Dr. Richard King M. D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – Capítulo 7 –

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Richard King, M.D. – Origem Africana da Psiquiatria Biológica – PDF

Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 7 – URAEUS: Da Escravidão Mental para a Mestria – IV
[Chapter 7  – URAEUS: From Mental Slavery to Mastership – IV]
pg. 34 – 37

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Capítulo 7

URAEUS: Da Escravidão Mental para a Mestria – IV

De acordo com o Honorável Elijah Mohammed a seguinte mensagem foi dada à ele por Fard D. Muhammed:

Nós cremos na ressurreição dos mortos – não na ressurreição física  mas na ressurreição mental. Acreditamos que os então-chamados Negros estão mais necessitados de ressurreição mental, portanto, eles serão melhor ressuscitados.”
[“They Will be ressurrected Best”]

A maioria das pessoas pretas hoje estão mortas, porque eles não têm o controle de sua própria mente. Eles não sabem como a sua mente funciona [operates] e então eles preferem permitir que seu Senhor de escravos pense por eles.

Muitas pessoas Pretas estão tão mentalmente mortas que eles são, na verdade, anti-intelectuais, com medo de ler, com medo de materializar os seus próprios sonhos e intuições.  Eles tanto correm da escola quanto permitem à escola deseducá-los.

[Most of Black people are dead today, because they don’t have control of their own mind. They  do not know how their mind operates and so they would reather allow their slave master to think for them.
Many Black people are so mentally dead that they are actually anti-intellectual, afraid to read, afraid to materialize their own dreams and intuitions. They both run from school and allow aschool to miseducate them.]

É uma falsa expectativa acreditar que o mesmo senhor de escravos, que, durante o tempo de escravidão física tornou crime ensinar à pessoas pretas a ler ou contar, possa agora conceder escolas adequadas para o desenvolvimento da mente Preta.

O fracasso das escolas de hoje para educar a mente Preta não é o problema; Antes, ele é a solução projetada do senhor de escravos para o problema, o processo de “auto-suficiência”, e a perpetuação intencional de escravidão mental após a remoção da escravidão física.

[It is a false expectation to believe that the same slave máster, Who, during the time of physical slavery made it a crime to teach Black people to read or count, would now allow adequate schools for the development of the Black mind
the failure of today’s schools to educate the Black mind is not the problem; rather it is the slave master’s designed solution for the problem, the process of “self-conteinment”, and the intentional perpetuation of mental slavery after the removal of physical slavery.]

A mente preta tem sido colocada para dormir e mantida subdesenvolvida no sistema educacional de hoje. Vastos números de estudantes Pretos são programados para desistir, cedo, no próprio conhecimento que o senhor de escravos usa para governar. “Eu não posso ler; Eu não posso contar; a matemática é muito difícil; que o livro é muito denso; eu não quero ser um cientista da cabeça de ovo; física é para as pessoas brancas; que é a ciência do homem; a ciência do homem é muito pesada para nós; é abstrata demais; eu não tenho tempo; eu sou um aprendiz lento; foi-me dito que eu deveria tentar algo mais fácil; eu não vou bem em testes; a escola vai demorar muito tempo; eu estou entediado; Eu só quero ter um tempo bom; …” etc. Esta lista é interminável das mentiras que nos tem sido ditas ou dizemos a nós mesmos para continuar a escravidão mental.

[The Black mind hás been put to sleep and kept undeveloped in today’s educational system. Vast numbers of Black students are programmed to give up, early, on the very knowledge that the slave master uses to rule. “ 1 can’t read, 1 can’t count, math is too hard, that book is too thick, I don’t want to be an egg head scientist, physics is for white people, that is the man’s science, the man’s science is too heavy for us, it is too abstract, I don’t have time , I’m bored, 1 just want to have a good time,” etc. this is endless of the lies that we have been told or tell ourselves to continue mental slavery.]

Alguns estudantes Pretos que vão bem na escola também permanecem escravos mentais pois eles funcionam como modernos superintendentes do gueto, (plantação), para o moderno senhor de escravos.

Estes estudantes treinados não têm uma compreensão de como usar o conhecimento para si individualmente e coletivamente para o seu povo. Eles podem se tornar tão brutais quanto o senhor de escravos e permanecer tragicamente pesarosos [pained] pelo seu dilema sem a força de vontade para transformar-se ou participar na transformação de seu coletivo povo Preto.

