 eles invadiram o Congo, por volta de 1488, rodearam o Cabo da Boa Esperança e de 1497 a 1499, levados por Vasco da Gama, eles estabeleceram mercados na Índia.

Em 1517, os Turcos otomanos tinham invadido e conquistado o Magrebe exceto o Marrocos.

Os turcos eram baseados em sua colônia Egípcia. Os Turcos tentaram aproveitar o mercado de ervas, alimento e bens secos dos Portugueses, mas foram derrotados (entre 1400 e 1500).

Contudo, em 1571 uma frota combinada Cristã de adversários mercantis Europeus derrotou os Portugueses em Lepanto.

Mercadores começaram a comerciar mais com os portos costais Africanos controlados pelos Europeus ao invés de usar as antigas rotas de comércio do Sahara.

Os Mercadores Europeus comerciaram principalmente com os Asiáticos, Américas e colônias Africanas costais.

A densa floresta Africana tornava extremamente difícil a promoção do comércio de ervas medicinais, tesouros, açúcar e bens secos.

Os monges extraíram a tecnologia necessária para adaptar vegetação para as Américas e este conhecimento junto com a primeira extração de tecnologia, cultura, e conhecimento científico pelos Gregos, Romanos e outras nações diminuiu a dependência Européia em ervas Africanas.

Além disso, as florestas e terras Africanas tinham sido reduzidas a desertos e terrenos baldios pelos Romanos e sucessores invasores, então o monopólio Africano de ervas e plantas alimentícias não era mais um mercado viável.

Conseqüentemente, a riqueza econômica que podia ser ganha com o mercado de escravos se tornou sedutora.

O sistema de plantação humana foi testado e experimentado sobre as Ilhas do Oeste Africano.

Os Africanos seqüestrados foram misturados com diferentes culturas Africanas com religiões e línguas.

Escravos que falavam a mesma língua foram separados e re-misturados com Pretos prisioneiros de guerra.

Algumas vezes, se escravos falavam a mesma língua, suas línguas eram cortadas fora.

Alguns Pretos preferiam morrer de fome do que se tornar escravos e foram alimentados à força com duas colheres ligadas a um cabo (as pinças orais) . Uma colher contendo comida e a outra contendo carvões em brasa.

Homens, meninos, mulheres e crianças Pretos foram estuprados por escravisadores Europeus, masculino e feminino, heterossexual e homossexualmente.

Prisioneiros de guerra Pretos cativos foram marcados e comercializados como qualquer outro animal de carga.

Muitos foram forçados a realizar atos sexuais e tarefas desumanizantes para entretenimento dos traficantes de escravos.

Os Pretos Africanos que eram professores, músicos, navegadores, físicos, cientistas e trabalhadores qualificados foram separados e vendidos a preços elevados ou foram mortos a fim de promover o mito Branco Racista de inferioridade Preta. (ver Vício do Racismo Branco).

A psicose Branco-Racista Européia de Supremacia Branca (Superioridade) fez muito dos avanços científicos criados em África ser destruído. Contudo, o conhecimento de tratamentos e diagnósticos holísticos e de ervas medicinais Africanos sobreviveram porque a raça Européia teria perecido sem ele.

Em qualquer caso, o sistema de plantação de escravos foi indiretamente aperfeiçoado primeiramente com plantas.

A palavra em si mesma “Plantação” indica isso. Em uma plantação de “plantas”, plantas são escravizadas, domesticadas (hibridizadas), domadas, feitas nutricionalmente dóceis, colocadas em uma alienada civilização de plantas artificiais, feitas para conceber fora dos ciclos de reprodução, feitas para criar sistemas sociais de plantas (sementes hibridizadas) em ambientes alienados e as plantas líderes são destruídas.

Por exemplo, as sementes mais vivas são as primeiras a deixar a planta enquanto a doente, sementes menos fortes permanecem atadas à planta. São estas sementes que são pegas e replantadas. São as fracas sementes aberracionalizadas que são capazes de crescimento em um ambiente alienado [alien].

Assim as sementes que promovem o domesticado (alterado pelo homem) sistema estão promovendo uma espécie nutricionalmente limitada e plantas fracas/doentes que a natureza estava tentando eliminar.

No sistema de plantação humana os Pretos escravos fisicamente fortes e rebeldes foram mortos e os Pretos educados das elevadas classes de elite foram mortos a fim de propagar a psicose Européia de que “todos os negros são lentos, bobos, ignorantes, ladrões, descivilizados, selvagens animais sexuais.” (Ver Vício do Racismo Branco, Anatomia, e Psicologia).

O sistema de plantação e sistema mercantil Europeu apenas trocou de um ‘item não-humano’ (ervas e alimento) para outro ‘item não-humano’ – escravos Africanos Pretos.
A imoralidade dos caucasianos foi mantida intacta por sua ilusão psicológica de Supremacia Branca suportada pelo Racismo Branco.

Os Espanhóis participaram nos mercados de escravos Pretos, ervas, comida e bens secos na América do Norte.

Eles comerciaram escravos através do Atlântico para as Índias ocidentais enquanto os mercadores Portugueses exportavam Pretos raptados prisioneiros para o Brasil e América do Sul.

O sistema de plantação Europeu não pôde funcionar na América com nativo-americanos porque os índios foram massacrados pelos invasores Caucasianos, foram afligidos com escassez de alimentos, morreram de doenças Européias, fugiam, não tinham as habilidades tecnológicas e conhecimento agrícola dos Africanos e não produziam trabalho suficiente para torná-lo lucrativo.

O sistema escravista estava crescendo muito rápido e sua população era muito pequena (12 milhões mortos pela doença Européia varíola). Conseqüentemente, os Europeus não poderiam viabilizar o transporte das plantações americanas para o trabalho de escravos Africanos, então, eles transportaram o trabalho escravo Africano para as plantações colonizadas Euro-Americanas.

Africanos escravizados, com experiência agrícola, tecnologia e trabalho controlados por Caucasianos com uma Psicose (Supremacia Branca) e a terra roubada das Américas providenciaram a riqueza que produziu as multinacionais de hoje.

Se você seguir a trilha do dinheiro Caucasiano, ela vai te levar a dinheiro obtido pelo sangue de Africanos.

O fato de que estimativas conservadoras afirmam que entre 50 e 75 milhões de vidas Pretas foram assassinadas devido a escravidão e adicionais inestimáveis milhões de doenças não é uma questão moral para os Caucasianos ou os descendentes que têm o hereditário dinheiro de sangue.

O fato de que doenças Européias causaram massivas quantidades de mortes matando vilas inteiras é de nenhuma conseqüência moral.

O fato de que muitos escravos foram mortos por ladrões de escravos em muitos ataques a caravanas de escravos, plantações e navios negreiros não desperta nenhuma questão moral.

Mais tarde na história, Caucasianos poderiam roubar escravos um ao outro e entregá-lo para a rota de fuga [undergroud railroad]. Este era um método do senhor-de-escravos para reduzir ou se livrar de sua concorrência.

Isto poderia causar baixa produção de culturas, aumentando o preço de culturas e aumentando o preço de escravos com habilidades especiais.

As rotas alternativas de fuga [underground railroad] eram apenas uma forma para os Caucasianos aterrorizar economicamente um ao outro e roubar o estoque-vivo de escravos um do outro junto com a ajuda de outros escravos e com o apoio dos Pretos libertos.

Os alimentos, ervas e ciência médica de África resgatou os Europeus da Idade das Trevas e parou o seu declínio populacional.

A doença moral e mental (Supremacia Branca) dos Caucasianos é negligenciada porque a condição dos países europeus é esquecida.

A Europa era pobre de terra, pobre de recursos e pobre de trabalho. Entretanto, eles escreveram uma “boa história” [feel good history] e distorceram sua mentalidade de homens das cavernas e apresentaram-na como civilizada e culta.

Se eles fossem desenvolvidos e civilizados, eles não precisariam ter tido a necessidade da terra Africana e dos povos Africanos a quem chamaram de escravos. Mais informação sobre escravidão pode ser encontrada em Casa Grande e Senzala por Gilberto Freyre e Slavery [Escravidão] por Nathan Glazer, assim como em muitos outros livros.
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OS CONTROLADORES DAS ERVAS [The Herb Controllers]

A necessidade por ervas e um sistema médico científico na Europa era causada por contínuos incontroláveis surtos de pandemias.

Não havia suficiente conhecimento de ervas ou doenças para salvar os povos Europeus: A história botânica revela que haviam aproximadamente 235 ervas na Ilha de Cós na Turquia Asiática. Contudo, Hipócrates, o Pai da medicina Grego, tinha apenas habilidade suficiente para usar menos de trinta. Ele não tinha qualquer conhecimento de psicologia ou anatomia e não sabia que o sangue circulava no corpo.

O conhecimento Africano de Hipócrates foi rejeitado por sua cultura e não foi usado antes do final dos anos 1800’.

Igrejas capitalizando sobre o medo que as pessoas tinham de morrer de doenças, anunciavam para as pessoas dizendo que tinham os artefatos originais dos santos.

As igrejas estavam colecionando relíquias falsas e ossos a fim de atrair membros e acumular fortunas durante as Idades Médias. Isto iniciou rivalidades entre igrejas. A catedral em Colônia obteve os ‘esqueletos dos três homens sábios do leste’ [os três reis magos do evangelho!] a fim de atrair novos membros com verbas. Em competição, a igreja de São Gereão produziu relíquias de São Gereão e os ossos de um bando inteiro de mártires, a fim de conseguir novos clientes (membros) com verbas.

Então, outra igreja tinha um cemitério inteiro de ossos tirados de túmulos e colocados na igreja e chamou estes ossos de ossos dos santos mártires.

Os onze mil ossos das chamadas virgens mártires femininas ajudaram a cura pela fé e ergueram uma grande fortuna, apesar do fato de que alguns dos ossos pertenceram a homens.

A igreja estava usando superstições ignorantes e sensacionalismo para conseguir clientes (membros religiosos).

A ciência Européia não podia salvar da doença a população morrendo, então a igreja usou estes artifícios para atrair e curar pessoas doentes.

Eles não salvavam nenhum mas caçavam o dinheiro, abastecimento alimentar e terra do povo.

Logo as igrejas produziram uma maneira legitimada de ajudar como herbalistas. A igreja e seus monge/herbalistas estavam para desempenhar uma parte importante na invasão de África por ervas, vegetais, frutos e conhecimento.

Os monges ajudaram a desenvolver métodos para a adaptação e hibridização de ervas Africanas para os climas Europeus e Coloniais enxertando e cruzando plantas.

Seu conhecimento de herbologia, agricultura e horticultura foi eventualmente usado pelos fazendeiros Europeus e isto também levou a exploração herbácea de África a acabar.

Monges escreveram livros sobre herbologia, horticultura e medicina como De Laudibus Divinae Sapientiae de Alexander Neckham, um monge Augustiniano e abade de Cirencester.

Ele menciona muitas ervas Africanas e frutos medicinais neste livro. Em outro livro De Naturis Rerun, Neckham menciona ervas Africanas essenciais para a saúde. Outro monge, Walafrid Strabo, um beneditino, escreveu Hortulus no qual ele menciona ervas tropicais de origem africana e conta como cultivá-las no clima Europeu.

O princípio Africano de estufa para acelerar o crescimento de plantas foi adotado pelos Romanos. Um monge dominicano Alemão do séc. XIII [1200’] com o nome de Albertus Magnus em seu livro, De Vegetablibus descreve o uso romano deste processo.

Os Europeus, em uma necessidade desesperada por plantas alimentícias e ervas, rapidamente adotaram este processo.

A igreja, na formação de uma elite de poder, escondeu e armazenou uma abundância de livros sobre ervas e livros sobre diagnoses e tratamentos holísticos. Eles não revelaram esta informação para o público.

Os Romanos estavam engolfados em uma variedade de superstições e práticas ignorantes antes da invasão de África pelos gregos (322 A.C.).

Médicos Gregos com conhecimento Africano cobraram aos Romanos taxas por seus serviços. Os Romanos foram muito agradecidos com isso e consideravam que os médicos Gregos fossem especialistas.

Na verdade, os médicos Gregos fizeram negócio similar a prostitutas, suas práticas foram experimentos para aprender à custa dos Romanos.

Após a queda do império Romano, os Árabes coletaram os escritos herbo-medicinais e métodos e tratamentos holísticos de Galeno e outros médicos Gregos.

O conhecimento medicinal Grego foi usurpado de África. Isto foi salientado em Da África Antiga para a Grécia Antiga [From Ancient Africa to Ancient Greece] por Henry Olela.

Avicena, um Médico Preto Mouro Islâmico destilou muito do conhecimento Africano de Imhotep e escreveu O Cânone da Medicina. Com a queda de Roma e do comércio de ervas, avanços em ciência médica na Europa começaram a aumentar.

A Idade Média começou (em torno de 700-800 d.C) e foram seguidas pela Renascença, que começou por volta de 1200 d.C. isto corresponde ao tempo que o mercado Europeu-Africano começou.

Europeus necessitavam da tecnologia medicinal e das ciências agrícolas Africanas por causa da fome, falta de alimentos e estado doentio de sua civilização primitiva. O estado de sua civilização é cheio de sinais de uma civilização em um caminho de morte.

As cidades na Europa estavam densamente populadas. Eles não tinham drenagem de esgoto. As casas e as ruas estavam cheias de acúmulos de lixo e sujeira. Os Ratos estavam por toda parte; o ar estava poluído e ofensivo e casas eram fossas abertas infestadas com moscas, fumaça preta das velas de banha animal e madeira, ratos, fezes humanas, baratas e outros insetos. Infecções eram propagadas amplamente como as cidades Européias se tornavam submersas em uma piscina de doenças.

A Idade Média foi uma das piores épocas para as mulheres Européias. Estas mulheres eram acusadas de pecados e rotuladas como bruxas se não menstruassem. Clitóris foram removidos e muitas mulheres foram queimadas como bruxas malvadas.

Algumas mulheres eram abandonadas no chão ou no sofá para acelerar a entrega de crianças. Além disso, elas eram freqüentemente utilizadas como serventes em hospitais.

Por exemplo, o Hotel Dieo, fundado por São Landry, um bispo Francês em 641-649 d.C, usava mulheres.

Mulheres mais velhas foram abusadas fisicamente, as mais novas estupradas e elas eram geralmente as excluídas da sociedade (sem-teto, aleijadas, doentes, etc.) ou prostitutas.

No entanto o Hotel foi chamado de “um lugar para a Hospitalidade de Deus”, que foi posteriormente reduzido para a palavra Hospital.

As mulheres que trabalhavam lá e os homens tinham de suportar ratos e ar tão ofensivos que uma esponja embebida em vinagre segurada na frente do nariz era a única maneira de suportar o lugar. Havia de 4-6 pessoas em uma cama e os doentes muitas vezes dormiam com os mortos. Homens doentes, bebês, crianças, mulheres grávidas e os mortos ficavam muitas vezes juntos na cama.

Em contraste, os templos Africanos de Esculápio foram um sistema hospitalar modelo, fundado e utilizado sob o rei Zoser da Quarta era dinástica no Egito.

Nesses templos, a Medicina Africana de Esculápio (nome grego para Imhotep) foi ensinada e usada com sucesso contra moléstias.

A cirurgia também era realizada com sucesso. As primeiras imagens de Africanos realizando cirurgia estão em Memphis, Egito e datam de pelo menos 2.000 a.C.

A cirurgia não foi realizada durante a Idade Média européia. Eles estavam realizando dissecações do corpo humano. Essas dissecções eram geralmente, elaborados rituais com convidados. Os médicos cantavam em coro e realizavam leituras de Galeno, enquanto partes do corpo e órgãos eram removidos. Um selo da universidade era estampado no cadáver e um concerto de música seguia a dissecção, juntamente com um banquete e performances teatrais.

Esse mesmo processo foi usado mais tarde com escravos linchados. Além disso, a igreja necessitava que a cabeça fosse removida do cadáver antes da dissecação, porque a cabeça era considerada o assento de Deus. (Fabrica, por Andreas Vesalius, 1543).

Os Europeus estavam rapidamente se tornando uma raça em extinção. A população estava declinando devido a muitos fatores.

As cidades-fossas combinados com a dieta desequilibrada nutricionalmente causavam pandemias. Pandemias são doenças que atingem um país inteiro, enquanto epidemias simplesmente atacam uma parte.

Pandemias foram registradas tão cedo quanto 96-1890 d.C.

Nas cidades, as pandemias resultavam em violência; saque; estupro heterossexual e homossexual de meninos, meninas, homens e mulheres; medo; e um curto tempo de vida de 20 anos.

