Melanina – Uma Chave Para Liberdade – Capítulo XV – Richard King M.D –

Melanin - Key To Freedom - capaxxxxxxxcapa mela


Melanina – Uma Chave Para a Liberdade –
por Richard King M.D. –
pg. – 59 – 61 –
Melanina e a Teoria Eletromagnética da Vida

                     Melanina e a Teoria Eletromagnética da Vida

UM ESTUDO DA HISTÓRIA AFRICANA ANTIGA REVELA UMA ANTERIOR DEFINIÇÃO AFRICANA DO SISTEMA DE MELANINA HUMANA COMO UM [INTEIRO] SANTO CORPO PRETO [HOLY BLACK BODY – HBB] DE MELANINA [A WHOLE BODY BLACK MELANIN SYSTEM] QUE SERVE COMO O OLHO DA ALMA PARA PRODUZIR VISÃO INTERIOR, VERDADEIRA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, GÊNIO CRIATIVO, VISÃO BEATÍFICA, PARA TORNAR-SE SEMELHANTE A DEUS, E PARA MANTER CONVERSAÇÃO COM OS IMORTAIS (ANCESTRAIS). 

O PROPÓSITO DA ANTIGA EDUCAÇÃO AFRICANA ERA PROPORCIONAR O CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA VONTADE DO ESTUDANTE QUE PERMITIA A SALVAÇÃO (LIBERDADE) DA ALMA DOS GRILHÕES (CORRENTES) DO CORPO FÍSICO.
(George James, Stolen Legacy [Legado Roubado], Capítulo 3, U.B. & U. S. Communications Systems).

MELANINA É O QUÍMICO DA VIDA, O QUÍMICO DA ALMA, UMA PORTA TRANSFORMACIONAL ATRAVÉS DA QUAL AS ONDAS DE ENERGIA DOS SANTOS ALMA, ESPÍRITO E MENTE PASSAM PARA TOMAR FORMA COMO O SANTO CORPO.

A Melanina está presente nas células do cérebro, Neurônios, em muitos locais diferentes em todo o Cérebro.

A Melanina encontrada em tais locais é conhecida como Neuromelanina.

(Graham, D.G., The Origin and Significance of Neuromelanin [A Origem e Significado da Neuromelanina], Arch Pathol. Lab. Med. 103; pp. 359-362, 1987;
Lindquist, N.G.,Neuromelanin and its Possible Protective and Destructive Properties [Neuromelanina e Suas Possíveis Propriedades Protetoras e Destrutivas], Pigment Cell Research 1: Pp. 133-136
Bazelon, M., Estudos sobre Neuromelanina 1. A Melanin System in the Human Adult Brainstem [Um Sistema de Melanina no Tronco Cerebral Humano Adulto] Neurology, 17;  pp. 512-519, 1967;
Fenichel, G.M., Studies on Neuromelanin [Estudos sobre Neuromelanina]. II Melanin in the brainstem of Infants and Children [Melanina no Tronco Cerebral de Bebês e Crianças].
Neurology, 18: pp. 817-820,1968: Lacy, M. Neuromelanin: A hypothetical component of bioelectronic mechanisms in brain function [Um componente Hipotético de Mecanismo Bioeletrônico em Processos Bioeletrônicos Envolvendo Neuromelanina, J. theor Biol., 111: pp. 201-204, 1984;
McGinness, J., A New View of Pigmented Neurons [Uma Nova Visão de Neurônios Pigmentados], J. theor Biol. 115: pp. 474-476, 1985: Marsden, C.D., Brain Melanin [Melanina Cerebral]. In: Pigments in Pathology. M. Wollman Ed. Academic Press, New York, pp. 395-420, 1969;
Mann, D.M.A., The Effect of Aging on the Pigmented Nerve Cell of The Human Locus Coeruleus and Substantia Nigra [O Efeito do Envelhecimento Sobre a Célula Nervosa Pigmentada do Locus Coeruleus e Substantia Nigra Humana], Acta Neuropathol. [Berl.] 47; pp. 93-97, 1979).

De acordo com Lindquist (1987), “Muitas das propriedades da Neuromelanina são semelhantes àquelas de outros tipos de Melanina, mas a Neuromelanin difere da Melanina presente nos Melanócitos em alguns aspectos: Ela pode ser formada, principalmente, por outras enzimas além da tirosinase ou, pelo menos em parte, autoxidativamente [autoxidatively].”

