Dr. Richard King M. D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – Capítulo 6 –

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Dr. Richard King M.D.

Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 5 – URAEUS: Da Escravidão Mental para a Mestria III
 Chapter 5 – URAEUS: From Mental Slavery to Mastership III
pg. 30 – 33

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Capítulo 6

URAEUS :  Da Escravidão Mental para a Mestria III

URAEUS: From Mental Slavery to Mastership III

A glândula pineal-Uraeus é o terceiro olho, boa serpente e chave para a mente inconsciente. É a chave para um nível de consciência, visão e compreensão que se torna cada vez mais operativo durante a ascensão de um indivíduo a partir de níveis mais baixos de escravidão mental [lower levels of mental slavery]  (desconhecimento ou ignorância, inconsciente não-desenvolvido) para níveis superiores de mestria [higher levels of mastership].

Um estudo da relação glândula pineal-Uraeus claramente revela altamente avançado antigo e Africano conhecimento científico de anatomia pineal: Era entendido que a anatomia pineal era significativamente influenciada por luz solar, escuridão, o inconsciente, ascensão e negritude [blackness], melanina ou cor da pele.

Na remoção das cadeias de escravidão mental, é essencial que se conheça a história das realizações científicas Africanas [history of African scientific achievements].

Ciência é conhecimento. Um escravo tem pouco conhecimento e, conseqüentemente, está menos no controle de sua própria vida
[is less in control of his or her own life], dominado por outros e o ambiente imediato.

O escravo mental de ascendência Africana de hoje tem medo da ciência, temeroso de que ele ou ela não tenha o poder da mente para obter e utilizar tal conhecimento. O escravo mental de ascendência Africana de hoje ainda acredita no Europeu, o qual promove tais mentiras, tais como “‘ciência Européia é a mais avançada que o mundo já viu’, ‘o estilo lógico europeu é melhor para o estudo científico enquanto o estilo intuitivo, e mente espiritual do Africano é inferior ou incapaz do mesmo.’”

O escravo mental de ascendência Africana de hoje não tem consciência da vastidão do Legado Roubado, sem saber que a fonte da chamada ciência ocidental é Africana.

Talvez, um pouco do medo que Africanos têm em estudar ciência é que a ciência nas escolas Européias é geralmente super-concentrada na abordagem lógica. O estudante Africano sente a ênfase na lógica em negligência do sentimento; um fato que é ainda mais preocupante naquilo que a abordagem intuitiva de sentimento é o núcleo da essência Africana [the feeling-intuitive approach is the core of African essence] (King, Lewis, Dixon, Nobles, 1976).

Ciência Africana enfatiza uma abordagem holística, uma combinação de sentimentos e lógica, material e ideal, e o científico e religioso.
Ela, de fato, verdadeiramente, dá material e prova de conceitos religiosos / espirituais.

O cientista Africano, primeiro sente intuitivamente e então o tempera com o que ele/ela sabe logicamente, ao passo que o Europeu primeiro pensa logicamente e, em seguida, ignora seus sentimentos.

Para quebrar a barreira da escravidão mental hoje, aqueles de ascendência Africana têm de aprender a verdade das grandes antigas realizações científicas Africanas e, assim, vir a perceber que, sem dúvida, eles [hoje] têm o poder do cérebro para continuar na mesma linha [they have the brain power to continue in the same vein].

É importante ressaltar que a relação Uraeus-pineal revela antiga ciência Africana como sendo tão avançada quanto, se não além da ciência ocidental de hoje nas áreas de anatomia, química, fisiologia, psicologia, sociologia, educação, astrofísica, astronomia, física e biologia.

Como mencionado, ciência Africana Antiga difere da ciência ocidental de hoje, naquilo que a primeira colocava uma forte ênfase nas idéias de religião, espiritualidade e psicologia. Para o Africano, ciência e religião eram um, assim como a mente e o corpo eram um só.

Ciência Africana usavo não apenas medidas lógicas para medir observações científicas, mas também emocionais, intuitivas e espirituais.

A Ciência africana definia como “melhores” aquelas relações (condições mentais) entre a alma (self) e o meio ambiente que transformava ambos. Durante essas transformações pessoais os cientistas Africanos tornaram-se mais sensíveis e mais capazes para tornar idéias inconscientes ocultas conscientes. Assim transformados, [So transformed] os cientistas Africanos experimentavam o céu na terra através de uma ascensão a um nível superior de consciência em que eles experimentavam freqüentes “melhores” emoções (elevações espirituais) [spiritual highs] e “melhores” idéias (iluminação, idéias inconscientes levantadas).

Juntas, as “melhores” emoções e “melhores” idéias permitiam aos cientistas transformados estar em contínua harmonia e ritmo com suas almas individuais e o meio ambiente.