As Casas estavam cheias de cadáveres e as ruas cheias de um fluxo contínuo de funerais.  Agricultores infectados com doenças abandonavam suas colheitas. Isso criou escassez de alimentos nas cidades e áreas rurais.

Populações de fazendeiros abandonaram a terra e foram para as cidades, criando mais escassez de alimentos e guetos de morte.

Pestilências e pragas degeneravam lentamente o corpo. Por causa de Pestilência a  população Européia estava decaindo lentamente.

desde que a população doente e faminta da Europa estava fraca de peste, uma praga poderia atingir (pragas atingiam de forma intermitente e poderia haver um período de recuperação entre pragas) enquanto os Europeus estavam se recuperando de uma praga, poderia haver outra ocorrência de Pestilências.

As pandemias, pragas e pestilências que afligiam os Europeus eram lepra, doenças-venéreas, febre tifóide, disenteria (diarréia), Câncer, difteria (que matava os jovens), tuberculose (que atingia famílias inteiras), carbúnculo (que matava pessoas e animais), Apendicites (que causava mortes por apêndices rompidos) e doenças mentais.

Os europeus e as suas culturas estavam definhando devido a pandemias. Um exemplo de um pandemia é uma pestilência, que afetava 400 pessoas em cada 1.000 e duas mortes poderiam resultar, enquanto uma praga afetava 1.000 pessoas entre 1000 pessoas e resultava em 800 mortes. Dos 200 pessoas restantes que viviam após a praga, uma peste como a influenza poderia abater a maioria das 200 pessoas restantes, deixando vinte vivas.

A praga bubônica atingiu Roma em 68 d.C., 77 d.C., 125 d.C., 164 d.C. . Em 180 d.C., ela destruiu quase completamente os exércitos em Roma, Itália. Os Romanos foram derrotados mais por doenças do que por forças externas.

Sua atração inicial por África foi por bens de luxo como marfim, ouro, cobre, seda, jóias e bens secos. No entanto, logo seu foco foi forçado a mudar para ervas medicinais e alimentos como meios de salvar a si mesmos.

Heródoto, um antigo historiador que visitou África, declarou que o Antigo Egito era o país mais saudável e estava cheio de médicos.

A necessidade por ervas medicinais e alimentos nos países Europeus se tornou muito óbvia. No continente da Europa pandemias continuaram a atacar mesmo tão tarde quanto 1836, 1847, 1889 e em 1918 a praga quase destruiu a Europa.

Com cada praga e pestilência, o sistema mercantil Europeu escalou seus lucros controlando ervas, alimentos, curas mágicas, conhecimento de saúde e tecnologia.

Os clãs controlaram Países Caucasianos. Os regentes dos clãs regeram Países.

Quando o pobre cultivava alimentos, os exércitos poderiam tomá-lo a fim de os clãs permanecerem no controle.

Os Europeus estavam sitiados por doenças e violência assim como por falta de alimentos e ervas.

Cada avanço que os pobres faziam para sair da pobreza e doença, os clãs poderiam atacá-los militarmente e apreender o alimento e a terra para impostos. Isto manteve a riqueza dos clãs.

Hipócrates avisou os Europeus que alimentos cozidos, massas e uma dieta predominante de carne animal eram a causa da constipação e todas as doenças da cultura Européia.

Em contraste, os saudáveis Africanos tinham uma dieta de principalmente inteiros alimentos crus e usavam ervas e remédios naturais holísticos.

Estudos coprólitos, os quais examinaram os intestinos das múmias, revelaram pólen de abelha, alimentos crus, vegetais fibrosos grosseiros e corpos mumificados livres de constipação.

Apesar do conhecimento de Hipócrates sobre constipação e sujeira causando doenças, foram dados às pragas e pandemias significados religiosos e supersticiosos.

A praga atingiu a Inglaterra intermitentemente de 1300 à 1676.

Marseilles, França foi devastada por pragas. A população da França e Inglaterra foi atingida por cólera, varíola, sífilis, difteria, tifóide, tifo, raquitismo e tuberculose.

Isto ajudou a estimular o comércio Caucasiano de plantas-alimentos e ervas.

Pestilências e pragas atingiam as mulheres severamente.
Homens estavam demandando que todas as mulheres férteis aumentassem sua reprodução a fim de manter a população em balanço numérico contra as taxas de morte, que estava decrescendo a população. Em Geral, deve haver um nascimento para cada morte. Pandemias faziam as mortes aumentar rapidamente e as mulheres tinham de aumentar a reprodução.

A fim de aumentar a reprodução, as mulheres tinham de violar o ciclo natural de reprodução feminino, [como feito em África] que dita que uma mulher tenha um filho a cada três a cinco anos. A abstinência de sexo durante o período de três anos de amamentação teve que ser violada.

O aumento de partos resultou em prole mais fraca e causou a deterioração dos órgãos reprodutivos femininos. Conseqüentemente, sempre que as pandemias atingiram, o fardo mais pesado caiu sobre as mulheres.

As mulheres eram obrigadas a suportar três vezes mais crianças. O resultado disso foi um aumento na taxa de mortalidade de parturientes.

Por exemplo, cinco mulheres morrerem a cada 1.000 crianças nascidas, a taxa de mortalidade para as mães em parto é cinco.
As taxas de mortalidade feminina aumentavam conforme o número de nascimentos anteriores aumentava.

Muitas crianças morreram por que a morte da mãe fora causada por pandemias durante a gravidez.

Havia muitos defeitos congênitos, abortos, doenças mentais, natimortos e crianças retardadas.

Muitas crianças foram abandonadas porque a mãe estava muito fraca ou doente para cuidar delas.

As pragas e pestilências deixaram uma trilha onde quer que os Europeus viajaram.  Pragas atingiram o baixo Egito em 1542 e espalharam-se para o Nilo acima e para dentro da Ásia Menor.

Estas pragas atingiram porque os Egípcios estavam sob constante ataque Caucasiano e não tinham uma agricultura estável devido aos ataques Caucasianos.

Os Europeus Viajaram ao longo da Costa e pandemias os seguiram. Eles viajaram adentro para o interior e pragas os seguiram.

Quando eles chegaram Constantinopla, suas pragas estavam matando de 5000 a 10000 pessoas diariamente.

O número de mortes maciço era uma evidência da necessidade por ervas, plantas alimentares e conhecimento medicinal.

Pragas européias foram carregadas para a Grécia, Itália, Gália e para o Reno.

Levou 15 anos para os Europeus espalharem pandemias ao longo de suas rotas de viajem.

Os Europeus carregaram essas pragas para dentro de África. Como resultado, desenvolveu-se escassez de alimentos devido à morte de fazendeiros doentes.

Isso promoveu o enfraquecimento da saúde dos países Africanos invadidos e ajudou os Europeus a se tornarem conquistadores. Violência interna, fome e pragas Européias quebraram o fornecimento de alimento e o mecanismo protetor da cultura Africana. Europeus usaram suas doenças como armas para conquistar.

O comércio de ervas foi controlado pela República Veneziana do Nono ao Décimo – Quinto Século [900 – 1400].

Eles derrotaram o seu concorrente mais próximo, os Genoveses, e mantiveram-se no controle das ervas até que os Portugueses os derrotaram.

Em 1453, a Queda de Constantinopla rompeu o suprimento de alimentos, bens secos e comércio de ervas oriental.

Este rompimento causou uma escassez de alimentos e ervas e um aumento nos preços das ervas.

A escassez de ervas fez com que os comerciantes de ervas vendessem ervas a preços maiores.  Somente os comerciantes Venezianos podiam dispor de comprar de distribuidores e vender para o público, ajudando assim o comércio de ervas Veneziano a desenvolver um monopólio.

Os Portugueses e os Espanhóis, usando mapas, astrologia e navegadores Africanos, procuraram por um mercado mais barato para ervas e plantas alimentícias e viajaram para a Índia.

Comerciantes Portugueses, levados por Vasco da gama, rodearam o Cabo da Boa Esperança e navegaram para Calcutá. Eles reentraram no mercado de ervas com ervas mais baratas e desvalorizaram os Venezianos.

Isto acabou com o controle Veneziano dos mares e do comércio de drogas. Haviam muitas batalhas travadas nos mares entre mercantes rivais.

Muitos navios cheios de valiosas ervas salvadoras de vidas foram afundados. Muitas ervas valiosas foram destruídas na terra para que outro competidor não pudesse obtê-las para venda.

Havia muitas ervas falsificadas sendo vendidas e isso fez com que os Europeus sentissem que ervas eram sem utilidade.

Em todo o caso, os navios Portugueses carregados com bens secos e ervas medicinais aportaram em Lisboa e fizeram os comerciantes de Rialto entrar em pânico por medo de ataque ou destruição de seu monopólio de tráfico de ervas.

Em 1600, o comércio de ervas deslocou-se para vários países. Violentas batalhas foram travadas no mar e na terra para obter o controle sobre as ervas.

Finalmente os Holandeses emergiram como os controladores do comércio de ervas.

Os Holandeses estocavam as ervas em Amsterdã, Holanda a fim de inflar os custos. Eles armazenaram a Noz-Moscada em Amsterdã por 16 anos. Eles não vendiam a Noz-Moscada até que ela fosse embebida em água de cal por três meses. Esta imersão impediu os compradores de cultivar a erva a partir das sementes.

O Armazenamento de ervas valiosas causou aumento nas taxas de mortalidade para os Europeus e aumentou a riqueza dos comerciantes. Os Holandeses também controlaram o Macis e o Cravo.

Os Ingleses ganharam o controle do comércio de ervas em 1800. Isto seria durante um tempo que pragas devastaram a população causando uma necessidade desesperada por ervas, alimentos e conhecimento. “História Natural” por Plínio (Gaius Plinius Secundos) um historiador romano, aponta para muitos desses eventos.

Hoje, o mercado de ervas é falsamente referido como o comércio de especiarias.

A fonte deste conhecimento de ervas sempre apontou para a África.
Apesar do fato de que as ervas foram introduzidos na Europa pelos Egípcios, Gregos, Romanos, Árabes e Indianos, a fonte da ciência médica mais antiga permanece Africana.

Os monges europeus aprenderam dos sacerdotes Africanos culturas de adaptação e hibridização de alimentos e ervas. Esta adaptação de ervas abrandou a invasão.

No entanto, uma terra e um povo foram culturalmente assassinados e totalmente destruídos no levantar do caminho Europeu para a sobrevivência racial.

Os Espanhóis tentaram entrar no mercado de ervas. Eles enviaram uma expedição patrocinada pelo governo liderada por Colombo para encontras um mercado de ervas mais barato na índia. Contudo, ele se perdeu e chegou à Ilha de São Domingos [Hispaniola] em 1492. Colombo falhou em sua tentativa de colher uma das mais vastas riquezas do comércio de ervas. Ele trouxe um Índio Nativo Americano em sua viagem de retorno mas o Nativo Americano morreu.

A Rainha Isabela e o Rei Ferdinando da Espanha são creditados com o patrocínio das expedições de Colombo, que foram, na verdade, invasões sobre as quais se escreveu romanticamente.

 

DROGAS E EUROPEUS

O conhecimento de ervas dos Europeus era não envolvido e carente de aplicação curativa. Boticários (hoje chamados de drogarias ou farmácias) queixaram-se que o estrume falsificado estava sendo vendido por comerciantes de ervas e que o estrume que era autêntico fora adulterado pelos comerciantes.

Estrume era um remédio popular na ausência de ervas africanas e diagnóstico e tratamentos  holísticos.

O Cardeal Richelieu, em seu leito de morte, bebeu estrume de cavalo misturado com vinho Europeu como uma cura medicinal.

História Natural por Plínio lista esterco humano, urina e sangue menstrual como os medicamentos utilizados pelos europeus.

O sangue menstrual foi acreditado matar insetos e acalmar tempestades no mar.

Os europeus imitaram os sistemas de tratamento com plantas ou cristais fossilizados da África, mas em vez de usar cristais naturais, Eles usaram os resíduos cristalizados do fígado ou dos rins.

Em outras palavras, eles usaram os cálculos biliares e pedras dos rins. Essas pedras foram chamadas Bezoar.

Charles da França foi presenteado com uma pedra Bezoar e se orgulhava muito disso. A pedra Bezoar foi acreditada possuir poderes curativos.

A Usnea era coletada a partir do osso do crânio de esqueletos de criminosos que eram pendurados em correntes.
Usnea é o musgo raspado do crânio humano. Foi um remédio oficial e foi listado na Farmacopéia Européia (atual livro de fórmula química de drogas) [Drug Chemical Formula Book].

Usnea foi carregada por todos os boticários respeitáveis.

A farmacopéia lista a sola de um sapato velho usado por um homem que caminhava extensivamente. A sola seria moída e tomada internamente para diarréia (disenteria).

A Corda usada pelos Carrascos foi usada para medicina externa. Ela era moída e aplicada a feridas e hematomas. Isto supostamente curava feridas.

Feridas foram tratadas cirurgicamente e a maioria das vítimas morria por causa do tratamento, e não da ferida.

Um homem que ia a um médico para o tratamento de ferida tinha medo da morte e de estupro homossexual.

Na verdade, o Juramento de Hipócrates proibia os médicos de seduzir mulheres, homens, livres e escravos. (Incidentalmente, todos os médicos Caucasianos eram do sexo masculino durante este período de tempo. A maioria era homossexual).

Além de ter feridas, muitos soldados tinham sífilis e médicos respeitáveis não podiam tratá-los das doenças venéreas.

Os Nativos do Haiti usavam a erva Guaiacum ou Hollywood para o tratamento dos sintomas de secreção mucosa (resfriados, gripe).

Os europeus invadiram o Haiti por Hollywood e eventualmente, controlaram a erva nas guerras de ervas.

Sassafrás e salsaparrilha foram outras ervas africanas comercializadas durante a guerra contra as drogas.

No entanto: salsaparrilha é principalmente uma alternativa, diaforética e é usada para doença de pele.

Durante o século 16, trepadeira foi usado na Europa. Hoje, as raízes são usadas em química de esteróides como eles produzem uma substância química relacionada com a progesterona.

Sassafrás é semelhante a salsaparrilha e os dois são geralmente utilizados em conjunto.

No entanto, as ervas medicinais foram basicamente ineficazes para o tratamento da dieta formadora de muco dos europeus, o que fez com que a doença permanecer inalterada.

As doenças venéreas da Sífilis e Gonorréia são pestilências contemporâneas. A gonorréia é a secreção mucosa dos órgãos genitais e as relações sexuais são responsabilizadas.

A Ciência Caucasiana associa problemas com o sexo como causados pela mulher e seu pecado original, o que causou a queda do homem.

Sexismo nomeou estas moléstias e sugeriu que as mulheres causavam doenças. Doenças venéreas são associadas à moralidade e à fêmea Vênus.

Moralidade mede certo e errado e é aplicada especificamente com as doenças venéreas apenas.

Todas as doenças são imorais (erradas) no corpo.

Nenhuma doença é mais moral (correta) do que outra doença. A moralidade do corpo humano é a saúde.

No entanto, a moralidade é aplicada a doenças venéreas porque de sua associação com a sexualidade feminina.

As mulheres foram sexistamente tratadas em livros como Ensaio Sobre Prostituição por Bernard Mandeville (1660).

No entanto, a ciência Africana revela uma perspectiva adequada sobre a doença.

Doença venérea é uma doença holística causada por uma
condição enfraquecida de todo o corpo e a degeneração dos órgãos sexuais.

Normalmente, a água (secreção mucosa) é emitida do corpo sempre que um órgão, sistema de órgãos ou seção do corpo está fraco.

A água atua como um solvente para a eliminação de resíduos. A água vem sempre que um corte, queimadura ou contusão traumatize o corpo.

Por exemplo, uma queimadura, ferida ou corte produz pus (água). Pus é uma atadura líquida.

Quando o corpo está sobrecarregado com toxinas, a água é forçada a entrar e é descarregada a partir do nariz. Isso é chamado de “pegar um resfriado.” Um indivíduo doente não “pega a saúde” de uma pessoa saudável pode nem pode um indivíduo saudável “pegar um resfriado” do doente. Ironicamente, você está saudável, então você pega um resfriado, então você está doente por alguns dias e fica livre do resfriado. A conclusão disso é que se você permanecer doente, você pode se livrar da doença.

Isto é estúpido. Além disso, você não pode pegar o tempo —- pegar “resfriado”[catch a “cold”], pegar “parcialmente nublado” , pegar “quente”, pegar “neve” ou “chuva”. É estúpido.

Doenças como um resfriado, são o corpo se livrando da doença.
Comer uma barra de chocolate, cachorro-quente ou picles, etc. causa doença e não um resfriado.

