Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – Capítulo V – Richard King, M.D. –

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Melanina – Uma Chave Para a Liberdade –
por
Richard King M.D.
pg. 29 – 31 –
Melanina e o Ouvido

 

                                                Melanina e o Ouvido

Preta Melanina é um biopigmento fundamental, O Preto Químico da Vida, encontrado em todo o corpo de todos os seres humanos, pele, olhos, cérebro, glândulas endócrinas, sangue, coração, pulmões, trato gastrointestinal, rim / trato urogenital, órgãos sexuais, et. Claro, melanina também está presente no ouvido dos seres humanos e está criticamente envolvida na audição do som.

Talvez, dada a fase atual de elevadas realizações por todo o mundo pelos talentos criativos de Africanos na arena de música, o estudo de melanina, audição e música, pode ser uma “chave para a chave” da melanina como uma chave para a liberdade. O estudo do som é um estudo de vibração e música (harmonias/ressonância = chave). Som é uma forma de luz, alcance particular das vibrações e movimentos de átomos no espectro da luz, Vida.

Melanina como um fotorreceptor, receptor de luz, é uma porta através da qual a luz entra na forma humana através dos vários portais de informação dos órgãos sensoriais para auto-organizar, para alimentar o ego [self] ou a alma [soul] dos seres humanos, enquanto no corpo físico.

Melanina é encontrada ao longo da orelha em seres humanos e a presença de melanina no ouvido interno é de grande importância. Marie-LouiseBarrenas e Fredrik Lindgren em seu artigo, A Influência de Melanina do Ouvido Interno Na Susceptibilidade  Para TTS Em Hhumanos, [The Influence Of Inner Ear Melanin On Susceptibility To TTS IN Humans, Scan. Audiol. 1990 19:97-102] relatou: “Na literatura a maioria dos relatórios concernindo limiares ou permanente PAIR [Perda Auditiva Induzida por Ruído] (PTS) (capacidade de ouvir Som) em diferentes grupos étnicos ou raças indicam que a audição é melhor preservada em populações de cor do que em populações brancas.

Buch & Raiford. (1931) estudaram a função auditiva em pacientes americanos negros e brancos do hospital com semelhante experiência cultural e descobriu que os limiares auditivos eram superiores em homens de cor em comparação com os homens brancos na faixa de freqüência acima de 2 kHz, e esta diferença aumentava com a idade. Roset et. al. (1962) investigou os limiares auditivos em 541 pessoas de tribos primitivas que vivem em um área relativamente livre de ruído na República do Sudão. Estas pessoas mostraram melhores limiares auditivos em freqüências altas do que o que foi avaliado a partir de qualquer estudo semelhante da civilização ocidental moderna.

Post (1964) avaliou os resultados dos exames de audição de recrutas americanos da II Guerra Mundial e descobriu que homens de cor acima de meia-idade tinham melhores limiares auditivos em altas freqüências do que homens brancos nas mesmas faixas etárias, especialmente em homens com mais de 30 anos de idade.

Karsai et. al. (1972) estudou 836 trabalhadores portuários com experiência relativamente uniforme de exposição à barulho e encontrou limiares auditivos para tons de freqüências altas significativamente melhores entre os trabalhadores de cor do que entre os trabalhadores brancos. Royster et. al. (1980) investigou uma população exposta-à-ruído e descobriu que mulheres negras, como grupo, tendem a mostrar menos perda auditiva em idades mais elevadas do que os homens brancos.

Em 1985, Attias & Pratt (Auditory-Evoked Potential Correlates of Susceptibility To Noise-Induced Hearing Loss. Audiology 1985: 24: 149-56) encontrou significativa correlação entre a pigmentação da íris e a da pele, por um lado, e susceptibilidade à ruído, por outro, ou seja, quanto mais pigmento na Íris (superfície externa do olho) e pele, menor PTS  [perda auditiva] (baixa susceptibilidade). . .

Tota & Bocci (1967) (A Importância Da Cor da Íris Na Avaliação da Resistência à Fadiga Auditiva, Rev. Otoneuroophtalmol. 42: 183-92) e Hood et. ali. (1967) (A Influencia Da Cor dos Olhos Sobre Mudança Temporária do Limiar. Audiologia. 15: 449-464) encontraram uma correlação positiva entre a cor do olho e TTS, ou seja, pessoas de olhos marrons eram menos susceptíveis para TTS que pessoas de olhos azuis.

Assim, Melanina é fundamental para a audição. Povos Africanos ouvem uma gama de som mais ampla que os Europeus, em particular, os baixos sons graves. Realmente, quanto “Mais Preta a Amora mais Doce o Suco.” Quanto mais Preto a cor do olho (Iris) há mais melanina (Suco da Vida) presente no ouvido interno e maior a capacidade para ouvir som/luz. Esta lei universal diz respeito ao papel da melanina como uma porta de translação de energia que se aplica à maioria dos receptores de órgãos sensoriais, seja pele (sensação / tato / gravidade), olhos (visão), audição (som), paladar e olfato e suas correspondentes expansões extra-sensoriais da alma. (Ernest J. Stevens, Luzes, Cores, Tons e as Mais Sutis Forças da Natureza: Maravilhosas Descobertas, Princípios Básicos e Ativos, Funções de Elétrons, Magnétons, Átomos, Luz-Fria, Ódicos, Auras e Rádio 1974 Health Research P. O. Box 70 Mokelumne Hill, California 95245) (Arthur M. Young O Universo Reflexivo: Evolução da Consciência, 1976, Robert Briggs Associated, Box 9, Mill Valley, Califórnia 94941).

A. M. Meyer Zum Gottesberge, no artigo, Fisiologia e Fisiopatologia da Melanina do Ouvido Interno, Pesquisa de Pigmento Celular 1988 1:238-249, tem escrito que a melanina no ouvido interno está envolvida no controle de íons de cálcio pelo verdadeiro movimento de células contendo melanina, melanócitos ao longo dos vasos sanguíneos e do fluido endolinfático do ouvido interno. Mais uma vez, Evidências do atual intenso estudo de melanina no mundo todo podem ser facilmente apreciadas após examinar as muitas publicações de autores Afrocêntricos como King (1-17), Barnes (20), Welsing (21); novos teóricos como Barr (22), Breathmach (23), e Meyer zum Gottesberge (25) e um vasto conjunto de outros cientistas que compõem a Conferência internacional de Pigmento Celular.

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