Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – Capítulo XI – Dr. Richard King, M.D. –

Melanin - Key To Freedom - capaxxxxxxxcapa mela

Melanina – Uma Chave Para a Liberdade –
por
Richard King M.D. –
pg. – 47 – 49 –
Melanina, Visão Interior, Simbolismo Preto, Islã e a El’Kaaba em Meca

Pg. 47

Melanina, Visão Interior, Simbolismo Preto, Islã e a El’Kaaba em Meca

UM ESTUDO DA HISTÓRIA AFRICANA ANTIGA REVELA UMA ANTERIOR DEFINIÇÃO AFRICANA DO SISTEMA DE MELANINA HUMANA COMO UM (INTEGRAL) SANTO CORPO PRETO [(WHOLE) HOLY BLACK BODY] (HBB) QUE SERVE COMO O OLHO DA ALMA PARA PRODUZIR VISÃO INTERIOR, VERDADEIRA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, GÊNIO CRIATIVO, VISÃO BEATÍFICA, PARA TORNAR-SE SEMELHANTE A DEUS, E MANTER CONVERSAÇÃO COM OS IMORTAIS (ANCESTRAIS). O PROPÓSITO DA ANTIGA EDUCAÇÃO AFRICANA ERA PROPORCIONAR CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA VONTADE DO ESTUDANTE QUE PERMITIA A SALVAÇÃO (LIBERDADE) DA ALMA DOS  GRILHÕES (CORRENTES) DO CORPO FÍSICO. (George James, Stolen Legacy, Capítulo 3, U.B. & U.S. Communications Systems, Inc.).

ESTE OLHO É O “MENSAGEIRO DA LUZ”, DO UM ETERNO SOL QUE BRILHA ATRAVÉS DE TODA VIDA.
A PARTIR DOS GRANDES LIVROS DA ANTIGA KEMET (TEXTOS DAS PIRÂMIDES, TEXTOS DOS SARCÓFAGOS, LIVRO DA REVELAÇÃO DO DIA [LIVRO DOS MORTOS], TEXTOS PTOLEMAICOS DE EDFU, 42 LIVROS DE TEHUTI) ESTÃO OS TEXTOS FUNDAMENTAIS A PARTIR DOS QUAIS FORAM CONSTRUIDOS OS OUTROS GRANDES LIVROS DE RELIGIÃO TAIS COMO O LIVRO SAGRADO, O CORÃO DO ISLÃ;

“629 D.C., A.H. 7, foi o ano que (PROFETA) Muhammad voltou para Meca a partir de Medina, onde ele foi forçado a correr e se esconder. Ele marcou a data em que o tratado de acordo entre o governo que o (PROFETA) Maomé havia formado com Bilal em seus seis anos de exílio no Oásis de Yathrib, em Medina, e o governo do qual ele havia fugido em Meca.

Entre estas duas datas (622 – 629 D.C. ou A.H. 1 – 7), no entanto, o governo em Meca testemunhou uma conversão em massa de seus cidadãos da adoração da deusa Al’lat e El Ka’aba (a Pedra Preta Meteorito da Etiópia , África Oriental).
Estas religiões estabelecidas, tinham durante séculos representado as estruturas morais e religiosas do governo em Meca. . .

O (PROFETA) Maomé retornou triunfalmente para Meca. Ele e seus fiéis seguidores no Islã (a “nova religião”) adotaram Meca como a sua “CIDADE SANTA.” Eles também adotaram a El Ka’aba (Pedra Preta Meteorito, da Etiópia).

Mas eles rejeitaram completamente a pagar qualquer outra homenagem à Deusa Al’lat, que foi substituída pelo Deus Al’lah. . .

As seguintes são as Deusas do Islã que se tornaram as três “FILHAS DE AL’LAH”.

Al-lat, a Deusa do Sol, Al-Manat, a Deusa de Vênus, Al-Uzzah, A Deusa da Fortuna. ”

(Ben-Jochannan, Origens Africanas das Principais Religiões Ocidentais, Black Classic Press, Baltimore, Maryland, pp. 214-215).