Seja como for, as doenças de secreção mucosa da gonorréia são uma pestilência causada por desnutrição, combinações de alimentos impróprios, dietas pobres e sexo excessivo.

Essas doenças não são encontrados em qualquer reino animal, exceto no reino humano.

Cientistas caucasianos acusaram os antigos Egípcios de terem tido sífilis porque eles associaram deformidades dos ossos e as marcas deixadas sobre os osssos mumificados como sendo derivada de sífilis. Estas marcas ocorreram postmortem (após a morte) e foram causadas por insetos e fungos. O mesmo tipo de marcas foram encontradas em ossos de ursos das cavernas.

Mais uma vez, os animais em seu ambiente natural e seguindo sua dieta específica corporalmente definida e seguindo sua estação de acasalamento (ciclo de sexo) não possuem doenças venéreas.

Esta doença é uma doença holística e peste contemporânea. O livro, que deu à doença seu nome, é Sífilis Five Morbus Galicus por Girolamo Fracastro (1530).

Os Países Europeus estavam em uma derrota médica em resolver suas pandemias. Ervas africanas, diagnósticos e conhecimento de tratamentos eram muito complexos para eles entender e usar.

Os caucasianos fizeram tentativas de aplicar a ciência médica Africana para a sua população. Mitrídates VI, rei do Ponto (c 115 -63 a.C), foi um farmacologista antigo. O conhecimento farmacológico dos Caucasianos foi derivado da Farmacologia de ervas e química Egípcia. Os gregos foram os primeiros Caucasianos a roubar a informação e adulterá-la.

Egípcios tinham um complexo sistema de alopática, uso homeopático e naturopático de ervas e drogas vegetais.

Os gregos usaram o sistema alopático porque ele é mais estático e temperado do que o sistema naturopático.

O Sistema naturopático é baseado na cultura Africana. É uma fusão de passado, presente e futuro, uma fusão de tempo, distância e espaço, os princípios masculino e feminino, astrologia e os ciclos de substâncias e elementos viventes.

No período após a Décima – Terceira Dinastia, os sistemas médicos dos egípcios foram parcialmente adotados, distorcidos e usados por culturas estrangeiras.

Em cerca de 500 a.C., os médicos gregos como Hipócrates, estudaram no Egito. Após a conquista grega, a medicina egípcia começou a declinar e os caucasianos substituíram-na com a interpretação de cura de sua cultura.

O sistema Caucasiano foi baseado economicamente. Os praticantes formaram uma sociedade secreta e tomaram um juramento de não dar conhecimento holístico de saúde aos pacientes.

O juramento é chamado o Juramento de Hipócrates.

Seu sistema médico é cheio de mitologia (teorias, fantasias), rituais e cerimônias, superstições e da linguagem da medicina, mas sem a cura da medicina.

Precedendo a invasão de Alexandre o Grande (antes de 332 a.C.), a medicina Egípcia foi rotulada como prática de selvagens ignorantes Africanos e pelo tempo em que Alexandria foi fundada, os restos de medicina Africana foram considerados totalmente ultrapassados.

Os Caucasianos haviam colonizado o conceito de medicina e sua medicina foi a mais respeitada.

Sua psicose de Supremacia branca havia definido a medicina Branca como suprema e a medicina Preta como estúpida.

Ao tempo da Idade Média, a medicina Africana havia sido basicamente usurpada e o conhecimento Africano de cirurgia, diagnoses, acupuntura, massagem, prescrição de dosagens e horários haviam sido arrogados pelos Caucasianos.

Os Europeus consideraram a medicina Africana como sendo sua própria descoberta e reescreveram e propagandearam a história para excluir a ciência médica Africana e as universidades de medicina e nutrição Africanas.

Eles eventualmente nomearam a ciência médica Africana como sendo “Holística”.

Mitrídates foi versado na ciência médica Africana. Ele tentou converter todo o conhecimento em um sistema de lógica linear de fácil compreensão.

As fórmulas de drogas e venenos alopáticos derivadas foram testadas em escravos Africanos antes de serem usadas em Europeus.

Mitrídates iria administrar seus compostos venenosos experimentais em escravos e então testar seus antídotos.
Isto fez com que ele matasse muitos escravos em nome da ciência.
Ele concentrou suas experiências em venenos de serpentes e trouxe todo tipo de ervas venenosas e antídotos de venenos da África a fim de pesquisar.

Mitrídates morreu antes de poder encontrar um antídoto para os venenos; Mithridaticum foi o nome que ele aplicava para o antídoto composto; mais tarde o seu nome foi mudado para Teriaga [Triaga]. A Teriaga contém de trinta-e-sete a sessenta-e-três ingredientes.

Um ingrediente de princípio deste composto sustentador da vida era a carne de víboras. Serpentes como as Víboras são imunes ao seu próprio veneno. Ele usou o sistema Homeopático núbio e acreditou que poderia fazer com que as pessoas tivessem a imunidade das cobras.

A Teriaga foi primeiramente um cura-tudo para todo tipo de doenças até os anos de 1800.

A preparação da Teriaga foi guardada pelos oficiais das cidades Renascentistas para prevenir a adulteração de seu valor curativo.
O nome Teriaga foi coloquializado para Triaga.

A Triaga foi refutada como sendo de valor curativo e seu uso foi descontinuado. Subseqüentemente, o termo Triaga foi aplicado para melaço. Triaga e melaço foram dados para jovens e crianças Européias como um tônico.

Assim segue-se que hoje ao melaço é dado um alto valor nutricional e curativo com base em sua história. No entanto, seu alto teor de açúcar anula seu valor nutricional e como todos os tipos de açúcares, provoca danos nos rins, diabetes, pressão alta, artrite, problemas reprodutivos, hiperatividade e pressão arterial viciada.

Seria mais seguro usar Raiz de Dente-de-Leão [Dandelion Root], Alfafa, Rumex Crispus [Yellowdock] como um substituto nutricional.
A ciência médica Egípcia como contida nos volumes de livros médicos escritos por Imhotep, o qual nasceu em 1827 a.C., foi aculturada e distorcida por Hipócrates.

Na Universidade de Alexandria, expansivo uso de ervas e medicina holística africanos foram ensinados e reduzidos a um nível que os Gregos pudessem entender e usar.

Neste devido curso, a ciência medicinal Romana incluiu muitas drogas vegetais e ervas.

A ciência Egípcia Africana foi contaminada pelos Assírios, Saítas, Gregos e Romanos e essas civilizações combinadas trouxeram um uso pervertido da multidão de drogas vegetais, ervas e alimentos.

Os caucasianos começaram a equacionar todas as ervas medicinais como regeneradores, extensores da vida, curativos, estimulantes sexuais e ervas digestivas.

Isto foi causado principalmente pelo curto tempo-de-vida nas civilizações Caucasianas (de Vinte a Trinta anos), doenças venéreas, secreções mucosas das doenças venéreas, erupções cutâneas [varíola], e a dieta constipante que eles tinham.

Hoje, os Caucasianos seguem as prescrições de uso de drogas do estático Mercado de Balcão [“Static Over-The-Counter- O.T.C.” – Medicamentos de venda Livre – Medicamentos Isentos de Prescrição – MIP’s] como se fosse uma religião.

Estes níveis de dosagens de drogas (MIP’s) não levam em conta a composição bioquímica de um indivíduo ou se o indivíduo tem um metabolismo rápido ou lento, o ciclo hormonal, a dieta, nem mesmo se você tem o metabolismo de um homem, de uma mulher ou de uma criança, e nem a raça do consumidor.

Cada raça possui uma bioquímica, código-genético, composição da flora-digestiva e proporção de células sanguíneas (ou seja, Cristaliza diferentemente).

As drogas da O.T.C (MIP’s) não consideram a dieta como uma causa dos sintomas (tão-chamadas doenças) [dis-eases] de uma doença ou as influências astrológicas ou estressantes espirituais.

Galeno transmutou o distorcido sistema de medicina Africana para o seu sistema e promoveu aculturada e distorcida ciência Africana. O Sistema de Galeno foi uma tentativa de utilizar o Sistema de Cura dos Mistérios Egípcios.

Ele, como outros Caucasianos, usou ervas e as definiu como boas para problemas digestivos, doenças sexuais e doenças congestivas mucosas.

Dioscórides foi um cirurgião de campo no exército de Nero. Ele acompanhou o exército em muitas invasões de países por cristais, tesouros, tecnologia, plantas alimentícias, metais e ervas medicinais.

Dioscórides coletou e compilou a informação sobre ervas de África.
Seu livro foi o primeiro material – dicionário médico-medicinal –Europeu.

O livro foi uma tentativa de prover curas para muitas pestilências, pragas e eliminar práticas médicas bárbaras. Sujeira, ignorância e costumes bárbaros foram a causa do rápido declínio da população Européia. Muitas das substâncias em seu trabalho foram os medicamentos básicos usadas mais tarde durante a Renascença.

Em seu livro, a domesticação, cultivo, coleta, armazenamento, preparação e dosagens foram dados para ambos ervas Africanas e ervas indígenas Européias.

Seu sistema foi combinado com a cura esotérica e superstições médicas da Era das Cruzadas até o séc. VII [1600].

Ele é erroneamente visto como principalmente um sistema religioso de ervas e é chamado de Galenicals (após Galeno) e vegetais simples (ervas).
Hoje, essas mesmas ervas têm sido cientificamente repesquisadas e verificadas como possuindo propriedades médicas curativas.

Caucasianos começaram a usar ervas extensivamente, embora não com sabedoria (por exemplo, Valeriana, relativamente inofenciva, utilizada para a fabricação de Valium, muito perigoso).

Galeno seguiu o Sistema Africano de Elementais. Neste sistema, os elementos do ar, terra, fogo e água são definidos como a composição primária do corpo. Os elementos têm qualidades – a qualidade do ar é seca, a qualidade da terra é fria, a qualidade do fogo é quente e a qualidade da água é molhada.

A saúde do indivíduo é baseada num equilíbrio dos elementos. Um estado de doença [dis-ease] é causado por um desequilíbrio entre um ou mais elementos.

Este sistema requer um entendimento holístico da inter-relação entre o espírito, mente e corpo bem como dos princípios masculino e feminino.

A cura de uma doença era causada pelo caractere e qualidade da doença e o caractere e qualidade da cura Elemental.

Galeno usou leis cíclicas das ciências Africanas, as quais foram baseadas nos ritmos da terra, ar, água e fogo e astrologia combinados com a natureza cíclica dos humanos.

Isto indica que os métodos de Hipócrates foram menos elaborados e baseados em observações e lógica linear enquanto os de Galeno foram baseados em adulterada lógica Maat Africana.

O sistema Afri-cêntrico aculturado de Galeno requeria severos milhares de ervas, alimentos e drogas vegetais (como o Ópio) na aplicação de tratamentos.

Em uma Prescrição, diversas plantas comestíveis e frutas tropicais eram usadas em combinação com ervas.
Hoje, esta abordagem é rotulada uma orgânica dieta natural de alimentos integrais. (alimentos não-processados).

Ervas medicinais, vitaminas e minerais naturais e exercícios são chamados de tratamentos holísticos assim como nos tratamentos Afri-cêntricos distorcidos de Galeno.

Durante a era de poder do Império Romano, os médicos prepararam e armazenaram suas próprias ervas e esconderam seu conhecimento em um sistema de mistério.

Os doutores profissionais usaram uma versão distorcida de ciência médica Africana.

Doutores populares, que vendiam e administravam medicamentos para os pobres, estavam em concorrência com os doutores profissionais e o Papa (cura pela fé usada).

Ervas valiosas, alimentos medicinais e drogas vegetais (como o ópio) foram controladas principalmente por comerciantes ricos.

Os clãs de mercantes ricos multinacionais apropriaram navios e fixaram a medicina a um preço muito alto para as pessoas comuns.

Os boticários locais (farmácias) [drugstores] dos pobres foram, então, controlados por prostitutas aposentadas, vendedores com remédios falsos e os próprios pobres.

Os boticários foram o único lugar onde doenças venéreas foram tratadas. Os médicos da época não queriam rebaixar sua respeitável reputação tratando doença venérea.

No século XVIII [1700’], os hospitais em Viena recusavam-se a tratar a doença venérea. Eles iriam contratar um homem que não fosse um médico para tratar a doença venérea duas vezes por ano.

Proprietários de Boticário durante a Idade Média compareciam a feiras e vendiam as recentes ervas medicinais da África, pedras dos rins de suínos, sujeira de cemitérios, sangue menstrual, feitiços mágicos, facas sujas de sangue, insetos mortos e principalmente  itens não-médicos.

Além disso, boticários na Europa eram como atuais lojas de alimentos saudáveis, eles vendiam mantimentos, ervas, purgantes e cosméticos.

Durante o século XIV[1300’], os europeus passaram a adotar a prática (maquiagem, pintura facial em meridianos de acupuntura) medicinal herbal dos antigos Egípcios.

No entanto, eles não tinham uma compreensão de como ervas eram aplicadas a pontos meridianos de acupuntura e acharam que pintura facial era estritamente uma aplicação cosmética.

No sistema de tratamento Africano de acupuntura, essência de ervas, óleos, resinas e folhas pulverizadas, flores e raízes eram colocadas em pontos de acupuntura do rosto ou corpo que se relacionam a órgãos internos.  (Ver o quadro do rosto).

Por exemplo, trevo vermelho era esfregado na bochecha para purificação do sangue.

Na cultura Caucasiana, deixar a bochecha rosada é um símbolo de fertilidade e é considerado sexy.

Purgantes (laxantes) foram uma droga dominante na Inglaterra. Isto ocorreu devido à dieta constipante de alimentos cozinhados e/ou carne animal crua e massas, a qual era gordurosa, salgada e indigesta, e muito, muito poucos vegetais.

Se uma pequena quantidade de vegetais era comida, eles eram cozidos na gordura, sangue, pus e muco (chamado essência) de carne animal cozida.

Uma dieta como essa é constipante e formadora de doenças [dis-eases]. As refeições eram comidas muito tarde no dia ou muito próximas para permitir ao estômago se esvaziar.

São necessárias quatro horas para a comida deixar o estômago e outras quatro para ela deixar os intestinos.

Sua dieta detritívora e prática de comer pedaços de carne ou massa todos os dias constipava. Lanches comidos entre as refeições fazem a comida ficar no estômago de 16 a 48 horas e, assim, constipar.

Hipócrates afirmou que a causa de 90% de todas as doenças entre os Caucasianos era (e ainda é) constipação.

Há muitos sinais de constipação, tais como halitose, língua revestida, uma evacuação diária ou em outro dia, hemorróidas, uma secreção de muco branco nos cantos do olho, flatulência (gases no estômago), varizes, cheiro desagradável nos pés, alterações de humor, reumatismo, artrite, e odores corporais desagradáveis.

A dieta de carne animal constipante dos Caucasianos é mencionada no Diário de Pepys [Pepy’s diary]. Purgantes eram tomados juntamente com enemas.

Boticários (drogarias, lojas de alimentos saudáveis) de há muito tempo também deram enemas.

Hoje, Caucasianos têm uma indústria devotada à constipação, chamada terapeutas do cólon.

Terapeutas do cólon utilizam máquinas e fitoterápicos para a constipação Caucasiana.

Além dos boticários, barbeiros (cortadores de cabelo) administraram enemas e usaram a sangria como remédio para doenças.

Os restos das atividades passadas dos barbeiros são revelados pelo símbolo da sangria – faixa vermelha de sangue escorrendo em um poste branco.

Os antigos Caucasianos acreditavam que o espírito maligno que fazia você ficar constipado ou pegar um resfriado estava no sangue. O barbeiro iria cortar sua veia para fazer você sangrar e liberar a doença.

Caucasianos usaram símbolo da sangria durante o Natal. A bengala de doce tem uma fita vermelha do sangue (tingida) em torno dela.

Os Egípcios que mudaram de sua dieta indígena para uma dieta influenciada por outros tomaram purgantes e enemas três vezes por mês, com base no princípio de que o alimento não é necessitado pelo corpo.

Na verdade, muitas culturas pré-dinásticas eram vegetarianas.

Isto foi verificado pela estrutura óssea da mandíbula humana de ossos fossilizados e múmias.

As mandíbulas dos vegetarianos têm um grande arco, enquanto as mandíbulas de seres humanos comedores de carne e outros animais têm um arco estreito.

Os Egípcios praticavam o sistema alimentar no princípio de que comida é uma forma de adoração em um templo santo (o corpo) e ela excita e estimula as energias espirituais, mentais e físicos do corpo, enquanto os caucasianos acreditam que você ataca e furta a comida ao comê-la. Em outras palavras, os Caucasianos acreditam que comer alimentos significa uma célula vegetal torna-se uma célula humana.

