Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – Capítulo VI – Richard King, M.D. –

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Melanina – Uma Chave Para a Liberdade –
por Richard King M.D. –
– pg. 32 – 34 –
Melanina e a Glândula Pineal, Desenvolvimento da Visão Interior –

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Melanina e a Glândula Pineal, Desenvolvimento da Visão Interior

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Preta Melanina é um biopigmento fundamental, O Preto Químico da Vida, encontrado ao longo do corpo de todos os seres humanos em sua pele, olhos, cérebro, glândulas endócrinas, sangue, coração, músculos, pulmões, trato gastrointestinal, rim / trato urogenital, órgãos sexuais, etc.. Apesar da presença da Melanina em muitos locais do corpo e em receptores de órgãos sensoriais como uma porta de transformação, a Melanina pode funcionar como um unificado  sistema integral Preto.

Um estudo da história Africana antiga revela que O SISTEMA DE MELANINA HUMANO FUNCIONA COMO UM (INTEGRAL) SANTO CORPO PRETO [WHOLE HOLY BLACK BODY] (HBB), COMO A VISÃO INTERIOR DA ALMA, PARA PRODUZIR VERDADEIRA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, GÊNIO CRIATIVO, VISÃO BEATÍFICA, PARA TORNAR-SE SEMELHANTE A DEUS, E PARA MANTER CONVERSAÇÃO COM OS IMORTAIS (Ancestrais).

De acordo com George G. M. James no livro Stolen Legacy [“Legado Roubado”], Capítulo três, p. 27 (U.B. & U.S. Communications Systems, Inc.), “A mais antiga teoria da salvação é a teoria Egípcia. O Sistema de Mistério Egípcio tinha como seu objeto mais importante, a deificação do homem, e ensinava que a alma do homem, se libertada de seus grilhões corporais, poderia permitir a ele se tornar semelhante a Deus, e ver os Deuses nesta vida, e alcançar a visão beatífica, e manter comunhão com os Imortais. . . .”

“O Sistema de Mistério, como a Universidade moderna, era o centro da cultura organizada, e os candidatos nele entravam como a principal fonte de cultura organizada. De acordo com Pietschmann, os Mistérios Egípcios tinham três tipos de alunos

(1) Os Mortais [The Mortals] ou seja, os alunos estagiários que estavam sendo instruídos, mas que ainda não haviam experimentado a visão interior.

(2) Os Inteligentes [The Intellegences], ou seja, aqueles que haviam alcançado visão interior, e haviam recebido mente ou nous, e

(3) Os Criadores [The Creators] ou Filhos da Luz [Sons of Light], que haviam se identificado com ou se unido com a Luz (ou seja, a verdadeira consciência espiritual).”

O OLHO DA VISÃO INTERIOR para todos os seres humanos é o OLHO DE HERU (HORUS), o OLHO DA ALMA, TERCEIRO OLHO, GLÂNDULA PINEAL, EPÍFASE CEREBRAL.

Apesar de uma reivindicação por parte dos Europeus de que Herophilos, um grande Professor da Biblioteca Grega de Alexandria no século III a.C. teria sido o primeiro descobridor da glândula pineal, Estes Doutores Africanos do sexo masculino e feminino pertenciam à Ordem Pastophori (Faculdade) da Universidade Egípcia (Sistema de Mistério), a qual havia florescido intacta como uma Academia Educacional por mais de quatro mil anos antes do aparecimento da Biblioteca e Museu Gregos em Alexandria, no Egito. Estes cientistas Africanos haviam definido em seus textos escritos (42 Livros de Tehuti, Textos das Pirâmides, Textos dos Sarcófagos, Livro da Revelação Pelo Dia – Livro dos Mortos) A Localização Detalhada, Fisiologia e Relacionamento do Olho de Heru (Glândula Pineal ) para com a luz do sol, luz das Estrelas, luz da Lua, Alma e o Sistema de Melanina do Integral Corpo Preto. No meio das primeiras três seções do painel superior registro a direita do segundo santuário do Faraó Tutankhamun, 18ª Dinastia Egípcia, há uma imagem de luz de estrela (luz do sol) sendo direcionada para o meio da testa humana [human midforehead](Piankoff, Alexander, The Shrines de Tutankhamon). Este é o local da glândula pineal, a única estrutura no interior da cabeça que é sensível à luz ambiental. Isto foi escrito por Africanos 1,200 anos antes de Herophilos e 3,300 anos antes da redescoberta da relação Pineal-Luz Solar por cientistas Europeus modernos. (R.J. Reiter, A Glândula Pineal, Vol. I-III, 1982).

Com a Luz Solar, a Pineal libera melatonina no sangue, um hormônio que afeta diretamente a produção de melanina em muitos locais em todo o corpo. (R. King Origens Africanas da Psiquiatria Biológica, p. 49). Na verdade, a Glândula Pineal é o mais elevada em uma cadeia de glândulas encontradas a partir do topo da cabeça, incluindo a Pituitária, com muitas glândulas ao longo da coluna vertebral e, claro, os melanócitos contendo Melanina na pele. Estas glândulas são parte do (Integral) Santo Corpo Preto (HBB) e são parcialmente conhecidas na ciência moderna como o sistema A.P.U.D. (sistema Amina descarboxilase).

Todas as glândulas do presente sistema de contêm a enzima A.P.U.D. que permite a manipulação especial de átomos de carbono (Preto átomo Chave de Melanina). Todas as glândulas do sistema A.P.U.D. originam-se a partir da estrutura do cérebro, da crista neural, que se desenvolve a partir de uma invaginação da camada da pele ectoderma contendo Melanina do inicial pré-feto. (Pearse, A.G.E., J Histocher Cytochem 17 (5)..); 303-313. Na seção meio da mesma seção do santuário do Faraó Tutankhamun estão seis figuras mumiformes, as quais foram traduzidas por Rkhty Amen Jones (King, p. 47) –

(1) Cabeça de Horus,

(2) Face de Horus,

(3) Pescoço de Horus;

(4) 1 33-Tecido de Horus;

(5) Olho Interior;

(6) Porta de Entrada.

O  I-33-tecido de Horus também foi traduzido por Piankoff como “Matéria Fina” ou “Coisa Fina” (“Fine Stuff”). Matéria Fina e o  I-33 tecido de Horus podem ter sido os antigos nomes científicos Africanos para Melanina.

Certamente, dado o claro papel da Melanina como o químico da vida e uma porta através da qual passam e são traduzidos todo o espectro de comprimentos de onda de luz (vida) na natureza. Na verdade, Melanina, como uma “Coisa Fina” [“Fine Stuff”] é uma forma verdadeiramente típica Africana de expressar uma Coisa Doce tão Profunda. Além disso, para os antigos Africanos nomear ligando Melanina com a Pineal, I, e 33 revela um conhecimento Africano de alta ciência. Pois o maiúsculo “I” (desenvolvimento da alma) resulta de uma conversão, levantando ereta a coluna vertebral 33 – de um nível morto horizontal, o caso do minúsculo “i” (ego / mente inferior, a besta), sobre a liberdade ou a salvação da alma do corpo físico por um processo de educação.

O sistema glandular de melanina do inteiro corpo encontrado ao longo das 33 vertebradas da coluna vertebral aumentam a produção hormonal e inter-relações glandulares elétrico/magnéticas durante o curso deste processo (King, p. 93-129).

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