Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – Capítulo II – Richard King, M.D.

Melanin - Key To Freedom - capaxxxxxxxcapa mela

Melanina – Uma Chave Para a Liberdade –
por
Richard King M.D. –
pg. 19 – 24
Visão Geral do estado atual da pesquisa de Melanina
[Overview of the Current Status of Melanin Research]

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Visão Geral do estado atual da pesquisa de Melanina

[Overview of the Current Status of Melanin Research]

.

O estudo de melanina na forma humana e em toda a natureza é uma chave preciosa que vai desbloquear as correntes da escravidão mental que atualmente aprisionam as mentes dos povos Africanos em todo o mundo.

Apesar da atual pequena dança às músicas [tunes] de uso intencional da deseducação [miseducation], da destruição massiva de bibliotecas da antiga Universidade Africana, da científica Propaganda de lavagem cerebral multimídia, da distorção inconsciente de Simbolismo Preto da visão interior, e de práticas nutricionais bestiais que produzem estados crônicos de doenças com fragmentada e pouco desenvolvida visualização interna, os registros da Preta Melanina da própria Natureza permanecem bastante intactos e ao passo para uma vasta e muito maior sintonia cósmica. [cosmic tune]

[The Study of Melanin in the human form and throught nature is a precious key that will unlock the chains of mental slavery that presently imprison the minds of African people throughout the world.

Despite the current small dance to the tunes of intentional use of miseducation, massive destruction of ancient African university libraries, scientific multimedia brainwashing propaganda, unconscious distortion of inner vision Black Symbolism, and beastly nutritional practices that produce chronic states of illness with fragmented and poorly developed inner visualization, nature’s own records of Black Melanin remain quite intact and in step to a vast and far greater cosmic tune.]

Africanos sobreviveram aos horrores do inferno, seja os incontáveis derramamentos de sangue, cicatrizes de escravidão física  ou perfurantes gritos da alma do escravo mental, principalmente por causa de seu profundamente enraizado sentido de espiritualidade. Isto foi com experiências do espírito, muito além da política e religião.

A Espiritualidade Africana, longe de ser uma frase aérea, volúvel, ou vaga, é uma força de vida palpável, vibrante, que é real e pode ser medida por muitos padrões científicos físicos.

A própria Melanina, em um plano filosófico é uma porta Química/Biológica Preta, através da qual a força de vida da Espiritualidade Africana passa em movimento a partir do reino do espírito para o reino material. A identificação física da Preta porta química/biológica de Melanina em humanos é atualmente objeto de intenso estudo por muitos laboratórios em todo o mundo, utilizando uma ampla gama de avançadas ferramentas da ciência.

No entanto, esta é uma notícia velha, uma redescoberta de uma antiga ciência Africana praticada por Africanos que eram LIVRES PARA USAR SUA VONTADE PARA FAZER O TRABALHO para moldar o seu mundo nas formas reais vistas em seus sonhos. Os sonhos de visão interior eram conhecidos por estes angelicais ancestrais Africanos como sendo imagens de visão interior do céu como visto por suas próprias almas.
Pois estes Grandes e Áureos sonhos dos Africanos eram conhecidos por eles servindo como um Grande Compasso e um  Diapasão de Espiritualidade Africana, uma medida (jarda de Côvado ou Cúbito Preto Nilométrico) [Black Nilometric Cubit] uma medida de estar em ritmo com a natureza e em sintonia com o próprio céu.

Melanina pode ser medida. Espiritualidade Africana pode ser medida.
A Vida Espiritual Africana é conhecida pelos Africanos por ser uma dança à música.
Você pode ouvi-la? Você pode senti-la? Você pode abandoná-la? será que ela vai abandonar você?