Uma planta, não importa o quão primitivo ou evoluída, nunca pode se tornar um ser humano e um ser humano não pode se tornar uma planta (a energia da planta excita e estimula a energia humana).

No entanto, essa crença dietética é parte da então-chamada mitologia ciência Caucasiana contemporânea.

Esta é basicamente uma primitiva crença cultural adolescente e não científica em origem ou aplicação.

Constipação faz com que o corpo se torne tóxico com o lixo. Isso é chamado auto-intoxicação.

Os antigos médicos africanos deram laxantes (purgativos) ou enemas como o passo inicial em um protocolo de tratamento, a fim de limpar o aparelho digestivo dos resíduos.

Acúmulo de resíduos celulares e/ou alimentares leva as defesas do corpo a se enfraquecer.

Esta condição física debilitada proporciona um ambiente favorável para doenças existirem.

É necessário energia para alimentar uma doença assim como uma doença pode ficar carente de energia e não sobreviver no organismo (jejum).

Este complexo conhecimento Africano foi totalmente mal interpretado pelos Caucasianos.

No sistema alopático da cultura Caucasiana, eles acreditam que a constipação seja uma doença. Nos sistemas alopáticos o sintoma da doença é visto como sendo a causa e a causa de uma doença é vista como sendo um sintoma

A droga medicinal alopática é um medicamento de tratamento de sintomas.

Constipação constante e o uso contínuo de laxantes irritantes e tóxicos fazem com que os intestinos se tornam fracos e percam sua capacidade de funcionar.

As curas alopáticas se tornaram a causa de soenças e mortes.

A dieta ou condições anti-higiênicas não foram consideradas como causadores de doença.

Doença foi (e ainda é) vista como sendo causada por um espírito maligno (bactéria). O uso de laxantes e enemas começou a declinar na parte final do século XVIII [1770’] por causa do aumento em alimentos tropicais, ervas, e princípios médicos Africanos e a utilização do que os Caucasianos acreditavam ser um ritual e cerimônia chamado higiene, ciência e limpeza.

Nos Séculos XVI [1500’] e XVII [1600’], boticários começaram a distribuir ervas medicinais Africanas e a ensinar os clientes como usá-las.

Isso causou uma disputa entre os não-treinados proprietários boticários e os profissionais médicos que usavam umas curas supersticiosas e praticavam o alopático sistema de tratamento de sintomas.

Na França, nos Séculos XVI e XVII, os médicos venceram a disputa sobre os boticários.

Na Inglaterra, os boticários venceram a disputa porque boticários tratavam as pessoas durante a peste, enquanto os médicos abandonaram as cidades e paravam de tratar as vítimas da peste.

As pessoas se reuniram e apoiaram os boticários sobre os médicos.

Esta decisão acabou por ser revertida como pessoas proeminentes e o Papa eram contra os boticários e, em 1866, essa disputa foi resolvida, permitindo médicos treinados na escola a prescrever ervas e curas supersticiosas.

A distorção Européia do sistema de Simpatia os levou a tratar armas com pomadas.

No sistema simpático, uma pessoa com um ferimento de faca lavaria e enfaixaria a ferida e aplicaria pomada cicatrizante à faca.

Os Caucasianos acreditavam que o espírito maligno na faca e o espírito maligno no ferimento necessitavam tratamento.

Na verdade, a aplicação do tratamento simpático Africano significa que, se um membro da família está doente, toda a família está doente e cada membro é tratado.

Por exemplo, se um membro da família é um alcoólatra (marido), toda a família (esposa, filhos) deve ser tratada para a doença do alcoolismo porque eles desenvolvem o vício co-dependente.

A incompreensão ou ignorância Grega e de outras culturas Européias sobre o sistema de simpatia Africano é devida a viés científico.

No livro, O Poder da simpatia por Kenelme Digby (1658) [The Power of Sympathy by Kenelme Digby – 1658], este sistema é exposto.

Paracelso, um dos principais médicos europeus usou pomada em armas no sistema de simpatia.

Ele foi elogiado por seu conhecimento médico e é provavelmente um dos melhores curadores na Ciência Européia.

Ele não entendeu que a limpeza e bandagem de uma faca não ajudariam a curar. Ele pensou que a limpeza e curativos era uma forma de liberar espíritos malignos que causaram o sangramento:

O sistema de Higiene Africano foi completamente mal compreendido. Para os Caucasianos, limpeza e bandagem eram rituais e cerimônias.

Hipócrates e Galeno iriam derramar óleo fervente em feridas.

O uso de Paracelso de limpeza e curativos foi um progressivo passo à frente na medicina Européia.

Na primeira edição da Enciclopédia Britânica, Usnea e outros itens não-médicos são listados como medicinas curativas.

A necessidade por ervas medicinais e ciência de cura holística para aplicá-las são óbvias pelos registros dos Europeus.

Seus remédios para doença eram inúteis e não podiam de maneira alguma conter a maré de pandemias. Muitos dos remédios à base de plantas que eles tinham acesso estavam cobertos de superstição e ignorância médica.

O egoísmo dos Gregos impediu a aplicação científica do conhecimento africano. Antigos herbalistas e praticantes de drogas da Grécia protegeram suas fórmulas e criaram um grupo de cura elitista.

Eles criaram histórias malignas sobre ervas para impedir seus pacientes de cultivá-las e tratarem-se.

Rootdiggers ou herbalistas (chamados Rhizotomoi) foram os inventores de maldições sobre ervas, fantasmas que assombravam ervas e espíritos que protegiam ervas.

Alguns de seus contos de cautela podem ser encontrados em Inquérito sobre as Plantas por Teofrasto escrito no século IV a.C..

Muitos deuses e espíritos associados com ervas são úteis.

Por exemplo, a antiga civilização caldéia desenvolveu medicina herbal e sistema de tratamento holístico.

Seu deus de cura foi EA. Orações foram feitas para a EA e estas orações incluiam os nomes de ervas terapêuticas como Fleabane e Erva de São João.

As orações a EA eram, na verdade, prescrições para tratar doenças.

O armazenamento de ervas foi perigoso porque os primeiros europeus careciam de conhecimento para o armazenamento adequado. Na verdade, muitas moléstias foram causadas por essa falta de conhecimento.

Por exemplo, Fogo de Santo Antônio [ergotismo] foi causado pelo armazenamento inadequado de grãos de centeio (Ver Milagres Médicos.). As cabeças dos grãos armazenados em umidade faziam um alargado cravo se formar sobre os grãos. Quando estes grãos com cravos foram comidos, causou doenças. A praga foi iniciada pelo consumo de centeio podre.

Esta conclusão foi alcançada pelo duque de Sully França em 1630. Sua descoberta veio após a praga ter matado milhares de Caucasianos.

              MÉTODO CIENTÍFICO OU DIETA

A abordagem estática linear Européia à ciência exige uma situação fixa.

Esta situação fixa é chamada um ambiente controlado.

A abordagem científica Africana, entretanto, é baseada em um ambiente não-fixo [unfixed environment], ciclos, uma mistura do espírito, mente e corpo como holísticos, astrologia, princípios masculino e feminino, Maat, etc. Em outras palavras, uma mudança contínua da mente, humor, estado de consciência, órgãos internos, corpo e espírito do indivíduo é levada em conta.

Este é o chamado o ambiente interno holístico (corpo) e é visto como um.

Da mesma forma, o homem e seu ambiente são considerados como parte de um (Holístico) grande espírito, que é muito complexo para ser fixado pelos Europeus.

Observação controlada ou uma observação não natural são utilizadas na ciência Caucasiana.

A eficácia do tratamento é medida pelos grupos controlados a serem observados.

Um grupo é controlado e dado determinado tratamento, enquanto o outro grupo é descontrolado e nenhum tratamento dado.

É assumido que o medicamento dado ao grupo controlado os faz bem. Se a pessoa fica doente e morre do tratamento, então isso significa que eles morreram de complicações da doença e não do tratamento. A pessoa pode ficar bem, independentemente do tratamento.

Contudo, estas possibilidades não são consideradas na medicina Euro-cêntrica. Portanto, segue-se que qualquer prova Européia de tratamento com drogas tem muitas variáveis imprevistas e é subjetivamente interpretada, não objetivamente interpretada.

Em outras palavras, a conclusão científica baseada em controles é o que eles querem que seja.

Hoje, o método científico como usado pelo governo dos Estados Unidos estabeleceu a norma “dose diária recomendada” de vitaminas, minerais e proteínas padrão. [“Recommended Daily Allowance” standard]

Ela recomenda 5000 U.I. (Unidades Internacionais) de vitamina A baseada em pesquisas que utilizam métodos científicos Europeus.

Esta recomendação é também baseada em sua teoria de método científico (fantasia, ciência de conto de fadas) de que mais de 5.000 U.I. de vitamina A pode causar danos no fígado.

No entanto, o povo de Hunza come mais de 14.000 U.I. de A na forma de damascos secos.

Eles comem cerca de 100.000 U.I. de vitamina A em alimentos.

O método científico Caucasiano é usado para impedir o doente de alcançar a saúde.

É uma ferramenta militar usada para manipular e controlar a doença e saúde e gerar dinheiro para a indústria da doença e indústria farmacêutica.

O método científico europeu é testado em pessoas doentes.  Nesse sentido, todos os (M.D.) médicos alopatas são treinados em pessoas doentes.

Eles estudam as pessoas doentes, a fim de entender (ou compreender) doenças, e não saúde.

Enquanto o sistema médico Africano estuda as pessoas saudáveis, a fim de entender o processo holístico da saúde.

O objetivo é da Medicina é bem-estar.

Portanto, o curador deve entender como um indivíduo progride da saúde para a doença, para o tratamento e retorna para a saúde e, em seguida, para maior bem-estar.

Ironicamente, o sistema Europeu progride da doença primária, em seguida, para um tratamento e, em seguida, retorna a uma condição de doença secundária.

Esta condição de doença secundária é geralmente desnutrição subclínica. Ou um nível de doença não diagnosticada conhecido como “boa” saúde.

Eles acreditam que a ausência de doença significa bem-estar.

Em outras palavras, um motorista de carro que nunca teve um acidente é considerado um bom motorista (saudável). Este não é o caso.

A raça Caucasiana tem um estado de saúde patológico baseado em suas dietas históricas.

O pigmento da pele caucasiana é causado por uma deficiência fundamental de minerais.

Seu sangue é infestado de glóbulos brancos (células do sangue), resíduos e constipação mucosa.

As células brancas do sangue são elevadas em número porque elas são necessitadas para defender o organismo contra as doenças que flutuam na corrente sanguínea.

No livro Sistema de Cura da Dieta Sem Muco por Arnold Ehret, publicado em 1922 [Mucousless Diet healing System by Arnold Ehret], a complexão da pele branca dos Caucasianos e elevadas quantidades de glóbulos brancos é provado serem causados pela condição doentia da raça Caucasiana.

O sistema europeu nunca definiu os padrões culturais e sanitários que usa para estabelecer a saúde.

Conseqüentemente, o método científico é na melhor das hipóteses é um ritual mal utilizado e abusado ritual e cerimônia cultural de sua mitologia científica e não fundado em princípios científicos. Seus tratamentos utilizam minerais sintéticos inorgânicos (sujeira) como medicamento.

O tratamento de substância mineral para doenças foi introduzido como um meio de superar o inconstante controle de medicamentos à base de plantas.

Muitas ervas específicas estavam a sendo controladas por diversos países europeus.  Além disso, havia ervas falsificadas sendo vendidas.

Ervas foram secretamente armazenadas. Comerciantes Europeus destruiriam ervas africanas, queimariam aldeias, e matariam os nativos que cultivassem as ervas (herbalistas).

Isto foi feito a fim de manter o paradeiro do cultivo de ervas em segredo. Eles esconderam ervas para produzir escassez de ervas.

A Economia Européia é baseada sobre escassez, não abundância.

Uma erva tal como a Quássia mata vermes e é utilizada como um antipirético e laxante. Isso por si só a fez importante em dietas Européias. Ela Também é boa para a caspa, coceira no couro cabeludo, e é especialmente bom para as loiras.

Ela também envenena os peixes e é utilizada por pescadores, a fim de capturar peixes.

Um escravo Africano pelo nome de Quassia reteu as informações sobre a identificação da erva aos europeus. Seu segredo herbal lhe custou sua vida.

O segredo de suas propriedades medicinais lhe foi tomado em 1756.

Os holandeses começaram a estocar a erva Quassia em Estocolmo e a venderem na Europa.

Os mercadores de drogas usaram muitas táticas para criar uma escassez de ervas, a fim de elevar o preço de e obter lucros maiores.

Suas táticas fizeram a ciência médica usar remédios não vegetais. Eles começaram usando minerais.
Um médico líder da época, Paracelso, promoveu fortemente tratamentos minerais para doenças.

Embora isto fosse uma melhoria sobre outros remédios Caucasianos, ele tinha suas desvantagens, porque muitos dos minerais (como o mercúrio) eram venenosos.

Mercúrio foi usado internamente e externamente como uma droga para sífilis e outras doenças.

Antimônio ou Stibium foi outro mineral venenoso utilizado.

Um livro médico, como A Triunfante Carruagem de Antimônio por Basile Valentine [The Triumphant Chariot of Antimony] publicado em 1604 ajudou a popularizar o antimônio.

Este mineral foi conhecido por ser venenoso como monges morreram ao usá-lo para parar o emagrecimento durante jejum.

Assim, ele foi chamado de “anti-monge” ou antimônio.

Tártaro emético foi tomado por Napoleão, enquanto ele era um prisioneiro na ilha de Santa Helena. Ele tinha uma doença digestiva, e uma doença do estômago.

Napoleão ficou doente com o tratamento mineral venenoso.

Depois dessa experiência dolorosa, Napoleão recusou o tratamento médicos estudados. Obviamente, a necessidade por um sistema médico seguro era necessitada.

Os europeus estavam tentando chegar a um sistema ou substância que poderia dar saúde.  Saúde e a salvação de sua raça das doenças era um problema esmagador.

A invasão de África por ervas salvadoras da vida causou um descuido da realidade de que a saúde é baseada em uma dieta saudável, uma cultura holística e onde o alimento é considerado medicina e medicina é alimento.

As ervas não são o medicamento real. Ervas dão primariamente tempo para estabelecer uma dieta saudável. As ervas são um dispositivo médico de curto prazo usado para ajustar o flutuante estado de saúde dos Africanos.

Alimento era o principal remédio em saúde Africana e não ervas.

Outras culturas verificaram que não era medicina, mas sim uma combinação de dieta e conhecimento em saúde que sustenta os Africanos.

Uma dieta rica em fibras, tais como aquelas pesquisadas e validadas pelo povo Hunza, nas montanhas do Himalaia, produz uma média de vida de entre 100 a 200 anos.

Sua dieta não tem óleos, farinha branqueada Caucasiana, arroz branco Caucasiano, açúcares ou alimentos fritos.

Além disso, eles têm uma completa dieta alimentar integral (sem alimentos parciais, processados) de frutas naturais, vegetais, sementes, nozes, água de nascente, grãos, sem leite de vaca e sem ovos.

Eles consomem muito pouca carne animal e são muitas vezes vegetarianos.

Mais do que isso, outros povos de cor em uma dieta orgânica de alimentos integrais naturais, tais como aborígenes australianos e nativos Africanos têm igualmente longa, se não a mais longa duração de vida.

Os antigos Africanos devem ter tido uma vida útil mais longa, porque a sua dieta era a mais alta em nutrientes e eles praticaram saúde espiritual e social usando Maat.

A dieta Hunza não é tão rica em plantas selvagens (não domesticadas) como a dos antigos Africanos.

A dieta do antigo Africano não era apenas a mesma que a dos Hunzas, mas muito mais aprimorada por causa da complexa variedade de plantas tropicais, ervas medicinais e o altamente evoluído sistema de saúde e cultura holística de Maat.

Os Africanos viviam bem acima de 200 a 300 anos em idade.

A utilização dos Hunzas como uma correlação para a idade de Africanos de dieta natural crua indica que os escravos trazidos para as Américas tinham entre 200 e 300 anos de idade.

Os Hunzas vivem bem acima de 100 anos em uma dieta de inferior qualidade em comparação com as enormes variedades de alimentos orgânicos usados na dieta Africana. A dieta incluía plantas selvagens e um uso integral do meio ambiente (Ver metais, cristais, música, cores).

