Melanina – Uma Chave Para Liberdade – Capítulo XIV – Richard King M.D –

Melanin - Key To Freedom - capa xxxxxxx capa mela

Melanina – Uma Chave Para a Liberdade – por Richard King M.D. 
– pg. – 56 – 58 –
– Melanina e Neuromelanina –

 

                             Melanina e Neuromelanina  

UM ESTUDO DA HISTÓRIA AFRICANA ANTIGA REVELA UMA ANTERIOR DEFINIÇÃO AFRICANA DO SISTEMA DE MELANINA HUMANA COMO UM [INTEIRO] SANTO CORPO PRETO [HOLY BLACK BODY – HBB] QUE SERVE COMO O OLHO DA ALMA PARA PRODUZIR VISÃO INTERIOR, VERDADEIRA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, GÊNIO CRIATIVO, VISÃO BEATÍFICA, PARA TORNAR-SE SEMELHANTE A DEUS, E PARA MANTER CONVERSAÇÃO COM OS IMORTAIS (ANCESTRAIS).

O PROPÓSITO DA ANTIGA EDUCAÇÃO AFRICANA ERA PROPORCIONAR O CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA VONTADE DO ESTUDANTE QUE PERMITIA A SALVAÇÃO (LIBERDADE) DA ALMA DOS GRILHÕES (CORRENTES) DO CORPO FÍSICO.
(George James, Stolen Legacy [Legado Roubado], Capítulo 3, U.B. & U. S. Communications Systems).

MELANINA É O QUÍMICO DA VIDA, O QUÍMICO DA ALMA, UMA PORTA DE TRANSFORMAÇÃO ATRAVÉS DA QUAL AS ONDAS DE ENERGIA DOS SANTOS ALMA, ESPÍRITO E MENTE PASSAM PARA TOMAR FORMA COMO O SANTO CORPO.

OS ANTIGOS AFRICANOS EM KEMIT (EGITO) VIAM TODOS OS CONTEÚDOS DO AMENTA (O SUBMUNDO = INCONSCIENTE PESSOAL [MENTE], SUPER CONSCIENTE [ALMA], INCONSCIENTE COLETIVO [ESPÍRITO] COMO PRETOS AZEVICHE NA COR [AS JET BLACK IN COLOR].
(Piankoff, Alexandre, The Shrines of Tutankhamun)

Talvez possamos ESTUDAR, APRECIAR e REFLETIR sobre os escritos de nossos ancestrais como eles aparecem nos GRANDES LIVROS de KEMET antiga (TEXTOS DAS PIRÂMIDES, TEXTOS DOS SARCÓFAGOS, LIVRO DA REVELAÇÃO PELO DIA [LIVRO EGÍPCIO DOS MORTOS]).

Estes antigos TEXTOS AFRICANOS contêm verdadeiros MAPAS MENTAIS para guiar o movimento da VIDA (LUZ), através da transfísica PORTA DA “COISA FINA” (MELANINA) entre os diferentes reinos da VIDA (LUZ).

Strzelecka (Strzelecka, T. A hypothetical structure of melanin and it’s relation to biology, Physiol. Chem. Phys. [Uma estrutura hipotética de melanina a sua relação à biologia, fisiol. Quím. Fís.] 14: pp. 233-237 PP, 1982) tem apresentado percepções [insights] sobre o papel da estrutura de melanina é o seu espectro de absorção óptica; o coeficiente de absorção é quase constante entre 400 e 700 nm ainda sobe rapidamente em direção ao comprimento de onda mais curto.”
(Crippa, P.R., Cristoletti, V., Romeo, N.A., band model for the melanin deduced from optical absorption and photoconductivity experiments [modelo de banda para a melanina deduzido a partir de experimentos de absorção óptica e fotocondutividade]. Biochem. Biophys. Acta. 538: pp. 164, 1978)

Melanina foi mostrada por McGinness que quando absorvendo ultra-som na região de 1 MHz era convertida numa forma que matava as células cancerosas. (McGinness, J.E., Corry, P.M., Amour, E., drugs and ultrasound induced cytoxicity, [Citotoxidade induzida por ultra-som e drogas], Pigment Cell, 2: pp. 316, 1976)

Strzelecka observou que Melanina sintética e Melanina Natural,  Melanina do cabelo, têm semelhança geral, mas ligeiramente diferentes regiões de absorção óptica de luz.