A partir de um trabalho que analisou as obras anteriores de vários grandes estudiosos, Ponto Preto, Parte I, que está disponível em fitas de áudio (1,2), fitas de vídeo (2-6), e formas escritas (7-17) são encontradas essas várias referências ao uso de símbolos pelos antigos Africanos, “Preto foi amplamente utilizado pelos antigos Africanos para representar uma série de conceitos, todos eles tendo em comum a idéia de semente, e porta de entrada para a mente inconsciente coletiva, incluindo:

* O hieróglifo Egípcio para o Deus Egípcio Ra, o Sol, ou Horus Ressuscitado (Budge 1969; Churchward, 1978)
* O resultado da síntese dos princípios masculino (lógico, lado esquerdo do cérebro) e os princípios do sexo feminino (emocional, lado direito do cérebro.);
* A Terra Santa “Terra Khui” dos grandes lagos Africanos, local de nascimento da humanidade e lar do povo Twa (ou Anu) [Annu] (King, 1978);
* A Estrela Polar Norte e as Sete gloriosas do Sistema Plêiades;
* A Estrela na Cimeira do Cone;
* O Olho que Tudo Vê de Horus (Churchward, 1978),
,

representativos dos poderes semelhantes a Deus [godlike powers] da visão interior, desenvolvida no mais elevado grau da universidade Africana, o grau de Filhos da Luz (nível de Osíris, Preto Perfeito, Anjo, Preto como o Azeviche [Jet Black], Superconsciente, Cristo).
(James, 1976).

Estruturas toda pretas [All Black structures] são usadas com o mesmo significado simbólico de porta escondida para o inconsciente coletivo.

Por exemplo, a Pedra Preta da Caaba de Meca;
a Pedra Preta de Pessinus, roubada da cidade de Aníbal [Hannibal], Cártago, para Roma na última Guerra Púnica;
o Todo Preto Pyramidion; o [capeamento] ‘Capstone’ Preto normalmente encontrado no ápice de pirâmides, as quais eram, elas mesmas simbólicas da mente, Ptah, e do morro que surgiu a partir de Num, Água, Caos (percepção consciente, porta de entrada para o inconsciente coletivo);
As estruturas internas da Grande Pirâmide de Khufu, sendo simbólica do todo preto mundo de Amenta (Massey, 1973; Churchward, 1978) a câmara do Rei é uma sala toda preta que simboliza a visão interior, o olho que tudo vê de Horus, Ponto Preto, porta de entrada para o inconsciente coletivo (King, 1979; Jochannan, 1980).

No que diz respeito ao Côvado Preto [Black Cubit], Kamel Oshman Galet Pasha escreveu em, O Côvado Nilométrico (The Nilometric Cubit), o Boletim da Sociedade Real de Geografia Vol. 21, (1943) “O Côvado Preto do Egito Antigo era de origem desconhecida. Este côvado foi esculpido no sopé do colosso de granito preto ao leste da entrada que conduz do pátio de Ramsés para a grande colunata, e é encontrado somente em pedras pretas ou o que correspondem ao seu símbolo, sua medida de comprimento é 54 centímetros.

R.A. Schwaller de Lubicz (1977) reavaliou recentemente o côvado preto [black cubit] e encontrou o seu comprimento matemático como sendo 54,02376 centímetros.

Uma das sete ordens do antigo sistema educacional Egípcio Africano era a de Melanophoros, que de acordo com Brunson (18), “era versada nos ritos de morte e imortalidade da alma ou Mistério de Osíris.”

Considerando que, de acordo com Emboden (19) a bioquímica de ambas Nymphae caerulea, o sagrado Lótus Azul (lírio preto) e a Mandrágora officinarum revelam químicos que facilitam transe xamânico. . . o sono é a morte simbólica que permite ressurreição milagrosa. . . A premissa básica em práticas xamânicas é que há um transe no qual um eleito pode se comunicar com as divindades de outros mundos. . . o simbolismo do Lírio Aquático (Lótus Azul) e mandrágora começou na Quinta Dinastia e continuou até o período ptolemaico. . . Este culto (estrato mais elevado de sacerdotes) desenvolveu o conceito de criação de ordem a partir do caos (Nun), em que a escura piscina do nada deu origem a um Lírio Aquático Azul a partir do qual o primeiro ser surgiu.

