Dr. Richard King M. D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – Capítulo 2 –

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Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 2 – PONTO PRETO … SEMENTE PRETA –
– Arquétipo da Humanidade –  pg. 10 – 15 –

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Capítulo 2

 

 

PONTO PRETO … SEMENTE PRETA – Arquétipo da Humanidade

George James (1976) relatou que a educação do Sacerdote Egípcio consistia de especialização em sistemas secretos de linguagem e simbolismo matemático chamados hieróglifos. Este sistema era usado pelo Sacerdote a fim de ocultar o significado secreto e místico de suas doutrinas. O sistema de mistério do Egito empregava modos de linguagem falada, que poderiam ser entendidos apenas pelos iniciados. Estes consistiram de mitos, parábolas, e uma linguagem secreta chamada Senzar.

Os Egípcios anexavam valores numéricos às letras de palavras e figuras geométricas, para executar a mesma função mística como hieróglifos. Cada templo era para ser um microcosmo e símbolo do templo universal, bem como uma reprodução do mundo.

Segundo Heródoto, os Sacerdotes Egípcios possuíam poderes sobrenaturais, pois eles tinham sido treinados na Filosofia esotérica dos Grandes Mistérios, e eram especialistas em magia.

Os Sacerdotes Egípcios foram os primeiros Sacerdotes genuínos da história que exerceram controle sobre as leis da natureza. A magia era usada como religião aplicada e método científico primitivo.

O amuleto do Olho-de-Horus é um excelente exemplo de referência dos Antigos Egípcios para o Ponto Preto, o seu significado mais profundo e de verdade, escondido com mito, simbolismo geométrico e matemático.

Um dos mitos mais importantes do antigo Egito concernia a Horus. Em relação a este mito, Bob Brier (1980) escreve:

“De acordo com o mito, Hórus combateu seu malvado tio Seth para vingar a morte de seu pai Osiris. Na batalha, o olho de Horus foi feito em pedaços, mas com magia, Thoth, deus da magia, ciência e escrita, montou as peças. Cada elemento do olho-de-Hórus representou uma fração diferente; o hieróglifo para 1/2 foi 1/4 e assim por diante.

O total das frações é 63/64, a 1/64 faltando é supostamente fornecida magicamente por Thoth. O amuleto foi chamado Udjat ou ‘Sound Eye’ [Olho do Som] por causa de sua associação com a regeneração do olho de Hórus”, o terceiro olho, o olho da Visão Interior.

O olho de Horus é, portanto, o terceiro olho, um olho regenerado ou transformado, o olho da magia.

Um exame detalhado de um olho de Horus revela que o Ponto Preto é a pupila ou 1/4 e é o ponto através do qual a luz entra no olho.

Através do processo de iniciação, integração psicológica, expansão da consciência, e tradução da inconsciência, o antigo estudante da Escola de Mistérios Africana, através de um processo de iniciação, passava de um estado de menor autoconsciência, pequeno olho [small case eye] [letra i minúsculo] (i), para o Eu Superior [Higher Self] [letra I Maiúsculo] (I). O I Maiúsculo [Capital I] também faz referência à coluna ou espinha dorsal do corpo humano, templo, que contém uma série de glândulas ao longo da coluna, com cada glândula mais elevada rendendo progressivamente uma maior produção hormonal. Esta progride com a glândula pineal, ou terceiro olho, na parte superior da coluna vertebral e culmina com o desenvolvimento de um estado expandido de consciência.

Mais uma vez, George James informou que, a primeira teoria da salvação foi a teoria Egípcia. O Sistema de Mistério Egípcio tinha como objetivo mais importante, a deificação do homem e ensinava que a alma (mente) do homem, se libertada de seus grilhões corporais, poderia permitir-lhe tornar-se semelhante a Deus [godlike], atingir a visão interior e manter comunhão com os imortais, (filhos da Luz).

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PONTO  PRETO  PIRAMIDION,   PORTA PARA O TEMPLO

Há um número de exemplos que ilustram que os antigos Egípcios ocultaram seu conhecimento interior na construção de monumentos arquitetônicos.

Antes da entrada para o templo Egípcio, havia usualmente dois obeliscos, com a parte mais importante sendo o ponto piramidal ou Pyramidion.  O Pyramidion foi encontrado pela ciência moderna freqüentemente como sendo uma pedra angular toda – preta na parte superior da maioria das pirâmides e obeliscos.

A entrada para o ponto mais alto dos templos-obeliscos era preta, assim ela era o primeiro ponto do local dos templos-pirâmides e templos-obeliscos a receber a luz solar conforme o sol surgia das trevas em cada novo dia.

O Pyramidion preto e o Olho-de-Horus se referiam a uma porta da escuridão, (Pyramidion, Pupila), onde a luz primeiro penetra ao entrar no templo ou corpo humano.

No entanto, não é até que se examine a literatura científica moderna que se pode apreciar plenamente esta antiga referência Africana para preto, luz solar e o olho da noite [the night eye].

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PONTO PRETO LOCUS Coeruleus – PORTA PARA O TEMPLO

A estrutura do cérebro, locus coeruleus, oferece fortes evidências científicas biológicas que suportam diretamente a Antiga alegação Africana de que o Ponto Preto é a porta de entrada para o templo, a mente e o inconsciente coletivo.