Quanto à verdadeira visão (visão externa e interna) da El Ka’aba em Meca, um seguidor do Islã observou:

“Ele quer dizer que a mínima das ciências da proximidade (proximidade com Deus) é que quando você olha (consciência, atenção, meditação) para qualquer coisa, sensivelmente ou intelectualmente ou de outra forma, você deve estar consciente de contemplar a Deus com uma visão mais clara do que a sua visão daquela coisa.

Existem diversos graus nesta matéria. Alguns místicos dizem que eles nunca vêem nada sem ver Deus antes ou ‘com aquilo’, ou eles dizem que não vêem nada, mas Deus.

Um certo Sufi disse: ‘Eu fiz a peregrinação e vi a Ka’ba’.
Esta é a percepção de alguém que está velado. Então ele disse: ‘Eu fiz a peregrinação de novo, e vi ambos a Ka’ba e o Senhor da Ka’ba. Esta é a contemplação da Auto-subsistência (Self-substance) através da qual tudo subsiste, ele viu a Ka’ba.’

Então ele disse: ‘Eu fiz a peregrinação pela terceira vez, e eu vi o Senhor da Ka’ba, mas não a Ka’ba. Esta é a estação de waqfat (falecer em essência [passing-away in essence]). No presente caso, o autor está se referindo à contemplação da Auto-subsistência. [self-subsistence]”

(Nicholson, Reynold A., Os Místicos do Islã, [The Mystical of Islam] Shocken Book, New York, pp. 57-58, 1975).

Assim, para muitos seguidores do Islã a experiência de ver a Pedra Preta Meteorito El Ka’aba em Meca evoca a imagem da visão interior e experiência de Deus.

Este evento de visão interior era provável que tenha sido experimentado pelos mesmos Africanos que trouxeram a Pedra Preta da Etiópia para a Arábia muito antes do nascimento do PROFETA MAOMÉ.

É igualmente importante notar que, em Kemet, a genética filha da Etiópia, às Pedras Pretas era dado Valor Divino.
Pedras Pretas eram muitas vezes colocadas como as todo – pretas pedras de capeamento [capstone] do Pyramidion sobre o topo das pirâmides, também na sala [room] toda de pedra Preta (granito rosa sendo um granito Preto com manchas de vermelho) como a Câmara do Rei [King’s Chamber] que é a sala mais elevada no interior da Grande Pirâmide de Giza; e também em um sistema especial de medição utilizado pelos Kamitas [Kamites] quando se trabalhava em Pedra Preta, o Cúbito Preto ou Côvado Nilométrico [Nilometric Cubit], (King, Richard, Origem Africana de Psiquiatria Biológica, pp. 22).

Os antigos professores Africanos da antiga Universidade Kemética, O Sistema Mistério de Kemet, construíram pirâmides como templos réplicas simbólicas do templo humano, o corpo humano, que continha a alma humana, a parte superior do corpo humano contendo um velado OLHO PRETO DE VISÃO INTERIOR, O OLHO DE HERU, A GLÂNDULA PINEAL, A QUAL ERA PARTE DO SANTO CORPO PRETO (HBB) E SERVIA PARA MEDIAR O RELACIONAMENTO HUMANO PARA A LUZ SOLAR E LUNAR. [SUNLIGHT AND MOONLIGHT].

“Osiris como doador de luz, na lua foi dividido em quatorze pedaços durante a segunda metade da lunação pelo malvado Sut, o poder de oposição das trevas. Ele foi ajuntado novamente e reconstituído por seu filho, amado Horus, o jovem deus solar.

Esta representação não poderia ter sido feita, até que fosse conhecido que a luz era reabastecida mensalmente a partir da fonte solar. Então Horus como o deus-sol e vencedor de Sut, o poder das trevas, poderia ser chamado de o reconstituidor de Osíris na Lua. (Gerald Massey, Egito Antigo [Ancient Egypt], V. 1, pp. 187).

“Nos monumentos, Osiris é visto às vezes como uma múmia com cabeça humana, segurando os emblemas de poder, e usando em sua cabeça a imagem de uma lua cheia dentro de uma CRESCENTE…

Havia dois conjuntos de Mistérios. Osiris (masculino, sol) era o deus dos Mistérios Maiores, e Isis (Feminino, Lua) era adorada nos Mistérios Menores. ”

(Jackson, John, Cristianismo Antes de Cristo, [Christianity Before Christ] p. 137).

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