A Linguagem dos Pássaros – William Henry

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A LINGUAGEM DOS PÁSSAROS – WILLIAM HENRY
   
LANGUAGE OF THE BIRDS – WILLIAM HENRY

William Henry capa - linguagem dos passaros

Pg. 2. –


                                    A LINGUAGEM DOS PÁSSAROS

A Linguagem dos Pássaros é um dos vários nomes dados à secreta linguagem hermética do esoterismo. Desde pelo menos a Idade das Trevas (e não me refiro a 1980) uma idéia tem existido de que houve uma vez uma língua, ou uma palavra particular, que expressa perfeitamente a natureza das coisas. Esta linguagem foi chamada a Linguagem dos Pássaros.

É bem conhecido pelos estudiosos no campo da lingüística que Adão no Jardim do Éden falou uma misteriosa linguagem primordial, e que esta língua (simbolizada pela maçã), providenciava um imenso poder e abundância para a humanidade. Através desta Linguagem foram dados à Adão e Eva “domínio” sobre a natureza em Gênesis 1:26.

Acredita-se que toda a humanidade compartilhou esta linguagem comum. Foi o grande unificador. Semelhante à maneira como a palavra and em Inglês se torna et em Francês e und em Alemão, mas ainda assim pode ser expressa no mundo todo pelo sinal & – – toda linguagem foi uma vez entendida universalmente.

Este Idioma foi perdido quando Adão e Eva foram expulsos do Éden – ou assim nós fomos ensinados a acreditar.

Neste livro você vai aprender os fundamentos da Linguagem dos Pássaros e estará no seu caminho para a decodificação dos mitos e segredos dos antigos, como nunca antes.

 

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Pg. 3.

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                                            INTRODUÇÃO
                      ELES QUE FALAVAM COM OS PÁSSAROS

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Desde que a humanidade começou a pensar em termos espirituais, Pássaros têm simbolizado estados espirituais, anjos e formas superiores do ser.

Pinturas rupestres de Lascaux, na França mostram homens-pássaro demonstrando o vôo-da-alma ou o vôo-do-espírito do xamã.

Estatuetas da Iugoslávia datadas de 5300 A.C. retratam a Deusa Pássaro-e-Serpente.

Os deuses Egípcios eram freqüentemente retratados como homens-pássaros.

Em grego, a palavra para o pássaro é um sinônimo para mensagens do Céu. *

[ * 1. Jean Chevalier & Alain Gheerbrant, The Penguin Dictionary of Symbols (London, Penguin, 1969), p. 86.]

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No Taoísmo, pássaros têm o mesmo significado, enquanto os Imortais assumem as formas de pássaros para significar sua ‘Leveza’ e sua liberdade do ‘peso’ terreno.

Po-Yi, que auxiliou o Imperador de Jade em sua tarefa de regular do mundo, aprendeu a linguagem dos pássaros.

No início, diz o Antigo Testamento, o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.

Uma pomba trouxe a Noé a mensagem de paz.

Abraão, que sacrificou o pássaro para o Yahweh, ouviu a canção da rolinha.

Querubins Alados guardaram a Arca da Aliança.

Elias teve seus Corvos que lhe trouxeram pão.

Jesus disse aos seus discípulos que, com o batismo, o Espírito de Deus desceu do céu como (ou em forma de) uma pomba e pousou sobre ele.

São Francisco conversou com os pássaros.

Qual é o significado dessas referências a pássaros?

Uma pista vital vem com Rei Salomão e o que é talvez a mais tentadora de todas as histórias envolvendo pássaros e humanos. Entre as lendas mais fascinantes sobre o Templo de Salomão está a lenda de que Salomão era um alquimista e que ele fabricou por meios alquímicos, o ouro usado em seu templo. *

[*Manly P. Hall, The Secret Teachings of All the Ages –  (Os Ensinamentos Secretos de Todas as Idades) (Los Angeles, Philosophical Research Society, 1988), p. CLXIV.]

O Corão (27:16) afirma que Salomão conheceu a Linguagem dos Pássaros. No Corão, lemos:

“E Salomão foi herdeiro de David. E ele disse, Oh, humanidade! Veja! Fomos ensinados a Linguagem dos Pássaros e temos sido ensinados abundância de todas as coisas…” *

[* – Sura 27:16.]

O que é essa linguagem, e como é que um sistema de linguagem poderia dar a Salomão “abundância de todas as coisas”?

Uma explicação é que esta linguagem, às vezes chamada de “A Linguagem Verde’ [‘The Green Language’], [1]* –  acredita-se ser o idioma holística da natureza. Salomão,  somos informados (1 Reis 04:33), não apenas falou com os pássaros, ele também “falou de (ou para) árvores… Ele também falou com animais e aves, e com répteis e peixes. [2]*

[ 1* – David Ovason, The Secrets of Nostradamus  (Os Segredos de Nostradamus) (London, Century, 1997), p. 134.]
[ 2* – 1 Reis 4: 3].

Entender essa línguagem, somos levados a crer, equilibrava, misturava ou integrava Salomão com toda a criação. Como Kipling escreveu em uma de suas ‘Just So Stories’ (‘Apenas Histórias’):

              Nunca houve um rei como Salomão,
              Não, desde que o mundo começou;
              Somente Salomão falou com uma borboleta
             Como um homem conversa com um homem.

Há uma lenda de que Salomão possuía um anel mágico que lhe permitia compreender a linguagem animal.
De acordo com outra interessante lenda, Salomão aprendeu a Linguagem dos Pássaros do pássaro Hoopie (que é, na verdade, o pai da Rainha de Sabá). * –

[* – Alice Parmelee, All The Birds of the Bible: Their Stories, Identification and Meaning  (Todas os Pássaros da Bíblia: Suas Histórias, Identificação e Significado) (New York, Harper Brothers, 1959), p. 141.]

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O nome Sabá [Saba] deriva de Sba o nome Egípcio para Venus, ou amor. Saba ou ‘deuses do amor’ moravam no Monte Meru, [1]* -, onde era também localizado um lugar chamado Ida (é a raiz para idéia). [2] *

[ 1* – Nicholas Roerich, Shambhala (New York, Museu NicholasRoerich, 1978), p. 140.]
[ 2 * – Godfrey Higgins, Anacalypsis (Kila, MT, Kessinger Publishing), v. 1, p. 356.]

Do outro lado do mundo, Índios Hopi dizem que pássaros têm o poder mágico de se comunicar com os deuses. *

[* – Ibid., Symbols, p. 89.]

Hoopie e Hopi são palavras quase idênticas. Embora elas se refiram a coisas diferentes, para o cérebro de pássaro [bird brained] estes termos estão ligados. Isto é assim porque de acordo com um dos princípios mais importantes da Linguagem dos Pássaros, palavras de ressonância fonética semelhante são consideradas como sendo explicativas uma da outra.

Uma das características da Linguagem dos Pássaros tem sido denominada onomatapoesis, ou poesia do nome [name poetry] onde colocar nomes expressa não somente uma qualidade específica ou lugar, mas qualquer coisa que nós queiramos que ele signifique!

Por exemplo, por que é ela chamada a Linguagem dos Pássaros? É provavelmente porque o Latim aves, ou pássaro, é foneticamente o mesmo que avi, anjo, * – ava, maçã (o símbolo do conhecimento proibido), e ova, vida.

[ * – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, HarperCollins, 1983), p. 101.]

Através dessas ligações, poderíamos desenvolver uma imagem da Linguagem dos Pássaros como a linguagem dos anjos, do conhecimento proibido e da vida. Na verdade, todas são caracterizações desta linguagem.

Por ela usar ressonância fonética da Linguagem dos Pássaros é chamada de “cabala fonética”, um código de linguagem fonética.

Este código equivale palavras que soam iguais, em diferentes línguas, ligando conceitos de palavras pelo som em Inglês. Estas conexões lingüísticas revelam surpreendentes sincronicidades literárias e históricas ou coincidências significativas que apontam para a interligação de toda criação.

A natureza é conectada. É a mente lógica da humanidade que separa. Ao aprender esta Linguagem, nos tornamos mais plenamente reconectados e ressonantes com a matriz da vida na Terra. Aprendemos a trabalhar com as forças da natureza e explorar as relações entre todas as maravilhas de sua criação.

Com esta linguagem, prometem os místicos, podemos curar nosso mundo e a nós mesmos, transformando-o de um deserto para um jardim ou um paraíso. Quando ‘em sintonia’ [‘in tune’] ou ressonância com a natureza, nós trazemos mágica em nossas vidas, e um, sem esforço, fluxo de sincronicidade.

Outro exemplo informativo da ressonância fonética dessa linguagem é fornecido pelos xamãs Druidas que foram chamados bards (birds – pássaros) e ollaves (que chama a atenção para o “ramo de oliveira” da paz) e foram reverenciados como Pacificadores. *

[* – Robert Graves, The White Goddess: A Historical Grammar of Poetic Myth (New York, Noonday Press, 1948), p. 22.]

Segundo a tradição Irlandesa, quando o bard aparecia em um campo de batalha vestindo seu casaco de muitas cores eles falariam uma palavra de poder e a paz se seguiria imediatamente. Mesmo os grandes exércitos romanos dos 600 foram cheios de temor e terror à vista destes Pacificadores. *

[*Michael Baigent & Richard Leigh, The Elixer and the Stone (O Elixir e a Pedra) (London, Penguin Books, 1997).]

A partir desta descrição, podemos ter uma noção do poder acima de tudo que a Linguagem dos Pássaros fornece.  Ela pode trazer a paz, a unidade do Céu e da Terra.

Pg. 6. –

A SERPENTE E A PEDRA   –  THE SERPENT AND THE STONE

Além de Paz e Magia, adquirir a Linguagem dos Pássaros, e sua palavra de poder, também traz acesso a segredos. A compreensão do mundo através desta linguagem sagrada traz iluminação.

Muitas vezes, estes segredos são representados por algum objeto (geralmente uma pedra) guardado por uma serpente ou dragão, por vezes, perto de uma árvore.

Este objeto e árvore freqüentemente simbolizam a porta de entrada para o Céu, o ponto onde é estabelecida a comunicação entre o Céu e a Terra e a imortalidade é alcançada.

A descoberta dessa porta de entrada para o Céu é a recompensa final que se rende pela compreensão da Linguagem dos Pássaros. Acreditava-se que a Linguagem dos Pássaros poderia reprogramar biofisicamente o corpo humano para um ser mais elevado (ou leve), sendo capaz de entrar nesta porta de entrada.

Os Nórdicos enfatizaram a necessidade da luta da humanidade com a serpente para unir o Céu e a Terra. Nós lemos sobre heróis que, depois de ter vencido a serpente ou dragão, como Siegfried na lenda Nórdica, provou o sangue do dragão e entendeu instantaneamente a Linguagem dos Pássaros. A vitória sobre a serpente muda o destino de Siegfried, permitindo-lhe alcançar o desejo do seu coração (a amável e bela donzela Brunilda). *

[* – Stuart Gordon, The Encyclopedia of Myths and Legends

(London, Headline, 1993), p. 627.].

Os Nórdicos acreditavam que recuperar a linguagem poética dos Pássaros (ou bards) permitiria a entrada no reino dos deuses e anjos – – O secreto Jardim da Criação dos ancestrais.

Enquanto alguém pode nunca localizar esta porta de entrada, como um resultado da busca se goza de aumentada longevidade, inteligência superior, e grande júbilo de ser deixado entrar nos segredos das idades e do senso de humor dos deuses, ou Tribo dos Pássaros.

Pg. 8. –

O PÁSSARO E A SERPENTE   –   THE BIRD AND THE SERPENT

O pássaro está em oposição à modesta serpente como um símbolo do Céu. Unidos, eles representam a unidade de Céu e Terra.

‘No princípio’ a palavra serpente significava algo diferente do que o faz hoje. “Serpente” simplesmente se referia à energia.

Na verdade, desde que os humanos começaram a desenhar nas paredes das cavernas a 40.000 ou mais anos atrás, a serpente simbolizava a energia de Deus que criou o mundo.

Para os primeiros seres humanos a linha no chão simbolizava a força cósmica serpentina transformada a partir de um ‘s’ celestial para o ‘s’ terreno. * – Quando tornada visível na Terra, a serpente no instante da manifestação é o sagrado tornado manifesto.

[ * – Robert Lawlor, Homage To Pythagoras: Rediscovering Sacred Science (Hudson, NY., Lindisfarne Press, 1982), p. 43].

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O petróglifo [rock carving] de Bohuslan, na Suécia mostrado aqui descreve um homem enfrentando a energia da Força da Vida feita manifesta no chão diante dele. A santa linha serpentina no chão tornou-se o curvo ‘s’ e o ondulado ‘w’ ou ‘~’ de desenhos rupestres.

Esta linha na parede da caverna, como a linha em um pedaço de papel ou em uma tela de computador, é uma vivente, eternamente evoluindo linha sagrada. Ela pode tornar-se qualquer coisa que a mente de Deus ou do homem possa conceber. Como diz o ditado, “do ponto, linha, superfície, esfera, semente, caule a vida aparece.”

Na maioria das vezes não temos consciência do reino invisível a partir do qual esta ‘serpente sagrada’ energia da Força de Deus emerge e a forma como é ramificada através de nossas vidas.
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Os Egípcios simbolizavam a unidade do pássaro e da serpente pelo Olho ujat [‘ujat Eye’]. Este símbolo foi utilizado para designar ambos o verbo “ver” e o verbo “fazer” ou “criar.” * Isto enfatiza o papel do observador em toda a criação.

[ * – Robert Lawlor, Homage To Pythagoras: Rediscovering Sacred Science (Hudson, NY., Lindisfarne Press, 1982), p. 43.].

Isso enfatiza o papel do observador em toda a criação.

Como Robert Lawlor nata, “nós temos uma sobreposição lingüística semelhante em nossas línguas Indo-Européias, entre as palavras “fato” [“fact”] e “manufatura” [“manufacture”]. *

[ * – Ibid., p. 43.]

A cada segundo de nossas vidas nossos cérebros “fabricam” o nosso mundo a partir de dados recebidos de “lá fora”. Aumento de inteligência e habilidade de “”manufaturação” – o poder de manifestar os desejos do nosso coração – é para ser encontrado pela união de nossos Olhos Celeste e Terrestre.

Na América Central o sumo sacerdote Zapoteca era chamado Uija-tao (praticamente idêntico à Ujat), significando o Grande Vidente. *
[ * – Albert Churchward, Signs and Symbols of Primordial Man (Brooklyn, N.Y., A & B Publishers Group, 1993), p. 35.]

Ele possuía o poder de colocar-se em um estado de êxtase

O uraeus foi o nome que os Gregos deram à imagem-de-serpente encontrada na testa dos Faraós Egípcios (faraós ou pha-rus).