Os Europeus com uma estimativa de vida de 20 anos
(30 anos de idade era considerado uma pessoa idosa) supuseram que os escravos tinham a sua idade ou mais jovens.

Os Caucasianos usaram seu padrão cultural de idade, para medir a idade dos Africanos.

Eles reconheceram que os Africanos eram as pessoas mais saudáveis, mas não ponderaram que padrões de dieta nutricional mais elevada e saúde holística podiam produzir idades de 200 a 300 anos.

Hoje, qualquer raça que adota a dieta de porcarias [junk food] tem problemas de saúde, doenças degenerativas (câncer, AIDS), problemas reprodutivos, uma vida de doenças, e uma curta vida útil (65 anos de idade é a média).

A relação óbvia entre dieta e tempo de vida é observada em O elo que falta pelo Dr. Jay Hoffman [The Missing Link by Dr. Jay Hoffman].

                                                     UMA CIÊNCIA EQUIVOCADA
(800 a.C. – 1800)


9º ao 11º Século

A invasão Caucasiana da África por ervas curadoras, vegetais e frutas começou cedo na história. O Imperador Carlos Magno demandou frutas tropicais para seu jardim. Alguns dos frutos Africanos eram figos, pêssegos, ameixas e peras; The Capitulate de Villis Imperialibu, escrito em 812 por Carlos Magno, também indica que seu país explorou ativamente a Africa por ervas, pastinacas [parnsnips][pastinaca sativa], e outras raízes de plantas. Estas plantas têm um efeito medicinal curativo sobre o corpo.

Uma vez que os Caucasianos começaram a usar essas ervas, isso causou invasões Caucasianas para capturar a fonte (África) e ganhar o conhecimento curativo à base de plantas.

Isso fez com que vários clãs Caucasianos estabelecessem um sistema mercantil marítimo para obter essas ervas.

As forças de invasão fundaram ordens religiosas/monges para vir para a África e roubar a tecnologia da informação.

Os monges foram a primeira força de países Caucasianos controlados por clãs.

As empresas dos clãs usaram monges para ajudar a estabelecer a indústria de comércio marítima.

Os monges e seus grupos monásticos usaram a tecnologia da agricultura Africana para salvar a França e a Itália.

Estes monges/sacerdotes/herbalistas utilizaram dispositivos e conhecimentos Africanos para executar a drenagem das terras baixas. A irrigação Africana ajudou a livrar a área da água suja que atraia a os mosquitos transportando malária.

Seu conhecimento agrícola Africano não veio da Europa, pois se fosse assim, os Caucasianos poderiam drenar pântanos e deter a malária pré-Romana (surto de malária nos séculos 8 e 9) e as epidemias da Renascença, Assíria, Índia, China e Babilônia.

Se os Caucasianos tivessem o conhecimento, não teria havido epidemias de malária.

O Conhecimento agrícola era derivado de África pelos sacerdotes Caucasianos (muitos eram homossexuais). A igreja Européia insistia em que seus sacerdotes deviam viajar para a África.

Os sacerdotes disseram que eles estavam salvando os Africanos pagãos, mas eles, na realidade, estavam salvando a Europa.

Eles trouxeram o conhecimento agrícola na volta para a Europa. Técnicas agrícolas Africanas se espalharam pela Europa.

Os Papas da Ordem de Cister no século XV [1400’] pediram aos sacerdotes treinados-Africanos para vir para Campagna di Roma, Itália e acabar com a malária usando sua recém-aprendida tecnologia Africana.

Em 1085, monges em Charteuse, perto de Grenoble, na França estavam usando hibridização africana e técnicas de enxerto para adaptar frutas Africanas, legumes e ervas para o consumo.
Charteuse foi um grupo dissidente que usou a Ordem dos Cartuxos do Oriente e herbologia e ciências de agricultura Africanas.

A psicose de Supremacia Branca da igreja e Caucasianos os levou a desenvolver espécies de ervas Africanas que tinham flores Caucasianas.

Em Norwich, um jardim de monge foi plantado pelo sacristão chamado de São Garden. No jardim estavam rosas e lírios.

Suas flores brancas indicavam pureza e santidade. De fato, muitos nomes Africanos para as plantas foram alterados por Caucasianos para o título feminino “Dama”/”senhora” [“Lady”]. Dama significou uma pura virgem santa mulher Caucasiana.

Ervas, como Sapatinho de Princesa [Lady’s Slipper] (orquídea), Dedos de Princesa [Lady’s Fingers] (Anthyllis Vulnerarira), Lady’s Thistle (ribbon, grass), Lágrimas de Nossa Senhora [Lady’s Tears], contudo, e Lírio do Vale indicando pureza (Supremacia Branca).

Batalhas violentas, em 1545, entre as tribos Caucasianas que foram rotuladas como Católicos e Protestantes, destruíram completamente as fazendas de ervas (então-chamados jardins) na Abadia de Mailras em Eaton Hills, perto do rio Tweed, na Inglaterra.

No devido curso, fazendas de ervas medicinais (jardins) foram completamente destruídas e isto pôs uma escassez adicional nas ervas necessárias para combater doenças.

Monges alemães também usaram tecnologia Africana para cruzar, enxertar e domesticar ervas medicinais, frutas e legumes. Monges de Citreaux, França, também hibridizaram e enxertaram ervas, legumes e frutas.

A rede informacional de ervas entre monges de vários países Europeus foi compartilhada, porque eles estiveram na mesma ordem religiosa e tiveram laços homossexuais entre si. Os cultos homossexuais e sociedades secretas ligava tribos juntas como clãs.

Os Clãs, em diferentes países europeus, lutam entre si e estas lutas são erroneamente rotuladas como lutas entre países.

A Escola Sarracênica [Saracenmic] de Medicina foi amplamente conhecida pelos Árabes.

Os países da Europa, do Século Oito ao Século Doze, tiveram guerras tribais, canibalismo, escassez de alimentos, fome, barbárie, pestes e pragas, e nenhum tempo para ensino superior.

Qualquer literatura que existia era nas mãos de grupos elitistas e entre os Mouros e Árabes. Afora isso, a maioria dos Caucasianos não sabia ler nem escrever e pensava que o mundo era plano.

Não foi até a conquista Normanda de Angleland (Inglaterra) em 1066 d.C. que a civilização Européia imitou e copiou o sistema social Africano e desenvolveu monastérios e catedrais.

Os Monges Beneditinos desenvolveram a agricultura, herbologia, horticultura e modalidades de ervas medicinais padronizadas após os sistemas Africanos.

A mais antiga escola de medicina na história da Europa foi no Século 11 e foi chamada Salerno [ Escola Médica Salernitana].

Esta escola foi modelada no tipo das escolas de Imhotep chamadas Templos Esculapianos. Estas escolas tinham professores de monges/sacerdotes/herbalistas, como todas as primeiras escolas.

A maioria dos seus professores não sabia ler ou escrever.
Na verdade, as escolas de cura Caucasianas se resumiram a iniciações tribais em cultos de ervas feitiços espirituais, conhecidos hoje como escolas de medicina, e não como cultos.

Hoje, o processo usa informações, rituais e cerimônias chamadas memorização e testes. Eles emitiram graus de habilidades para a capacidade de memorizar e repetir informações. No entanto, estas escolas de cura não curam nada, eles só praticam o culto médico.

Em qualquer caso, os primeiros instrutores de Salerno foram os Mouros Pretos da Arábia e da fé Judaica.

Um decreto do Concílio de Latrão, em 1139, proibiu os monges de atuar como médicos e usar barbas. A igreja não queria os monges sendo acusados de causar mortes ou associados à civilização ou prática Egípcia Africana de se barbear, a qual significava a purificação da alma.

Mais do que isso, a prática da medicina e espiritualidade estava desenvolvendo-se em dois cultos separados.

Os Gregos, principalmente Hipócrates, separaram o seu sistema higiênico Africano, da cura pela fé da igreja.

A igreja estava escondendo livros de medicina em mosteiros para manter o povo ignorante e doente e para manter o seu poder.

A igreja era um grupo terrorista religioso que tinha riqueza, influência militar e controle sobre se uma pessoa iria para o céu ou para o inferno e eles tinham fazendas de ervas e controle sobre as curas de doenças.

Eles reteram os livros de Galeno por mais de 200 anos, então os traduziram para o latim e fizeram dele um pecado contra Deus discordaram de Galeno.

William, o Conquistador, filho de Robert Normandy, foi tratado em Salerno.

Havia livros escritos sobre Salerno, um dos quais foi A Metamorfose de Ajax [The metamorphosis of Ajax] por John Harrington, publicado em 1596. Era uma tradução do livro de medicina intitulado Regimen Sanitatis Salernitarum. Este livro foi escrito em verso (poética) como todos os primeiros livros médicos eram.
Ele lista sangria como uma cura para doença de paixão sexual.

A Ciência médica Européia tomou outras posturas extremistas drásticas. O livro é o primeiro relato de toalete [toilet] entre os Europeus, como ajax significa toalete [vaso sanitário].

Antes dessa data, os Caucasianos defecariam e urinariam dentro de suas casas ou caverna porque eles temiam ataques de animais e não tinham nenhuma idéia de saneamento.

Um dos primeiros livros Europeus de cura, que usou medicina Africana distorcida, foi escrito por um monge dominicano pelo nome de Albertus Magnusor Albert von Bonllstadt (1193 à 1280). Esta obra foi escrita em obstetrícia, forças eletromagnéticas de ervas (auras) Africanas e aplicações médicas e foi considerado uma tecnologia moderna. Ele estava muito à frente dos livros de saúde Caucasianos.

Este livro informativo tem sido distorcido e intitulado Magia Branca e Negra [White and Black Magic].

13º Século


No Décimo Terceiro Século, a ciência médica Européia ainda estava isolada entre os monges e poucos selecionados.

Galeno, um antigo médico, ensinou nas escolas médicas Européias.
Ele ensinou a nova moderna ciência da anatomia do ser humano.

Era Baseada sobre superstições, mitologia de ciência [science mythology] – teoria (fazer crer) [make believe] e ignorância.

Os ensinamentos de Galeno revelaram que o esterno humano [human breast bone] era segmentado como o dos macacos, o fígado tinha muitos lóbulos como o do porco, o útero tinha dois chifres como o do cão, e o osso do quadril era acreditado sendo alargado como o do boi.

Esta crença Européia de anatomia foi considerada científica até 1543 quando Vesalius, um belga, provou que o osso do quadril não era alargado. [proved that the hipbone was not flared].

O erro de Galeno em anatomia foi atribuído à evolução. Os caucasianos acreditam que o osso do quadril havia mudado de sua forma como o do boi para sua forma anatômica correta devido aos Europeus usarem calças apertadas.

A igreja disse que teoria de Galeno sobre o osso do quadril de boi era divina não devia ser alterada ou protestada.

A ignorância médica Caucasiana não ajudou a produzir curas para pragas, mas sim causou doenças e adicionou ao número de mortos.

O livro Anatomia por Andreas Versalius foi escrito em 1316 e foi publicado em 1487. No livro, Versalius tinha tido os desenhos corretos do corpo humano.

Ele foi atormentado por homens médicos, o público e a igreja porque acreditava-se amplamente que seu livro era contra Deus.

Ele não suportava a ignorância supersticiosa. A informação do livro não foi lançada até 1543 porque a Igreja escondeu.

Versalius foi abusado mentalmente e perseguido pela experiência de tentar ensinar anatomia correta. Ele foi levado à loucura e morreu de insanidade.

A presença dos europeus na África provocou uma propagação da Peste Bubônica. Pragas se espalharam para a Grécia, Itália e em toda a Europa. Por 1348, a praga tinha atingido a República de Veneza.

No devido curso, eles estabeleceram o primeiro período de quarentena de quarenta dias com base sobre os quarenta dias de uma figura Preta Africana bíblica chamada Moisés. Ele permaneceu no deserto (incidentalmente, quarentena [quarentine] é derivado do italiano e significa quarenta). Seja como for, os Venezianos foram estimulados a encontrar curas por ervas para salvar a República. Suas curas para pragas não eram eficazes.

Uma das curas para a praga foi a execução de judeus como um apaziguamento a Deus para parar a praga.

Isto foi, na verdade, um dispositivo projetado pela nobreza e comerciantes para se livrarem dos seus credores Judeus.

Os Judeus (Pretos Mouros) estavam tentando coletar débitos de grandes somas de dinheiro dos reis Caucasianos.
Sua morte foi o dispositivo do Rei para se livrar das suas contas.

A praga levou a sociedade a se deteriorar. Violência, tumultos e saques das riquezas do rei eram constantes.

Os reis e mercadores ricos estavam dispostos a financiar invasões de África para obter riqueza e poder e desenvolver um exército para proteger sua riqueza e para obter ervas para curar a “Morte Negra” [“Black Death”].

Pragas foram chamadas de “Morte Negra” [Black Death”] por causa das áreas escuras formadas pelas hemorragias dos vasos sanguíneos minúsculos, causadas pela doença. Os vasos rompidos denegriam a pele branca dos Caucasianos.

As pragas causaram vinte e cinco milhões de mortes na Europa. Isto pode dar uma correlação vaga para o número de mortes de Africanos.

Isto não inclui as mortes de pestilências, acidentes, violência e doenças venéreas.

As muitas pragas em Londres 1349 à 1666 foram registradas no Jornal do Ano da Praga [Journal of the Plague Year] por De Foe.

Muitas pessoas foram perseguidas, executadas, torturadas e estigmatizados como espalhadores de pragas.

Interessante notar que os médicos de praga [plague doctors] usavam uma imitação das máscaras dos médicos [medicine men] Africanos. Eles preencheriam a máscara com ervas aromáticas de purificação para se protegerem.

Os Europeus aculturaram essas máscaras Africanas e fizeram-lhes para se parecerem com o bico de patos. Os médicos foram chamados “Quacks” porque suas máscaras pareciam um bico de pato. No devido curso, as máscaras foram chamadas de uma invenção Européia.

Registros históricos indicam que o uso mais antigo de uma máscara de proteção médica na história registrada ocorreu na África.

14º Século

 

As pragas, estilo de vida, a pestilências de doenças venéreas e falta de ervas, recursos e alimentos causaram um dilema peculiar na Europa. Eles precisavam encontrar uma fonte de conhecimento medicinal e ervas.

As doenças venéreas estavam rapidamente tornando a continuação da sua raça duvidosa. Seu futuro só poderia estar na invasão imediata da África por medicamentos, ervas, recursos, tecnologia, terra cultivável e alimentos de cura.

Gonzalo Fernández de Oviedo fez um dos primeiros registros Europeus da dieta sub-nutricional Caucasiana que causava uma então-chamada doença tropical.

Ele foi criado na Espanha, entre os pajens no palácio do Rei Ferdinando e Rainha Isabella.

Ele estava em Barcelona, em 1493, quando Cristóvão Colombo voltou do Haiti. Ele afirmou que os homens de Colombo, em viagem, tiveram Boubas ou Yaws, mais conhecida como sífilis.

Sua dieta na viagem de navio era a dieta típica Caucasiana de alimentos-formadores-de-muco e grãos com a adição de carne salgada.

Os Italianos passaram a doença da sífilis para os Franceses. Ela apareceu na França, Alemanha, Suíça, Holanda e Grécia, em 1449.

Vasco da Gama levou-a em seus navios para a Índia em 1498, os Europeus a trouxeram para a China em 1505, e por volta de 1569, ela foi alegadamente contrabandeada para o Japão.

Uma vez que os marinheiros Caucasianos em navios eram homens, ela provavelmente foi espalhada devido à atividades homossexuais.

Os Caucasianos Judeus e Maometanos (Muçulmanos) que foram expulsos da Espanha pelo Rei Ferdinando e Rainha Isabella depois da conquista de Granada levaram a doença (pestilência) para a África.

O Barão Gros (uma pintura) agora no Museu do Louvre, intitulada “Les Pestiferes De Jaffa” mostra Napoleão tocando as feridas purulentas e sífilis de seus soldados.

Esta doença foi ultimamente atribuída aos Franceses por muitos outros países Europeus.

A invasão européia também foi estimulada pela viagem de Mansa Musa. Ele foi um imperador Islâmico Africano do Mali e no Século 14 D.C., ele foi em uma viagem religiosa para Meca Islamizada.

O Imperador Musa levou muitas frutas exóticas, plantas, ervas medicinais e profissionais de saúde, juntamente com guerreiros e exibições de sua vasta riqueza.

Ele carregava uma quantidade muito grande de ouro em sua peregrinação, o que levou o preço do ouro a cair no Egito.

Os contos e relatos de sua peregrinação chegaram à Europa e no primeiro mapa Europeu da África ocidental em 1375, eles rotularam Mali como “Senhor dos Negros.”