Primeiro, o Nome Locus Coeruleus Significa literalmente Ponto Preto. Locus é uma palavra latina, stlocus locum, significando ponto ou pinta. Caeruleus é derivado do nome Sânscrito yamas, significando Preto. Esta é uma descoberta importante porque o nome sânscrito caeruleus, parece preceder o Grego, Latim e outras línguas Européias Ocidentais. Na verdade, este nome parece ser de origem Africana e foi usado pelos Africanos na África, Europa e Ásia.
Parece que o Antigo Sânscrito Europeu tomou emprestado o termo das populações Africanas que migraram para a Índia a partir da África há muitos milhares de anos antes.

O profundo e excelente jornal pelos Hebreus Afrikanos dos dias correntes, História. [The profound and excellent journal by current Day Afrikan hebrews, History.] A Bíblia e o Homem Preto [The Bible and the Blackman] (1980), recentemente revisado, o livro ‘Etiópia: O Elo Perdido Na História Africana’ [Ethiopia: The Missing Link in African History] por Rev. Sterling Means (1945). Seu livro cita muitos relatos da população Preta da Índia que começa no lado sul das montanhas de Hindu-Kush.  ‘O lugar onde a raça Etíope formou-se na Nação Hindu ou Indiana. ’

A Índia foi primeiro povoada por uma raça Preta, com quem Heródoto estava familiarizado sob o nome de Etíopes.
O continente (Índia) é mais de um terço Negróide hoje.

“As primeiras pessoas a ocuparem Índia são supostos a pertencer à Raça Negrítica.” Heródoto afirma que, a raça Etíope habitava as terras para o sol nascente e poente. Ele dividiu-os em duas nações e disse que eles não diferem em nada dos outros Etíopes a não ser sua língua e a caráter de seus cabelos. Os etíopes orientais têm cabelos lisos, enquanto o cabelo dos da Líbia (África) são mais semelhantes à Lã [woollier] do que qualquer outra nação na Terra. O antigo Império da Etiópia, uma vez incluiu todo o subcontinente da Índia.

“A estátua de Buda com traços Negróides é encontrada em toda a Índia, que mostra que uma raça de cabelos de lã [woolly haired], uma vez reinou lá” (Dury, Vol. 1). Assim, o nome caeruleus, embora Sânscrito Indiano, é uma palavra Africana emprestada.

Prova adicional da origem Africana de caeruleus pode ser encontrada na obra do grande historiador Africano, Cheikh Anta Diop (1978), na Unidade Cultural da África Preta [The Cultural Unity of Black Africa], a respeito dos primeiros Africanos colonos da Grécia. Diop afirma que, “Danaus tinha uma esposa chamada Ethiopis e uma filha Celeno, cujo nome significa Preto (a filha de Atlas também tinha o mesmo nome). Celeno teve um filho de Netuno chamado Celenus. Celenus, filho de Phylos, é a base para os antigos cultos lendários de Pelopinnosus. Perseus, o rei de Argos, tinha um neto Celesus (Celena era também a filha de Proteus), o Rei do Tiryus.

A palavra Sânscrita Indiana coeruleus é derivada do Antigo nome Etíope, Celeno, o que significa Preto. Esta é mais uma prova da origem Etíope da palavra, porque os gregos tomaram emprestadas suas figuras mitológicas dos Etíopes (Jochannan 1974, 1980).

O Dr. Ben Jochannan encontrou, “Hercules, a quem os Gregos admitem ser um dos Deuses, era de origem Etíope”.

Certamente, no estudo histórico do Ponto Preto, locus coeruleus é um dos assuntos mais importantes para explorar. Locus coeruleus significa literalmente Ponto Preto. Nós temos revisado as evidências de que coeruleus é um nome Indiano Sânscrito emprestado dos Etíopes na Índia e que veio da palavra Etíope CELENO. Assim, somos deixados com esta evidência extraordinária que os antigos Africanos estudaram a anatomia do cérebro e nomearam este crítico local do cérebro coeruleus.

Celano, por causa de sua aparência e função, estava simbolicamente em linha com outras evidências de pesquisas do tempo. Como a ciência ocidental investiga o locus coeruleus, cada vez mais evidências biológicas emergem que suportam diretamente o antigo conceito Africano que coeruleus é uma porta Ponto Preto para o inconsciente coletivo.

O locus coeruleus é preto porque contém grandes quantidades de melanina, o mesmo químico que produz a cor da pele (Amaral 1977, 1978). Suas células fornecem o princípio de suprimento nervoso noradrenérgico [provides the principle noradrenergic nerve supply] para muitas áreas do cérebro, córtex cerebral, hipocampo, giro do cíngulo, amígdala e as áreas que formam a maior parte do córtex límbico.

O locus coeruleus também fornece parte da noradrenalina [norepinephrine] encontrada em outras áreas do cérebro, como o hipotálamo, tálamo, e habenula (profundo da pineal) [deep pineal], cerebelo inferior do tronco cerebral e da medula espinhal
(Kobayashi, 1975).

É importante ressaltar que o locus coeruleus afeta a memória, como seria de esperar, porque melanina afeta a memória.