Ele fazia isso para proclamar-se o novo Ho-Rus ou Horus (‘cavalo de deus’).

O uraeus é uma imagem de uma serpente enrolada, sua cabeça estendida, preparada para cuspir.

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Hoje, podemos conceber o Diadema do Pássaro/Serpente como a ‘coroa pensante’ do Rei [the King’s ‘thinking cap’].

Segundo Lawlor, *  – ele significava a junção dos dois hemisférios do cérebro.

[ * – Ibid., Homage, p. 89]

Quando os médicos legistas removeram a máscara de ouro do rei menino eles encontraram uma sub envoltura de linho. [linen underwrap]. Esta camada delicada era bordada em um projeto figura/Serpente 8 de pérolas, ouro e pedras semi-preciosas.

Isto não deveria nos surpreender. O “Senhor dos 8′ era um título de Thoth, o deus Egípcio da magia e da fala. O nome IESOUS ou Jesus soma 888 ou 8. *

[ * – David Fideler, Jesus Christ: Sun of God (Wheaton, Ill., Quest Books, 1993), p. 264.]

Enrolando, torcendo e dobrando sobre si mesmo, o DNA se assemelha a uma figura 8 ou um H espiralando.

Os antigos falaram de 8 grandes poderes que correspondem com 7 centros nervosos (mais um 8 º ‘oculto’) dentro de nossos corpos. *

[ * – Georg Feuerstein, Spirituality by the Numbers (New York, Jeremy P. Tarcher, 1994), p. 157].

Referências a estes 8 grandes poderes enrolados dentro de nós são encontrados nos mais antigos mitos lidando com crenças humanas.

É possível que o número 8 na cabeça de Tut significa sua maestria [mastery] dos princípios do 8 (Thoth) e os 8 grandes poderes espirituais.

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O cocar de Tutankhamon apresenta o udjat. Os antigos Egípcios eram especialistas no uso de trocadilhos. Eles zoomorfizaram as forças da natureza, e, encontrando semelhanças entre animais e energias, usavam o símbolo apropriado para indicar a força apropriada.
A Eletricidade, que cuspia e assobiava e mordia e entorpecia ficou retratada como gatos ou cobras; Os Campos magnéticos por razões semelhantes e numerosas se tornaram pássaros. Este fabuloso Cocar Faraônico com um Abutre e uma Víbora juntos é provável por simbolizar os “reinos” superior e inferior [Upper and Lower ‘Kingdoms’] da eletricidade e magnetismo como os reinos do Alto e Baixo Egito.

Os antigos Sumérios, Egípcios, Gregos e Hindus atribuíram significado espiritual secreto para cada parte do corpo.

Antigos ‘médicos da alma’ acreditavam que, se esses 8 poderes fossem acessados, poderiam liberar tremendos poderes de cura em nossas vidas e nosso mundo.

Egiptólogos dispensam este símbolo como sendo apenas uma parte do Cocar do Faraó. No entanto, o uraeus representava a realização de elevado conhecimento do que os Egípcios chamaram de A-tum (e nós chamamos de átomo), os mais íntimos trabalhos da criação.

Um dos 8 grandes poderes que são significados pelo uraeus é a capacidade de ver objetos muito menores e muito mais distantes do que é possível por meio de quaisquer instrumentos feitos pelo homem já planejados.

Parece que os Druidas bardos [bards] possuíam essa mesma capacidade. O nome “Druida” pode vir de drus, ou d-RUS, o que significa “carvalho”, fazendo dos druidas os ‘homens do Rus’.
A palavra rus é traçada para o Egito e a palavra Grega uraeus ou u-rus.

O que realmente acontece, e está sendo referido no caso dessas observações, é que uma projeção do ajna, ‘terceiro olho’, chakra é formada pelo yogi.

Esta abertura do filamento ou projeção pode ser controlada pelo

yogi ou faraó, de acordo com a escala do objeto em observação.

A sua colocação entre os olhos humanos enfatiza a visão espiritual e sabedoria do utente. Significava que o faraó era um representante Terreno do Olho de A-tum. Por esta razão, o uraeus é chamado o olho transformado do deus A-tum * –

[* – Canção do deus Egípcio, Atum, do Mito de Criação no Papiro de Rhind – Bremner Rhind Papyrus – do Quarto Século a.C.].

Através de sua visão espiritual, os faraós possuíam a habilidade de acessar diretamente o mundo do A-tum … ou como eu propus, o A~tom (usando a serpente ondulada como fizeram os antigos).

Em virtude dessas conexões lingüísticas, os ‘homens do carvalho’, os Druidas ‘homens do rus’, podem, portanto, ser pensados como os homens e mulheres que conheciam a sabedoria do A~tom. Com essa sabedoria eles, presumivelmente, tinham a capacidade de manipular a matéria.

Em algumas tradições, o centro do A~tum é descrito como uma flor, ou lótus, com 64 pétalas. O Lótus, mais tarde, tornou-se a Rosa, o símbolo de Jesus, segundo a tradição Cristã. *  –

[* – Ibid., Penguin Dictionar of Symbols, p. 813.]

Antes da época de Jesus, no entanto, a ponte ou a interface entre o mundo terreno e o mundo interior de A~tum era o hieróglifo Egípcio chamada Ru, desenhado em uma forma geométrica sagrada chamada a vésica piscis pelos primeiros Cristãos Gnósticos. * –

[ * – Mark Hedsel, The Zelator (York Beach, Maine, Samuel Weiser, 2000), p. 214.]

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A vésica piscis é chamada simplesmente “o peixe.”

De acordo com os Textos da Pirâmide [Pyramid Texts], a garça ou Phoenix é outra forma de A-tum. O hieróglifo Egípcio para a garça, o pássaro de Tula, é o mesmo que o hieróglifo do peixe adotado mais tarde pelos Cristãos para representar Cristo, o homem-peixe-pássaro [the fish-bird-man].

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O hieróglifo Egípcio Ru significa ‘passagem de nascimento’ [‘birth passage’], ‘Porta de entrada’ [‘doorway’] e ‘vagina’.

As catedrais Européias foram construídas como úteros [wombs] com base em princípios de geometria sagrada pelos Templários no topo do Monte Me-ruiah em Je-rus-alem. Esta geometria era baseada no rus, a vésica piscis.

Este olho ou sabedoria dos sábios faraós Egípcios ou Rus foi escondido desde a perseguição dos Templários. Era o trabalho do iniciado se tornar um Druida e ‘levantar o véu’ que cobre o olho e revelar os segredos do A~tum.

Na mitologia Egípcia, o símbolo do olho é mais estreitamente associado com o Olho-que-Tudo-Vê [All-Seeing Eye] de Osíris.

Pg. 19. –

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A ESCADA PARA O CÉU

Mitologicamente falando, a Linguagem dos Pássaros contém o “abre-te sésamo” para o estado paradisíaco dos deuses.

É por isso que ela é considerada a linguagem da síntese e integração com a Natureza.

Por esta razão, os Pássaros são, muitas vezes, tomados como símbolos dos anjos que guardam a escada para o Céu, como a escada de Jacó.

O Antigo Testamento refere-se aos ‘Pássaros do céu’, que vêm para descansar sobre os galhos de uma árvore em um estranho sonho do Rei Nabucodonosor. *

[* – Daniel 4: 1-12.]

A partir desta árvore o rei viu, um “observador” [a “watcher”] e um “santo” [a “Holy”] do Céu emergir. Eles disseram-lhe para destruir a árvore, e deixar seu ‘toco’ na Terra.

O “Observador” [the “Watcher”] é outro nome para os Egípcios “seres divinos” ou deuses, NTR, ou neter, que significa “aquele que vê” [“one who watches”].

[* Ibid., Mitos da mulher, p. 723.]

Terra Neter-neter [‘Neter-neter Land’] é o nome do lugar nas estrelas onde esses seres habitam.

Um antigo texto Egípcio diz que Osíris, o deus de cara verde [the Green-faced god] da Jardinagem e Ressurreição, irá conduzir as almas da Terra para os pastos verdes e águas correntes de Nefer-Nefer ou Terra Neter-neter. *

[* – Ibid., Po. 750.]

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Nos tempos modernos, nós conhecemos melhor este homem verde como Peter Pan, aquele de verde [the Green-tighted one], das histórias escritas pelo autor Escocês J.M. Barrie em 1911 e trazido à vida por Walt Disney. Esta história tem aterrorizado muitas crianças e definido seus cursos para a Terra do Nunca de Peter [Peter’s Never, Never Land’].
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Na história bíblica, depois que ele encontra os ‘Observadores’ [the ‘Watchers’], Nabucodonosor pede a ajuda de Daniel e os três homens Sábios do Templo de Salomão (os quais ele havia tomado como reféns depois que ele saqueou o Templo).
Eles abrem e entram em uma fornalha de fogo com a árvore que chega ao Céu.
Quando eles retornam uma quarta pessoa agora acompanha-os!

No entanto, este não é um homem qualquer.

Nabucodonosor acredita que esse quarto homem é um anjo.

Não apenas algum anjo qualquer.

O quarto homem é semelhante ao Filho de Deus! *

[* -. Daniel 03: 25.]

Se a história no livro de Daniel é para ser acreditada a sabedoria última que a Linguagem dos Pássaros confere concerne os meios para entrar em um estado de êxtase e abrir a porta de entrada para Deus. Este pode ser o meio para devolver o Filho de Deus para a Terra! Em um capítulo posterior iremos explorar conexão surpreendente de Jesus para a Linguagem dos Pássaros.

Por enquanto, vamos focar em Salomão. O Rei Salomão era um lingüista, poeta, e um estudioso de filosofia sânscrita. Ele construiu este templo após o Senhor ter “dado a ele Sabedoria.”

Durante séculos, buscadores, incluindo Nabucodonosor, já se perguntaram sobre o como, o quê, e o por quê da Sabedoria de Salomão, a qual era dito ter “ultrapassado a Sabedoria de todos os povos do oriente, e toda a Sabedoria do Egito”,* [* – 1 Reis 4: 3.] –
e pode ter dado a ele a capacidade de fabricar ouro.

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Adquiriu Salomão realmente esta Sabedoria, ainda mais do que em todo o Egito (!) Diretamente de Deus, Shazam, assim como afirma a Bíblia ???

Salomão é conhecido por ter sido um mestre das lendas e folclore de muitas civilizações do mundo antigo, incluindo as do Egito, Índia e Suméria. Poderia, combinar estas tradições, tê-lo ajudado ???

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pg. 22 –

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ALQUIMIA E A LINGUAGEM DOS PÁSSAROS

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Na verdade, há uma longa tradição ligando os alquimistas com a Linguagem dos Pássaros.

O alquimista de Alexandria do quarto-Século, Zósimo, refere-se à oculta Linguagem dos Pássaros como a Língua dos Anjos. *

[* – David Ovason, Os Segredos de Nostradamus (Londres, Século, 1997) p. 141.]

Esta linguagem tem muitos nomes: A Linguagem Verde, Cant, e Argot, após o Argo, o navio de Jasão. Todos esses termos estão relacionados à alquimia.

Quando Jasão e os Argonautas procuravam pelas as maçãs de ouro [golden apples] (o conhecimento proibido) das Hespérides e o velo de ouro [golden fleece] (encontrado em uma árvore que simboliza a Árvore da Vida) eles buscavam sabedoria, ou os dourados botões ou Budas [golden buds or Buddhas] que poderiam dar-lhes a eles.
Isso faz sentido, pois a palavra Grega melon tem o significado alternativo de ovelha ou maçã.

“Na linguagem oriental”, diz o lingüista Godfrey Higgins,
“O fruto era souph ou Sabedoria; e souph significava também lã”  *

[* -. Godfrey Higgins, The Anacalypsis (Kila, MT, Kessinger Publishing), v 2, p. 253.]

A partir desta Sophia, Lã [wool] ou Sabedoria, veio o velocino de ouro [golden fleece], e também a palavra Sufi ou Suphi.

Os Etruscos tinham uma história sobre um grupo de sete Sábios (Budas ou botões) [buds or Buddhas] que surgiram do interior da Terra e ensinaram-lhes conhecimento útil.

Os Egípcios contavam sete Hathores [seven Hathors] ou deusas.

A soma dessas conexões indica que a Linguagem dos Pássaros é o idioma dos Bardos [Bards] (poetas) e a Linguagem dos Botões ou Budas [Buds or Buddhas].

Os Incas chamaram a Linguagem dos Pássaros a Linguagem da Corte (Núcleo), porque diplomatas usavam-na. A Linguagem dos Pássaros era usada para esconder o (núcleo) significado oculto das comunicações diplomáticas de todos, a não ser aqueles iniciados no círculo interno.

De acordo com o alquimista Fulcanelli, a Linguagem dos Pássaros é ‘a linguagem do que ensina o mistério das coisas e desvenda as verdades mais ocultas”. *

[* Ibid., Nostradamus, p. 136.]

Antigos textos alquímicos e ensinamentos de mistério, como as comunicações diplomáticas dos Incas, são selados a todos, a não serem aqueles que entendem a Linguagem dos pássaros. Para estranhos [outsiders] estes textos parecem incompreensíveis.

Considerando que as origens do termo alquímico ‘a Línguagem Verde’ são desconhecidas, ele provavelmente tem algo a ver com Osiris, o deus de cara verde Egípcio da jardinagem.

William Anderson, autor de Green Man: The Archetype of our Oneness with the Earth [Homem Verde: O Arquétipo da nossa Unidade com a Terra], * – observa que os Gregos registraram que o Homem Verde [Green Man] (que também é chamado o Jardineiro [Gardener] em mitos e escritura) era de origem extraterrestre. Na verdade, disseram os Gregos, ele é o governante imortal da Hiperbórea, o nome Grego para o Céu.

Considerando oceanos à parte, os Gregos, assim como os Maias, chamaram o ponto central no céu/Hiperbórea ou o núcleo galáctico [galactic core] da nossa Via Láctea pelo mesmo nome,  Tula.

[* – William Anderson, The Green Man: The Archetype of our Oneness with the Earth (London, Harper Collins, 1990), p. 20.]

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Osíris também era conhecido como a garça [the heron]. *

[* – E.A. Wallis Budge, Osiris e Ressurreição Egípcia (New York, Dover, 1973), v. 2, p. 139.]

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Os Maias chamaram de Tula (também conhecida como Aztlan ou Atlantis) O local de Garças [the place of herons]. *

[* – Ibid., P. Penguin Symbols, p. 509.]

É a casa dos deuses.

Terei mais a dizer sobre Tula/Atlantis como o lar da linguagem dos Pássaros momentaneamente. Por enquanto, é importante notar que esta pode ser uma razão pela qual os Incas chamaram a Linguagem dos Pássaros de Linguagem da Corte ou do Núcleo [Court or Core Language].