A saúde destes africanos e as ervas curativas dos médicos estimulou o interesse Europeu em África.

As ervas que os comerciantes estavam vendendo no mercado internacional estavam se tornando muito caras. A queda de Constantinopla parou o comércio oriental e levou a um aumento ainda maior nos preços de ervas.

Conseqüentemente,era necessitado outro método de conseguir ervas e foi encontrado com uma máquina chamada Prensa Móvel [Printing Press].

O advento da imprensa acelerou a exploração de África por ervas, plantas alimentares, tecnologia, terra e recursos humanos (trabalho). Os Usos e tratamentos com ervas tornaram-se facilmente disponíveis através de livros e informativos.

A imprensa também aumentou a disseminação de informações sobre enxerto, hibridação, agricultura e sistemas de tratamentos de ervas de África.
Em 1476 à 1477, Caxton trouxe a impressão para a Inglaterra.
Conseqüentemente, muitos livros sagrados, aplicações de tratamento, ciência medicina holística (sistemas de mistério) foram traduzidos e impressos em várias línguas.

Livros escritos em Persa, cuneiforme, Árabe, línguas Africanas, Latim e Grego foram disponibilizados aos poucos Caucasianos que podiam ler e grupos elitistas.

Conseqüentemente, ciências Africanas iniciaram a era da tecnologia da informação e a era espacial, a qual é baseada em astrologia Africana.

William Turner coletou informações sobre ervas e ciência de medicina holística da Alemanha, Holanda, Itália e Suíça. Ele escreveu Libellus De Re Herbaria Novus, em 1538.

Seu trabalho indica que esses países possuíam ervas Africanas que eles obtiveram nas guerras de ervas.

Havia livros que revelavam uso médico de ervas e ignorância médica. Assim, Fabrica por Andreas Versalius, em 1543, delineou a dissecação de cadáveres em anfiteatros acompanhada por música, canto, poemas, danças e uma peça de teatro.

O uso de livros e técnicas de domesticação de ervas dos monges ajudaram a escalar a invasão.

Curiosamente [oddly enough], os livros e sistema de informações dos de monges também retardaram a invasão, porque, eles eventualmente, aprenderam a se aclimatar e domesticar ervas em fazendas (chamados jardins).

Conseqüentemente, uma vez que a erva era obtida e domesticada, a viagem e a invasão por muitos grupos tribais Caucasianos diferentes era reduzida por grandes clãs multinacionais.

Esses clãs eliminavam todos os pequenos grupos. Sua filosofia era “ficar maior ou sair do comércio de escravos.”

Estes grandes clãs tinham exércitos modernos (armas e canhões) que aterrorizaram e exterminaram concorrentes.

15º Século

 

O conhecimento holístico de medicina Africana não era bem aceita na Europa do Século 15. A Europa era muito machista, além de ser racista, e sua resistência ao conhecimento era baseada em muitas superstições.

Eles rejeitaram o sistema higiênico de Hipócrates em 640 a.C. e não chegaram a realmente aceitá-lo até 1900 d.C..

Em 1513, Eucharis Roslin de Worms, a pedido de Catherine, a Duquesa de Brunswick, escreveu um livro sobre obstetrícia. O livro, O Jardim de Rosas para Gestantes e Parteiras [The Garden of Roses For Pregnant Women and Midwives], continha sugestões dietéticas e afirmava que as mulheres grávidas não deviam comer alho e pimenta.

Ele aconselhava que a dieta devia incluir feijões, ervilhas, alface, arroz, amêndoas e avelãs. Esta dieta era, na verdade, tirada dos escritos médicos Africanos. As ervas e alimentos mencionados não eram naturais da Europa.

O registro mais antigo de parto natural é no Templo de Esna [Esneh] na África. Estes registros revelam que a melhor posição para o parto era na posição de cócoras.

Além disso, as parteiras tinham uma corte ou partido de assistentes semelhantes à comitiva de assistentes domésticas das noivas dos casamentos Europeus.

A dieta para mulheres grávidas foi delineada no ‘Papyro de Ebers’ [escritos médicos de Imhotep] de 1550 a.C..

Ele Continha receitas de fertilidade e fórmulas contraceptivas, como a inserção de um tampão de fiapos embebido em acácia e inserido na vagina antes da relação sexual. Isso torna a vagina ácida e mata o espermatozóide.

Além disso, o Papiro de Berol [Berol papyrus] de 1350 a.C. descreve um método de determinação do sexo fetal de uma criança. Neste método, a primeira urina do dia da mãe é usada para umedecer um pequeno saco de cevada e um outro pequeno saco de trigo. Se a cevada brotar, o sexo do feto é uma menina e se o trigo brotar, é um menino. Se não houver germinação (brotar), a mulher não está grávida.

Este antigo teste Africano foi verificado como 80% de precisão acurada em 1933 pelo Dr. Manger. A germinação do trigo ou cevada é causada pelo estrogênio na urina.

O papiro menciona o uso de auras como um meio de detectar a gravidez e o sexo fetal. A dieta tem um efeito sobre sexo. Uma dieta altamente ácida e ervas ácidas comidas por um período de tempo antes do sexo podem causar a concepção de um menino enquanto uma dieta alcalina e ervas alcalinas causa a concepção de uma menina. Uma dieta muito, muito pobre em açúcares naturais pode causar aborto.

Os Escritos médicos de Imhotep (‘Papiro de Ebers’) têm os mais antigos registros de concepção biológica. Seus escritos mencionam uma ducha de alho para limpeza.

O Papiro de Petri [Petri Papyrus] de 1850 a.C. menciona fórmulas de ervas contraceptivas. De acordo com o Papiro de Ebers, as antigas mulheres Africanas usavam contraceptivos, como o diafragma.

O Papiro de Ebers também menciona indicadores para detectar o desequilíbrio dos níveis hormonais nas mulheres. Eles eram a quantidade excessiva e forma do cabelo em torno da boca ou queixo (diminuição de estrogênio) e a forma do cabelo em torno do útero. Cabelo Vaginal em uma forma triangular indica hormônios excessivos do sexo masculino.

Incidentalmente, a primeira história (mito) sobre um pássaro trazendo um bebê para a mãe veio da África. O mito simboliza a divindade e o Ibis (um pássaro semelhante à garça) era esse símbolo.

Os Europeus distorceram o mito e utilizaram o pássaro chamado a cegonha. Em qualquer caso, o papiro descreve a mastigação de Acteia [Black Cohosh] [erva-de-São-Cristóvão] para problemas de menstruação, sintomas da menopausa, depressão e nervosismo.

As informações dos papiros médicos eram severamente necessitadas na Europa.

As Multinacionais (clãs ricos), sociedades secretas (clãs ricos) e organizações religiosas (clãs ricos) que controlavam os exércitos e riqueza impediram a informação de ser amplamente utilizada e aceita.

Porque ela comprometeria o seu poder e capacidade de manipular e controlar os camponeses (cidadãos).

Estes clãs se disfarçaram de países Europeus, a fim de fixar [tax] os camponeses e usá-los como exércitos para a proteção de seus impérios.

Os clãs disseram aos camponeses que seu país estava aterrorizado ou que seu país tinha de lutar uma guerra ou que os selvagens Africanos tinham que ser civilizados.

Isso manteve os camponeses emocionalmente ligados a um país (o clã).

Na ciência médica do princípio [early medical science], os homens Europeus eram proibidos de participar de partos porque as mulheres eram pecadoras e amaldiçoadas.

Conseqüentemente, em 1522, o Dr. Wertt de Hamburgo colocou um vestido de mulher, a fim de atender um nascimento e fazer um estudo de caso de trabalho. Ele foi descoberto e queimado até a morte como punição.

Ironicamente, Eucharis Roslin escreveu seu livro sobre parto e nunca presenciou um parto porque a sua pureza do sexo masculino poderia ser exposta à maldição das mulheres.

Acreditava-se que a menstruação era uma maldição. Na verdade, a palavra menstruação significa purgar o corpo do pecado. Ironicamente, todos os homens nascem das então-chamadas mulheres pecadoras e, ainda assim, eles se consideravam puros.

Os tipos de dispositivos ignorantes eram muitos.
Sir Unton, embaixador da rainha Elizabeth na corte de Henry IV, em 01 de marco de 1595, utilizou combinações de ervas para doenças. Como uma precaução adicional para seu tratamento da doença, ele amarrava um pombo morto ao lado do peito de seus pacientes doentes. Seu paciente tinha congestionamento mucoso dos pulmões (pneumonia) causado por uma dieta constipante e geralmente baixos padrões de saúde higiênica.

Paracelso foi o principal médico durante o século 15.
Ele nasceu na Suíça e em 1493; ele foi para a África e estudou as modalidades de tratamento Africanas (Exotérica). Isto foi durante o período da invasão Holandesa de África.

Ele introduziu muitos conceitos científicos de saúde e ferramentas Africanos para a Europa. No entanto, os Caucasianos não aceitavam ciência Africana e pensavam que era bruxaria.

Eles ainda usaram seus rituais supersticiosos para tratamentos de doenças e resistiram às científicas definições Africanas de doenças.

Em 1580, milhares de crianças e mulheres idosas com doenças foram mortas como bruxas. Isto foi sancionado pelo líder religioso, o Papa Inocêncio VII [Pope Innocent VII].

Ironicamente, a Europa do século 15, além de carecer de conhecimento de ciência também não tinha lenços, camisolas, banheiros ou garfos.

A introdução destes dispositivos e acessórios Africanos causou problemas. Sir Charles Bill, em seu livro, os Tratados Bridgewater  [Bridgewater Treaties] escrito no século 15, expõe a crise focado no garfo de mesa Africano [expounded on the crisis focused on the African table fork].

No reinado dos primeiros Stuarts, o garfo foi introduzido como um instrumento para auxiliar no ato de comer.

A África tinha muitos utensílios de cozinha, enquanto a maioria dos povos Europeus resistia ao garfo porque era visto como um triste e desnecessário para inovação para ser adicionado sobre o mecanismo fisiológico dos dedos.

A igreja considerava-o como uma interferência direta com Deus.
Ele foi relutantemente aceito por Caucasianos. No entanto, era necessária uma mudança drástica para salvar a doente população Européia.

O mercenário Judaico Genovês, Cristóvão Colombo, observou o sistema de tratamento com fumaça de ervas [herbal smoke treatment system] quando ele invadiu Hispaniola – a América nunca alcançada. Em sua segunda invasão, um monge/herbalista, Ramon Pane, o acompanhou a fim de reunir novas informações sobre ervas que poderiam salvar os Caucasianos da doença.

Em 1502, a aromática (fumaça) e sistema de tratamento com incenso de ervas foi introduzido na Itália e Espanha.

Mais uma vez, os novos tratamentos encontraram resistência. Comedores de fumo (incenso de ervas e  fumantes) foram ameaçados com a pena de morte.

Os Franceses também estavam tentando descobrir a informação e curas mantenedoras da saúde Africana. Em 1850, as escolas médicas Francesas usaram múmias egípcias como veículos de aprendizagem. Eles moeram múmias e as comeram como medicina e um estimulante sexual.

No entanto, os caucasianos precisavam de mais do que múmias para salvar sua raça.

A invasão Européia da África por ervas e alimentos estimulou outras invasões. Cristóvão Colombo estabeleceu rotas Africanas, que foram utilizadas pelos Portugueses quando eles invadiram a costa Africana e a Índias.

O almirante Português Pedro Álvares Cabral invadiu a América do Sul buscando bens e ervas. Ele batizou aquela parte da América do Sul como Vera Cruz, em 9 de abril de 1500. Hoje, ela é conhecida como o Brasil.

Os nativos resistiram à invasão dos Portugueses. No entanto, as armas superiores (armas e canhões) e a propagação de doenças Européias causaram a derrota dos nativos.

Por volta de 1530, a invasão estava basicamente completada e os Europeus copiaram dos nativos estilo de vida, costumes, medicina de ervas e uma parte de sua dieta.

A grande variedade de plantas comestíveis equatoriais e s medicinais não foram identificadas pelos nativos para os invasores Europeus. Isso levou a uma busca para encontrar uma chave para a identificação destas ervas valiosas.

Essa busca terminou com o seqüestro de Pretos Africanos e a importação deles como tecnologia humana (escravos) na América do Sul. Muitos dos africanos herbalistas, cientistas, agricultores, artesãos e administradores mantiveram suas religiões, acentos Africanos (isto é, dialeto Negro), e estrutura social.

No entanto, a tecnologia que os europeus precisavam era aquela dos praticantes da saúde [médicos]. Os praticantes da saúde [health practitioners] tinham conhecimento das ervas medicinais e seu uso para tratamento.

Porque o clima brasileiro tinha folhagem relacionada com a de África, era lógico obter os Africanos. Estes herbalistas Africanos seqüestrados e médicos holísticos identificaram ervas para os nativos, conquistadores Europeus e os comerciantes de ervas.

Os comerciantes portugueses doutrinaram os nativos e Africanos em seus cultos religiosos. Os missionários compravam, vendiam e possuíam escravos.

Os monges missionários Jesuítas e Franciscanos começaram a praticar tecnologia Africana sobre ervas e usar domesticação de plantas para o Brasil.

Do Brasil, foram exportadas plantas alimentícias, ervas e tecnologia da informação Africana através de outros missionários e monges.

O Português tornou-se rico e sua riqueza motivou comerciantes de ervas a invadir a América do Sul. Em primeiro lugar, os Britânicos vieram atrás da medicinal e comestível folhagem das plantas da Amazônia, em seguida, o Francês, então, os Espanhóis e os Holandeses.

Essas invasões para controlar recursos e plantas alimentícias causaram a ruína da terra e mataram muitos nativos e Africanos.

Eles foram explorando plantas, tais como a erva Taheebo (Pau D’Arco), que é usado para o câncer. infecção por fungos e outras doenças graves; a erva Guaraná, um estimulante; Salsaparrilha que é usada para baixa contagem de esperma [low sperm count], artrite e para livrar o corpo de resíduos; o Jatobá, que é usado para a diabetes e outras ervas tais como Gergelim. Eles exploraram as colheitas de rendimento das plantas cacau e borracha.

As ervas medicinais encontradas no Brasil pelos Africanos foram usadas pelos Índios Incas. Algumas das plantas que foram identificados foram a planta Urucum, que é utilizada para repelir insetos e para aclimatar o corpo aos trópicos, para proteção contra doença, e a erva Casca De Anta que é usada para doenças do trato digestivo tais como diarréia.

A erva Curare era usada na guerra como uma arma. É um constritor muscular que pode causar a paralisia dos músculos de soldados. Ela foi colocada na ponta de flechas. Quando a ponta da seta perfurava a pele, a seiva da erva imobilizaria a vítima.

No entanto, a erva mais procurada era o Rubarbo [Rhubarb] (laxante), o qual era combinado com Salsaparrilha para curar a pestilência de sífilis Européia.

Sem o conhecimento Africano de ervas os europeus não teriam sobrevivido ao clima. Foram Africanos que identificaram a erva Camerara [Camerara herb??] que foi usada para a inflamação das glândulas sebáceas causada pelo clima tropical quente da América do Sul e África.

A história da presença Africana nas Américas, especialmente no Brasil, é anterior à invasão Européia. Relíquias de culturas Africanas foram encontradas que datam de 8000 A.C..

Os atuais nativos Pretos Tupi-Guaranis datam remontam a 500 d.C. Esta tribo estava presente quando os Europeus invadiram o Brasil.

O livro, Ervas Brasileiras [Brazilian herbs] por Antonio Bernades, dá um relato distorcido dessa invasão.
Alimentos vegetais Africanos eram necessitados para manter os Caucasianos vivos enquanto eles procuravam por conhecimento e alimentos tropicais.

Eles só queriam ser saudáveis, a fim de aproveitar os recursos de outros povos e terras.

Saúde era motivada por uma necessidade de ser Divino ou humano (não humanista) para seus companheiros coloridos Africanos pagãos.

16º Século

No 16º Século, os efeitos das pragas, pestilências, ignorância médica, e a falta de alimentos e ervas medicinais persistiram.

A seletiva rejeição do conhecimento médico Africano ainda persistia. À este respeito, as vidas de muitas figuras proeminentes estavam ameaçadas. Muitos deles morreram de causas que poderiam ter sido evitadas se tivessem usado o conhecimento Africano a que tiveram acesso.

O Rei Charles, em 1685, morreu de um coágulo de sangue. Sua dieta era pobre e seu estado de saúde durante a sua vida era questionável. A prescrição médica usada alopaticamente como última momento para salvar o Rei Charles da morte incluía Ervas e conhecimentos Africanos.