O locus coeruleus é normalmente envolvido no processo de delimitação temporal do período de susceptibilidade da memória recém-formada. Um mau-funcionamento do locus coeruleus pode resultar em uma profunda extensão do período normal de susceptibilidade da memória recém-formada para produzir [to ECSproduced]  amnésia    (Zorentzer, 1976).

Uma evidência adicional do papel do locus coeruleus como uma porta de entrada para o inconsciente coletivo está presente na evidência biológica de que o locus coeruleus é o ponto mais alto em um todo preto trato nervoso de neuromelanina que vai do tronco cerebral para a medula espinhal.

Olszneki (1964) mapeou o tronco cerebral e encontrou 12 locais do cérebro contendo células pigmentadas (melanina). Trata-se da substância negra [substantia nigra] com seus associados núcleo brachialis pigmentoso e núcleo paranigralis.

Os outros nove núcleos são ou parte de uma coluna de neuro-melanina [part of a neuro-melanin column] ou adjacentes à coluna de neuromelanina que Bazelon (1967) encontrou.

Marsden (1961) e Scherer (1939) descobriram que melanina está presente no cérebro de todos os animais, com o grau de pigmentação aumentando à medida que se sobe na escala evolutiva.
Os mamíferos têm o maior grau de pigmentação dentre todos os animais e os primatas têm a maior intensidade de pigmentação do cérebro entre todos os mamíferos.

Com primatas, quanto maior o tipo de organização evolutiva do cérebro ou o mais próximo do tipo humano, maior o grau de pigmentação no cérebro (Cotzias, 1974).

Scherer (1939) relata que em humanos, a intensidade da pigmentação do locus coeruleus era a mesma que aquela encontrada na substância negra [substantia nigra]; pigmentação profunda de melanina [deep melanin pigmentation].

Isto estava em contraste com o tipo primata mais próximo do humano, o chimpanzé, no qual a substância negra é altamente pigmentada, mas o locus coeruleus é muito menos pigmentado.

Assim, todos os animais têm um núcleo interno de melanina nos seus cérebros. Todos os seres humanos possuem esta Preta evidência no cérebro interno da sua comum origem Preto Africana.

O todo Preto trato nervoso de neuromelanina do cérebro é uma prova profunda de que a raça humana é uma raça Preta, com muitas variações de Preto, do Preto-Preto para o Preto-Branco, todas internamente enraizadas em um vasto mar de negritude [balckness] cerebral.

Uma das chaves críticas que distinguem o homem de todos os outros animais é esta presença de intensa negritude [blackness], pigmentação de neuromelanina do locus coeruleus, Ponto Preto, o mais superior centro de pigmentação, a porta que se abre para um todo-preto salão da negritude [all-Black hall of blackness], O trato nervoso de “Amenta” Neuromelanina.

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PONTO  PRETO  ECTODERME  PRETA,  PORTA PARA O TEMPLO

Há apenas uma raça de humanos neste planeta terra, a Raça Preta, com muitas nuances de Preto. Assim como há registros escritos e geológicos do passado da humanidade,  também há registros biológicos e mentais da origem das humanidades.

Depois que o esperma masculino fertiliza o óvulo feminino, ele se divide e se multiplica para formar um primeiro grupo de células, blástula, a partir do qual a criança feto irá desenvolver.

Esta primeira blástula contém três camadas, ectoderma exterior, e camada interna ectoderma e mesoderma. Cada parte do corpo tem a sua origem numa destas três camadas de células. A camada exterior do ectoderma contém melanina em toda a sua camada mais exterior (Pearse, 1976).

Pela 28ª hora após a fertilização concepção do óvulo, a ectoderma começou a invaginar para o interior do aglomerado de primeiras células fetais para formar um tubo longo.

Fundamentalmente, este tubo neural desenvolve-se na medula espinal, a extremidade do tubo, (o ponto médio da crista neural) o cérebro, e células ao longo do seu comprimento evoluíram em melanócitos e todas as glândulas endócrinas: pineal, pituitária, adrenal, mastócitos, hipotálamo, tireóide, paratireóides, pâncreas e muitas outras glândulas encontradas no estômago, intestinos, pulmões e trato intestinal (Roost, 1969; Welborn, 1974, 1977).

A.G.E. Pearse (1974, 1969) redescobriu o fato fundamental que a grande maioria das células produtoras de peptídeos hormonais ao longo da série APUD [Amine Precursor Uptake in Decarboxilase] (Captação e descarboxilação dos Precursores de grupos Amina) compartilham suas distintivas características cito-químicas e ultra-estruturais.

Mais uma vez, todas as células produtoras de hormônios desta série de células APUD se originam da melano- “As células APUD derivam seu nome das letras iniciais de seus três primeiras e mais importantes propriedades, a saber: (1) um alto teor de Amina, (2) a capacidade de absorção dos Precursores de Amina, e (3) a presença do aminoácido descarboxilase para a conversão dos precursores de aminoácidos para aminas. ”

É preciso saber que as aminas envolvidos são tais produtos químicos clássicos como dopamina, norepinefrina, triptamina, e epinefrina, todos os precursores cujo produto final do metabolismo é a melanina.