[Some students Who do well in school also remain mental slaves, for they function as the modern overseer of the guetto, (plantation), for the modern slave máster. These trained students lack an understanding of how to use knowledge for themselves individually and collectively for their people. They can become as brutal as the slave master and remained tragically pained by their dilemma without the will Power to transform themselves or participate in the transformation of their collective Black people.]

Por outro lado, uma pessoa Preta “acordada” [“awake”] está no controle de sua mente e, por definição, sempre usará seu conhecimento para transformar a si na busca constante da unidade espiritual e material. Não é suficiente conhecer alguma coisa. É preciso ter conhecimento suficiente para trazer a mudança, mudança real, e mudança transformadora.

O ponto é, O povo Preto deve educar a si mesmo. Ele não pode esperar o senhor de escravos mentais para educá-lo por várias razões.

Em primeiro lugar, é contra o interesse do senhor de escravos mentais educar adequadamente o povo Preto porque ele esgotaria sua capacidade de desviar as habilidades dos Pretos. Em segundo lugar, o senhor de escravos mentais teme profundamente vingança Preta, por séculos de tratamento abominável. Terceiro, O senhor de escravos mentais é extremamente temeroso do poder da Mente Preta e gênio Preto que produziu culturas altamente avançadas e realizações científicas no passado e no presente.

Em quarto lugar, o senhor de escravos mentais não sabe como educar a mente Preta. A psicologia avançada requerida para treinar a mente Preta, apesar de ter sido roubada por Europeus e Asiáticos, foi pouco compreendida.

Pois muitos daqueles que roubaram o legado de realização Africano tinham medo de elevar suas próprias mentes para o nível de poder de Uraeus, alma (mente) que era atingido por avanço intelectual e espiritual Africano. De acordo com Wallis Budge (1969), recente Europeu mantenedor de antiguidades Egípcias roubadas.

Budge (1969): “A evidência sobre o assunto agora disponível indica que ele [Europeu](Grego ou Romano) era racialmente incapaz de apreciar a importância de tais crenças (ciência religião Egípcia) para aqueles que as realizavam e, embora, como no caso dos Ptolemaicos, ele estava disposto a tolerar, e até mesmo, por interesse nacional, a aprová-los, era impossível para ele para absorvê-los em sua vida “.

[The point is, Black people must educate themselves. They cannot expect the mental slave máster to educate them for several reasons. Fisrt, it is against the interest of the mental slave máster to adequately educate Black people because He would deplete his ability to siphon off Black skills. Second, the mental slave master profoundly fears Black revenge, for centuries of abominable treatment. Third, the mental slave master is extremely afraid of the power of the Black mind and Black genius that produced highly advanced cultures and scientific achievements in the past and present. Fourth, the mental slave master does not know how to educate the Black mind. The advanced psychology required for training the Black mind, despite being stolen by Europeans and Asians, was seldom understood. For many of those who stole the legacy af African achievement were afraid to elevate their own minds to the level of Uraeus, soul (mind) power that was achieved by African intellectual & spiritual advancement. According to Wallis Budge (1969), late European keeper of stolen Egyptian antiquities.
“The Evidence on the subject now available indicates that He (Greek or Roman) was racially incapable of appreciating the importance of such beliefs (Egyptian religion science) to those Who held them, and althought, as in the case of the Ptolemies, He was ready to tolerate, and even, for state purpose, to adopt them, it was impossible for him to absorb the minto his life”.]

Para o povo Africano quebrar as correntes da escravidão mental ele deve usar e atualizar os mesmos métodos que os antigos Africanos efetivamente utilizaram na sua Universidade, Sistema Mistério.

O povo Africano precisa não ser confundido sobre o processo de transformação. Nenhuma quantidade de mistificação, descoberta ao acaso, ou pesquisa às cegas, vai definir de imediato um processo que se desenvolveu ao longo de milhares de anos.

O povo Africano pode atualizar seu elaborado processo de transformação por entender que o Uraeus é um símbolo para o processo.

A transformação de escravos mentais Africanos para Africanos com auto-mestria mental [self-mastery] é um processo mundial de retornar à formulativa história e registros de realizações do passado, não para copiar duplicatas exatas, mas para recuperar o que é de valor e que ainda pode ser usado, com modificação no mundo de hoje.
A pessoa Preta que abraça sua negritude histórica [historical Blackness] tem a chave para transformar a mente Preta.