Eu sou Horus
Eu tenho saído do Olho de Horus (Uraeus-Glândula Pineal).
Eu sou Uatchet que tenho saído de Horus.[Horns]
Eu sou Horus e eu vôo para cima e empoleiro-me à testa de Ra na proa de seu barco que está nos céus.

Esta referência sugere que a chave para o céu poderia ser encontrada na testa, onde está a glândula pineal ou Uraeus.

Fig. 6 – O Santuário de Tut-Ankh-Amun, Piankoff, Alexander

figura 6 - piankoff melhor

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CONHECIMENTO AFRICANO DO RELACIONAMENTO DA PINEAL COM A LUZ SOLAR E A ESCURIDÃO

[AFRICAN KNOWLEDGE OF THE PINEAL RELATIONSHIP TO SUNLIGHT AND DARKNESS]

Fisiologicamente, a operação e função da glândula pineal está diretamente relacionada com a luz solar e escuridão (Wurtman, 1977; King, 1977). Durante a escuridão a pineal libera o poderoso hormônio melatonina, uma substância química relacionada com a função cerebral (Cannan, 1976). A melatonina é liberada no cérebro em oito intervalos entre os horários de 23:00 e 07:00, as horas de escuridão. Mais uma vez, há inúmeras referências Africanas para a relação da pineal à luz solar, escuridão, e as horas do dia.

Se alguém sabe que o sol foi nomeado Ra, então, pode-se apreciar este fato (Budge, 1967), “Ela (Uatchet, Uraeus ou Pineal) se levanta [riseth up], no lado esquerdo da tua cabeça durante todas e cada hora do dia, assim como Elas fazem para seu pai Ra (o sol).”

Uma referência importante está presente em Gênesis 32:31:

“E como ele (Jacó) passou Peniel o sol se levantou sobre ele, e ele coxeava de uma perna.”

Não é de estranhar que a Bíblia está intimamente relacionada com a África e a ciência Africana. O grande historiador Africano Dr. Yosef Ben-Jochannan tem claramente apontado que o Cristianismo e a religião Africana estão uns para os outros como uma criança está para os seus pais. O cristianismo foi derivado de religião Africana.

O Dr. Ben Jochannan oferece uma riqueza de informações sobre este assunto em, A Religião do Homem Preto e Extratos e comentários da Santa Bíblia Preta, O Clero Preto Sem uma Teologia Preta, Nós os Judeus Pretos, A Origem Africana das principais religiões ocidentais.
[The Black Man’s Religion and Extracts and Comments from the Holy Black Bible,The Black Clergy Without a Black Theology, We the Black Jews, The African Origin of the Major Western Religions.]

Outra crítica visão [critical insight] sobre a relação entre religião Africana e Cristianismo é encontrada no livro, Legado Roubado [Stolen Legacy], por George G.M. James:

A Roma Antiga, através dos decretos de seus imperadores Teodósio no quarto século d.C. e Justiniano, no sexto século d.C. aboliu os Mistérios do Continente Africano; que é o antigo sistema de cultura do mundo. As mais elevadas doutrinas metafísicas daqueles Mistérios não podiam ser compreendidas; os poderes espirituais dos sacerdotes eram insuperáveis; a magia dos ritos e cerimônias preenchia as pessoas com admiração; O Egito era a terra santa do mundo antigo e os Mistérios eram a única, antiga e santa religião Católica, cujo poder era supremo. Este sublime sistema de cultura das pessoas Pretas enchia Roma com inveja, e conseqüentemente ela legalizou o cristianismo, o qual ela esteve perseguindo por longos cinco séculos, e o estabeleceu como uma religião de estado e como um rival dos Mistérios, sua própria mãe. Este elevado sistema de cultura das pessoas Pretas é desprezado; porque eles são todos descendentes dos Mistérios Africanos, os quais nunca foram claramente entendidos pelos Europeus, e conseqüentemente, provocaram seu prejuízo e condenação.

A relação entre Uraeus e luz solar é mostrada em uma tabela hieroglífica da tumba do Rei Tut, que retrata uma serpente colocando luz solar (espectro de cores do arco-íris) na testa pineal, e uma estrela (sol) envolvida em uma operação semelhante (Fig. 7).

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figura 7 - conhecimento Africano pineal negritude
CONHECIMENTO AFRICANO DO RELACIONAMENTO DA PINEAL COM A NEGRITUDE/MELANINA

Muitos africanos acreditam no conceito do submundo [underworld] ou Amenta. Tudo o que era do submundo era pintado de Preto. O nome moderno para o submundo [underworld] é a mente inconsciente.

A glândula pineal, através de seus hormônios serotonina ou melatonina, é uma chave para o inconsciente (Carman, 1976; King, 1967; Moskovits, 1978; Schneider, 1975; Filators, 1976; Forrest, 1975; King, 1977). Ela abre a mente inconsciente e a torna acessível ao aspirante.