Lhe foi prescrito ervas, como violetas, erva-doce, cardo, alcaçuz, camomila, arruda, angélica, hortelã, amêndoa doce, cravo, sementes de melão, noz-moscada e anis.

Em 1600, o Rei James morreu de malária. Esta mesma doença pode ser traçada a Alexandre, o Grande, que morreu na Babilônia da malária complicada por alcoolismo.

Álcool significa espírito. O álcool era acreditado ser um espírito desagradável de um mal maior capaz de livrar o corpo de Alexandre do espírito mal menor que causava a doença.

Em contraste, o álcool sob a forma de vinho de ervas era utilizado como um anti-séptico para lavar feridas na África Antiga.

Subseqüentemente, a sua utilização na Europa foi primeiro medicinal, então, mais tarde se tornaria uma bebida social que causava alcoolismo.

O uso abusivo de álcool afetou o Rei James I tão mal que ele não podia andar até os seus seis anos de idade.

Isto foi atribuído ao leite ruim da sua enfermeira, a qual tinha uma dieta normal (para o seu período de tempo). Sua dieta era constipante e ela era alcoólatra.

Subseqüentemente, essa foi uma das principais motivações para buscar leite superior e influenciou os colonos Caucasianos a usar escravas Africanas Pretas como Mammies (amas de leite).
Saúde e vida permaneciam um dilema questionável na Europa.

Os Portugueses governaram o comércio de ervas no 16º Século e estavam atacando a carga de outros comerciantes de ervas. Eles estavam destruindo informações medicinais valiosas e ervas durante batalhas marítimas.

Por exemplo, a Corteza Peruana (Corteza de Quina) [the Peruvian Count Chincha], em 1632, usava uma erva Africana para se curar da malária. Esta erva possuía o ingrediente curativo quinina. Ele, egocentricamente, nomeou a erva Cinchona em honra a si mesmo.

Alguns países tinham ervas curativas, mas estavam acumulando-as para criar escassez. Eles fizeram isso para proteger a sua própria sobrevivência física, e para garantir altos lucros econômicos da sua venda.

Muitos navios transportando ervas legítimas e falsas foram afundados no mar. Havia outras curas baseadas em mitos e superstições que estavam em uso.

No século 16, muitos remédios populares europeus eram partes de animais. Por exemplo, do chifre de unicórnio vendido por até US $ 10.000 na Europa. Muitos (na verdade todos) os chifres eram falsificados ou contrafeitos e vinham de gado ou até mesmo rinocerontes e outros animais Africanos.

Estes chifres falsificados eram outro mercado (“mercado negro”) para os comerciantes de ervas. O Osso de Luz [the Bone of Luz] foi vendido. Este osso se acreditava ser o osso núcleo indestrutível do corpo humano. Era semelhante à semente a partir da qual todos os ossos do corpo humano cresciam. Assim, ele estava de alguma forma, ligado à costela de Adão sendo o osso Luz [Luz Bone] para as mulheres. [a palavra Luz em hebraico significa Noz ou Amêndoa]
Outro remédio curativo Europeu usado para purificar o corpo e prevenir doenças futuras era a imitação da mumificação Africana.

Uma criança ao nascer era mumificada, então-chamada envolta em faixas e panos. O invólucro era aplicado sobre a criança e a criança era salgada ao longo de todo o corpo.

Isto impedia o movimento. Estes envolvimentos de bandagens eram removidos uma vez por dia durante vários meses. No devido curso, mais de metade das crianças tratadas desta maneira morreram durante o seu primeiro ano de vida.

Galeno, o famoso médico europeu, usou mumificação para motivos médicos mitológicos.

No processo inicial de mumificação Africano, ervas eram usadas para purificar o corpo. Os órgãos internos eram removidos. Em seguida, o corpo era encharcado por 70 dias em uma solução de sal e ervas. Depois, o corpo era revestido com resina de goma (óleo de uma planta medicinal) e envolto em faixas (bandagens). Finalmente, o corpo poderia ser colocado num sarcófago (caixão em forma do corpo humano com uma face assemelhando-se à do falecido).

Na verdade, este primeiro caixão seria colocado dentro de vários caixões cada um maior que o próximo, O resultado seria um caixão de tamanho de uma garagem para um carro.

A técnica de mumificação Caucasiana aplicada a crianças vivas não parava a doença. As crianças ainda eram atingidas por pragas, pestes e doenças venéreas. As crianças continuaram a morrer de febre ou infecção puerperal entre 1652 e 1862.

Os Caucasianos atribuíam as infecções puerperais ao mau tempo.
Pensava-se que um vento frio da lua causava “resfriados”.

Ironicamente, a cura para as infecções puerperais era a lavagem das mãos, esta simples cura de doença da lavagem das mãos de parteiros e/ou parteiras antes e depois de nascimentos ou tratamento foi registrada pela primeira vez na África antiga mais de 2.000 anos antes da Europa descobri-la.

No século 16, na Alemanha, tornou-se uma exigência que cada casa teria uma ‘casinha’ [outhouse] (banheiro).
Tornou-se lei que pocilgas teriam de ser limpadas.

Anteriormente, as casas Européias eram fossas imundas de estrume e urina humanos, restos de carne, sangue menstrual, ratos, mau cheiro, baratas, piolhos, pulgas e os chiqueiros eram  latrinas. Ambas estas fossas contribuíam para um país doente.
Ambroise Paré, um médico Francês, renunciou a usar mitos médicos como ciência. Ele usou mais ervas e menos misticismo do que Hipócrates e Galeno.

Paré usou a técnica Africana de ervas sobre feridas, seguido de mumificação parcial (parte afetada envolvida com ataduras).
Ele fez uso de pó de múmia Africana pulverizada como um medicamento. No entanto, isto foi amplamente praticado pelos Europeus.

No século 16, a batata se tornou um alimento popular. Os comerciantes de ervas e plantas alimentícias acharam a batata fácil de transportar, mas foram incapazes de criar escassez como a batata podia crescer na maioria dos tipos de climas e solos.
Batatas foram usadas como estimulantes sexuais e rejuvenescedoras da vida por Europeus.

Grãos de café torrado se acreditava ser uma erva curativa quase igual à batata. Café ou Kaffa é a Providência na Etiópia, de onde o grão de café vem.

Em Constantinopla, em 1554, e em Londres, em 1652, as casas de café [coffee houses] foram estabelecidas onde o café era vendido por preços elevados, como trinta dólares por libra.

Tabaco era uma erva menos-recebida pelos Turcos [Tobacco was a lesser-received herb by the Turks]. Eles impuseram a penalidade de morte para o uso de tabaco e quaisquer tratamentos com ervas aromáticas. De fato, o imperador da Rússia ordenou que “os bebedores de tabaco” [“tobacco drinkers”] deveriam ter o nariz cortado e, em seguida, ser devidamente chicoteados e deportados para a Sibéria.

Estas plantas, tais como a batata, café e tabaco foram exploradas e as suas propriedades medicinais obscurecidas. Por conseguinte, a sua introdução na Europa como ervas milagrosas era apenas parte da campanha publicitária por comerciantes de ervas.

Uma vasta coleção de conhecimento médico foi usurpado de África no século 16. Conhecimento roubado de África foi a base para a Era de Ouro Européia e todos os futuros avanços da civilização Caucasiana.

Os arquivos de África foram retirados e as informações foram tomadas para a Europa como nova informação científica que era desenvolvida e descoberta por Caucasianos. No entanto, cada descoberta pode ser traçada para a África.

J. A. Rogers em seu livro Maiores Homens de Cor do Mundo, do Superhomem ao Homem [World’s Great Men of Color, From Superman to Man] e 100 Fatos Surpreendentes Sobre o Negro [100 Amazing Facts About the Negro], documentou totalmente o estupro de África por conhecimento.

Algumas das grandes descobertas científicas Européias são infantis. Por exemplo, a descoberta da gravidade. Assume-se na descoberta, que, por mais de 4.000 anos, os Africanos não sabiam que um objeto poderia cair sobre suas cabeças. É inacreditável assumir que os construtores da pirâmide não sabiam sobre gravidade ou a velocidade com que um objeto em queda pode viajar.

Ainda, os antigos Africanos calcularam uma estrela que passa sobre o centro da pirâmide a cada 50.000 anos.

Outra grande descoberta científica Européia é que a matéria é transformada e não destruída. Nesta descoberta, Einstein ignora que, por mais de dois milhões anos, Africanos iriam comer e ter um movimento intestinal (evacuação fecal). Supostamente, os antigos Africanos nunca associaram que a defecação ou micção de alimentos (matéria) era o resultado do que eles tinham comido anteriormente (transformação de alimentos).

A partir desta perspectiva científica Européia, presume-se que os Africanos mastigando (mastigação) o alimento (transformação da matéria) nunca consideraram que eles estavam transformando energia.

Sendo assim, Galileu e Einstein são grandes homens na ciência Européia.

Eles são considerados infantis e primitivos comparados aos avanços científicos Africanos.

Os Europeus obtiveram conhecimento da África e este conhecimento parece ter misteriosamente nascido como conhecimento Europeu no século 16.

Durante o século 16, Paré fundou ortopedia e massagem; Magalhães descobriu que o mundo poderia ser circunavegado; Galileu descobriu corpos em queda; Paracelso descobriu quimioterapia; Versalius descobriu a anatomia humana; Copérnico descobriu a revolução dos planetas ao redor do sol; e Fracastoro nomeou a doença mucosa Sífilis.

Estas descobertas não ofuscaram a necessidade Caucasiana por ervas, alimentos e métodos de plantas domesticadas Africanos.

O Tratado das Árvores Frutíferas [The Treatise of Fruit Trees] por Ralph Austin (1653) dá instruções definitivas para a poda, enxertia, definição e domesticação de plantas. Ele menciona que melhorou nos métodos do quinto, sexto, e sétimo Séculos.

Não haveria a necessidade de adaptar as plantas, a menos que elas tivessem vindo de um país climático diferente, como a África.

As exóticas frutas medicinais tropicais Africanas estimularam um interesse de importá-las. No entanto, a dieta causadora de doenças das pessoas na Angleland [England] (Inglaterra), que era principalmente carne e eles não estavam interessados em consumo massivo de frutas ou vegetais, a menos que isso pudesse parar as doenças.

Os Franceses e Holandeses tinham métodos de cultivo de árvores frutíferas tropicais Africanas, estas plantas poderiam parar a fome e doenças.

Livros que forneciam maneiras de adaptar plantas Africanas foram traduzidos por Leonard Mascall em 1572. Os livros de conhecimento eram úteis, mas a necessidade por curas causava medidas drásticas. Pragas e pestes ainda eram proeminentes.

Pragas causavam a deterioração da estrutura social Européia e afetavam os ricos comerciantes com deslizamento de lucros [landslide profits]. Comerciantes vendiam ervas e alimentos a preços mais elevados (mais lucro).

Em Londres, em agosto 1665, durante um período de uma semana, 171 crianças nasceram. No entanto, houve 5.568 mortes e 4.237 dos óbitos foram causados pela praga, como relatado em “Conta de Mortalidade” [“Bill of Mortallity”] para a semana de 15 à 22 de agosto, em 1665. “Bill” foi um dos primeiros nomes Europeus para jornal.

As pessoas fugindo de pragas saqueavam e destruíam propriedade. Essas pessoas eram muitas vezes emboscadas e mortas como portadores da praga. Isto foi relatado em um panfleto de 1625 chamado “Uma Vara para Fugitivos” [“A Rod for Run-Aways”] por Thomas Deekes.

Além disso, muitos mitos cercavam a praga. Pepys em seu “Diário” informou que um cometa apareceu em dezembro de 1664 antes de a praga atingir. O Rei Charles II foi relatado ter testemunhado a aparição de um cometa antes de a praga atingir. Nas histórias anteriores, eventos ocorreram para dar significado místico para pragas.

Por exemplo, antes da praga de Justiniano em 543 D.C., a colheita falhou e houve um terremoto que precedeu a vinda da praga. No entanto, pragas trouxeram ainda mais doença para a terra.

A necessidade das culturas Européias por alimentos os levou a usar o método de crescimento rápido. O método de crescimento rápido era usado na África, em áreas onde vilas, cidades, ou outras estruturas de construção estavam para ser estabelecidas.

Cultivação é o nome do método de cultura de crescimento rápido. Cultivação sem a rotação das culturas vai destruir a terra. Não importa o quão superficial a terra é arada, a aração mata valiosas minhocas, insetos e secundariamente a vida da plantas e do solo.

Além disso, cultivação expõe a terra à excessiva luz solar, ar e água que faz com que o solo seja drenado nutricionalmente e eletromagneticamente dos seus elementos vitais.

As terras nuas não respiram corretamente, não mantêm a umidade propriamente e nem podem as energias do sol ser armazenadas pelas plantas para o inverno. A este respeito, o solo morre ou é forçado a produzir substancialmente plantas de pior qualidade.

Plantas escravizadas em uma plantação de plantas reagem exatamente como escravos humanos. Conseqüentemente, é uma luta constante pela sobrevivência nutricional.

O livro, A Vida Secreta das Plantas [The Secret Life of Plants] por Peter Tompkins, aborda os aspectos emocionais e inteligência das plantas.

Na África, plantas foram respeitadas e estudadas muito além da ciência Européia de hoje. Na verdade, os Europeus, a partir de suas visitas a cidades Africanas tomavam conhecimento das ervas, alimentos e conhecimento que eles poderiam explorar em África.

Muitos Africanos Ocidentais antigos tinham complexos sistemas sociais. A Universidade de Timbuktu foi amplamente conhecida como um instituto de ensino superior que era muito mais avançado do que qualquer instituto na Europa.

A saúde dos africanos era muito melhor do que dos Europeus. Os Médicos Africanos possuíam conhecimento superior.

Uma cidade como Benin (na atual Nigéria Ocidental) foi observada pelos holandeses em 1602 como sendo maior do que as cidades, ruas, casas e a Corte do Rei de Amsterdã, na Holanda. No devido curso, os Europeus apreenderam e destruíram esta cidade e muitas outras durante suas invasões.


17º Século

 

O mercado de ervas foi controlado pelos Holandeses no século 17. O mercado de ervas ainda tinha demandas por mais variedades de ervas, porque a doença continuava nos países europeus.

Estes países tentaram usar proteção contra pragas, mas eles estavam baseados em mitos médicos, superstições e ignorância.

Em Gênova, em 1743, Jean Jacques Rousseau fala de quarentenas sendo instituídas para prevenir doenças. Napoleão, em seu retorno de sua invasão da África iniciou uma quarentena, em 1795.

Os médicos Europeus acreditavam que a propagação da doença era causada pelos poros abertos após o banho. Conseqüentemente, os Caucasianos pararam de tomar banhos e queimavam ervas aromáticas.

A introdução de sabão Africano foi considerada uma invenção moderna pelos Gregos antigos, e eles usaram óleo para cozinhar e lavar roupa.
Óleo para proteção contra o mal era o propósito de banhos de óleo entre os Caucasianos como gordura de animais era usada para limpar o corpo.

O Africano sistema de água de ervas foi adotado pelos Europeus. Águas de Essências de ervas perfumadas foram usadas como uma proteção contra o mal e para esconder os não-banhados [unbathed] odores corporais desagradáveis dos Caucasianos.

Hoje ela é chamada de “colônia” [“cologne”].
Em muitos casos, pessoas foram perseguidas como portadoras da praga ou como bruxas que iniciaram uma praga.

A Constituição Criminal [“Constitution Criminals”] de Maria Theresa em 1768 menciona as elaboradas máquinas que eram utilizadas para torturar as pessoas para confessarem ter iniciado uma praga.

Alguns dos instrumentos de tortura eram o parafuso, o potro (tortura) [rack], banho de óleo quente e queima de partes do corpo com velas acesas.

Houve tentativas de usar o conhecimento médico Africano roubado. O princípio anti-séptico da medicina Africana é erroneamente clamado ter sido inventado por Joseph Lister.

Ele escreveu um livro sobre O Princípio Anticéptico na Prática da Cirurgia [The Antiseptic Principle in the Practice of Surgery], em 1866. Isto não alterou o triste fato de que entre 1864 e 1866, que pelo menos 45% dos pacientes morreram após uma pequena cirurgia, bem como amputação, porque anticépticos não foram utilizados.

A operação de fratura exposta causava mortes esmagadoras e era tão perigosa quanto a Praga Bubônica.