Na lenda Egípcia, Osíris, o Jardineiro, era dito ter construído aquele Jardim do Éden, dando o poder de sua linguagem a seu filho Thoth, o inventor das letras.

Isto significa que Osiris, aquele de face verde, foi o professor original da Linguagem dos Pássaros.

Estas Letras, ou mais precisamente os Tons, Vibrações ou Freqüências por trás desses símbolos, são ditos por serem os blocos de construção da Criação [the building-blocks of Creation].

É por isso que ela também é conhecida como a Linguagem Verde.

Fale sobre poder! [Talk about Power!] Uma antiga lenda judaica indica que se alguém fosse puro e santo o suficiente, e entender a combinação dos símbolos Hebraicos, este poderia criar vida e controlar a matéria do universo. Alguém seria um mestre da criação, um ser semelhante a Deus.

Não apenas isso, mas a recuperação dessa Linguagem (como Jesus sabia) permitiria, entre outras coisas, a re-entrada ao Jardim.

Aha! Esta Linguagem, originalmente falada por Osíris,
fornece o ‘abre-te sésamo’ para a porta de entrada levando ao Jardim?

Osiris ensinou Thoth a arte da linguagem.

Zósimo nos diz que Thoth deve ser equiparado com o ‘primeiro homem’ Adão. *

[* – Ibid., Nostradamus, p. 141-142.]

Na gênese, Adão é encarregado nomeando todas as coisas criadas de Deus, * – [* – Gênesis 2: 19-20.] – um papel que ele dividiu com Thoth.

Isto sugeriria que Adão e Thoth falavam a mesma língua, a Linguagem dos Pássaros.

Thoth é comumente retratado com a cabeça de um Íbis ou garça-real [heron]. Ele era um homem-pássaro [bird-man].
Freqüentemente, ele segura sua Vara de serpentes-entrelaçadas de Poder [his serpent-entwined Rod of power].

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O ‘Trabalho diário’ [‘day job’] de Thoth era o de Escrivão.
Escribas atuavam como pontes entre mundos, filtros de sabedoria secreta ou protegida. Eles, então, preservavam e divulgavam esse conhecimento, tornando-se os bibliotecários da sabedoria sagrada.

Os Egípcios representaram Thoth como patrono da aprendizagem, magia, verdade, livros e bibliotecas e como Senhor do Tempo.

No mito Maçônico, Thoth projetou 36.525 livros contendo sabedoria sagrada para o céu. *

[* – Christopher Knight & Robert Lomas, The Hiram Key (Element, Shaftesbury, Dorset, 1996), p. 184.]

Esta “Esfera do Pensamento” [“Thought Sphere”] de conhecimento está disponível para todos os que aprendem a tocar os seus segredos. Sem dúvida, o acesso requer um entendimento das chaves, símbolos e ícones da Linguagem dos Pássaros.

A Minha especialidade mitológica evoluiu para entender esta linguagem dos Anjos, a linguagem oficial do Departamento de Assuntos Eternos, e descompactar seus símbolos e ícones. Eu tenho posto juntas várias chaves para se usar esta linguagem. Para o meu conhecimento, este é o primeiro livro de seu tipo.

Neste livro, Eu irei compartilhar o básico dessa linguagem.

Embora não se destine a ser um abrangente ‘como usar’ esta linguagem (para o meu conhecimento tal coisa não existe), este dará aos buscadores interessados um começo para apreender mais plenamente os Mistérios dos antigos.
Vamos começar com uma palavra sobre suas origens.

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Pg. 26 –

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                                          CAPÍTULO UM

 

                   ORIGENS DA LINGUAGEM DOS PÁSSAROS

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“Por isso deram-lhe o nome de Babel”

Genesis 11: 9

No livro de Gênesis, encontramos não só a história da criação de Adão e Eva, mas também a história da existência de uma linguagem universal e sua destruição – – A Torre de Babel.

A história da Torre de Babel é bem conhecida. A humanidade se reuniu na Babilônia (atual Iraque) para construir uma cidade e uma torre (ou escada) que chegasse aos Céus.*1 – Deus destruiu a torre e separou humanidade pela linguagem. *2

[*1 – Genesis 11: 4.]
[*2 – Genesis 11: 8.]

Presumivelmente, Adão, Eva, Noé e sua família, e os outros habitantes da civilização pré-diluviana falavam a mesma língua. Isto continuou com o restabelecimento da civilização após o cataclismo. Durante o momento do incidente de Babel “toda a Terra tinha uma só linguagem e uma mesma fala.” *

[* Gênesis 11:. 1]

A Bíblia nunca identifica este idioma pré-diluviano. No entanto, por milênios lingüistas os tipos religiosos têm procurado por essa Língua Mãe [Mother Tongue]. Alguns acreditam que ela foi criada milagrosamente por Deus como um presente pata Adão. Com esta linguagem foi dado a Adão o comando sobre a natureza. Ela não poderia ser lida ou entendida sem se conhecer a chave simbólica.

Com a chave na mão, pode-se ter acesso aos segredos mais íntimos da escritura, e os segredos da criação.

Como se observa, de acordo com o Alcorão, o Rei-poeta Salomão conheceu essa linguagem. Ela deu-lhe um tremendo poder, incluindo a capacidade de transmutar os elementos e voar como um pássaro. . . ou um anjo.

Salomão era uma espécie de Bill Gates da sua época (cerca de 1.000 A.C.): imensamente rico, na vanguarda da alta tecnologia de sua época, e um pouco sobre o lado nerd. Embora glorificando suas realizações, a Bíblia não faz nenhuma menção sobre o conhecimento de Salomão dessa linguagem e seu papel na sua fruição. A Bíblia diz meramente que Deus, shazam, assim do nada, deu-lhe sua sabedoria.

Isto talvez tenha algo a ver com o que aconteceu em Babel. Unidade lingüística — ou conhecimento da Linguagem dos Pássaros e dos segredos da criação — aparentemente deu aos descendentes de Noé grande poder e ambição.

Reunindo-se em Babel eles colaboraram para construir uma cidade e uma torre atingindo no Céu. Apenas Salomão, que construiu um Templo como uma casa terrena para o Espírito Santo, correspondeu a esta ambição (e mais tarde os construtores de catedrais).

Observando esta iniciativa ofensiva para o seu domínio, os deuses imediatamente destruiram a Torre de Babel.

“O povo é um, e todos eles tem uma só linguagem! Isto é apenas o começo do que eles irão fazer. Agora, nada será impossível para eles, do que eles intentarem fazer.”

“Vamos descer e confundir a sua linguagem, para que eles não entendam o discurso um do outro.” *

[* – Gênesis 11: 6-9.]

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Com a ação do deus, os construtores são obrigados a abandonar a sua torre e deixar de invadir o céu.

Por que foi negada à humanidade a entrada no céu?
Por que será que a construção da Torre de Babel feita coniderada uma tal grande ofensa pelos deuses? Como é possível que uma linguagem unificada conceda a humanidade a capacidade de fazer o impossível?

A natureza real da ofensa pode ter sido revelada
em Gênesis 3:22. Estava Adão tomando parte do fruto “no meio do jardim” que lhe deu a capacidade para criar vida, tornando-o assim, “um de nós”, isto é, igual aos deuses.

As crianças do deus serem assim dotadas era intolerável.
Por isso foi necessário que Adão fosse degradado e feito mortal, “para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida e coma e viva para sempre.” Como punição, Adão e Eva foram expulsos do
Jardim. * – A Imortalidade foi negada a humanidade.

[ * – Gênesis 3:24.]
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O  ME

A natureza exata do conhecimento proibido de Adão pode ser encontrada na história Sumeriana da Criação. Muitas pessoas não sabem que a história Sumeriana da Criação é mais velha do que a Hebraica.

A contraparte Sumeriana de Adão, e seu provável protótipo, Adapa, era conhecido por ter adquirido sabedoria igual a de seu criador / pai, pois o deus Enki (N’Key) ou E.A. (pronuncia-se ‘Aya‘) deu-lhe imensa sabedoria, *1 – incluindo o caminho para o Céu. *2 –
Somos informados que Adapa tornou-se um sumo sacerdote do ensino de E.A..

[ *1 – Zecharia Sitchin, The 12th Planet [O 12º Planeta] (New York, Avon Books, 1976), p. 371.]
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[ *2 – Ibid., p. 101.]

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De acordo com Zecharia Sitchin, Enki, uma figura-chave na mitologia Sumeriana, e em nossa busca pelos segredos da Linguagem dos Pássaros, fazia parte de uma onda inicial de deuses que vieram à Terra em busca de ouro, metais raros e materiais radioativos, tais como urânio ou cobalto. Estes últimos foram descritos como as “pedras azuis do Mundo Inferior (da Terra) que causam mal” [The Lower World’s (Earth’s) “blue stones that cause ill.”] *

[ * – Ibid., p. 326.]

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Como Thoth, uma serpente entrelaçada em torno de uma haste ou bastão simbolizava Enki. Ele é rotineiramente retratado emergindo de entre uma montanha dupla acessada através de dois pilares [twin pillars]. Este Deus da Mineração (o primeiro Ferreiro na Terra) * -também tem tipicamente raios emergindo de seus ombros, segurando um ramo – a Chave da Vida – em sua mão. Ele é o protótipo para Prometeu [Prometheus], que trouxe “fogo do Céu”.

[ * – Ibid., p. 318.]

Segundo a lenda sumeriana, foi no seu templo em Eridu (região do atual Kuwait/Iraque) que a E.A., o “Senhor da Terra” e o guardião dos segredos de todo conhecimento científico, armazenou as Tábuas de ME do Destino [ME Tablets of Destiny].*

[ * – Zecharia Sitchin, The Wars of Gods and Men [As Guerras entre Deuses e Homens] (New York, Avon Books, 1985), p. 239.]

Esses objetos semelhantes à Cristais [Crystal-like objects], às vezes usados como enfeites no corpo dos deuses, continham conhecimento divino incluindo astronomia, astrologia e construção de templos. *

[ * – Ibid., p. 239.]

No mito, o ME (pronuncia May [ou Mei]), também continha os segredos de cura dos deuses. No antigo Egito, ME denotava o renascimento dos mortos. *

[ * – Albert Churchward, Signs and Symbols of Primordial Man (Sinais e Símbolos do Homem Primordial) (Brooklyn, N.Y., A & B Publishers Group, 1993), p. 29.]

Hoje, ME é a raiz para palavras tais como Medicina, Meditação e Meme (canções, histórias, ideias, crenças).

Como crianças, muitos foram ensinados que Deus é amor. Curiosamente, isto é indicado pela etimologia da palavra mitologia.

A palavra mitologia vem de mythos, myth [mito], e logia, falar. O Dicionário Webster’s diz que a raiz my [mi] é uma forma abreviada de min, de ME, my [meu], meu, a forma possessiva de Eu (ou Self) [Si próprio].

Isso é fascinante uma vez que Min é a raiz para Ministro, um canal entre o homem e Deus e Minne o nome dado a Afrodite, a deusa do amor, pelos Menestréis [Minstrels] ou Minnesingers Medievais.
Estes poetas ou bardos errantes disseram que Minne significava Amor. *

[ * -Webster’s Dictionary of the English Language (Dicionário Webster da Língua Inglesa) (New York, Publishers International Press, 1972), p. 1191.]

Os Minnesingers [Cantadores de Minne] também fizeram do Santo Graal uma idéia popular.

Portanto, Mi-to-logia [My-tho-logy] significa contar os contos da Palavra [Word], logia, de min, amor.

Seguindo o caminho da verdade de “Como acima. Assim Embaixo” [“As Above. So Below”] (8), nós aprendemos que mitologia é o ramo da ciência que nos permite conectar-mo-nos mais plenamente com o Acima (estrelas) e o Abaixo (o corpo) com o amor da Deusa [Goddess’ love].

Um ‘fazedor de mitos’ [mythmaker] ou mitologista [mythologist] é, portanto, um ‘fazedor de amor’ [love maker], o que explica por que os poetas e trovadores medievais chamavam seus contos sagrados de romances, ou seja, os romances do Graal.
Seus predescessores eram sacerdotes da Deusa do Amor (ME ou Min), que lhes deu o presente da inspiração a partir de seu copo mágico, o Santo Graal. *

[ * – Ibid., p. 239.]

O poeta trovador [minstrel poet] era um bardo Druida [Druidic bard], um dos famosos homens de Hiperbórea [Hyperboria], o céu Grego “para além do vento norte”. Os Bardos [Bards] tinham a habilidade para falar “palavras de poder” [“words of power”] que traziam a cura.

Na Bíblia, há uma série de objetos mágicos que correspondem-se com os MEs incluindo o peitoral de Arão *, – uma ornamentação composta por doze pedras usadas em conjunto com a Arca da Aliança, um dispositivo que ligava homem e Deus. Estas pedras canalizavam a palavra e a vontade de Deus.

[* – Êxodo 28:15.]

E.A. era também conhecido pelos babilônios como Oannes (“Pomba”) * – o deus meio-homem, meio-peixe, que veio do mar e ensinou a arte da jardinagem.

[* – Robert K.G. Temple, The Sirius Mystery (O Mistério Sirius) (New York, St. Martin, 1976), p. 15-126.]

Este deus peixe, na verdade, um ser humano vestindo um traje de peixe, é a provável origem do Rei Pescador [Fisher King] da tradição do Santo Graal. Oannes é mostrado aqui com seu balde do Graal na mão oferecendo uma pedra de cura. Os alquimistas chamam o próprio Graal de Pedra de Deus [Stone of God].

oannes

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cone12

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O mito sumério é claro que as pedras ME [ME stones] continham ensinamentos científicos que conectavam a pessoa ao oceano cósmico do Céu. A Posse desses dispositivos de armazenamento de informação conferiam um poder tremendo.

Este conceito é representado no selo cilíndro Assírio abaixo no qual Reis Pescadores [Fisher Kings] guardam um pilar com um ser-divino [god-being] em um veículo alado pairando acima. Este pilar é a provável origem do pagão Pólo May (ME) [May (ME) Pole], o ponto focal de festivais de fertilidade até este dia.

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Deuses Peixe cilindro Assírio - pilar

Adapa, ‘a menina dos olhos de seu pai’ [‘the apple of his father’s eyes’], recebeu esses ensinamentos de E.A. Ele foi apelidado NUN.ME, ou “Aquele que pode decifrar os MEs” [“He who can decipher the MEs”].

Nun significa “peixe” em Sumério, insinuando que, como seu pai, Adapa tinha alcançado conhecimento cósmico, incluindo a capacidade de voar como um pássaro através do oceano cósmico de estrelas. Esta instrução aprimorou a sabedoria e visão espiritual de Adapa. Ele recebeu a nova missão de difundir o seu conhecimento entre a humanidade.