Na maioria das representações a persona é aquela de Osiris (anteriormente era Ra). . . A Ninphae caerulea floresce por três dias consecutivos, com suas flores azuis levantadas 18 centímetros acima da água em pedúnculos. Cada dia ela se abre a cerca de 8h00 e fecha ao meio-dia, na plena glória de Ra, o sol. Ao final do terceiro dia, o pedúnculo começa a torcer e extrai a flor fechada por baixo da superfície da água onde ainda vai alcançar fruição. . . Três dias eram de extrema importância para os antigos Egípcios. . . na combinação de Osiris-Horus-Faraó  (meta, tipo ideal para cada cidadão).”

Assim, não devemos ficar surpresos ao ver os mesmos temas sobre a revisão da literatura científica moderna sobre o tema do Preto químico/biológico Melanina. O trabalho, Ponto Preto, Parte IV (1,3,16) contêm as declarações, “ Melanina é um profundo biopolímero químico, que é a cor da pele encontrada em todos os grupos raciais culturais da humanidade, que vai do preto, passando pelo Marrom para o branco.

Melanina é produzida dentro de uma célula no corpo humano conhecida como Melanócito, foi relatado por Breathnach a surgir a partir de três fontes –  a crista neural, cálice óptico, e tubo neural.

O Tubo Neural é formado muito cedo no Embrião por uma invaginação ou movimento para dentro a partir de um ponto (Ponto Preto) como uma linha de células a partir da superfície de uma ectoderma contendo melanina (camada exterior da fase de gástrula). Esta bola de células de vida rapidamente multiplicando é o resultado direto da fertilização do óvulo contendo melanina pelo masculino espermatozóide contendo Melanina. O cálice óptico no inicial embrião irá depois tornar-se no Olho, é a partir da parede exterior do cálice óptico, que há um outro local de origem dos Melanócitos. Esta camada torna-se a retina em todos os animais vertebrados e todos os seres humanos, independentemente da cor da pele.

Pois sem uma camada de pigmento preto Melanina da retina, um tal olho será cego e não-funcional. O tubo neural cranial, o resultado da invaginação do ectoderma contendo melanina, é o local de origem de muitos neurônios pigmentados que são encontrados em todo o cérebro. A melanina encontrada nestes neurônios é conhecida como neuromelanina e está presente nos cérebros de todos os seres humanos, independentemente do grau de cor da pele.

Além disso, Breathnach é da opinião de que um estudo de melanina em outros locais do corpo além da pele ou dos olhos (um local, como o ouvido interno) revela o papel da melanina em uma capacidade redox, agente de transferência de elétrons, interruptor de entrada de semicondutores amorfos, acoplador de elétrons-fótons, acumulador de drogas e íons de metal, e possui propriedades de permuta catiônica…

Em um certo sentido, e, certamente, do ponto de vista da linhagem de desenvolvimento, as células de pigmento podem ser consideradas como neurônios altamente especializados, assim como os fotorreceptores são. . . nós deveríamos pensar mais sobre prováveis funções “neuronais” e atividade das células de pigmento. . . Consideração das propriedades gerais biofísicas e bioquímicas da melanina tem levado ainda mais à especulação de que, no ouvido, ela pode servir como um reservatório para oligoelementos [trace elements], uma pia para espécies de radicais livres. ”

Evidências do atual intenso estudo de melanina no mundo todo podem ser facilmente apreciadas após examinar as muitas publicações de autores Afrocêntricos como
King (1-17), Barnes (20), Welsing (21); novos teóricos como Barr (22), Breathmach (23), e Meyer zum Gottesberge (25);
e uma vasta série de outros pesquisadores que compõem a Conferência Internacional sobre Células de Pigmento [International Pigment Cell Conference] (26) membros com as três sociedades regionais da Sociedade Pan-Americana por Pesquisa de Células de Pigmento [Pan American Society for Pigment Cell Research], e a Sociedade Japonesa para Pesquisa de Células de Pigmento [Japanese Society for Pigment Cell Research]. As Conferências Internacionais de Pigmento [International Pigment Conferences] (1,16) desde 1946, tendo sido a última realizada em Londres, em 1993. Considerando que estudiosos Afrocêntricos no estudo da melanina já realizaram sete Conferências Internacionais sobre Melanina [International Melanin Conferences] através do KM-WR Ciência Consortium Inc. [KM-WR Science Consortium,Inc.], todos nos Estados Unidos.

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                                REFERÊNCIAS

referencia 23

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