Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – Capítulo XII – Dr. Richard King, M.D. –

Melanin - Key To Freedom - capa capa mela xxxxxxx


Melanina– Uma Chave Para a Liberdade –
por
Richard King M.D. –
pg. – 50 – 52 –
Melanina, A Derivação do Nome a Partir da Palavra Grega Melanos. O Nome Kemético para Preto sendo Km

          Melanina, A Derivação do Nome a Partir da Palavra Grega Melanos.
O Nome Kemético para Preto sendo Km

 

UM ESTUDO DA HISTÓRIA AFRICANA ANTIGA REVELA UMA ANTERIOR DEFINIÇÃO AFRICANA DO SISTEMA DE MELANINA HUMANA COMO UM (INTEGRAL) SANTO CORPO PRETO [(WHOLE) HOLY BLACK BODY] (HBB) QUE SERVE COMO O OLHO DA ALMA PARA PRODUZIR VISÃO INTERIOR, VERDADEIRA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, GÊNIO CRIATIVO, VISÃO BEATÍFICA, PARA TORNAR-SE SEMELHANTE A DEUS, E MANTER CONVERSAÇÃO COM OS IMORTAIS (ANCESTRAIS). O PROPÓSITO DA ANTIGA EDUCAÇÃO AFRICANA ERA PROPORCIONAR CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA VONTADE DO ESTUDANTE O QUE PERMITIA A SALVAÇÃO (LIBERDADE) DA ALMA DOS GRILHÕES (CORRENTES) DO CORPO FÍSICO.
(George James, Stolen Legacy, Capítulo 3, U.B. & U.S. Communications Systems, Inc.).

MELANINA É O QUÍMICO DA VIDA, O QUÍMICO DA ALMA, UMA PORTA TRANSFÍSICA ATRAVÉS DA QUAL  AS ONDAS DE ENERGIA DOS SANTOS ALMA, ESPÍRITO E MENTE PASSAM PARA TOMAR FORMA COMO O SANTO CORPO PRETO.

ANTIGOS AFRICANOS EM KEMIT (EGITO) VIAM TODOS OS CONTEÚDOS DO AMENTA (O SUBMUNDO = INCONSCIENTE PESSOAL [MENTE]. SUPER CONSCIENTE [ALMA], INCONSCIENTE COLETIVO [ESPÍRITO] COMO PRETOS AZEVICHE NA COR [JET BLACK IN COLOR].

Melanina é um nome Grego para a cor preta que foi tomado a partir da palavra Grega Melanos que significa Preto. O nome Kemético antigo (Egípcio) para preto era KM (pronunciado em Inglês como Keme).

Budge escreveu, (Budge, Wallis, Egyptian magic, Dover Publications, Inc., New York, 1971,) “Um dos nomes mais antigos do Egito é “Kamt “,”Qemt “, uma palavra que significa “preto” ou “escuro”, . . . Os Egípcios Cristãos ou Coptas transmitiram a palavra sob a forma Kheme para os Gregos, Romanos, Sírios e Árabes.

Há um período muito remoto os Egípcios eram famosos por sua habilidade no trabalho de metais e em suas tentativas de transmutá-los, e, de acordo com escritores Gregos, eles empregaram azougue (mercúrio) nos processos pelos quais eles separavam o ouro e prata do minério nativo.

A partir destes processos resultava um pó “negro”[azeviche] [a (Jet) “black” powder] ou substância que era suposta de  possuir os mais maravilhosos poderes, e de conter em si as individualidades dos vários metais; e nele suas verdadeiras substâncias eram incorporadas.

De uma forma mística este pó “preto”[“black” powder] era identificado com o corpo que o deus Osíris era conhecido por possuir no submundo, e a ambos eram atribuídas qualidades mágicas, e ambos eram considerados por ser fontes de vida e poder . . . a crença de que poderes mágicos existiam em fluxos e ligas; e a arte de manipular os metais, foram descritas pelo nome “Khemeia”, isto é, “a preparação do minério de preto” (ou “pó”) [“powder”] que era considerado como o princípio ativo na transmutação de metais. À este nome os Árabes afixaram o artigo al, e assim a palavra Al-Khemeia, ou Alquemia.”

Por favor, considere o significado literal da palavra Al-Khemiea ou Alquimia que é
AL (O DEUS) – Khemeia (PRETO) ou O DEUS PRETO (ALQUEMIA).

Por favor considere, as palavras de Marimba Ani (Ani, Marimba, Yuguru, Uma Crítica Africano-Centrada do Pensamento e Comportamento Cultural Europeu [An African-Centered Critique of European Cultural Thought and Behavior], African Word Press, Inc. Trenton, New Jersey, pp. 469-471, 1994),

um nível inferior sobre-todos de integração do sistema nervoso, menor atividade da glândula pineal, e maior exemplo de calcificação pineal.