Por milhares de anos o ditado “Sábio como Adapa” transmitiu a idéia de que alguém era excepcionalmente sábio. Um remoto governante sumério, convidado pelos deuses para ascender aos céus foi nomeado EN.ME.DUR.AN.KI, * – o que significa literalmente “governante cujo ME conecta o Céu e a Terra.”

[ * – Zecharia Sitchin, The Cosmic Code (New York, Avon Books, 1998), p. 128-129.]

Com o tempo, os sacerdotes associados com o peixe, incluindo Jesus, tornaram-se representativos deste conhecimento cósmico. Não é a escritura que contém este conhecimento, contudo. É a mitologia.

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     SALOMÃO E O ME  

Os MEs [ME] são um importante elo [link] para a linguagem dos pássaros. A história de Salomão forja este elo [link]. Salomão adorou a deusa pássaro Astarte ou Inanna (1 Reis 11: 5). Ela também era conhecida como Lilith, a primeira mulher de Adão. *

[ * – Ibid., Woman’s Myths, p. 542.]

De acordo com o mito Sumério, em uma noite de selvagem beberagem e sexo, Inanna (N’Anna), uma beleza astuta e implacável, seduziu E.A. ou Enki. *

[ * – Zecharia Sitchin, The Wars of Gods and Men (new York, Avon Books, 1985), p. 239-241.]

Na versão bíblica deste conto do encontro da deusa e da serpente, a serpente é a encrenqueira [trouble-maker].
Na estória Suméria, que é a original sobre a qual a estória Hebraica é baseada, a serpente é um sábio homem-deus [god-man] que é demasiado humano.

Após embriagar E.A. (ou a serpente), Inanna fugiu com suas valiosas tabuinhas-ME [ME-tablets]. Além dos MEs, Inanna adquiriu seu “Exaltado Cetro e Bastão” [“Exalted Scepter and Staff”], seu “bastão de poder” [“rod of power”] ou Chave da Vida. *

[ * – Ibid., p. 240.]

Naquela noite ela também concebeu um filho, Ningishzidda, quem os Egípcios chamam de Thoth (ou thought [pensamento]), * – o Pacificador que cresceria para empunhar a Chave da Vida.

[ * – Ibid., p. 267.]

A Deusa Pássaro Inanna ou N-Ana fornece uma iluminação fascinante para os aspectos não-lineares, de trocadilhos, da Linguagem dos Pássaros. Como veremos muitas vezes conforme prosseguimos, estes nos ensinam a relacionar conceitos aparentemente não-relacionados.

figura - astarte - bird goddess - inanna

Tome a palavras CHrist-en e CHrist-na por exemplo. Ambas as palavras significam salvação.

Eu percebo que comparar Cristo com Krishna soa ridículo para alguns. No entanto, este é um salto crucial para se entender os segredos esotéricos da religião e mitologia. Afinal, Krishna foi a oitava encarnação de Vishnu ou Fishnu. Assim como Jesus um peixe simbolizou Vishnu.

Vamos tomar para outro exemplo a palavra NUN. Este é o nome compartilhado de:

* Adapa, quem foi apelidado NUN.ME, ou “Aquele que pode decifrar os MEs.”

* a palavras Egípcia para o oceano cósmico Num;

* a letra Hebraica nun significando “peixe”;

* o ladrão/herói do Antigo Testamento, Josué [Joshua] filho de Nun;

Hoje, uma nun [freira] é também uma apoiadora do trabalho de Cristo.
[nun = freira em inglês]

Pronunciado com um longo ‘u’, nun, foneticamente, é noon [meio-dia], a hora mágica.

Nun pode também ser pronunciado ‘none’ [nada], o que é uma quantidade, O.

None [nada] vem de non ou n’an, ne, não, e an, um, e significa nenhum [not any]. Ter nenhum [none] é ter zero, uma quantidade representada pelo símbolo O.

O ‘O’ é o símbolo para Deus e Nun, a Deusa Pássaro Inanna. (Isto explica porque o Dicionário de Webster [Webster’s Dictionary] liga a palavras nun com peixe e pássaro.)

‘O’ é também 360 graus. Os artistas Indígenas da América do Norte simbolizaram o quinto elemento, a madeira (ou a Palavra [Word], a “força da vida” [“life force”]), como um O. * – Muitas vezes eles adicionaram partículas dentro do círculo para mostrar que ele estava cheio.

[ * – Mark Hedsel, The Zelator (York Beach, Maine, Samuel Weiser, 2000), p. 88.]

figura ankh suportando circulo

Quando o círculo era um O vazio, a pessoa tinha que escolher se a força da vida estava dentro do círculo, ou em todo o universo fora de sua circunferência!

Como evidenciado pela ilustração acima, os antigos Egípcios parecem ter tido um conceito similar. Aqui, a Chave da Vida suporta [upholds] a energia da força vital contida dentro do círculo.

Uma outra maneira de olhar para 360 é nos números Romanos em que: T = 300, L = 50, e I = 10. TLI, portanto, é 360, um círculo completo. Significativamente, TLI também é Teli, de talah ou TULA (ou TLA), o nome Grego para o ponto central no céu ou o núcleo galáctico [galactic core].

Teli é o nome do elo de ligação [connecting link] entre a Terra e o Céu no texto alquímico Judeu, O Bahir [The Bahir]. *

[* – Aryeh Kaplan, Sefer Yetzirah: The Book of Creation (York Beach, ME, Samuel Weiser, Inc. 1997), p. 231-244.]

TLI, que é TULA, O, é o nome do Homem Verde [Green Man] ou a Meca do Jardineiro [Gardener’s mecca] para aprendizagem no centro do Céu [at the Center of Heaven].

No Egito, o Homem Verde é Osiris. O Teli é o pilar ME [ME pillar] conectando os dois mundos vistos acima na representação dos deuses-peixe cuidando do pilar, e o Pilar de Osiris mostrado aqui.

Quando o Pilar é montado para a plataforma portátil que se assemelha (na forma e provavelmente na função) à Arca da Aliança Bíblica um dispositivo de enorme poder é criado. Ele é uma agulha de ouro ou antena que liga ou amarra o ‘fio’ [‘thread’] (corda, acorde [cord, chord] entre o mundo superior e os mundos inferiores.

figura - o pilar de osiris

The Pillar of Osiris - Osiris Device

O Dispositivo de Osiris [Osiris’ Device]

Osiris Device - pillar - 1 W henry - Explore the secrets of the Osiris Pillar from the Temple of Sety and how it reveals the secrets of the human body as a stargate

figura cilindro pilar serpente

figura detalhe - cilindro pilar serpente

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PALAVRAS TULA

[TULA WORDS]

Olhar para esta combinação de letras T-L-A em palavras, muitas vezes prova-se um exercício gratificante. Esta combinação é facilmente encontrada em tais nomes como Atlantis e Nickola Tesla.

Nós também já a encontramos em bethula, a palavra Hebraica para uma virgem e o nome do templo de Saba [Saba temple] em Meca.
Vamos considerar um pouco mais de ‘palavras Tula’ [Tula words].

* Lat é a palavra Hebraica para segredo,

* Latium é o nome do reino das virgens Vestais

* Latern é o nome de um dos pilares de Enoque

* Tal é o Hebraico para orvalho

* tal-king [falar] é a maneira que a maioria das pessoas se comunica,

* tal-isman é a palavra Árabe para pedra mágica

* Tal-mud é o nome do livro de Sabedoria Hebraico

* Tal-os é o gigante guardião de Creta encontrado por Jasão.

* Talut é o nome dado ao Rei Saul na Índia e na Arábia. Talut é o reflexo no espelho de tulaT. Em 1 Samuel 9:2 é afirmado que dos ombros para cima Saul era MAIS ALTO [HIGHER] do que qualquer um do povo de Israel. Parece que a palavra Talut é a formação da palavra Hebraica para um homem alto [tall man] – um gigante.

Os Afegãos chamam Saul de Melic Talut. Assim, aqui nós temos uma palavra Afegã, uma Árabe, uma Hebraica e uma Inglesa todas representando a mesma idéia!

Curiosamente, os Afegãos dizem que eles são descendentes de Saul, que era um Benjamita, a tribo de Maria Madalena. Os Árabes os chamam de Solimanee Solimanee é sinônimo de Salomão [Solomon], que são também os Pacificadores, os Saba, as Garças [the Herons], os Harrans e a Tribo dos Pássaros [Bird Tribe].

Vamos continuar explorando palavras com a combinação de letras T-L-A.

* Pé-talas [Pe-tals] crescem das flores.

* Pe-tal-on significa uma folha [leaf] ou uma árvore [tree]. A razão pela qual nós lemos a partir de cima para baixo, da direita para a esquerda e temos vogais em nossas palavras vem da língua Grega, a qual era chamada de petalon ou escrita em folha [leaf writing]!

Nada pode ser mais impressionante do que o fato de que a escrita Grega na vertical [upright writing] devia ser chamada de uma árvore [tree]. As letras eram escritas na vertical [upright] como os caules [stems] das árvores.

Enquanto comparar palavras como esssas possa soar ‘cérebro-de-pássaro’ [bird-brained] para alguns, este processo é dito por nos permitir saltar do mundo ‘exterior’ [‘outer’] para o mundo “interior” [‘inner’]. Este é um salto crucial para se entender os segredos esotéricos da mitologia. Na verdade, o Kor-An [Corão] chama este salto de ‘a Ponte de Sirah’ [‘the Bridge of Sirah’] (foneticamente, Sirah é Zirah ou Zero).

Como Schwaller de Lubicz diz: “É tão grande como um fio de navalha; em ambos os lados está um enorme abismo de perdição…” *

Um precipício“, ele diz, “é a mentalidade da razão lógica ou matemática, o outro a de superstição.”

[ * – R.A. Schwaller de Lubicz, Sacred Science (Rochester, VT, Inner Traditions, 1961), p. 145-146]

Eu interpreto isso como significando que em um precipício está o nosso mundo ordinário, onde as coisas são como parecem. Este é o mundo de nosso lógico cérebro-esquerdo [logical left brain].

Do outro lado deste salto está um intuitivo mundo de cérebro-direito [intuitive right-brained world] onde as coisas não são absolutamente o que parecem, e onde a linguagem moderna do Inglês é a chave para desvendar os segredos do mundo antigo.

Jesus encorajou os discípulos a utilizar o poder criativo do seu lado direito do cérebro [right brain]. No livro de João, Jesus está na praia (terra) e cinco chamados discípulos estão em um barco. Jesus diz para eles lançarem sua rede para o lado direito do barco – o lado direito do cérebro – o intuitivo lado de ‘cérebro de pássaro’, [intuitive, bird-brained side].

Voltaremos a este precipício momentaneamente. Primeiro, vamos continuar o nosso olhar sobre a história do deus peixe E.A.

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A CRIAÇÃO DA HUMANIDADE

As estórias Sumérias contam como E.A. criou a humanidade em conjunção com a deusa Ninharsag (a qual é omitida da versão Hebraica da estória). O meio-irmão de E.A., Enlil (“Senhor do Comando”) se opôs a este ato. (veja Sitchin). *

[ * – Ibid., The 12th Planet (O 12º Planeta), p. 336-361].

A câmara de criação de E.A. e Ninharsag foi chamada de a Casa de Shimti, do Sumério SH-IM-TI, significando ‘alento-vento-vida’ [‘breath-wind-life’]. *

[ * – Ibid., p. 350]

Este selo Assírio mostra a Deusa Mãe [Mother Goddess] (o seu símbolo é o omega) e E.A. segurando copos. Um veículo alado flutua acima.

Neste conto dos dois irmãos, E.A. é equiparado com o deus Egípcio Osíris, que também foi contestado por seu meio-irmão, Set.
Como Osíris, E.A. era um Jardineiro que não apenas plantou a Árvore da Vida, mas ele era a serpente que vivia dentro dela!

figura mother goddess omega and the god E.A. - with cups - Assyrian Seal -

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figura hieróglifo de osiris

A palavra Hebraica para serpente é NAHASH, A palavra Hebraica para alma é NASHAMAH. Na mitológica linguagem dos pássaros, estas duas palavras são foneticamente similares, portanto elas são intercambiáveis.

Quando nós aplicamos substituir estas palavras nahash e nashamah pelo hieróglifo de Osiris revela-se que este pilar abriga uma alma.

Na verdade, de acordo com a interpretação de Zacharia Sitchin das estórias Sumérias, E.A. era um engenheiro genético.

figura - logotipo E.A.

É a atividade de trabalho-em-metais [metal-working] (alquímica) de E.A. que é presentemente mais importante para a nossa pesquisa. Metalúrgicos (trabalhadores em Metais) [Metal workers] são chamados de ‘smiths’ [‘ferreiros’].

Significativamente, o nome Alemão Schmidt (Smith) [ferreiro] uma vez já se referiu a uma casta sacerdotal de xamãs metalúrgicos [metal working shamans], que eram também bardos [bards] ou poetas. *

[ * – Ibid. Woman’s Secrets (Segredos da Mulher) p. 944.]

A similaridade de Schmidt e SHIMTI nos leva a concluir que elas são a mesma palavra.

O segundo capítulo de Gênesis oferece uma pista tentadora de que Yahweh, Elohim (O Brilhante) [Shining One], que moldou o Adão do barro do solo era também um Schmidt. “Ele soprou em suas narinas o fôlego da vida, e o Adão foi feito alma vivente.” *

[ * – Genesis 2:7.]

Em tempos antigos smiths [ferreiros] também clamavam poderes mágicos a partir de conexões secretas com as forças femininas da natureza. Eles eram freqüentemente equiparados com xamãs. *

[ * – Ibid. Woman’s Secrets (Segredos da Mulher) p. 944.]

Sociedades secretas ligando os poéticos smiths [ferreiros] com a magia aparecem em tradições na China e Japão, similares àquelas dos alquimistas medievais. * – Como já observamos, os alquimistas esconderam seus segredos na Linguagem dos Pássaros.

[ * – Ibid., p. 944.]

A conexão da jardinagem ou tilling [amanho] de E.A. pode ser agora iluminada.

De acordo com o Livro de Gênesis, Deus plantou um jardim no Éden, do lado oriental [eastward in Eden]; e ali ele pôs o homem que ele havia formado (Adão) para cultivá-lo. *

[ * – Genesis 2:8-15.]

Ele encarregou Adão com a tarefa de nomear tudo no Jardim. *

[ * – Genesis 2:20.]

É bem conhecido pelos estudiosos no campo da lingüística que Adão no Jardim do Éden falou uma misteriosa linguagem primordial, e que esta linguagem proporcionava imenso poder e abundância a ele.

Através desta Linguagem, Adão e Eva, “a Mãe de Todos os Viventes” [“the Mother of All Living”] * – receberam “domínio” sobre a natureza em Gênesis 1:26.