Outra, das aminas encontradas em tais células é
5-HT, 5 hidroxitriptamina ou serotonina. Esta amina é a precursora para melanina, um hormônio chave da glândula pineal.

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PONTO PRETO  MELANÓCITO  PORTA PARA O TEMPLO

O melanócito é uma célula de pigmento, encontrada na pele que produz o pigmento preto melanina, ou cor da pele.

Nossa pele é um órgão que cobre todo o corpo. A luz solar direta, inicia a produção de melanina, ou cor da pele. Em seguida também, melanócitos, embora encontrados na pele, originam embriões logicamente a partir da crista neural, uma primeira estrutura pré-fetal que depois evolui para o cérebro, e mais tarde migram para locais da pele.

Assim, o melanócito é uma modificada célula nervosa que em termos de estrutura será semelhante a uma célula nervosa na aparência com forma celular dendrito axônio.  [with dendrite axon cellular shape]

O melanócitos é um exemplo de um nervo que transmite informação através de hormônios sanguíneos mensageiros de longas distâncias comparado com os nervos neurotransmissores de curto alcance que são tão típicos de formas de informação elétrica transferida pelos nervos (Pearse, 1973; Pathak; Blois, 1969; Filators de 1976 ; Schneider, 1975; Riley, 1972; Wassennann, 1974; Edelstein, 1971).

O melanócito pode liberar seu hormônio, a melanina, por dois caminhos diferentes. Uma maneira é através de injeção direta de melanina em células da pele à medida que crescem para fora da profunda camada derme da pele [deep dermis-skin layer] e passam através da camada contendo melanócitos no seu caminho para a epiderme (superfície da pele). Outra maneira é por células brancas do sangue englobando partículas de melanina na pele e, em seguida, voltando para o sistema circulatório de sangue no interior da célula branca, viajando através do corpo, sendo capaz de ser depositada em inúmeros locais, a melanina em circulação [circulating melanin].

O revestimento interno de nossos dois olhos laterais contêm a retina, uma estrutura que contém ambos, cones e bastonetes.
Os bastonetes [rods] são receptores de órgãos sensoriais que produzem visão em preto e branco, literalmente capturam a luz quando passa através da pupila e atinge a retina.
O bastonete [rod] converte a luz em uma mensagem química que é passada para o nervo óptico no centro da retina, o que por sua vez transmite a mensagem para o cérebro para processamento.

Os cones são os órgãos sensoriais que produzem visão de cores através da captura da luz e convertendo-a na mensagem química que também é passado ao longo do nervo óptico e, em então, o cérebro.

Fundamentalmente, a melanina está presente em toda a retina em uma camada logo abaixo da superfície do bastonete [rod] e do cone contidos na retina, a camada pigmentada da retina.

Quando a luz atinge o bastonete [rod], ela é capturada pelo pigmento visual do bastonete rodopsina, em seguida, muda de forma, de cis (forma-cadeira) para a trans (forma-barco) [from the cis – chair shape – to the trans – boat-shape] e mantendo assim o fóton de luz, e a rodopsina contendo no disco é então derramada , caindo camada de pigmento melanina mais profunda da retina.

Na camada pigmentada da retina, o fóton de luz é transferido para melanina, trans-rodopina [transrhodopin], muda para forma cis, e em seguida, retorna para o bastonete [rod] para a recepção de nova luz.

A melanina energizada, em seguida, gera uma mensagem eletro-química que passa pelo o nervo óptico e, em seguida, o cérebro.

Acredita-se a visão de cores produzida pela retina também depende de uma relação semelhante com a melanina da retina. Estes eventos químicos da melanina da retina acontecem em menos do que uma pequena fração de um segundo. Todos os olhos humanos contêm melanina da retina, sem a qual, alguém seria permanentemente cego.  Luz, (visão) é literalmente nascida de escuridão,  melanina. (Path, 1978; Nettle ship, 1909; O’Donnell, 1978; Creel, 1978).

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PONTO PRETO NÚCLEO DO OUVIDO INTERNO , PORTA DE ENTRADA PARA O TEMPLO

[BLACK DOT  INNER EAR NUCLEUS , DOORWAT TO THE TEMPLE]

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A melanina também está presente no núcleo do ouvido interno. Tem sido demonstrado que a melanina no ouvido interno do feto ajuda a direcionar o crescimento dos nervos do ouvido interno de tal modo que as projeções dos nervos (retinogenic-clostrate), de uma orelha à outra do lado oposto, permitem audição e visão coordenadas.

No entanto, tem sido verificado que existem defeitos de nascimento que não possuem melanina do ouvido interno, albinismo ocular humano, albinismo ocular ligado ao sexo e albinismo ocular hereditário autossômico recessivo.

Donald Creel (1980) relata: “No entanto, ambos os tipos de albinos oculares têm congênita acuidade visual reduzida (20 / 400-20 / 50) e hipopigmentação da uréia e pigmentados epitélio da íris, corpo ciliar, e retina.

Como resultado, os humanos albinos têm um ponto cego de 20 graus em suas áreas temporais e nistagmo, e vibração constante dos olhos, porque ligações nervosas pobres induzem má circulação entre ambos os olhos e ouvidos.