Melanina sintética com três regiões de absorção: 14:46 – 1,85 eV, 1,85-3,5 eV, e acima de 3,5 eV, que correspondem a regiões de comprimento de onda de LUZ de 850-670 nm, 670-355 nm, e inferior a 355 nm.

Melanina do cabelo tem duas regiões de absorção:
01:57 – 3.4 eV e acima de 3,4 eV, que correspondem a regiões de comprimento de onda de 790-365 nm de LUZ e abaixo de 365 nm.

Uma parte absorvia LUZ na faixa visível (1,57-3,4 eV). Enquanto que a segunda parte do polímero de Melanina absorvia LUZ na região do ultravioleta (acima de 3,4 eV).

Strzelecka aceitou a teoria de que o polímero de melanina sendo composto por duas pilhas de diversos grupos planares paralelas umas às outras. (Thatachari, Y. Structure of melanins [Estruturas de melaninas], Ibid, 1: pp. 158, 1973 e Kono, R., Yamaoka, T., Yoshizaki, H., McGinness, J.E., Anomalous absorption and dispersion of sound waves in diethylamine melanin [Absorção e dispersão anômala de ondas sonoras em melanina dietilamina], J. Appl. Phys., 50: pp. 1236, 1980)

As unidades monoméricas na melanina têm absorção na região da LUZ visível com a interação entre elas resultando em mudanças de pilha em direção aos maiores comprimentos de ondas de LUZ visível.

O polímero de melanina foi visto como tendo um “núcleo” [“core”] com unidades monoméricas ligadas ao núcleo [“core”] que durante a degradação das próprias pilhas, podem ser destruídas, mas ainda são capazes de absorver LUZ na região visível.

Strzelecka notou, “o núcleo também se torna destruído, mas continua capaz de absorve a radiação de UV (LUZ). . . Provavelmente essa é a razão pela qual a melanina foi “escolhida” no processo de evolução como uma substância que melhor pode proteger as células dos tecidos exteriores contra os danos da radiação, o que explica por que encontramos este polímero em tantas espécies, de plantas a seres humanos.”

ISTO SE APLICA À FORMA DE MELANINA EUMELANINA, PRETA PARA O MARROM NA COR, MAS NÃO À FEOMELANINA, QUE É VERMELHA PARA O AMARELO NA COR. FEOMELANINA SE COMPORTA DE FORMA DIFERENTE QUANDO EXPOSTA À LUZ UV.
(Menon, I.A., Persad, S., Haberman, H.F., Kurian, C.J., A comparative study of the physical and chemical properties of melanins isolated from human Black and red hair. [Um estudo comparativo das propriedades físicas e químicas de melaninas isoladas de cabelo preto e vermelho humano]. J. Invest. Dermatol., 80: Pp. 202-206, 1983).

Cesarini (Cesarini, J., Photo-induced events in the human melanocytic system: photoagression and photoprotection [eventos Foto-induzidos no sistema Melanocítico humano: foto-agressão e foto-proteção]. Pigment Cell Research., 1: pp. 223-233, 1988) relatou,
“Feomelanina tornou-se mutagênica (produziu câncer) após exposição a luz – UV de longo comprimento de onda, encontrando consistência com a hipótese de mutação somática induzida por UV para a origem das sardas [freckles]. . . e a alta suscetibilidade dos ruivos e louros para alterações na pele induzidas por luz solar.

Koch (Koch, W.H., e Chedekel, M.R., Photoinitiated DNA damage by melanogenic intermediates in vitro
[Danos Foto-iniciados no DNA por intermediários melanogênicos in vitro], Photochem. Photobiol., 44: pp. 703-710, 1986) descreveu danos foto-iniciados de DNA por intermediários melanogênicos de origem 5-S-cysteinyl 1-dopa.

A ligação desta molécula para o DNA é ativada pelos 300 nm de luz UV, juntamente com a indução de quebras nos filamentos individuais no DNA. . .

Menon (1983) encontrou que o cabelo vermelho (feomelanina) continha mais S (enxofre) do que as melaninas de cabelo preto (eumelanina). . .

Tem sido demonstrado que a incidência de carcinoma de células escamosas da pele e carcinoma basocelular surgem com alta freqüência em grupos de pessoas com olhos azuis – verdes, tez clara, cabelos claros e vermelhos. . .

em todos os países ocidentais, o número de casos de melanomas de pele estão dobrando a cada dez anos. ”

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