“Com menos melanina (os Europeus), poderíamos esperar um nível inferior sobre-todos de integração do sistema nervoso, menor atividade da glândula pineal, e maior exemplo de calcificação pineal.

Isto, por sua vez, pode limitar o acesso à função do lado direito  do cérebro associada com a glândula pineal; por exemplo, o desenvolvimento de intuitividade holística, pensamento “global” [“global” thinking], a habilidade de compreender verdades espirituais . . .

melanina e a glândula pineal são as chaves para uma consciência espiritual mais profunda no nível o qual os seres humanos podem integrar seu entendimento/conhecimento para alcançar verdades metafísicas que destravam as portas do   inconsciente escuro, trazendo consigo um emocional, e psicológico senso de segurança: uma unicidade consigo [oneness with self], uma paz interior . . .

O medo (Europeu) de seus inconscientes, eus ancestrais [ancestral selves] se manifesta como um medo dos outros . . . Africanos – suas ‘mães’, ‘pais’, sua origem – se torna o mais temido ‘outro’.

Eles temeram aquilo que eles eram incapazes de conhecer, o que veio a representar para eles a sensação de uma perda de controle, de caos, de desordem.

Pois a realidade espiritual torna-se opressiva [overwhelming], se a pessoa perde sua conexão . . . a negritude passou a representar o mal (para os Europeus e Escravos mentais Africanos) e o motivo porque o ‘lado negro’ tornou-se ameaçador.

A negritude, aliás, era o reino espiritual, metafísico para o qual os Europeus tinham pouco ou nenhum acesso.
O ‘lado negro’ desta era a visão interna do inconsciente que abria a porta para a comunicação com os símbolos e sabedoria ancestrais”.
Por favor, considere os escritos dos nossos Ancestrais Keméticos, Textos dos Sarcófagos, de mais de 4.000 anos atrás (Faulkner, R.O., The Ancient Egyptian Coffin Texts [Os textos dos Sarcófagos dos Antigos Egípcios], V. 1-111, Airs & Phillips, Ltd., Warminister, Wilts, Inglaterra, V. 1 ., pp. 135-136., 1978).

“Aconteceu que Re’ (Deus Sol Ra) disse a Heru: ‘Deixe-me ver seu olho desde que isso aconteceu a ele’. Ele olhou para ele e disse: ‘Olhe para o traço (preto) [(Black) stroke] com a sua mão cobrindo o Olho do Som [Sound Eye] que está lá’
Heru olhou para aquele traço e disse: ‘Eis que eu estou vendo-o como totalmente branco ‘ e é assim que o órix veio a existir. E Re’ disse: ‘Olhe novamente para aquele porco preto’.
E Heru olhou para este porco preto, e Horus chorou por causa da condição de seu injuriado Olho, dizendo: ‘Eis que o meu Olho é como aquele primeiro ferido que Seth infligiu em meu Olho’, e Horus ficou inconsciente em sua presença.
E Re’ disse: ‘Coloque-o em sua cama até que ele esteja bem’. Acontece que Seth havia se transformado em um porco e tinha projetado um ferimento em seu olho.
O porco é detestável para Horus.”

Jung (Jung, C.G., Psychology and Alchemy [Psicologia e Alquimia], V. 12, The Collected Works of C.G. Jung, Bollingen Series XX, Princeton University Press, pp. 389 1974), escreveu, “A verdadeira natureza da matéria era desconhecida do alquimista: . . .  Na tentativa de explorá-la ele projetava o inconsciente (Amenta) na escuridão da matéria, a fim de que iluminá-la . . .  Estritamente falando, a projeção nunca é feita; ela acontece . . . ela era uma ocorrência involuntária.”

Por favor, considere uma visão Africana da Alma (anjo) no Preto Amenta, no túmulo do Corpo, aguardando a salvação para guiar alguém no caminho da vida.
(Foto da Capa da Frente do livro de duas formas humanas, a grande alma do anjo da personalidade superior, e o pequeno ego [personalidade inferior, do cubo Preto] Santo Corpo Preto, [Holy Black Body], auto corpo físico reproduzido através da porta de melanina, melanina o químico da vida cujo átomo central é carbono o qual existe na natureza sob a forma de um cubo.)

cubo preto capa melanina

Please consider an African vision of the Soul (angel) in Black Amenta, in the tomb of the Body, awaiting salvation to guide one up the path of life (Front Book Cover picture of the 2 human forms, the large angel soul of higher personality, and the small ego [lower personality, from the Black cube] Holy Black Body, physical body self reproduced through the melanin door, melanin the chemical life whose central atom is carbon which exists in nature in the shape of a cube.)

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