Uraeus, a glândula pineal, capacita a pessoa a utilizar o olho de Horus para vislumbrar o inconsciente; assim expandindo enormemente sua compreensão ou nível de consciência.

Recentes descobertas por cientistas Ocidentais [Western scientists] descobriram que o hormônio pineal melatonina produz mudanças extraordinárias na mente. A magnitude destas alterações é dependente da sensibilidade do indivíduo. Quando melatonina foi dada a “pessoas normais, elas experimentaram um aumento de tranqüilidade, sono ou sonhos. Quando melatonina foi dada a pessoas “psicologicamente anormais” elas experimentaram um retorno de depressão ou esquizofrenia.

Como sono e sonhos são a estrada real para o inconsciente, a forma em que a glândula pineal produz chaves químicas para desbloquear o inconsciente deve ser mais aparente.

Fig 8 - osiris penis 3
Fig. 8  Textos e Representações Religiosos Egípcios
[Fig. 8 Egyptian Religious Texts and Representations, vol. 3]

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Mais importante ainda, a relação do Uraeus-pineal com a cor da pele é encontrada no hormônio pineal melatonina liberado durante a escuridão. A melatonina é também um hormônio que controla a produção de melanina (cor preta) na pele. Com isso em mente, podemos, talvez, ter uma maior apreciação pelo desenho Africano de uma múmia preta se movendo para o submundo Preto [Black underworld] de Amenta-químicos pretos (hormônio do Uraeus pineal melatonina) desbloqueando a porta de entrada para o inconsciente. É também de interesse que a múmia é mostrada com um pênis preto ereto. Uma possível explicação para este fator pode ser o fato de que os órgãos sexuais, masculino ou femininos, sendo uma das partes mais escuras do corpo, deve conter a maior quantidade de células de pigmento preto, melanócitos.
Durante a fase dos sonhos, quando peniana (serpente) ereção ocorre em homens e clitoriana(serpente) ereção ocorre em mulheres, é apenas um processo natural durante as horas de escuridão, durante as horas em que a melatonina está ativamente sendo secretada para o cérebro ou durante aquelas horas que a ciência Ocidental tem rotulado como ‘Sono R.E.M.’ (ou seja, aquela porção do sono em que o indivíduo, através de sonhos, olha para dentro do inconsciente) [peers into the unconscious].

Fig. 9 Uraeus, Vol. 3

Fig 9 Uraeus

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CONHECIMENTO AFRICANO DA IMPORTÂNCIA DA MENTE, INCONSCIENTE, SÍMBOLOS E MITOLOGIA

[AFRICAN KNOWLEDGE OF THE PINEAL RELATIONSHIP TO THE PROCESS OF TRANSFORMATION AND ASCENCION FROM SLAVERY TO GODHOOD]

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Antiga Ciência Africana também definiu o Uraeus, Pineal ou Serpente na cabeça (cérebro) como uma chave para a própria divindade individual e poderes ilimitados.
[Ancient African science further defined the Uraeus, Pineal or Serpent in the head (brain) as a key to one’s own individual godhood and unlimited powers].

Em Gênesis 32:27-32, foi no lugar chamado Peniel (glândula pineal) que Jacó (um escravo mental, habitando em ignorância, simbólico do subdesenvolvido inconsciente) conheceu o anjo de Deus (Mestria, conhecimento infinito) [mastership, infinite knowledge]. Durante a luta que se seguiu, ele subiu de seu antigo estado de consciência inferior e foi transformado em Israel (Eu Superior). Foi em Peniel que Jacó viu Deus face a face e sua vida foi renovada:

“E Jacó chamou o nome daquele lugar Peniel, porque Eu tenho visto Deus face a face, e minha vida foi preservada” (Gênesis 32:30).

O Céu era acreditado estando na cabeça. Assim, um nível superior [higher level] de consciência era para ser alcançado utilizando a glândula pineal para desbloquear o inconsciente, afetando uma relação harmônica entre o eu e ‘si-próprio’ [self] o ambiente (escuridão-luz) [darkness-light].

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CONHECIMENTO AFRICANO DA IMPORTÂNCIA DA MENTE, INCONSCIENTE, SÍMBOLOS E MITOLOGIA

[AFRICAN KNOWLEDGE OF THE IMPORTANCE OF THE MIND, UNCONSCIOUS, SYMBOLS AND MYTHOLOGY]

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Africanos também estudaram mitologia, fábulas em um nível exotérico que contêm fórmulas escondidas em um nível esotérico. Mitologia fornece uma pista sobre o relacionamento particular que um símbolo ou idéia deve estabelecer com outras idéias relacionadas antes que uma síntese possa ocorrer.