O Templo de Esculapius [Escalapius Temple] ou Sistema de Treinamento Médico de Imhotep, foi apresentado à enfermagem.
Um alemão com o nome de Theodor Fliedner, que como um pastor, converteu o seu asilo para mulheres prisioneiras reformadas em uma escola de enfermagem em 1853. Uma de suas famosas alunas foi Florence Nightingale (que morreu de sífilis).

Os europeus continuaram usando medicina Africana como um tipo de superstição combinado com os seus mitos médicos ignorantes.

Os Caucasianos utilizaram pus de animal doente para combater a doença.

O mesmo sistema de pus animal foi primeiro introduzido para a Inglaterra por Lady Mary Wortley Montagu, esposa do embaixador Britânico ao Tribunal Otomano em 1717.

Naquela época, ele foi chamado de inoculação contra varíola bovina [inoculation against cowpox]. Mais tarde, este imunda inoculação de pus séptico comprovou-se ser prejudicial e foi abolida por um ato do Parlamento em 1840.

Em 1754, o Colégio Real de Médicos emitiu um documento oficial contra seus efeitos nocivos.

Curiosamente, a ignorância, mitos médicos sociais, e superstições Européias, permitiram a Edward Jenner re-instituir este mesmo sistema sob um novo nome de vacinação [vaccination].

Em 1798, ele escreveu Investigação Sobre as Causas e Efeitos das Vacinas de Varíola [Inquiry Into the Cause and Effect of Variolas Vaccine] e isto serviu para legalizar uma superstição.

Idéias e tratamentos médicos que são moralmente errados não podem nunca ser cientificamente corretos. É moralmente errado fazer uma pessoa saudável doente com vacinação de pus e germe.

Seria melhor adicionar à saúde da pessoa, dando-lhes uma manga ou mamão, em vez de dar-lhes pus.

Inoculação ou vacinações foram realizadas por Africanos de forma holisticamente (uso de ervas por via oral) e não-holisticamente [unholistically] (utilização de pus topicamente) [topically].

Os Núbios estavam entre os primeiros Africanos registrados de usar a inoculação. Eles teriam uma pessoa saudável dormindo com uma pessoa doente como uma forma de inoculação.

Os Baris de Laluaba [The Baris of Laluaba] inoculavam-se a si mesmos sobre o coração na área da pele acima do peito esquerdo.

Além disso, os Pouls e Pretos Mouros da Senegâmbia usaram inoculação contra doenças específicas, tais como congestão mucosa conhecida como pleuro-pneumonia.

Os Árabes, Ashantis e Mouros na África do Norte usaram o contato corporal direto das inoculações braço-a-braço [arm-to-arm inoculation].

Os Holandeses aprenderam destes sistemas durante o século 17 como eles controlaram o mercado de ervas e tinham feito mais invasões em África.

Eles popularizaram a inoculação em Berna e na Suíça.
Outros países imitaram o sistema de inoculação.

Cotton Mather falou de inoculações como sendo praticadas na Turquia, em seu livro Transações Filosóficas [Philosophical Transactions] em 1721.

A Inoculação era um meio desesperado para salvar a Europa da doença.

A Rainha Maria II [Queen Mary II] da Inglaterra morreu de varíola em 1694. Em 1790, um total de 60 milhões de pessoas morreram de varíola.

Isso acrescentou um forte apoio para a necessidade de obter mais ervas e conhecimento de ervas da África – fosse holístico ou não-holístico[unholistic], não era um problema.

A busca por uma maneira de usar a Africana ciência de anatomia para salvar a Europa foi tentada.

As escolas médicas na Europa necessitavam de cadáveres para dissecar e estudar. Isto causou uma onda de roubo de túmulos e misteriosas mortes e relatos de pessoas desaparecidas.

Ladrões de túmulos não eram respeitados e poderiam ser julgados como ladrões se eles tivessem roubado um cadáver vestido com roupas. Conseqüentemente, ladrões de túmulos evitavam ser convencidos de roubo, removendo as roupas de um cadáver antes de roubá-lo.

Em 1752, roubo de túmulos foi tornado legal e eles foram intitulados Ressurreicionistas [Ressurrectionists] na Inglaterra.
Os ladrões de túmulos e as escolas (cultos) que dissecavam cadáveres não foram totalmente aceitos nos Estados Unidos por Euro-Americanos.

Por exemplo, nenhuma anatomia foi autorizada a ser ensinada na Universidade da Pensilvânia na Filadélfia.

Além disso, na cidade de Nova Iorque, um grande protesto foi organizado contra os médicos que realizavam autópsias.

A multidão protestando tornou-se uma multidão incontrolável e os médicos tiveram que se esconder na cadeia para se proteger contra a morte.

Este evento foi registrado como “O motim dos Médicos de Abril de 1788” [“The Doctors Mob of April 1788.”]

Em qualquer caso, o estudo da anatomia ajudou a elevar o conhecimento médico do corpo, mas não de cura ou prevenção dietética de doenças.

Em contraste, a anatomia foi estudada por mais de 4.000 anos na África.

18º Século
No Século 18, Os Ingleses controlaram o mercado de ervas. Alimentos Africanos foram considerados como drogas de cura
[cure drugs].

O fornecimento de erva diminuiu na Inglaterra e a busca por mais ervas causou a necessidade de invadir a África.

A Inglaterra foi sitiada por tribos Européias do norte do norte da Bretanha [North of Britain] e da costa noroeste da Europa.

As de fazendas de ervas medicinais (erroneamente chamadas de pomares ou jardins) plantações que os romanos tinham previamente estabelecido no primeiro século, há muito tempo, haviam morrido.

Muitas tribos nativas da Inglaterra tornaram-se descivilizados e bárbaras a partir das invasões de outras tribos Européias. Conseqüentemente, a necessidade de defender constantemente a vida e a propriedade levou as fazendas de ervas a definharem.

Os monges eram encorajados a procurar ervas não cultivadas em seus países e a adquirir todas as informações sobre como cultivar as ervas drogas [herb drugs]. Os monges pareciam ter conhecimento de horticultura e eram bem recebidos a países Europeus. Os monges que vinham da França e da Itália eram incentivados a trazer sementes, partes de ervas, ervas tropicais ou uma planta quando eles vinham para a Inglaterra.

Os monges domesticados, experimentaram com enxertia e adaptaram muitas ervas e frutas Africanas ao clima Europeu.
No entanto, seu conhecimento de como controlar e prescrever com sucesso ervas era acentuado na ignorância e não tinha a tecnologia médica holística Africana.

A Europa exigia mais ervas da África. Conseqüentemente, os comerciantes de ervas aumentaram a sua exploração e invasões de África. Os Caucasianos, a fim de manter um exército saudável, necessitavam de supressores de dor para as lesões e ferimentos de batalha.

Eles precisavam da ciência Africana de anestesia e ervas como o Ópio, Mandrake, Hash e outras. No entanto, os Africanos estavam cientes das individualizadas dosagens e razões [ratios] de ervas necessárias para a aplicação enquanto os Europeus não estavam.

O cientista Africano empregava meditações (chamadas de orações pelos Europeus), a fim de limpar o pensamento para a adequada [proper] dosagem de erva e adequado diagnóstico.

O antigo símbolo para a invocação de meditação era o distorcido símbolo de Júpiter Rx.

Antes dos Europeus ganharem o Africano uso do anestésico, eles iriam amarrar, prender e amordaçar pacientes na dor. Este recém usurpado conhecimento anestésico e anti-séptico não diminuiu mortes.

Os cirurgiões Europeus não lavavam as mãos ou usavam anti-sépticos. Eles geralmente esperavam na sala de autópsia antes da cirurgia. Enquanto eles estavam na sala de autópsia, eles iriam tocar a contaminada e doente carne do cadáver.

Não foi até 1818 que um homem com o nome de Sermmelweis (nascido em Budapeste, Hungria) cientificamente raciocinou que as mortes eram causadas pelas mãos sujas dos cirurgiões.

Em contraste, os cientistas médicos Africanos estavam se lavando antes e após o atendimento ao paciente por mais de 4.000 anos antes de os Europeus descobrirem lavagem de mãos e anti-sépticos.

Drogas foram usadas por muitos profissionais da saúde. Em 1879, William Morton de Charlton, um pediatra de Massachusetts, começou a usar cocaína. No ramo médico da pediatria conhecido como obstetrícia, houve muitos protestos.

Em contraste, os antigos Africanos não usaram drogas para o parto.

James Simpson escreveu o jornal, “Respostas à Objeção Religiosa Contra o Emprego de Agentes Anestésicos em Obstetrícia e Cirurgia.” [“Anwers to the Religious Objection Against the Employment of Anesthetic Agents in Midwifery and Surgery.”] para defender o uso de drogas para o parto em 1847. A revista “Lancet” de maio de 1853 tinha um artigo contra a droga para o parto.

Hoje, o uso de drogas durante o parto é reconhecido por ter efeitos colaterais e fatores de risco.

O uso de drogas durante o parto não encobriu ou satisfez a necessidade médica Européia de obter mais informações sobre os sistemas livres de drogas e nascimento natural Africanos.

A fim de salvar vidas, mais de dissecção e mais cadáveres para estudo nas escolas de Européias foram necessitados.

Muitos Ressurreicionistas e mercados ilegais por cadáveres inspiraram assassinatos e o roubo de cadáveres.
Por exemplo, em 1827, William Hare e William Burke de Edimburgo, Inglaterra, eram parceiros no negócio de matar pessoas para obter cadáveres. Eles realizaram assassinatos clandestinos para obter cadáveres para vender às escolas médicas para dissecação. Burke iria matar as pessoas fazendo com que elas ficassem bêbadas e, em seguida, sufocando-as com almofadas.
O som que a vítima fazia agarrando pela respiração tornou-se conhecido como “burking” “arroto” (burking) (abafar).” Hoje, o termo ainda é usado e chamado de “arrotar” (“burking”).

Em todo o caso, o conhecimento era necessitado, e a África foi invadida por sua riqueza de conhecimento.

A invasão de África por ervas durante o 18º Século incluíram a captura de Pretos Africanos que pudessem ensinar o uso de ervas. As mulheres Pretas foram seqüestradas porque elas eram herbalistas/cozinheiras e preparavam muitas ervas para a família.

Mulheres Pretas Idosas se tornaram uma fonte de conhecimento de ervas e durante a escravidão salvaram Pretos e Caucasianos igualmente.

Antes das invasões Européias, muitos dos Africanos capturados que foram escravizados eram agricultores que cultivavam ervas para o mercado do comércio ervas Africano. Herbalistas Africanos tornaram-se escravos valorizados [prized] juntamente com as mulheres idosas e homens de medicina [medicine men].

Os primeiros usos de exploração de ervas usados por comerciantes de ervas, monges e comerciantes de escravos haviam drenado o continente Africano de recursos humanos.

Isto fez com que os novos Europeus chegados a África assumissem que a África sempre existiu como um país atrasado. Era atrasado  porque foi culturalmente estuprado por exploradores e tornado dês-desenvolvido [undeveloped].

Na verdade, a exploração da terra pelos Gregos (332 A.C.) e Romanos (201 A.C.) fazendeiros de gado, a exploração da terra por cultivo abusivo, a violação dos livros e ciência de ervas, juntamente com o abate de mais de 75 milhões de Pretos por causa de o comércio de escravos, somado a óbitos nunca estimados causados pelas doenças Caucasianas trazidas para a África.

Muitos africanos se tornaram culturalmente desestabilizados devido à constante migração interna por causa dos ataques Europeus.

Antes que eles pudessem ganhar força para lutar contra os Caucasianos, eles tinham que recuar para áreas estéreis.
Eventualmente, a estrutura cultural original Africana desabou.

Estes fatores são apenas algumas das razões pelas quais a África apareceu incivilizada e atrasada para os novos Europeus.

Afora isso, os Europeus tiveram uma avaliação distorcida da cultura e do conhecimento Africano porque os Caucasianos eram analfabetos, com um vocabulário limitado e tinha uma cultura primitiva bárbara cuja sociedade era baseada sobre a mentalidade da “A Lei das Cavernas” [“The Law of the Caves”].

Os Caucasianos tiveram uma idéia fictícia de África e uma falsa sobre imagem glorificada da própria cultura Européia.

A este respeito, uma vista sobre o método científico Europeu pode refletir sobre esta cultura juvenil que se cristalizou na 18º Século.

O antigo método científico Africano nunca iria validar a prática Européia de comer o coração de um homem corajoso como meio de aquisição de bravura.

Além disso, o método científico Africano não pode validar a prática de comer o cérebro de uma coruja para tornar um indivíduo sábio.
ou a ingestão do coração de um leão para adquirir a sabedoria de um rei.
Hoje, esta ingestão de carne de órgãos animal é chamada de tratamento de extrato glandular pelos Caucasianos.

Essas antigas crenças e práticas Caucasianas são apoiadas por sua ciência e continuam até hoje.

Eles comem cápsulas de fígado de vaca, cápsulas de pâncreas e outras carnes animais como suplementos dietéticos. A ingestão de órgãos internos de cadáveres de animais pode excitar os órgãos internos humanos de forma negativa ou positiva.

A Ciência Européia indica que os animais, bem como órgãos humanos transplantados são rejeitados pelos destinatários. Assim, conclui-se que os nutrientes de um extrato glandular excitam a defesa do órgão de uma pessoa para rejeitar órgão do animal, portanto, acredita-se aumentar a saúde e imunidade.

A propósito, o fígado é a glândula mais tóxica e mais cheia de resíduos no corpo de um animal e não deve ser consumido.

Comer os olhos dos animais para melhorar a visão humana não pode ser validado pelo método científico Europeu. Se isso fosse: assim, então os comedores de carne animal deveriam ter a melhor saúde por comer todas as glândulas, órgãos e pedaços de muco e fezes que são encontrados no cadáver de um animal.

Contudo, pela ingestão de carne, eles não têm a saúde superior e ainda estão doentes.

Lógica dos comedores de carne assume que carne animal é medicina. Em qualquer caso, as distorções de pensamento da psicose cultural dos Caucasianos levam a sua ciência médica a sustentar sua supersticiosa mentalidade de homem das cavernas.

A curta expectativa de vida Européia há 200 anos atrás
(20 anos de idade), combinada com doença, pestilência e pragas levou esta superstição a ter um tempo de vida sempre crescente.

Antigos Caucasianos usaram sangria para curar doenças. Os médicos do 17º Século promoveram transfusões de sangue para a cura de doenças e rejuvenescimento.

Antigos Judeus Caucasianos acreditaram que um homem moribundo que tivesse relações sexuais com meninas jovens poderia ser rejuvenescido e evitar a morte.

Isso não funcionou. Ponce de Leon procurou por ervas mágicas que doadoras da juventude [Magic youth-giving herbs] e a fonte da juventude.

Maomé escolheu uma esposa de sete anos de idade e outra de oito anos de idade para restaurar sua saúde se deteriorando.

Outra crença Caucasiana era que vestir a pele de um animal poderia dar os poderes daquele animal e a cura de doenças.

Nenhuma destas práticas podem ser cientificamente validadas e ainda assim elas persistem.

Elas persistem porque Supremacia Branca é uma psicose.

Esta psicose gera e cria a incapacidade de ver ou compreender a realidade.

Ela cria psicoses apoiadas [It creates supportive psycoses].

As engenhocas e máquinas Caucasianas mudaram e os Caucasianos assumiram o princípio de que eles mudaram.

Máquinas, computadores e ciência não fazem as pessoas saudáveis. As pessoas fazem as pessoas saudáveis.

Os Euro-Americanos e Europeus ainda têm pragas e pestes. Por exemplo, uma praga atingiu a América em 1900, ocorrendo em São Francisco.

O governo Federal e os governos locais alegaram que a praga não atingiu. No entanto, eles usaram todos os métodos existentes para parar uma praga. Eles mataram milhões de ratos e bem mais de 20 milhões de esquilos que transportavam a doença. No entanto, eles negaram a existência de uma crise.

Hoje, as mesmas crises existem na arena da saúde humana, a dieta é sintética e nutricionalmente pobre e provoca doenças.

A Medicina Caucasiana é controlada pelos clãs farmacêuticos e opera como um negócio. [it operates as a business]

Llaila O. Afrika – Saúde Holística Africana – [African Holistic Health]

Seção 17 – Ervas, África e História – [Herbs, Africa and History]

A Invasão Européia da Antiga Africa por Ervas Medicinais –
A.C. até 1800 D.C. –

Pg. 451-499

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Uma resposta para Ervas, Africa e História – A Invasão Européia da Antiga Africa por Ervas Medicinais – A.C. até 1800 D.C. – Llaila O. Afrika – Saúde Holística Africana – [African Holistic Health]

  1. Alana Morgana disse:

    Aprendi muito! Parabéns!

    Curtir

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