Em, Legado Roubado [Stolen Legacy, George G. M. James, 1954],
O Dr. James apresenta uma referência crítica,

“Os Mistérios do Egito (universidade) tinham três graus de estudante

(I) Os Mortais: estudantes probatórios que estavam sendo instruídos, mas que ainda não tinham experimentado visão interior;

(2) Os InteligenteS [IntelligenceS]: aqueles que tinham atingido a visão interior, e tinham recebido mente ou Nous, e,

(3) Os Criadores [Creators] ou Filhos da Luz: aqueles que haviam se tornado unidos com a Luz (ou seja, a verdadeira consciência espiritual)

Estes graus são descritos como equivalentes de Iniciação, Iluminação e Perfeição.

James narra como os antigos Africanos consideravam as diferenças entre um escravo mental e um mestre mental. o Mestre possuía mente, nous e consciência do inconsciente, Amenta (reservatório pessoal infinito de conhecimento), enquanto que o escravo mental não.

A mente inconsciente ou Amenta está contida dentro da mente de cada pessoa.
Nós somos todos latentes com gênio não-desenvolvido, computadores universais infinitos e imortais não-desenvolvidos.

A mente inconsciente, por definição, significa aquela consciência ou conhecimento que não temos consciência. Este conceito salienta a grande importância da inscrição sobre a entrada para todas as universidades Africanas antigas, “Homem, Conhece a Ti Mesmo” [“Man Know Thy Self.”].

Em outras palavras, o conhecimento da universidade já estava dentro de cada pessoa desde o nascimento. O objetivo da educação era desacanhar o conhecimento para fora, em vez de derramá-lo dentro.  Assim, o povo Africano não será intelectual e espiritualmente liberado até que ele possa olhar para dentro.

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O “SI”, ALMA E ESSÊNCIA DO POVO PRETO

THE SELF, SOUL AND ESSENCE OF BLACK PEOPLE

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É o momento que nós nos perguntamos: “O que é o “si”, alma ou essência do povo Preto? Qual é a base da cultura e estilo de vida que o povo Preto está tentando perpetuar? Na verdade, não podemos determinar nada disso até que primeiro conheçamos a nós mesmos como indivíduos e depois coletivamente como pessoas.

Nosso objetivo agora é fornecer informações sobre os métodos espirituais que se pode usar para se desacanhar a alma, tocar a energia nela e conhecer o Deus dentro de nós.

O “si” [self], alma e essência do povo Preto é a mente Preta.

Do ponto de vista psicológico Africano antigo, um escravo mental opera no nível da mente concreta e define como realidade apenas aquelas coisas que podem ser percebidas pelos cinco sentidos físicos – visões, audição, olfato, tato e paladar. no entanto, este é um modo operatório inadequado por dois motivos. Primeiro, os receptores sensoriais físicos têm intervalos de habilitação, uma certa gama de energias ou freqüências vibratórias que registram experiências sensoriais. Se a energia é mais rápida ou mais lenta do que o alcance do receptor, a pessoa não tem consciência ou é inconsciente da experiência.
Em segundo lugar, um escravo mental utiliza menos de 10% do seu inteiro cérebro.
Os outros 90% permanecem não-desenvolvidos e inconscientes.

Um Mestre usa os receptores sensoriais subdesenvolvidos, o alcance de ativação dos receptores dos sentidos físicos são expandidos e as células do cérebro não-desenvolvidas são desenvolvidas.

A Antiga Psicologia Africana considerou que havia sete níveis da mente e um ponto central. O ponto central foi nomeado o Ponto Preto [Black Dot], o espírito ou ovo atômico a partir do qual a alma, mente e corpo evoluíram.

Albert Churchward (1976) define o Ponto Preto como “Aqui, então, temos o ponto original, ou ponto dentro do centro do círculo, a partir do círculo, a partir do qual o m.m. não pode errar, se ele acredita e assim age, etc.”

Manly P. Hall (1972) também afirma: “O terceiro ventrículo é uma abobadada câmara de iniciação. Em torno dela se sentam três reis, três grandes centros de vida e poder: O corpo pituitário, a glândula pineal, e o tálamo óptico. O terceiro ventrículo é suposto ser a sede da alma, localizado entre os olhos e logo acima da raiz do nariz. é aqui que as jóias são colocados na testa do Buda, e é também a partir deste ponto que a serpente subia da coroa dos antigos Egípcios “.