Da mesma forma, foi demonstrado que humanos albinos têm assimetria dos hemisférios [hemisphere assimetry] em ouvir sons como um resultado do fraco desenvolvimento do núcleo abduceno [abuducens nucleus] no cérebro.

No entanto, assim como o modelo [blue print] da semente de melanina no ectoderma se torna o padrão a partir do qual a medula espinhal do cérebro e glândulas endócrinas evoluem, assim os olhos e os nervos dependem da melanina do ouvido interno para traçar o padrão e direção correta de crescimento. (Peterson, 1980; Creel, 1978)

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MELANINA  PONTO PRETO , PORTA DE ENTRADA DA MEMÓRIA PARA O TEMPLO
[BLACK DOT MELANIN,  MEMORY DOORWAY TO THE TEMPLE]

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A entrada para o templo Africano (que era o símbolo de nascimento ou criação no corpo-mente humano) [human mind-body], era através de uma entrada margeada por duas colunas, dois obeliscos ambos encimados por pretos pyramidions (Jochannan 1980;. Schwaller; 1964 Muller;. Thompkins. 1971; James, 1976).

Estes dois obeliscos na entrada do templo Africano simbolizavam os dois opostos básicos da natureza – Y e B; masculino e feminino; ativo. Passivo ou positivo, negativo.

Pathak (1972) relata, “Pigmentação de Melanina, que segue a exposição da pele à radiação solar (luz do sol) é conhecida por envolver dois processos foto biológicos distintos. O primeiro é imediato escurecimento de pigmento, bronzeamento. Ou pigmentação direta. O segundo é descrito como formação de novo pigmento, melanogênese “Na verdade, Melanina é preta por causa de suas propriedades físicas exclusivas que permitem que ela seja um excelente condutor ou semicondutor elétrico.

Melanina é preta porque absorve luz, cores ou energia (Blois 1969; Filators, 1976). Na verdade, Melanina responde a crítico campo elétrico aplicado, alterando a sua condutividade.  A resposta cai em duas categorias, entrada e comutação de memória.

Entrada de comutação [Threshold switching] ocorre quando os ciclos de amostra de uma saída [off] (baixa condutividade) se movem para um estado de entrada [on] (alta condutividade) em um campo elétrico crítico. E retornam para o estado desligado [off state] quando o campo elétrico é removido.

Comutação de memória. Por outro lado, refere-se a uma amostra que permanece no estado ligado [on state], quando o campo é removido, mas pode ser restaurada para o estado desligado [off] por campos elétricos ou correntes maiores.

Ambos, Entrada e pseudo comutação de memória têm sido relatados em melanina. O estado da memória é reversível.

Destruído por aquecimento acima de 110 Co. Sugerindo a existência de um estado de memória verdadeiro (Filators. 1976).

O Ponto Preto [Black Dot]. É a porta de entrada para o inconsciente coletivo, a porta através da qual o caos, a hierarquia das energias, Deus. Macrocosmo. Passa através para se tornar a mente humana individual. (macrocosmo Ptah).

Outro exemplo do papel da melanina no funcionamento conjunto da memória pode ser visto no relatório de que o DNA, o próprio, um modelo biológico fundamental para a vida tem sido encontrado como sendo diretamente ligado a grânulos de melanina (Schneider. 1975).

Mais uma vez, há um crescente corpo de pesquisa biológica, que mostra como o inconsciente coletivo é gravado em nossas mentes. Uma porção de nossas mentes está claramente ligada a nossos cérebros. O cérebro humano tem evoluído de forma sistemática a partir de ancestrais animais: primata, mamífero, réptil. Anfíbio. Peixe. Organismos unicelulares. De fato. MacLean (1970) observa que o córtex cerebral humano é a camada mais nova cérebro sobreposta [super-imposed] às anteriores estruturas do cérebro de mamíferos e répteis. É importante salientar. No momento da concepção e durante os primeiros dias seguintes, todos os embriões animais se mostram incrivelmente parecidos, com o feto humano passando pelas formas ancestrais biológicas anteriores do peixe através de mamíferos, e está na camada mais antiga do cérebro, o tronco cerebral [the brain stem]. No qual as pretas vias nervosas são encontradas.

Forrest (1972, 1975) mostra que os defeitos no preto trato de neuromelanina às vezes podem trazer para fora comportamentos que foram uma vez usados pelos ancestrais das humanidades.

Assim, quando consideramos as características biológicas da melanina, a sua capacidade e armazenamento de memória, a sua presença em centros cerebrais antigos, aumento da pigmentação do cérebro em espécies biológicas mais avançadas, e inúmeros relatos de pessoas com imagens de memória detalhadas de conceitos históricos antigos; a evidência é de fato impressionante.

“Sono R.E.M.” Movimento Rápido dos Olhos [Rapid Eye Movement  sleep] (REM), é aquela fase do sono em que os neófitos sonham, e, mais especificamente, eles sonham imagens da memória histórica que vêm dos bancos de memória do inconsciente coletivo no tronco cerebral, preto trato nervoso de neuromelanina (Amenta), e passa pela porta de entrada lócus coeruleus.