[ * – Genesis 3:20.]

É acreditado que toda a humanidade compartilhou esta linguagem comum. Esta era o grande unificador. Semelhante à maneira como a palavra Inglesa ‘and’ se torna ‘et’ em Francês e ‘und’ em Alemão, e ainda pode ser expressada mundialmente pelo sinal ‘&’ – toda linguagem já foi uma vez universalmente entendida. Esta Linguagem foi perdida na época do incidente de Babel – ou tal nós temos sido ensinados a acreditar.

Após a sua expulsão do Éden, Adão e Eva tiveram seu primeiro filho Caim [Cain], a primeira pessoa a ser nascida de um homem e uma mulher. *

[ * – Genesis 4:1.]

Ele foi a primeiro a lavrar a terra [to till the land] (fazendo dele um jardineiro). A tradução Rabínica sustenta que Caim foi gerado pela serpente e não por Adão. Caim significa ‘smith’ [‘ferreiro’] e ‘serpente’. Isto poderia sugerir que Caim foi filho de E.A.

Após um tempo, Caim trouxe ao deus patriarcal Yahweh (quem Sitchin equipara com Enlil, o meio-irmão de E.A.) *1 – uma oferenda de frutos e vegetais do solo. Yahweh não ficou satisfeito. *2 – Abel, um pastor, ofereceu a ele ‘os primogênitos de seu rebanho’ de cordeiros, um presente que agradou Yahweh. Com ciúme de seu irmão, Caim matou Abel, em seguida, em culpa negou o ato.

[ *1 – Ibid., The 12th Planet (O 12º Planeta), p. 362-365].
[ *2 – Genesis 4:4.]

A partir de então, na testa de Caim * – foi dada uma marca de imunidade, de forma que todos pudessem reconhecê-lo e ninguém o matasse. Também a partir de então os Cananeus [Canaanites] viveram em comunidades agrícolas.

[ * – Genesis 4:15.]

Esta marca protetora de Caim é um mistério. A Bíblia não diz o que ela é. Qual símbolo representa vida e imortalidade? Voltando ao Egito, existe um símbolo que representa imortalidade. Este é o ankh Egípcio, a Chave da Vida.

Outro mistério bíblico diz respeito à identidade do povo que Yahweh pensou que poderia ameaçar Caim. A Bíblia diz que Adão, Eva e Caim eram as únicas pessoas na Terra. Quem, pois, fez Yahweh recear que pudessem ameaçar Caim?

Esta inconsistência sugere que, oculta na história do assassinato por Caim de seu irmão Abel está uma verdade vital: Havia outros seres na Terra. Os Sumérios que afirmam que houve um conflito entre os deuses E.A. e Ninharsag, que procuraram elevar a humanidade para o nível dos deuses, e, em contrapartida, Enlil, que procurou degradar a humanidade, por outro lado, detalham este conflito.

Teóricos incluindo Monica Sjoo * – apontam para um conflito entre a deusa matriarcal de Caim (E.A.) e o deus patriarcal de Abel (Enlil). Foi Eva quem nomeou Caim, sugerindo que ela tinha privilégio sobre Adão. Como temos observado, nomear era um direito divino.

[ * – Monica Sjoo & Barbara Mor, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of Earth (A Grande Mãe Cósmica: Redescobrindo a Religião da Terra) (New York, Harper Collins, 1987), p. 264-265.]

Escrituras Gnósticas dizem que Adão foi criado pelo poder da palavra de Eva, e não da de Yahweh. * – A Bíblia reverteu isto a fim de apresentar o deus patriarcal Yahweh como a mais alta divindade.

Figura escriba cananeu colo astarte e pássaro

,

Os Cananeus adoravam a Deusa Mãe Astarte. *

[ * – Ibid., Great Cosmic Mother, p. 264.]

Com a conquista Hebraica de Canaã veio a subjugação do modo de vida agrícola pelos pastores. Mais importantemente em nossa discussão, isto também provavelmente representou a eliminação da Linguagem dos Pássaros [Bird Language], a linguagem de criação de E.A. [E.A.’s languagem of creation.]

Os símbolos sagrados da deusa (E.A.) – a Árvore da Vida, a serpente, a maçã/fruto da sabedoria – foram transformados em símbolos do mau [evil]. Caim (o agricultor falante da linguagem-dos-pássaros, adorador-da-deusa) foi feito o irmão mau de Abel – cujo deus era o patriarcal Yahweh, o bom pastor.

Depois Caim mudou-se do ‘leste do Éden’ para a terra de Nud ou Nod * – ele ‘conheceu sua esposa’, que apareceu como se fora do ar, pois não há nenhuma menção na Bíblia sobre seu nascimento ou linhagem.

Juntos, eles tiveram um filho a quem eles chamaram de Enoque [Enoch] (significando “Fundação” [“Foundation”]). O Livro de Jubileus [Book of Jubilees] afirma que Enoque [Enoch] “foi o primeiro entre os homens nascidos na Terra que aprendeu escrita e conhecimento e sabedoria e quem escreveu em um livro os símbolos [signs] do céu segundo os meses.” Este é exatamente o papel que os Egípcios atribuem a Thoth, dando origem à noção de que Enoque e Thoth são um na mesma pessoa(s).

Caim “construiu uma cidade e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho [Enoque].” *

[ * – Genesis 4:17.]

Embora a localização exata da cidade de Enoque nunca é mencionada, segundo Zecharia Sitchin, uma possibilidade é a cidade Asteca de Tenochtitlan, a cidade de Tenoch. * Tenoch torna-se Enoque [Enoch] quando o prefixo T é descartado.

[ * – Zecharia Sitchin, The Lost Realms [Os Reinos Perdidos] (New York, Avon Books, 1990), p. 41.]

Outra localização possível emerge das lendas Hebraicas que afirmam que Adão e seu filho Caim construiram o templo de Baalbek, no Líbano, em cooperação com os “Gigantes” do Antigo Testamento.*

[ * – Zecharia Sitchin, The Stairway To Heaven [A Escada para o Céu] (New York, Avon Books, 1980), p. 181.]

A Heliópolis Egípcia era chamada de ‘Cidade do 8’ conforme Thoth, o Senhor do 8.

Outro de seus nomes é Tula. The Maias chamavam de Tula o ‘o lugar das garças’ [‘the place of herons’], indicando que eles compartilhavam conceitos Egípcios sobre o ‘outro lado’.

É para Heliópolis que nós agora nos voltamos para mais segredos sobre a Linguagem dos Pássaros [Language of the Birds].

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                                      CAPÍTULO DOIS


HELIÓPOLIS: TERRA DOS PÁSSAROS

Heliópolis era a localização do Templo da Fênix (ou garça) [heron], o deus-sol e salvador Egípcio.

Algo de profunda importância parece residir em Heliópolis.

Localizada justamente do outro lado do Nilo de Gizé e das
pirâmides, Heliópolis era o centro da religião Egípcia.
É um lugar de enorme mistério. Na Bíblia, o nome
dado a Heliópolis foi “On” ou “An.”

Textos Sumérios registram que este é também um dos nomes da terra natal de E.A., e foi derivado de “Anu”, o nome de seu
pai. *

[ * – Zecharia Sitchin, The 12th Planet (New York, Avon Books, 1976), p. 174.]

O nome Grego Heliópolis significa “Cidade de
Helios”, literalmente a “cidade do deus-sol Helios” (“luz da vida”) *
sendo o sol/filho [sun/son] de An ou Anu.

[ * – David Fideler, Jesus Christ: Sun of God (Wheaton, III., Quest Books, 1993), p. 248.]

Heliópolis, An, ou Tula tornou-se o centro para o sacerdócio do sol
deus, Ra, por volta de 3350 a.C.. *

[ * – Ibid., p. 248]

Foi em Heliópolis que os Textos das Pirâmides foram
descobertos. Os Textos das Pirâmides são escritos hieroglíficos
escritos nas paredes das pirâmides que contêm as instruções para o renascimento e ressurreição do faraós.

Os primeiros mitos da criação Egípcios e a mais remota Mitologia Egípcia vêm dos Textos das Pirâmides.
Egiptólogos datam estes escritos sagrados para 2500-2200 a.C., * aproximadamente o início da Era de Áries: o tempo de Abraão.

[ * – Veronica Ions, Egyptian Mythology (New York, Peter Bedrick Books, 1965), p. 16.]

Os mitos que esses escritos descrevem são recordações de um tempo anterior que os Egípcios consideravam antigo!

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figura templo de heliopolis - ben ben stone
,

O ponto focal dos Textos da Pirâmides [Pyramid Texts] foi o pré-histórico monte de A-tum [mound of A-tum] em Heliópolis.

Ao início de cada nova Era, ou começo de um novo ciclo, a garça [heron] sairia do Sol Central (Tula) e pousaria no topo do Pilar ou monte de A-tum [mound of A-tum]. * (Na cosmologia Egípcia o tempo era composto de ciclos recorrentes. Em outras palavras, a história se repetia.)

[ * – Ibid., p. 25.]

O Livro Egípcio Bookof What is in the Duat [Livro do Que está no Duat] conta a incrível história da viagem cósmica da garça-real [heron] para a Terra. Acompanhada por um grupo de seres, a garça pousa de Tula. Eles viajam em um barco chamado de a ‘Barca de Milhões de Anos’ [‘Barque of Millions of years’].

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figura Barca dos Milhões de Anos - garça

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Os Egípcios consideravam a garça [heron] como um emissário cósmico, a encarnação do Verbo Divino [Divine Word].

A partir de seus braços estendidos a garça irradiaria a partir do topo do Pilar de A-tum [Pillar of A-tum] * – e, em seguida, entregar um
ensinamento (na Língua dos Pássaros sem dúvida) designado para transformar seres humanos em garças [herons].

[ * – Ibid., p. 25.]

A Chave da Vida [Key of Life] na mão da Garça (mostrada na próxima página) simbolizava este ensinamento.

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Figura - heron linguagem dos pássaros c

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figura deusa passaro - linguagem dos passaros - - -

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No simbolismo Egípcio, a garça [heron] é equiparada com a Fênix, * o pássaro totem de Cristo. O hieróglifo Egípcio para a garça-real [heron] é o mesmo que o hieróglifo Cristão para Jesus.

[ * – Ibid., p. 25.]

A partir disso, podemos deduzir que transformar-se em uma garça não significava transformar a si mesmo em um pássaro. Significava transformar-se em um ser divino ou semelhante-a-deus [godlike].
Em ambas as histórias, a da garça-real e a de Jesus, o Verbo ou Palavra de Poder alteradora-da-vida [life-altering Word of power] destacada.

O Evangelho Gnóstico dos Egípcios [Gnostic Gospel of the Egyptians] diz que esta Divina Palavra de Poder [Divine Word] emanava a partir da grande Luz (que seria Tula), juntamente com sete potências [seven powers] (raios), que são as sete vogais: I, E, O, U, E, A, O.
A palavra de poder, o Nome de Deus, é derivado destas sete vogais.
Ele está escrito em uma “tabuleta” perto do “trono da glória.”

O Gnóstico Livro Sagrado do Espírito Invisível [Gnostic Holy Book of the Invisible Spirit] ou O Evangelho Egípcio [The Egyptian Gospel] afirma isto. *

[ * – Bentley Layton, The Gnostic Scriptures (New York, Doubleday, 1987), p. 101-120.]

Composto antes de 350 d.C., este Evangelho contém a “verdadeira história” da linha do Salvador e fala do Grande Espírito Invisível que emanou da “luz eterna das Eras” [“eternal light of the aeons”].

Três poderes emanaram dela: ou seja, o pai, a mãe e o filho.
Em seguida, emanou ali uma grande nuvem de luz [great cloud of light], um poder vivente [a living power], a mãe dos santos seres incorruptíveis de grandes poderes, os Moirothea (ou Meru-thea), Grego significando “parte divina”.*

[ * – Ibid., p. 109.]

E ela engendrou aquele ser cujo nome é pronunciado:

Tu és o único!
Tu és o único
Ea, Ea, Ea!

O Evangelho descreve E.A. dizendo, “na medida em que Adão é a luz que tinha irradiado … este ser (E.A.) é o olho da luz. [the eye of the light]” * Este é o mesmo olho da luz que aparece no logotipo da empresa Americana no verso da nota de um dólar.

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selo nota dolar olho piramide

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O Evangelho Gnóstico dos Egípcios [Gnostic Gospels of the Egyptians] é dividido em duas partes. A primeira é uma “verdadeira história” revisionista do filho de Adão, Sete [Seth] até Jesus, a encarnação final do Salvador. A segunda parte é um livro de serviço litúrgico para batismo Gnóstico.

Este livro começa com um catálogo uranográfico [uranographic catalog] (uma lista de elementos estruturais do universo) e conclui com um hino recitado pelo Gnóstico recém-batizado.

Este evangelho descreve o universo espiritual como uma “salão do trono” [“throne room”]. Este é o “trono da glória” a partir do qual a Palavra de poder [Word of power] ou o Nome de Deus se origina.

Como notado, esta Palavra de poder emanava a partir de uma Grande Luz [Great Light] (Tula), juntamente com sete potências [seven powers] (raios), que são as sete vogais: I, E, O, U, E, A, O.

Antes do batismo estas letras são pronunciadas como um hino recitado pelo Gnóstico recém-batizado. Após o batismo, quando o “grande nome está sobre mim”, eles são copiados como uma pirâmide da seguinte forma:

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17800

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FIGURA VOGAIS SETE RAIOS - GNOSTICOS

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[ * – Patricia Telesco, Future Telling (Freedom, CA., Crossings Press, 1998), p. 281.]

Significativamente, o Verbo ou Nome com-sete-raios [seven-rayed Name or Word] é o mesmo que a “luz” que a garça (o salvador Egípcio) irradia de seu poleiro no topo da pirâmide.

Em Francês a Linguagem dos Pássaros é chamada de ‘langue des oiseaux’. A palavra oiseaux, ou pássaro, é uma das raras palavras Francesas que contém todas as vogais A, E, I, O, U.

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figura o tetractys

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De acordo com Pitágoras, o grande filósofo da Grécia, o Tetractys simbolizava a maneira de abrir o olhos para receber os sete raios de Tula.

O Tetractys tornou-se o símbolo para a escola de elite de Pitágoras e seu ensino.
Tetractys significa cosmos. [kosmos] *

[ * Rene Guenon, Fundamental Symbols: The Universal Language of Sacred Science (Símbolos Fundamentais: A Linguagem Universal da Ciência Sagrada (Oxford, Quinta Essentia, 1962), p. 69.]

Em Grego, cosmos tem o significado de ordem, arranjo ou ornamento.
Cosmos relacionado com bordadura [embroidery], que também significa ornamento. *

[ * – Webster’s Dictionary of English Language Unabridged (New York, Publisher’s International Press, 1979), p. 592.)]