Síntese é a chave para a ascensão. Um exemplo de um tipo particular de síntese pode ser visto no mito Africano de Osíris, Isis e Hórus, bem como em sua contraparte cristã, a de José, Maria e Jesus.

Osíris representa o lado esquerdo do cérebro hemisfério cortical masculino (lógica). Isis representa lado direito do cérebro hemisfério cortical feminino (intuição). A criança Horus [Horns] foi produzida pela união ou síntese de Osíris e Ísis e exemplifica um equilíbrio entre sentimento e lógica.

A Mitologia humana começou com a serpente, uma imagem arquetípica poliglota de Deus. A raça humana, tendo se originado na África, migrou através do mundo todo. Cada onda migratória levou com ela uma forma comum de mitologia de serpente [Each migratory wave carried with it a common form of serpent mythology].
O livro, Serpente Rodeada [Encircled Serpent]. por M. Oldfield Howey, contém muitos registros da história da mitologia da serpente.
A partir deste livro se pode rever vários dos mitos sobre serpente:

Thoth, também conhecido como Athoh. Thaut ou teuth, fundou as primeiras colônias neste país, após o dilúvio. e ensinou ao egípcio a adorar Kneph. o espírito original. permeando toda a criação, sob o símbolo de uma serpente.

Thoth era simbolizado como uma serpente, e foi nomeado Hermes- Trismegisto pelos Gregos, e Mercúrio pelos Romanos (Howey, 1955).

Nós podemos encontrá-lo como Buda na Índia; como Zoroastro na Pérsia; Osíris, no Egito; Thoth na Fenícia (África); Hermes ou Cad mus, na Grécia, e Odin na Escandinávia.

Faraós,[Pharoahs] Phra ou Aphra é dito ser composto de Aphe, . “Serpente”, e Ra, o sol, do qual eles descendem.

Mitologia indiana centra ao redor de Krishna, uma encarnação de Vishnu, Deus Sol, que entrou no rio Yamuna, casa da terrível serpente Kayla (espírito maligno com mil cabeças) e envolveu-se em grande combate com a serpente. A serpente entrelaçou-se sobre o corpo de Krishna, mas a criança divina tornou-se tão grande que Kayla teve que soltá-la permitindo a Krishna arrancar as cabeças da hidra, uma por uma.

No budismo. dois dragões são fabulados, tendo descendido das nuvens para banhar, o bebê divino. Sakya Budda no seu nascimento. Um deles foi brotando água morna e o outro fria. Ele foi adereçado por seus discípulos como Mahanago. ou Grande Serpente Naga.
Mesmo no tempo dos peregrinos Chineses, Budistas Sramanas estavam adorando a serpente Naga, e celebrando o ritual nos Templos da serpente Naga.

Entre os Astecas, ele foi nomeado Quetzacoatl, a Serpente, e foi considerado como uma encarnação do “Filho da Serpente” [“Serpent Son”], a serpente emplumada era seu símbolo.

Até hoje os índios Hopi do México simbolizam o Sol como uma serpente com a cauda em sua boca.

A tribo Warramunga da central norte da Austrália, conceberam uma enorme serpente totem mitológica, o pai de todas as cobras. Ele vive em um poço [waterhole], e ([ofendido, pode emergir para destruir os seres humanos, por isso deve ser tratado com grande respeito.

O tema central dos mitos sobre serpente em culturas em todo o mundo reflete seu comum pai e germe central, o mito de serpente Africano de Osíris.

O Deus Sol foi também nomeado Osiris e na mitologia Africana era dito ter sofrido uma morte cruel na terra, mas por seu poder divino ressuscitou em um corpo glorificado. Este mito funcionava a dar aos Egípcios a sua crença na ressurreição. O periódico abandono da serpente de sua pele velha forneceu uma ilustração sobre esta alegoria.
Novamente, é importante lembrar que Uraeus, a serpente, a glândula pineal, também é chamada o Olho de Horus.

É importante lembrar que a glândula pineal está na linha média entre o hemisfério cortical esquerdo e o hemisfério cortical direito.

A pineal desenvolvida estabelece um equilíbrio [balance] entre as partes feminina e masculina da consciência do indivíduo.

Os Africanos acreditavam que o poder ilimitado da divindade indivídual ocorre com “aquele que vê a Deus.” [“One Who sees God”]
Em outras palavras, um novo poder e uma nova vida surge através da união dos princípios masculino (Shiva ou Anima) e feminino (Shakti ou Animus).

Ciência africana é infinita; um produto de milhares de anos de estudo realizado por cientistas Africanos altamente avançados, cada um operativo ao nível de divindade.

[African science is infinite; a product of thousand of years of study by highly advanced African scientists, each operative at the godhead level]

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Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 5 – URAEUS: Da Escravidão Mental para a Mestria III
Chapter 5 – URAEUS: From Mental Slavery to Mastership III
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