O Ponto Preto, todo preto trato nervoso de neuromelanina (Amenta), encabeçado pelo Lócus coeruleus, com múltipla conexão do cérebro superior [multiple upper brain connection] é um caminho crítico seguida pelas imagens da memória inconscientes como elas se movem para cima para se tornarem conscientes.

Hobson e McCarley definiram recentemente o cérebro como um gerador de estado de sonho e têm destacado o grande fluxo ascendente e descendente de imagens de memória do sistema cerebral.

Na verdade, crianças aos seis meses que foram encontrados como possuindo extremo movimento rápido dos olhos (tempestades de REM) [R.E.M. storms] durante o sono foram encontrados como tendo a possibilidade de atraso de neurodesenvolvimento [delay of neurodevelopment].  Ademais, quanto mais se investiga o sistema inconsciente coletivo do sonho [the dream collective unconcious system], mais se é impressionado pelos relacionamentos múltiplos dos sistemas para com melanina.

O hormônio pineal, melatonina, um hormônio cerebral liberado à noite que induz formações de cor da pele, age sobre o sistema de sonho para aumentar a circulação de imagens sensoriais do tronco cerebral para o córtex, inconsciente para a consciência, leitura de memória.

A serotonina, é um hormônio pineal liberado durante o dia, que aumenta o fluxo de imagens da memória a partir dos centros do cérebro (consciência) para inconsciente, armazenamento de memória (Becker, 1981).

O décimo primeiro núcleo pigmentado, logo abaixo do locus coeruleus é chamado a substantia nigra (substância negra) e é assim chamado por causa de sua grande piscina de melanina (Oneda, 1969; Moisés, 1966; Hiroswa, 1968).

Quando há despigmentação ou perda de melanina, as pessoas que são atingidas desenvolvem a doença de Parkinson, uma doença motora debilitante de movimento e pensamento. Esta doença é tratada dando aos pacientes L-dopa, um produto químico que produz melanina e substitui a melanina perdida na substantia nigra.

No entanto, quando o aumento de melanina é dado, os pacientes freqüentemente expressam uma maior gama de sonhos vívidos, gama de cores vivas sonhos, alucinações, ilusões, psicose confusional [confusional psychosis] (Moskovitz), refletindo alagamento do consciente por um fluxo de imagens de memória ascendente.

Na verdade, os principais medicamentos utilizados para tratar a psicose, uma doença em que as pessoas traduzem mal imagens da memória inconsciente, são fenotiazinas [phenothiazines]; medicamentos que são acreditados como trabalhando pelo bloqueio de dopamina (Maclean, 1970). Basicamente, estimulantes e alucinógenos, como as anfetaminas, LSD, DMT, mescalina, todos aumentam melatonina, dopamina e melanina. Enquanto que, tranqüilizantes, tais como fenobarbital, diminuem a melatonina, dopamina e formação de melanina.

Além disso, a melatonina (hormônio pineal que aumenta a melanina quando administrado a pessoas normais) tem sido mostrada como aumentando a sensação de tranqüilidade e de estados de sonho em pessoas capazes de traduzir imagens da memória inconsciente.

No entanto, a uma pessoa que era estável, mas com uma história prévia de psicose ou depressão, quando dado melatonina, expressa dentro de 24 horas um retorno de alucinações de depressão (Carman, 1976).

Em seguida, também, o lócus coeruleus tem sido mostrado como contendo e tendo ligações muito fortes com o sistema de peptídeos opiáceos e opióides de ocorrência natural. Estes são os hormônios de ocorrência natural que podem induzir estados de sentimentos fortes que podem orientar e dirigir consciência (Pimenta, 1972).

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MELANINA  PONTO PRETO,  INCONSCIENTE COLETIVO  PORTA DE ENTRADA PARA O TEMPLO

[BLACK DOT MELANIN, COLLECTIVE UNCONSCIOUS DOORWAY TO THE TEMPLE]

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O locus coeruleus é, literalmente, uma porta cérebral para o inconsciente coletivo. É um centro crítico do cérebro. Que, Quando ativado, começará sono R.E.M., aquela fase do sono em que podemos lembrar os sonhos, a verdadeira revisão de imagens do inconsciente coletivo (Hobson, 1977; Olswezski, de 1954; Scherer, de 1939; Jouvet e Delmorme, 1965; Huang, 1975; Kobayahi, 1975; Redmond, 1976; Moisés, 1966; Van Woert, 1967).

O cérebro sonha continuamente e está constantemente a enviar imagens da memória inconsciente dos mais profundos níveis da mente-cérebro para o córtex para possível expressão consciente.

No entanto, no estudante não iniciado ou neófito, o qual é ignorante de como traduzir antigas memórias Africanas, pode, ocasionalmente, tornar-se consciente ou ciente de tais imagens apenas na fase R.E.M. de “sonho” de sono durante a noite, e eles podem ocasionalmente experimentar flashes intuitivos durante o dia ou noite.

Escravos mentais, treinados para permanecer na ignorância de sua própria Africanidade histórica, permanecem fixos a este nível neófito.

De acordo com o grande líder, o honorável Elijah Muhammad, muitos Africanos estão mentalmente mortos, sem saber [unaware] como usar sua própria mente, inconscientes[unaware] do poder infinito da sua mente; que é muito superior a qualquer computador feito pelo homem.