Várias das Escolas de Mistérios (Universidades Africanas) ensinam que esta é a sede [seat] de Jehovah (Deus) no corpo humano. O Ponto Preto é o centro da mente de alguém, o eu superior e o centro de toda consciência. Ele é aquela central, essência pessoal de nós mesmos que é imortal, indiferente ao tempo ou espaço.
Quando se estudando clarividentemente o corpo do homem aquele pequeno ponto sempre se mostra como um ponto preto e não pode ser analisado.

Uma excelente revisão da definição dos antigos Africanos sobre os nove atributos da alma pode ser encontrada no livro do Dr. James, Legado Roubado [Stolen Legacy, George G. M. James, 1954]

Figura 10 Uraeus

Fig. 10  Uraeus,  Vol. 3

A figura acima  é da parede do túmulo do rei Tut e retrata um ser humano com uma serpente em torno da cabeça, eu superior [higher self] e uma serpente que envolve o corpo inferior, eu inferior. O eu inferior é o ego, eu pessoal, e tem consciência apenas do nível concreto da mente, a consciência dos cinco sentidos físicos.

Há pelo menos seis outros níveis de realidade que o escravo mental, não reconhece:

(2) corpo físico – consciência mineral
(3) corpo vital – consciência mineral do corpo etérico
(4) corpo astral/emocional/desejo – consciência vegetal,
(5) ligação entre a mente inferior (self) e mente superior (self),
(6) vontade cósmica – consciência universal

(Estudos Preto Gnósticos, 1967).

Outro ponto de vista sobre os níveis do inconsciente, memória infinita é dada por Roberto Assagioli (1965). O inconsciente inferior contém atividades psicológicas elementares que coordena as funções corporais, unidades fundamentais, impulsos primitivos, com plexos, imaginação inferior, processos parapsicológicos descontrolados [uncontrolled ESP], manifestações patológicas, como fobias, obsessões, impulsos compulsivos, delírios paranóicos e memórias reprimidas/ suprimidas da vida própria.

Inconsciente médio é onde as idéias estão facilmente disponíveis e revogáveis.
O Inconsciente Superior contém intuições mais elevadas, inspirações, amor altruísta, gênio, iluminação, funções psíquicas superiores e energias espirituais latentes.

O campo da consciência que contém aquela parte da realidade que estamos atualmente cientes neste momento: consciente “si” ou Eu é todo o “si” [self] do qual o eu [“i”] ou consciente si [conscient self] é apenas uma parte; inconsciente coletivo são as antigas memórias de vida passada, a rede psíquica do cosmos, águas primevas
[primeval waters], Ptah, e a palavra.

Poucos Africanos hoje podem apreciar os níveis do inconsciente dentro de si mesmos, porque eles raramente conhecem a si mesmos bem o suficiente.

Mesmo que todos nós durmamos um terço de nossas vidas, sonhamos e vemos partes de nosso inconsciente, nós raramente conhecemos.

Pessoas de anos passados, animais estranhos, visões do futuro, todos enchem nossos sonhos individuais. Nós nem sequer conhecemos a linguagem de nossas mentes.

Apesar de nós termos estado em uma condição oprimida durante 400 anos, as nossas raízes Africanas e altamente avançadas contribuições Africanas estão vivas hoje, no nível inconsciente coletivo de nossa mente.

Por exemplo, podemos ver cobras em nossos sonhos, e equivocadamente ler isso como um mau presságio, negligenciando o significado Africano original, porque o nosso opressor define erroneamente todas as cobras como mal [evil].

Os Africanos devem conhecer a sua própria história pois isso é necessário para ler corretamente a linguagem de sua própria mente, linguagem que ainda continua expressando idéias inconscientes em Antiga Língua Africana.

História africana é essencial para a Saúde Mental Africana e a transformação de Escravos Mentais Africanos em Mestres Africanos.

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VISÃO INTERIOR, INTUIÇÃO, SEPARAÇÃO DOS SEXOS

INNER VISION, INTUITION, SEPARATION OF THE SEXES

 

Visão interior ocorre como intuição no nível de consciência espiritual. Intuição, a percepção direta da realidade, ocorre com uma pineal desenvolvida.