No entanto, Lacy (1981) relatou, ” Considerando que a tirosinase está envolvida na formação de Melanina ocular –cutânea (olhos, pele), a tirosina-hidroxilase [tyrosinase-hydroxilase] está provavelmente envolvida na formação de Neuromelanina.

Pigmentação normal do cérebro é observada em ratos albinos e seres humanos albinos embora tenham uma deficiência genética de Tirosinase (a enzima fundamental requerida para a formação de Melanina na pele). A Tirosinase não foi encontrada no tecido cerebral, enquanto que a Tirosina Hidroxilase [Tirosine Hydroxylase] não apenas é encontrada, mas ocorre em maiores concentrações nessas regiões do Cérebro (Substantia Nigra e Locus Coeruleus) que contém as maiores concentrações de Neuromelanina. (Neuromelanina no cérebro é formada pela enzima tirosina-hidroxilase e a Melanina na pele é formada pela enzima Tirosinase.)

Tem sido proposto que Neuromelanina é realmente um acumulativo sub-produto do metabolismo da catecolamina. [na accumuating by-product of catecholamine metabolism].

Estudos por Kastin e co-trabalhadores (Kastin, III. Melanin in the Rat Brain [Melanina no Cérebro de Ratos], Brain Res. Bull. 1: Pp. 567, 1976), no entanto, mostram que a concentração de Neuromelanina no cérebro de ratos atinge níveis adultos mais cedo do que a concentração de catecolaminas. A ausência de formação contínua concomitante indica que os dois processos podem ser apenas indiretamente relacionados. ”

Lindquist (1987) observou que “Neuromelanin parece ser muito estável e não é normalmente secretada a partir das células onde se forma. Indivíduos jovens têm pequenas quantidades de Neuromelanina (Bazelon, 1967, Fenichel, 1968), mas no homem o pigmento é acumulado nos Neurônios na Substantia Nigra do Locus Coeruleus até 55-60 anos de idade, quando o nível de Neuromelanina nestas células parece diminuir lentamente (Marsden, 1969, Mann, 1979). A rotatividade da Neuromelanina parece ser extremamente baixa; talvez a única maneira de degradação seja a liberação de grânulos de pigmento de Neurônios danificados e fagocitose por células da Neuroglia (Marsden, 1969).”

Lindquist citou dois possíveis papéis funcionais da Neuromelanina – A Conversão Químicos Radicais Livres Prejudiciais em Energia Vibracional (phonon-electron coupling [acoplamento de Fônon-Elétron], Lacy, 1984) e O Acúmulo de Compostos Químicos, como Aminas e Metais por longos períodos de tempo, com liberação lenta dos agentes , em baixas concentrações não-tóxicas.

Lindquist disse: “É possível que pelo menos dois compostos, MPTP e Manganês, devido à sua Neurotoxicidade direta ou indireta, podem causar lesões em Neurônios contendo Pigmento secundário à sua acumulação nos grânulos de Neuromelanina (doença de Parkinson, distúrbios extrapiramidais semelhantes à doença de Parkinson).

Muitos outros compostos possuem afinidade à Melanina. . . Entre estes agentes, um pesticida, paraquat, que é de interesse porque está quimicamente relacionado com um metabólito de MPTP.
O Paraquat tem sido encontrado quase tão tóxico para o sapo quanto este metabólito de MPTP particular (Barbeau, A., Comparative Behavioral Biochemical and Pigmentary Effects of MPTP [Bioquímica Comportamental Comparada e Efeitos Pigmentares de MPTP], MPP + – e paraquat em Rana pipiens, Life Sci. 37: pp. 1529-1538 , 1985).

Em recente investigação epidemiológica, as maiores taxas de prevalência da doença de Parkinson foram encontradas em áreas rurais agrícolas de elevada utilização de pesticidas. (Barbeau, A., Environmental and Genetic Factors in the Etiology of Parkinson’s disease [Fatores Ambiental e Genéticos na Etiologia da Doença de Parkinson]. Adv Neurol, 45: pp. 299-306, 1986)”.
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