Para Pitágoras e seus seguidores o Tetractys simbolizava um mapa para fora do
labirinto ou bordadura da vida na Terra [embroidery of Earth life].

Tão importante era este símbolo para eles, que os seguidores de Pitágoras faziam um juramento sobre o Tetractys:

Por ele que deu à nossa alma o Tetractys,
que tem a fonte e raiz da natureza sempre-brotante
.”

[“By him who gave to our soul the Tetractys,
which hath the fountain and root of ever-springing nature
.”] *

[ * – Ibid., Fundamental Symbols, p. 68.]

Isto foi, sem dúvida, devido à sua crença de que o Tetractys codifica um meio para sintonizar a consciência humana com uma ‘sempre-brotante’ fonte ou manancial de energias de cura [‘ever-spinging’ source or fountain of healing energies].

Esta nascente [spring] está localizada em Tula, o Sol Central.
Ele também é conhecido como o Santo Graal.

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figura - sagrado coração de jesus -

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O Nome de-quatro-letras de Deus [four-lettered Name of God] está aqui disposto como uma Tetractys dentro do coração humano invertido. Abaixo, o nome Jehovah é mostrado transformado em Jehoshua ou Joshua [Josué] (Jesus).
“Iesus Immanuel ‘ está escrito nas chamas do coração.

Esta é a base [foundation] da filosofia Rosacruz [Rosicrucian philosophy]. Nos círculos místicos o gênio Rosacruz Francis Bacon, o fundador dos Rosacruzes, é considerado não como um homem, mas sim como uma ponte entre um mundo invisível e o mundo terrestre.

Manly P. Hall afirma: “Com toda a probabilidade, as chaves para o enigma Baconiano serão encontradas na mitologia clássica. Aquele que compreender o segredo do Deus de Sete Raios [Seven Rayed God] compreenderá o método empregado por Bacon para realizar sua obra monumental.” *

[* – (Manly P. Hall, The Secret Teachings of All the Ages (Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras)(Los Angeles, Philosophical Research Society, 1988), p. CLSVIII.]

Quem é o ‘Deus de sete Raios’ [‘seven Rayed God’]?
Uma resposta é a garça Egípcia [the Egyptian heron].
Outra é o deus Alexandrino Sarapis.
Sarapis era chamado de o deus com o nome de sete letras.
Em seus hinos à Sarapis os sacerdotes cantavam as sete vogais. Ocasionalmente Sarapis é representado com chifres ou uma coroa [coronet] de sete raios.

Outro candidato para o ‘Deus de sete raios’ [‘seven rayed God’] é Jesus, quem apareceu no Livro do Apocalipse Book of Revelation] segurando sete estrelas ou raios em sua mão. *

[ * – Apocalipse 1:16 (Revelation 1:16).]

De acordo com o Apocalipse [Revelation], Jesus tinha uma palavra de poder [word of power] escrita em sua ‘coxa’ [‘thigh’]. *

[ * – Apocalipse 22:16 (Revelation 22:16).]

 

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TODA A SABEDORIA DOS EGÍPCIOS

 

A Bíblia nos diz que os Egípcios criaram Moisés como um príncipe virtuoso. Ele tinha um tutor particular em todos os momentos, e também frequentou as grandes escolas da terra.

Em Atos 6:22, aprendemos que “Moisés foi instruído em toda a ciência dos Egípcios“, incluindo a escola em Heliópolis (Cidade da Garça-real [Heron]). Na realidade, diz a tradição de sabedoria, Moisés tornou-se um Sumo Sacerdote de Heliópolis.

Esta é uma daquelas afirmações simples que a Bíblia faz que após ulterior decifração é absolutamente surpreendente. É como dizer que o Professor Stephen Hawking foi educado em toda a ciência da física sem dar mais detalhes sobre o quão profundo pensador isso o tornou.

Se Moisés conheceu toda a sabedoria dos Egípcios, a curta lista do que a Bíblia pode estar nos dizendo que Moisés sabia inclui:

• como a Grande Pirâmide foi construída,

• quais sagrados mistérios e enigmas a Esfinge protege,

• de onde os Egípcios, que apareceram do nada, realmente vieram,

• por que os templos Egípcios estão alinhados com Sírius,

• como operar a Chave da Vida [Key of life], a varinha de milagres [wand of miracles] que Moisés usou para separar o Mar Vermelho [Red Sea].
Isso não é tudo. Outro bocado de sabedoria que Moisés certamente deve ter recebido é aquele de Heliopolis, que foi uma vez o domínio do homem-pássaro Thoth.

Isto significa que Moisés era um Sumo Sacerdote de Tula.

Isto, de fato, é um dos mais poderosos de todos os segredos ocultos.

Evidência para a compreensão de Moisés dos segredos de Heliópolis/Tula, “o lugar das garças,” é encontrada no livro de Êxodo. Moisés e os Israelitas tinham viajado para fora do Egito de caminhado para o norte em direção a Canaã. Deus conduziu seu povo, assumindo a forma de uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo à noite.

Depois de uma incrível aventura que incluiu a abertura do Mar Vermelho [Red Sea] e o fornecimento de maná do Céu agradável ao paladar [sweet-tasting manna from Heaven], o abastecimento de água foi completamente esgotado. O povo começou a resmungar. Moisés clamou ao Senhor, dizendo que seu povo estava tão zangado com ele que eles estavam prestes a apedrejá-lo. O Senhor instruiu Moisés a pegar o seu cajado de Deus [rod of God] (a Chave da Vida) e bater em uma rocha, de onde a água jorrou.
[ * – Êxodo 17:8-13.]

Depois veio o confronto. * Moisés ordenou Josué [Joshua], filho de Num, para sair e lutar com Amalek [Amaleque.]
Amanhã, eu vou ficar no topo da colina com o cajado de Deus [rod of God] na minha mão.” Josué [Joshua] fez o que lhe foi dito. Enquanto isso, Moisés [Moses], seu irmão Arão [Aaron] e Hur subiram ao topo da colina.

[Êxodo 17: 8-13.]

Quando Moisés levantava o cajado de Deus [rod of God] Israel era triunfante. Quando ele os abaixava [seus braços], Amaleque [Amalek] prevalecia.

As mãos de Moisés ficaram pesadas. Arão [Aaron] e Hur tomaram uma pedra e a puseram debaixo dele. Arão e Hur cada um ergueu uma das mãos dele [de Moisés].

Algo estranho, mas maravilhoso, acontece quando revertemos os nomes dos apoiantes de Moisés. Arão e Hur [Aaron and Hur] tornam-se Hur e Aarão [Hur and Aaron].

Somados, eles são “Hur-Aaron” ou “heron” [“garça”].

A postura de braços estendidos da garça [heron] é exatamente a postura corporal em que Moisés permanece. Através dessa postura ele serviu para criar um canal condutor para o influxo do poder do Espírito Santo [Holy Spirit] – A Palavra de Poder [Word of Power] – para ajudar os Hebreus em sua batalha contra escuridão [darkness].

 

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djed ankh pillar raising

 

Osiris_Rising_03 djed ankh arms -

 

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Esta antiga postura corporal êxtásica [ecstatic body posture] faz uso dos braços estendidos para transformar o corpo no que os Egípcios chamavam de um pilar djed [djed pillar]. Esta postura significa “abraçar” “proteger” e “equilíbrio”. Por esta posição o nosso corpo forma o que Eu chamo de uma “Árvore da Paz” [“Tree of Peace”] sobre a qual as energias do Céu podem repousar.

Outro dos lugares onde pode ser encontrada evidência da utilização de Moisés dos ensinamentos da garça [heron] está em sua experiência no Monte Sinai quando ele recebeu as duas tábuas contendo os Dez Mandamentos de Deus.

No livro do Êxodo, Moisés foi convocado para o Sinai por Yahweh por volta de 1450 a.C. Ele foi instruído a copiar avançados ensinamentos deste deus em tábuas de pedra. [Tablets of stone] *

[Êxodo 35: 27-28]

Estes livros foram mais tarde chamados de a Torah, os cinco livros do Antigo Testamento. Além disso, Yahweh ordenou
Moisés para construir a Arca da Aliança [Ark of the Covenant] como um repositório para as Tábuas [Tablets].

Mais tarde, a Arca e as Tábuas foram alojados no Templo de Salomão, e foram meticulosamente copiadas por escribas Hebreus. Porque elas eram reverenciadas como a divina ‘Palavra de Deus’ [‘Word of God’], elas foram copiadas letra por letra. Os escribas exigiam perfeição absoluta em sua cópia. Nenhum erro foi permitido ao se copiar essas letras sagradas.

Sinai significa “montanhas gêmeas” [“twin mountains”].
Em numerosas mitologias Tula é simbolizado por “montanhas gêmeas”, e foi muitas vezes representada como dois cones ou duas tábuas.

A palavra Grega e Latina para tábua [tablet] originou-se a partir do Sumério TAB-BA-LI, ‘cone duplo’ [‘twin cone’]. *

No pensamento Hebraico e Muçulmano, “o monte do paraíso” é uma montanha dupla [double mountain]. O símbolo dos cones gêmeos ou montanhas duplas é global, se não universal. Desde a antiga Suméria até o México, o Sol Central, ou Tula, repousa sobre picos gêmeos [twin peaks].

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two Lions akhet guardians
figura Leões guardam -

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Os índios Delaware da América chamavam sua terra natal original que afundou de o ‘país TaLegA’ [‘TaLegA country’], uma referência óbvia à Atlantis ou Tula. * A imagem gráfica [pictograph] dos Delaware para Talega, dois cones, é idêntica ao símbolo Egípcio para Tula.

[ * – Cederic Leonard, Ph.D., Quest For Atlantis (New York, Manor Books, 1979), p. 82.]

Poderiam as duas tábuas ou, propriamente, os dois cones, em que os Dez Mandamentos foram gravados ser um jogo de palavras Hebraico para os cumes gêmeos ou cones de Tula, e para o conhecimento que foi trazido a partir do outro lado do Dilúvio [Flood]?

Se as duas tábuas referem-se, de fato, a uma viagem para Tula, isso leva a uma questão vital sobre o que exatamente Moisés trouxe do Monte Sinai (Tula?).

Aparentemente, estes mandamentos são um indício destinado a guiar o buscador na direção do antigo Egito. A razão é que estes dez leis que os Hebreus observaram não eram originais deles, elas já existiam há milênios. Elas apareceram pela primeira vez no Livro Egípcio dos Mortos [ Bookof the Dead], que é milhares de anos mais velho do que Moisés e foi escrito por Thoth, o homem pássaro, outro sacerdote de Heliópolis/Tula.

A Palavra 125 [Spell 125] contém as seguintes confissões negativas que são faladas ao deus nos portões para o céu:

Eu não fiz nenhuma falsidade,
Eu não pilhei,
Eu não roubei,
Eu não matei,
Eu não contei mentiras.

Os Dez Mandamentos são idênticos a estas confissões, só que eles são formulados como ‘tu não farás’ [‘thou-shalt-not’] [ao invés do original: ‘Eu não fiz’.]

advertências, tais como:

Tu não furtarás [Thou shalt not steal],
Tu não matarás [Thou shalt not kill].

A semelhança dos Dez Mandamentos para as confissões Egípcias é apenas o início dos problemas com este aspecto da vida de Moisés.

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figura hieróglifo de osiris - i.jpg

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Curiosamente, um outro nome para o Pilar de Osíris (extrema direita) é o Shu. As duas ‘tábuas’ [‘tablets’] no topo do Pilar são chamadas Shuti, que significa ‘consciência, iluminação’. [‘awareness, enlightenment’] *

[ * – Patricia Telesco, Future Telling (Freedom, CA., Crossings Press, 1998.), p. 281.]

A Coluna ou Pilar de Osíris era um dispositivo em forma fálica que chegava a aproximadamente 40 pés de altura e era feito de madeira sempre-verde [evergreen wood] e revestida com ouro. Também conhecida como a “Escada para o Céu” [“Ladder to Heaven”] e a “Espinha dorsal de Osíris” [“Backbone of Osiris”], ela ligava Céu e Terra. *

[ * –John M. Allegro, The Second Mushroom and the Cross (O Segundo Cogumelo e a Cruz) (New York, Bantam Books, 1970), p. 122.]

Moisés é frequentemente representado com raios de luz emergindo de sua cabeça e segurando as tábuas [tablets] contendo os Dez Mandamentos. (Compare com a anexação do Shuti à Coluna [Pillar] de Osiris)

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figura as tábuas Shuti

 

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O significados e representações da palavra acima levam-me a questionar o que exatamente Moisés trouxe do Sinai.
Era alguma forma de tecnologia antiga?

Um problema com tudo isto, como Zecharia Sitchin elabora em The Cosmic Code [O Código Cósmico], * é que no momento em que Moisés estava tomando este ditado de Deus, Nenhuma escrita alfabética ou escrita em letras existia! Se Moisés não tinha um alfabeto, como ele poderia anotar a Palavra de Deus?

[ * – Zacharia Sitchin, The Cosmic Code (New York, Avon Books, 1998), p. 138-151.]

A solução de Sitchin para este dilema é a única que faz sentido. Deus deu a Moisés o alfabeto. Onde? No Sinai?

Sitchin não tem tanta certeza. A razão sendo porque, a sessão de ditado de Moisés com Deus no topo do Sinai não foi a primeira vez que Moisés escrevia coisas que Deus disse a ele. Há outros dois exemplos anteriores de Deus pedindo a Moisés para por o estilete na pedra [put stylus to stone].

Isto significa que Moisés deve ter recebido lições de alfabeto a partir de algum outro lugar antes de sua convocação para Sinai. Onde poderia ser isso? Isto é, onde um homem poderia receber um dos maiores presentes que Deus concedeu ao homem?

Para a resposta, vamos nos voltar para a história do misterioso Faraó Egípcio Akhenaton, um homem a quem os estudiosos agora vigorosamente debatem se é ou não o Moisés da vida real, ou no mínimo, que Moisés serviu como Sumo Sacerdote para Akhenaton.

Em 1937, Sigmund Freud publicou um artigo intitulado “If Moses was an Egyptian” [“Se Moisés fosse um Egípcio.”] Este lidou com a estranha questão de por que o legislador Hebreu, se ele era Egípcio, teria de repente exigido que seus seguidores aderissem a um Deus monoteísta invisível ao invés da lista de deuses em forma humana dos antigos Egípcios.

figura akhenaton ankh -.jpg

Simultaneamente, Freud indicou pontos de contato quase idênticos entre a nova religião Egípcia introduzida por Akhenaton e o novo ensinamento simultaneamente oferecido por Moisés.