A pineal desenvolvida aumenta a produção de melatonina quando há um equilíbrio entre as partes feminina e masculina da consciência individual.

A parte masculina da consciência é o lado esquerdo do cérebro e sede do pensamento linear lógico. A parte feminina da consciência é o cérebro direito e sede do pensamento não-linear intuitivo.

Conhecer-se a si mesmo é se tornar íntimo, no sentido psicológico, com si mesmo, e perscrutar o próprio inconsciente durante o sono R.E.M. (sonho), onde ocorre a ereção pineal e clitoriana, chamada intimidade psicológica.

Há evidências de que as primitivas formas de vida que se tornaram seres humanos (peixes devonianos de 500 milhões de anos atrás) tinham crânios com dois olhos na frente e dois olhos na parte traseira. Era um ser andrógino. Nos anos posteriores, os sexos se separaram fisicamente. Os olhos na parte traseira retiraram-se para o cérebro para se tornar a glândula pineal física.

A glândula pineal em alguns lagartos ainda existe como um terceiro olho transmitindo imagens visuais (King, 1977).

Assim, pode-se apreciar a profunda anatomia, química, psicologia e endocrinologia por trás da antiga declaração Africana de que o processo de transformação produzia visão interior [inner vision] (glândula pineal, terceiro olho) e iluminação (intuição, luz interior, percepção) (Ukodari, 1978; URAEUS VOL. I, 1978).

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                             URAEUS  PARTES  I-IV   RESUMO

Cientistas Africanos de há muito tempo atrás, definiram como as correntes da escravidão mental poderiam ser quebradas e a mestria [mastership] alcançada. Isto foi referido como um processo de transformação, através do desenvolvimento da mente.

A pessoa tinha que desenvolver mente (sete níveis de consciência) e mover a energia a partir da base da coluna vertebral, órgãos sexuais, para o início do cérebro (glândula pineal-pituitária, terceiro olho). Este movimento até a coluna vertebral em forma de serpente foi definido como o desenvolvimento do Uraeus, uma serpente na pineal e representado na região da testa da coroa do Rei Africano.

Assim, conhecer a mente requer conhecimento de história Africana.

História Africana é fundamental para a saúde mental como deve se saber o significado Africano das idéias para que se possa reconhecer idéias quando elas aparecem em seus sonhos, intuição e lógica.

Uraeus – parte I – definiu a condição atual dos Africanos (escravidão mental);

Uraeus – Parte II –  a história Africana do símbolo da serpente;

Uraeus – Parte III – psicologia Africana e

Uraeus – Parte IV – estrutura Africana da mente (Amenta, inconsciente).

A coisa mais importante no desenvolvimento do Uraeus e renascimento da mente Africana é para alguém conhecer e estudar-se eu interior.

[The most important thing in the development of Uraeus and rebirth of the African mind is for one to know and study inner self]

É preciso se descobrir os sete níveis de conhecimento que se encontram em vigor dentro de todos nós. Conhecer seus sonhos, sentimentos, sensações, lógica, intuições, visões, beleza e perfeição. Entesourar o templo (corpo, mente), história Africana, ciência e religião Africana. Recuperar [reclaim] os antigos métodos Africanos de desenvolvimento do Uraeus: 10 Virtudes, 7 Artes Liberais, Teologia Menfita e as Confissões Negativas [42 Confissões de Maat].

Por favor, estude, linha por linha, palavra por palavra, o capítulo 3 do Legado Roubado [Stolen Legacy] escrito em 1954 por George G.M. James e faça o mesmo com os capítulos 6 e 7. Depois disso, nade, se banhe com, beba, pelo menos, o capítulo 125 do antigo Livro Egípcio dos Mortos, na verdade, chamado por nossos ancestrais Anu/Núbios/Africanos como O Livro da Revelação (Despertar/consciente com Visão Interior, Ver Claramente/Profundamente) através do dia e noite.

[The Book of Coming Forth by Day and Night]

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Dr. Richard King M.D.
Origem Africana da Psiquiatria Biológica –
O OLHO DE HERU/ GLÂNDULA PINEAL  –
Capítulo 7 – URAEUS: Da Escravidão Mental para a Mestria IV
Chapter 7  – URAEUS: From Mental Slavery to Mastership IV
pg. 34 – 37

 

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