Diversas correlações fisiológicas de ansiedade e medo conduziram Cannon (1927) a sugerir que elas são mediadas pelo sistema nervoso simpático [sympathetic nervous system].

Maclean (1949), propondo a sua teoria do sistema límbico como o mediador central da emoção, transformou o local anatômico para o mesencéfalo [mid-brain].

Mais recentemente, o locus coeruleus, uma pequena seqüência de células localizada no tomento dorsolateral da ponte [dorsolateral tomentum of the pons] tem sido proposto como outro importante mediador de ansiedade (Redmond, 1974).

Todas estas estruturas são filogeneticamente antigas, sugerindo que a ansiedade em si evoluiu com primeiros ancestrais vertebrados do homem.

Experimentos sugerem uma possível continuidade de funções de advertência ou inibitórias por deste pequeno núcleo no qual o meio do intervalo normal de função (vigilância, cuidado, prudência, guarda, atenção) teria vantagens evolutivas, garantindo que as ameaças fossem respeitadas, e sempre que possível impedidas.

Enquanto que excessiva ou função máxima do lócus coeruleus teria as desvantagens de terror, pânico, medo, ansiedade, medo e, alarme. Função mínima do lócus coeruleus teria as desvantagens “de desatenção, distração, impulsividade, negligência, imprudência e destemor (Redmond, 1974; A Legacy of Evolution, 1981) .. Um excelente exemplo de memória antigo do Ponto Preto que foi retirada do banco de memória do inconsciente coletivo apresentada em um sonho, e associada com medo e pânico, foi relatada pelo psiquiatra Europeu C.G. Jung (1970).
– do Livro da manifestação do dia (Livro Egípcio dos Mortos) –
[O come forth from Horus. I AM Horus, and I fly up and perch myself upon the forehead of Ra in the bows of his boat which is in heaven”
The deceased is said to be the lord of Maat, which the goddess Uatchet worketh.  “1 am the spiritual body of the lord of Maat which is made by the goddess Uatchet.]

O saído de Horus. EU SOU Horus, e eu vôo para cima e empoleiro-me à testa de Ra na proa de seu barco, que está nos céus ”

O falecido é dito ser o senhor de Maat, que a deusa Uatchet opera. ” [1 am] Eu sou o corpo espiritual do senhor de Maat que é feito pela deusa Uatchet.

O exame continuado do nome URAEUS revela que ele é composto das sílabas ou sons U-RAE-US.
O “Rae” relaciona-se com Ra ou o deus Egípcio Ra, o tudo, o Grande Deus. “Us” refere-se a indivíduos humanos, literalmente.
Assim, URAE-US representa o deus dentro de nós.

Em outras palavras, URAEUS representa a capacidade de um indivíduo para utilizar o inato poder divino [innate god-like power] ou conhecimento de todos os símbolos através do desenvolvimento de todos os receptores sensoriais, de tal forma que ele ou ela é capaz de entrar em sintonia com todas as energias, especialmente as rápidas energias espirituais sobre a qual o Deus todo total se comunica.

Robert Hoffstein (1975) definiu várias das idéias orientais por trás da letra U. A energia negativa de “u” refere-se a idéias que são negativas, como visto no prefixo “Un”. Ele representa a idéia sem sentido, conhecimento, a ignorância desconhecida. Por outro lado, a energia positiva da letra “u” refere-se a aquilo que se liga uma coisa à outra, como na palavra unidade [unity].

No geral, nós podemos agora discernir o significado esotérico ou interior da idéia URAEUS. “U” é, ou o que liga, ou aquilo que é desconhecido ou não se liga. “RA” representa Deus, enquanto “US“, literalmente, refere-se a nós, o coletivo cultural dos indivíduos, humanos.

Conhecimento é o processo. A falta de conhecimento da alma, por outro lado, impede a realização dos poderes Divinos [God-like powers] dentro do indivíduo.

Gerald Massey (1974), autor da excelente revisão clássica, Tipologia da Serpente Mítica. Disse em referência à origem do nome serpente, que o nome é pré eminentemente interno Africano.

Abaixo estão duas listas dos nomes das serpentes com base em sua Classi-ficação  [class-sification] (significação de classe).

Não-Africano Snake-Inglês ;
Nachash-hebraico ;
Naga-sânscrito ;
Naya-Árabe ;
Neke e Nakahi-Maori
Nyoka-Kanyika ;
Nyoka-Kabenda Nyoka-Mimboma ;
N yoka- M usentandu ; Nyoka-Kasands

Fig. 1 Uraeus vol. 2

uraeus imagem 2

Na floresta virgem há enxames de macacos. Em seguida, um panorama de brancas geleiras se abre.