Freus escreveu: “O credo Judeu diz: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor teu Deus (Adonai) é um Deus'”. * Freud argumentou que o ‘ai’ pode ser removido da palavra “Adonai”, uma vez que é um pronome Hebraico que significa “meu” [‘my’ or ‘mine’].

[ * – Ahmed Osman, Moses: Pharaoh of Egypt (Moisés: Faraó do Egito) (London, paladin, 1990).]

Fazendo isso, ficamos com ‘Adon’ ou A-Don (Senhor) ou A-Dan, que, como Freud demonstrou, é a palavra Hebraica para o ‘Aton’ Egípcio (o ‘t’ Egípcio torna-se ‘d’ em Hebraico e a vogal ‘e’ torna-se ‘o’).

A prova de que Moisés é Akhenaton, dizem alguns, está agora bem diante de nossos olhos. O nome do Deus de Akhenaton, Aten ou Aton, o Asteca para sol, Jesus foi chamado de Adon ou Senhor [Lord].

Tomemos um tempo agora para nos familiarizarmos melhor com o alfabeto.

 

 

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Pg. 75

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                                             CAPÍTULO TRÊS

                  AS ORIGENS MISTERIOSAS DO ALFABETO

 

Embora seja algo que todos nós utilizamos, e a maioria de nós toma por aceito [take for granted] (assim como a criação da escala musical diatônica por Pitágoras sobre a qual toda a nossa música é baseada), a idéia do alfabeto muitas vezes tem sido chamada de a obra de um gênio. Sua concepção é colocada entre 1700 e 1500 a.C. Antes desse tempo a escrita era estritamente pictográfica.

É bem conhecido que o alfabeto chegou ao mundo moderno via os Gregos antigos. * Menos claro é de onde os Gregos o obtiveram. Onde, exatamente, a idéia revolucionária do alfabeto nasceu? Existem vários locais antigos que competem por essa honra. Egito, Creta, Ras Shamra na Síria (a antiga cidade de Ugarit) e o porto Fenício de Byblos (atual Líbano), são exemplos notáveis.

[ * – Johanna Drucker, The Alphabet Labyrinth: The Letters in History and Imagination (New York, Thames & Hudson, 1992), p. 11-18]

Em seu poema Jerusalem, no entanto, o poeta místico Britânico William Blake escreveu sobre “Deus. . . Na terrível caverna misteriosa do Sinai/Ao Homem a maravilhosa arte da escrita deu.”
[“God . . . in mysterious Sinai’s awful cave/To Man the wond’rous art of writing gave.”]

De fato, a evidência mais antiga da primeira utilização de um alfabeto parece ser a partir da Península do Sinai, lar da rainha de Sabá e dos Harrianos [Harrians]. Especificamente a partir das escavações em Sarabit El-Khadem, uma desolada mina de turqueza que revelou antigas inscrições para o Egiptólogo Sir Flinders Petrie em 1905. *

[* – Andrew Robinson, The Story of Writting: Alphabets, Hieroglyphics and Pictograms (New York, Thames & Hudson, 1995), p. 160.]

Uma pequena esfinge encontrada por Petrie e agora em exposição no Museu Britânico apresenta as inscrições misteriosas que se mostraram ser híbridas, de sinais em Egípcio hierático (escrita hieroglífica) e posterior escrita Semítica [later Semitic script]. Petrie datou a esfinge para 1500 a.C. e declarou que tinha encontrado o primeiro alfabeto verdadeiro, que ele acreditava ser Semético [Semetic] (Hebraico ou Aramaico).

O único problema era que Petrie não conseguia decifrar as inscrições na esfinge. Após a descoberta original de Petrie, o Egiptólogo Alan Gardiner examinou a esfinge. Ele notou semelhança entre alguns dos sinais na esfinge e hieróglifos Egípcios baseados em imagem [picture-based Egyptian hieroglyphs].

Ele passou dez anos combinando os sinais da esfinge com suas palavra Semíticas [Semetic] equivalentes ao significado do sinal em Egípcio. Por fim, Gardiner declarou ter decifrado uma das inscrições que apareciam entre as patas da Esfinge. Soletra-se A-B-L-A-T. *

[* – Zecharia Sitchin, The Cosmic Code (New York, Avon Books, 1998), p. 141.]

Este nome, reconheceu Gardiner, era o nome Semítico [Semetic] para a deusa Hathor na região do Sinai, a ‘Senhora da turquesa’ [‘mistress of the turquoise], a estimada pedra azul de Hathor.

Hathor era identificada com a Senhora de Byblos [Lady of Byblos], Astarte. Outro nome para Astarte é Afrodite, a deusa Grega do amor. *

[* – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, HarperCollins, 1983), p. 374-375.]

Como Deusa do Céu, ela cavalga através das estrelas em carros de cisnes e gansos [swans and geese].

Na ilustração abaixo, ela está em pé sobre um ganso voador. Ela segura em seu braço uma urna de seus presentes [a casket of her gifts], incluindo o alfabeto. Ela entrou para o mito medieval como a fada madrinha(s) e Mamãe Gansa [fairy godmother(s) and Mother Goose].

Em outras palavras, ela é a mãe da Línguagem dos Pássaros.

A palavra “ganso” [“goose”] é, evidentemente, um jogo de palavras para “goost”, o termo antigo para Espírito Santo.

Na mitologia Hindu, Brahma, o Ser Supremo, é retratado montado sobre um ganso. Os Egípcios simbolizavam Seb o pai de Osíris como um ganso. De acordo com os Hindus o ganso pôs um ovo de ouro, e a partir deste ovo nasceu Brahma, o criador do universo. Este mito antigo é provavelmente a origem do conto de fadas da galinha dos ovos de ouro.

A santa reverência com que o ganso foi confirmado poderá também contribuir para a expressão “Silly goose” [“ganso bobo”], a palavra silly [bobo] sendo o mesmo que Scilly.

Psicólogos comportamentais modernos tendem a concordar com John Locke que a mente de uma criança ao nascer é uma tabla rasa [papel em branco], uma lousa em branco, um disco rígido vazio sobre o qual as experiências da vida serão gravadas. É fascinante que para a maioria das crianças a primeira exposição à linguagem (a primeira formatação do disco rígido) ocorre muito cedo na infância. Esta teoria está em contraste com a teoria do romântico Rousseau que disse que a criança entra no mundo inteira, completa e sabendo tudo. A vida corrói lentamente esta sabedoria.

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figura - astarte mamae gansa.jpg

 

 

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Se a teoria da Esfera do Pensamento [Thought Sphere] e a descrição do Dr. Carl G. Jung do inconsciente coletivo forem válidas, a criança entra no mundo equipada com programas que contendo imagens arquetípicas.

Quando as crianças mal acabam de sair do útero elas ouvem a sua primeira canção de ninar da Mãe Ganso [first Mother Goose lullaby].

 

Hush a by Baby
On the tree Top,
When the wind blows
The Cradle will rock;
When the Bough breaks
The Cradle will fall,
Down tumbles Baby,
Cradle and All.

[Nana, neném,
No topo da árvore,
Quando o vento sopra,
O berço balança,
Quando o galho quebrar
O berço cairá,
E de lá cairão o bebê,
O berço, e tudo.]

 

As imagens nesta rima são, por agora, muito familiares para nós. A Árvore da Vida, o Galho [Bough] (ou ramo [branch] da Árvore da Vida), o Berço [Cradle] (Tula)

 

 

 

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Terracotta vase in the shape of a cockerel, c. 650-600 B.C.E.jpgETRUSCAN Vase in the shape of a cock, second half of 7th century b.c. Etruscan.jpg

 

 

Se o Pilar de Osíris é a Árvore da Vida arquetípica, a linguagem que a Deusa Pássaro está ensinando parece dizer respeito a esta árvore.

Sobre a nossa posterior decifração do termo A-B-L-A-T há muito mais a dizer. Aqui está o porquê.

As inscrições de Sararbit El-Khadim foram finalmente declaradas por conter 22 símbolos. Não há vogais neste sistema. Como o Hebraico e outras escritas Semitas [Semetic] que não indicam vogais, cabe ao leitor adicioná-las ou trocar-lhes com base em sua compreensão da língua ou o conceito que está sendo discutido.

Por exemplo, em Inglês a inscrição A-B-L-A-T é amplamente interpretada para se ler Baalat. Isto é significativo uma vez que Baal era o nome para todos os Els ou deuses, incluindo a deusa Hathor, no Antigo Testamento. A partir disso, pode-se concluir que a esfinge de Sarabit tinha algo a ver com a baal, ou com Hathor em particular.

Mas isso é apenas uma forma ou de nível se interpretar ‘Baalat ‘. Para outro exemplo, deixemos de fora o ‘b’ e olhemos para a palavra alat e sua imagem espelhada tala. E se nós substituirmos um ‘u’ para um dos ‘a’s? Isto apresentaria tala como tula.

De acordo com o nosso ‘nível de compreensão’, Baalat
poderia facilmente ser entendida como ‘Tula de Baal’ [‘Baal’s Tula’] ou ‘a Tula do Senhor’ [‘the Lord’s Tula’] (uma vez que baal significa ‘senhor’).

Há um outro informativo jogo de palavras envolvido aqui.

Anteriormente nós observamos que E.A. veio à Terra em busca de ‘pedras azuis’ [‘blue stones’]. Sitchin identificou-as como ‘cobalto’.

Vamos supor isto, além de ser uma rocha radioativa, ‘cobalto’ também é um anagrama apontando-nos para outra coisa. Cobalto é um anagrama para o que? Que tal ‘OC-BTLA ou OC B TULA’? poderia isso fazer das ‘pedras azuis’ em questão as pedras azuis de Tula?

Faria uma grande dose de bom senso se Sarabit realmente for Tula.
A deusa Egípcia Hathor era uma das sete Plêiades, * as deusas chifruda [horned goddess] que emergiu de Tula, a Grande Mãe e o lugar das garças [the Great Mother and the place of herons].

[ * – Ibid., p. 802.]

No Egito, a galáxia da Via Láctea [Milky Way galaxy] (com a Tula celestial em seu núcleo [cerne] [core]) foi descrita como uma branca, chifruda, vaca lunar doadora de leite [white, horned, milk-giving moon cow]. Nossa palavra ‘galáxia’ [‘galaxy’] vem de gala, ou ‘leite materno’ [‘mother’s milk’]. *

[ * – Ibid., p. 657.]

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figura isis chifres

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A conexão de Sarabit com Tula reforçaria também o rótulo dos estudiosos para suas inscrições como ‘Alfabeto-mãe’ [‘Motheralphabet’].

O alfabeto de Sarabit ou, digamos, o alfabeto de Tula, poderia literalmente, ter vindo de Deus (que, neste caso, parece ser uma mulher).

Isso também pode explicar por que a primeira letra do alfabeto Hebraico, aleph, é simbolizada por um boi [ox] ou uma vaca [cow] com chifres. A primeira letra é a primeira potência ou força que inflama todas as outras letras.

Se Sarabit é de fato as origens do alfabeto, e Hathor era a fonte, isso seria fascinante uma vez que os Gregos chamaram o lar de Hathor, as Plêiades, pelo nome de as Atlântidas [Atlantides], ou Atlântida [Atlantis].

Em 1882, depois de vinte anos de pesquisa na Biblioteca do Congresso, o ex-congressista dos Estados Unidos Ignatius Donnelly publicou sua ampla pesquisa sobre os mitos Atlantis: Atlantis: The Antedeluvian World. [Atlântida: O Mundo Antediluviano]. *

[ * – Ignatius Donnelly, Atlantis the Antedilluvian World (rev. ed., edited by Egerton Sykes) (New York, Gramercy Publishing Co., 1948).]

Nesta obra revolucionária, Donnelly proclamou que Atlantis era o verdadeiro Jardim do Éden ou Paraíso, de todo mito. Além disso, ele disse, o alfabeto foi uma invenção Atlante. Ele argumentou que as culturas Fenícia, Grega, e até mesmo a cultura Maia (e alfabetos) tiveram sua origem em Atlântida. Curiosamente, os Maias disseram que tinham vindo de uma pátria que afundou. Eles a chamaram de Tollan, Talon, ou por seu nome mais sagrado, Tula.

Será que é mesmo remotamente possível que as inscrições de Sarabit representam uma parte do original sistema de símbolos procurado por tantos pensadores de renome? Ainda mais incrivelmente, será que elas foram trazidas pelos Saba? Será que Sarabit foi nomeado após Saba?

Outra razão porque estou tão curioso sobre a descoberta da esfinge em Sarabit El Khadim é o momento da criação deste artefato portador-do-alfabeto: 1.500 a.C. Esta data coincide com o momento em que Moisés foi dito por estar ‘perambulando’ [‘wandering’] em torno da Península do Sinai.

Como mencionado, sempre foi um mistério por que é que Michelangelo representou Moisés com chifres, uma característica física que o Cristianismo associou com o Diabo. O que dá aqui? [What gives here?]

Será que é possível que os eventos que ocorreram entre Deus e Moisés no “Monte Sinai” tenham algo a ver com a transmissão do “alfabeto Mãe” [“Mother alphabet”] em Sarabit, que também está no Sinai?

Será que o fato de que aleph, a primeira letra do alfabeto, é representado por chifres explica por que Moisés também é retratado portando chifres?

Eu explorei a sua história em detalhes no meu livro One Foot In Atlantis: The Secret Occult History of WW II and its Impact On New Age Politics [Um Pé Em Atlântida: A Secreta História Oculta da II Guerra Mundial e Seu Impacto Sobre Políticas da Nova Era]. *

[ * – William Henry, One Foot In Atlantis: The Secret Occult History of WW II and its Impact on New Age Politics (Anchorage, AK, Earthpulse, 1998).]

O mais interessante desta história é o fato de que Abraão possuía a Chave da Vida [Key of Life], que foi originalmente dada a Adão no Jardim do Éden e foi passada para Enoque, Noé, Abraão, Jacó, José, Moisés, Salomão e Jesus. Esta Chave [Key] se manifesta como um gene divino, uma verdadeira tecnologia avançada, e ensinamentos espirituais.

Anteriormente, mencionamos a misteriosa “marca de Caim” [“mark of Cain”], e a relacionamos com a Chave da Vida [Key of Life]. Vamos agora supor que esta ‘marca’ [‘mark’] não é alguma forma de tatuagem, mas é um “marcador” genético [genetic ‘marker’], algo em seus genes.

 

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BIOLOGIA E LINGUAGEM

 

 

Os contos de E.A., Adão, Eva e Caim, e da Torre de Babel são importantes para a nossa busca não só porque eles são contos de advertência sobre a aspiração para tornar-se semelhante a Deus [god-like], mas porque eles ligam biologia com a linguagem. Eles dizem que a linguagem veio de Cima [Above]. Para alcançar o Acima [Above] temos de aprender a linguagem dos deuses e os segredos de conectar o Céu e a Terra.