Jung interpretou este sonho, “O útero é o centro, o vaso doador da vida (vas).
A linha serpentina que conduz ao vaso é análoga à serpente de cura de Esculápio (Medicina). Ela também é análoga ao tântrico símbolo de Shiva Hindu, o deus latente criativo sem expressão no espaço que, sob a forma de um ponto ou lingam, é cercado três vezes e meia pela serpente kundalini (Uraeus) com a floresta virgem nós encontramos o tema do macaco [ape motif] novamente. O presente sonho termina com o panorama de brancas “geleiras”, lembrando o sonhador de sonhos anteriores de que ele contemplou a Via Láctea e estava tendo uma conversa sobre imortalidade.” Em primeiro lugar, o sonho e a interpretação deram grande evidência de suporte ao símbolo universal do Ponto Preto [Black Dot], e sua vasta história, mesmo na literatura Européia. Quanto ao Ponto Preto, o vaso (nave) [vessel], útero ou vas, Jung relatou;

“O centro da mandala é muitas vezes referido na literatura alquímica como o vas. Corresponde à salyx do lótus Indiano, a sede e local de nascimento dos deuses. Isso é chamado de Padma, um termo que denota feminilidade e corresponde ao Yoni. Na alquimia, o vas é freqüentemente visto como o útero, onde a ‘criança’ é gestada.
Na Ladainha de Loreto, Maria é falada três vezes como o vas (Vas spirituale, Honorável e insigne devoções) e na poesia medieval ela é chamada de: Flor do mar’, que abriga o Cristo.”

Em segundo lugar, as referências mais antigas de Jung para interpretar o sonho foram a Grega serpente de cura Esculápio e a Indiana serpente kundalini. A serpente kundalini, ou Uraeus foi mostrada sendo uma energia criativa que passava pelo Ponto Preto, útero, porta de entrada para a vida. Por referência à nossa discussão anterior podemos resumir que ambas as referências ao relacionamento da serpente com o Ponto Preto, tanto Grega quanto Indiana, foram retiradas de ainda mais antigos cientistas Africanos que antecederam ambas as civilizações.

Em terceiro lugar, por não estar ciente de sua própria antiga fonte Africana, Jung foi incapaz de traduzir a geleira e o enxame de macacos representados nos sonhos. Faltava-lhe uma consciência Africana que teria ajudado sua paciente em aceitar o seu próprio banco de memória inconsciente coletivo. Para isso, ela teria sabido que seus ancestrais Europeus, que eram Africanos, migraram da África para as florestas Européias e então, passaram por várias mudanças em uma tentativa de se adaptar às condições glaciais.
Para a paciente continuar o processo de individuação, significava que a ela teria de recuperar o antigo conhecimento Africano perdido.
Para aceitar essa parte de si mesma, a sonhadora tinha de aceitar sua própria negritude [her Black self] histórica em vez de distorcer e rejeitar enxames de antigos ancestrais Pretos como enxames de macacos.

Por último, o sonho tomou lugar por causa dos intactos nascidos Pretos tratos nervosos e hormônios nervosos da sonhadora, o registro biológico indelével das raízes Africanas comuns da humanidade.

“A entrada para a Grande Pirâmide (Amenta, mente inconsciente) era encoberta por uma laje móvel [movable flagstone that turned on a pivot] que virava em um pivô, que ninguém, além dos iniciados podia detectar. Assim Horus [Horns] (visão interior) era a porta na escuridão, o modo retratado pelo manas em morte (transformação).

Aqui está o mistério: Como entrar onde não há porta e o caminho é todo desconhecido? é explicado ao manas como a assistência Divina é para ser obtida. Quando as tensões da vida na Terra são apagadas, a força é dada.  Forjando a entrada onde não há porta e naquele poder o manas penetrava com, ou, como deus.”

Era através do uso das Dez Virtudes, Confissões negativas, e Sete Artes Liberais (King, 1978; James, 1976) que o coração era desenvolvido, o núcleo do dedo emocional que puxa conhecimento do inconsciente coletivo.

Um coração forte trará um forte caráter de personalidade e bem afinado radar emocional. Considere e inicie o uso diário das Dez Virtudes; duas das quais são Coragem – Liberdade de ressentimento;
e Eficiência – Preparação para a iniciação em todos os momentos.

Ponto Preto é um antigo símbolo Africano para negritude [blackness], a semente e arquétipo de toda a humanidade. Ponto Preto é a porta escondida para o inconsciente coletivo, banco de memória ancestral para todos.

Ponto Preto representa a origem Africana de toda humanidade; pois todos Europeus, Latinos e Asiáticos vieram dos mesmos parentes ancestrais Africanos. A humanidade pode diferir com variações de cor (melanina da pele), mas todos nós estamos enraizados em negritude de neuromelanina e hormônios Pretos [we are all rooted in neuromelanin, Black hormone blackness].

O Renascido Mestre Preto de hoje deve aceitar sua Negritude [Blackness], e ser inspirado a criar níveis de gênio, beleza, e repousar sobre o fluxo harmônico de ressonância das pirâmides [rest upon in resonance harmonic flow from the pyramids].

Uraeus é um símbolo da energia de transformação da alma.
Ponto Preto define a porta escondida, através da qual a energia transformante da alma do Uraeus passa.

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O OLHO DE HORUS / TETRAGRAMMATON

Olho de Horus - tetragrammaton2

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Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 2 – PONTO PRETO … SEMENTE PRETA –
– Arquétipo da Humanidade –  pg. 10 – 15 –

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7 respostas para Dr. Richard King M. D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – Capítulo 2 –

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