Um componente dessa linguagem certamente é biológico. Eu presumo que este é a línguagem dos genes, do DNA e anatomia humana. A chave simbólica desbloqueando os segredos da interação do DNA com a mística anatomia humana está codificada em histórias escritas na Linguagem dos Pássaros. Esta chave é discutida em detalhe no meu livro God Making.

Para os nossos propósitos, será suficiente nos familiarizar-mos com algumas pesquisas provocantes que estão sendo feitas na Universidade Duke. *

[ * – “Hummingbird Bird Brains Help Explain Language” (“Os Cérebros-de-Pássaro do Pássaro Beija-Flor Ajudam a Explicar a Linguagem”) por Aries Keck, Discovery.com News.]

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CÉREBROS DE PÁSSAROS AJUDAM A EXPLICAR A LINGUAGEM

[BIRD BRAINS HELP EXPLAIN LANGUAGE]
Sete minúsculas estruturas encontradas no cérebro de um beija-flor [hummingbird] podem ajudar a lançar luz sobre as origens da linguagem humana.

Em toda a história evolutiva, apenas seis animais descobriram como aprender sons por imitação – humanos, cetáceos (baleias e golfinhos), morcegos, aves canoras [songbirds], papagaios e beija-flores [parrots and hummingbirds]. Todos os outros sons que os animais criam, tais como o latido de um cão ou miado de um gato, são produtos permanentemente conectados do instinto, e não da aprendizagem [are harwired products of instinct, not learning].

Esta característica rara que nós compartilhamos com alguns animais é chamada de aprendizado vocal [vocal learning]. “E o que estamos tentando fazer é descobrir como os caminhos do cérebro para a aprendizagem vocal evoluem“, disse Erich Jarvis, um neurologista no Centro Médico da universidade Duke [Duke University Medical Center].

Trabalhando em uma natureza preservada Brasileira carregada com mais de 30 espécies de beija-flor, Jarvis e seus colegas examinaram os cérebros de 12 beija-flores [hummingbirds]. Eles olharam para a expressão de um gene que só é ativado quando o pássaro canta. Este gene, ZENK, foi encontrado em sete discretos centros do cérebro.

Não só beija-flores têm sete, mas os papagaios e aves canoras [parrots and songbirds] também têm sete, nem mais nem menos. Esta foi uma semelhança notável”, disse ele.

É surpreendente que haja muito em comum entre estes três grupos de aves“, concordou o behaviorista animal Peter Marler na Universidade da Califórnia em Davis, que também chamou o estudo de “muito elegante” [“quite elegant”].

A conexão pássaro não seria surpreendente se todas as três ordens fossem irmãs, primas ou mesmo primos de terceiro grau. Mas as três são consideradas por terem evoluído de forma completamente independente umas das outras.

Isto significa que só pode haver apenas uma forma na qual o cérebro pode organizar-se para criar aprendizagem vocal, disse Jarvis.
“E o que isso significa é que existem fortes restrições, até mesmo instruções da Mãe Natureza, para como estas estruturas podem evoluir.”

São como asas, disse ele. Elas também surgiram de forma independente e, por causa das restrições de gravidade e aerodinâmica, eles estão sempre emparelhadas, uma em cada lado do corpo.

Ninguém sabe ainda se os outros aprendizes vocais – humanos, morcegos, baleias e golfinhos – têm as mesmos sete estruturas como os pássaros, mas Jarvis está apostando nisso.

Eu vou prever que, se qualquer uma dessas espécies, ou outras, como um chimpanzé ou um frango, evoluir aprendizado vocal [vocal learning], eles terão (estas) sete estruturas no cérebro“, disse ele.

 

 

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                                 CAPÍTULO QUATRO


ABRE-TE-SÉSAMO
[OPEN SESAME]

 

Místicos afirmam que a Linguagem dos Pássaros [Language of the Birds] tem como principal componente a capacidade de transmutar os elementos. Isso inclui os quatro elementos da criação (terra, ar, fogo e água), bem como a Tabela Periódica dos Elementos. Ela provavelmente inclui as quatro ‘letras’ do DNA (A, C, T e G).

A capacidade de transmutar os elementos permite brincar de Deus com as coisas da criação. A humanidade moderna demonstrou a sua proficiência com estes segredos em 1945, quando os cientistas nucleares do Laboratório Nacional de Los Alamos transmutaram o elemento 92 (urânio) e explodiram a primeira bomba atômica do alto de uma torre de aço no local de Testes Trindade [Trinity Test site] em Alamogordo, Novo México.

Com este ato audaz da humanidade liberou o poder dos céus contido no á-tomo [a-tom]. Cientistas nucleares freqüentemente citam a história da Torre de Babel em seus comentários sobre este evento.
As ligações mitológicas entre a Torre Trindade [Trinity Tower] e a Torre de Babel são impressionantes e altamente significativas.

Como eu exploro em detalhes no meu livro One Foot In Atlantis [Um Pé Em Atlantis], * os Nazistas estavam obcecados em encontrar a linguagem e religião pré-Diluvianas originais [original pre-Flood language and religion] (a qual eles alegaram que pertencia à raça Ariana/Atlante).

[ * – William Henry, One Foot In Atlantis: The Secret Occult History of WW II and its Impact on New Age Politics (Anchorage, AK, Earthpulse, 1998).]

Desde pelo menos o tempo do rebelde herege Cristão Martinho Lutero (que fundou o Cristianismo Protestante), estudiosos Alemães tinham estado em uma busca pelas origens da raça Germânica e pelo Schmidt original ou smith que fundou sua nação.

Sempre, raça e língua estiveram ligados. Esta ligação não foi mais evidente do que nos símbolos esculpidos ou gravado, Ur-Runes ou runas [Ur-runes or runes]. Na tradição de ambas as línguas Alemã e Céltica, as runas representam ‘um Mistério’, ou um ‘santo secreto’ que é ‘sussurrado’ [‘whispered’]. *

[ * – John Matthews, The World Atlas of Divination (Boston Bulfinch Press, 1992), p. 34.]

Que mensagem? Que segredo?

As Runas eram consideradas símbolos mágicos que conectavam diretamente o seu usuário com os espíritos ancestrais de sua origem. Conforme elas são meditadas e proferidas, os nomes-canções [song-names] das runas se tornam chaves que abrem as portas para o mundo dos espíritos dos ancestrais [spirit world of the ancestors].

Heinrich Himmler, o ex-criador de galinhas que se tornou o Nazista número dois e chefe da SS, acreditava que as runas da antiguidade Nórdica se assemelhavam às runas Indianas e ideogramas Japoneses. * Esta foi a evidência para Himmler de que os Japoneses também eram Arianos ou “Japonêses Nórdicos.” Himmler também notou as semelhanças gritantes entre as runas alemãs e as runas Indianas.

[ * – Ibid., p. 34]

Não foi provavelmente nenhuma surpresa para os estudiosos Alemães o quanto as seus runas Nórdicas se assemelhavam às runas Indianas. As runas, acreditavam os Alemães, escondiam o segredo da revelação da existência de seres de deus [god beings] que viviam na Índia, mas que migraram para a Europa, e ficaram conhecidos como os Indo-Europeus. *

[ * – Ibid., p. 34]

A evidência do uso dessa escrita [script] antiga por tribos Inglêsas, Suecas, Norueguêsas e Germânicas tem sido encontrada a partir de tão longe quanto o século 2 d.C. * Estes ancestrais não eram simplesmente primitivos garotos da natureza esculpindo graffitis em lanças, pedras e pedaços de madeira, como alguns historiadores gostam de pensar. Os Símbolos Rúnicos eram seu alfabeto antes de eles serem obrigados a tornar-se Cristão e adotar o ‘bárbaro’ alfabeto Romano.

[ * – Johanna Drucker, The Alphabetic Labyrinth: The Letters in History and Imagination (New York, Thames & Hudson, 1992), p. 116.]

Pode-se dizer que, com a introdução do alfabeto Romano, ‘escrever’ tornou-se mundano, e Roma assumiu o controle da mente ocidental (afinal de contas, a linguagem é poder) [language is power]
por controlar o sistema de linguagem que formata o cérebro de seus cidadãos.

Até então, como exemplificado pelas runas e outros sistemas de escrita mágicos, a ‘escrita’ era um meio de gravar conhecimento esotérico ou espiritual reservado para ‘mágicos’ [‘magicians’]. Estes xamãs, ou intermediários entre o homem e deus, tinham o poder de projetar memórias ou conhecimento em pedras ou outros objetos. As runas eram símbolos desse conhecimento, o qual foi rotulado secreto, proibido para o profano.

Oviamente, é preciso um grande esforço mental para ser capaz de projetar o conhecimento desta forma (por mais que deseje, a pessoa não desenvolve suas faculdades mentais para fazer isso assistindo quarenta horas de televisão por semana). Do mesmo modo, é necessário um esforço mental complementar para poder
‘baixar’ [‘download’] esse conhecimento. O processo de interpretação das runas foi chamado de raeden, “reading” [“leitura”]; o resultado era raedels ou “riddles” [“enigmas”]. *

[ * – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, HarperCollins, 1983), p. 871.]

Na Ásia interior, o suposto lar dos deuses Arianos, nós aprendemos sobre a tradição terma. * Terma são “tesouros escondidos” [“concealed treasures”], textos sagrados que estão “ocultos” [“hidden”] nas rochas, e às vezes sobre cumes ou mesmo em vales inteiros.

[ * – Victoria LePage, Shambhala (Wheaton, I11., Quest Books, 1996), p. 44-45 ]

Os locais de rochas inscritas com conhecimento mágico tornaram-se áreas sagradas ou propriamente terma.

A idéia de que as sagradas rochas ou cumes [hilltops] podem ser o repositório de imensas quantidades de avançado conhecimento mágico pode percorrer um longo caminho para explicar o fascínio secreto do Domo da Rocha [Dome of the Rock] em Jerusalém e em outras áreas fervorosamente disputadas ou altamente guardadas, marcadas por pedras extraterrestres. O Pedra Preta sagrada da Kaaba em Meca, ponto focal da religião Islâmica de Allah, é outro exemplo desse conceito.

Como as runas, os mágicos dos tempos antigos são acreditados por ter projetado conhecimento para as termas [the terma] para proteção. O grande Segredo contido dentro da imensa biblioteca terma Asiática [immense Asian terma library]- oculta nas rochas, rios e árvores do Tibet – diz respeito as lendas de Shambhala, a terra natal dos Filhos do Sol [Sons of the Sun] ou os Filhos da Luz [Sons of Light] e a maneira de entrar no seu mundo.

O Segredo das ‘palavras de poder’ [‘words of power’] explica por que quando “Deus” (Enlil) viu os terráqueos construirem a ‘Torre de Babel’ todos aqueles anos atrás, ele revidou, alterando os códigos de segurança [security codes] (o ‘abre-te sésamo’ [‘open sesame’]) para o Jardim.

Talvez era cedo demais para nós voltarmos para de onde viemos. Ou, talvez, Deus não é quem nós pensamos que ele é.
Por que outro motivo nós seríamos trancados para fora do Jardim?

Não devemos pensar em termos de oportunidades perdidas aqui. Ou ficar desanimados por não possuir o ‘abre-te sésamo’ [‘open sesame’]. Os cartas foram empilhadas contra nós. Cada religião e regime político cruel e sedento de poder opõe-se implacavelmente à ideia de que qualquer pessoa – que não seja Jesus ou o seu único salvador nomeado – pode conhecer o verdadeira poder da Palavra de Deus [Word of God] ou a linguagem da criação [the language of creation].

Por extensão isso priva a humanidade do conhecimento da existência de portões [gates] que permitem a re-entrada para o Jardim. Estes ditadores religiosos têm ido aos extremos, incluindo extermínio e holocausto, para defender o seu direito exclusivo a Deus e para manter a ordem vigente no mundo (palavra) em seu lugar [to keep the prevailing world (word) order in place].

Sempre que uma alma abre o portão para Deus [gate to God], ou busca pessoalmente encontrar a palavra ou portão [the word or gate], o meio para se tornar um ser semelhante a Cristo e escapar ou transcender a vida da Terra, ela encontra-se a si mesma em oposição direta aos zeladores religiosos. É por isso que o Monte do Templo [Temple Mount] é um lugar de discórdia. Lendas afirmam que a ‘Palavra’ [‘Word’] ou ‘abre-te sésamo’ [‘open sesame’] está escondida lá.

Em um nível, o ‘abre-te sésamo’ está oculto para a protecção das massas (ele é mais poderoso do que uma ogiva nuclear). No nível mais mundano, as autoridades religiosas ocultam-no, simplesmente porque elas não têm a menor idéia sobre o que este é. (Na verdade, ele está escondido deles.)

Além disso, revelação da Palavra [Word] traz a destruição da igreja e da ordem mundial *

[ * Nota do Tradutor: – há aqui um trocadilho que se perde com a tradução, o autor funde as palavras ‘Word’ (‘palavra’) e ‘World’ (‘mundo’) na frase com a palavra ‘order’ (‘ordem’) da seguinte forma: “the destruction of the wor(l)d order”)= significando a ‘a destruição da “ordem mundial ou da palavra”]

Além disso, revelação da Palavra [Word] traz a destruição da igreja e da ordem mundial ou da palavra [wor(l)d order], por isso é melhor permanecer na ignorância do que esta é. (E relembro ao leitor, que Apocalipse 19:12 diz que esta ‘palavra’ está tatuada [escrita] na coxa de Jesus na segunda vinda).

Antes de cavar mais fundo para a Línguagem do Pássaro é importante lembrar a história de Abraão, outra figura Bíblica que pode ter conhecido essa linguagem.

Abraão viveu em Haran, * ‘o lugar de buracos’ [‘the place of holes’]. O nome deste lugar é foneticamente o mesmo que ‘heron’ [‘garça’]. Por isso, e uma outra razão fascinante, a linhagem de Abraão é nada menos que sagrada. Isto é, ele era o ancestral de Jesus. **

[ * – Genesis 11:31.]
[ ** – Mateus 1:1.]

De fato, ele era descendente de Sem [Shem], o filho mais velho de Noé.

De acordo com a lenda Hebraica, Abraão foi trazido a partir do outro lado do dilúvio! [from the other side of the flood]! Pense sobre o que esta declaração significa. Se Ignatius Donnelly está correto, a civilização que existia ‘no outro lado do rio’ era Atlântida [Atlantis]. Era Abraão, portanto, um Atlante?

Uma coisa é certa, a vida de Abraão foi cheia de luta. Ele foi iniciado nos Mistérios do Graal pelo Rei Melquisedeque, *, testemunhou a destruição de Sodoma e Gomorra pela mão de Deus, ** e, quando ele tinha 99 anos ele assistiu sua mulher, que aos 90, deu à luz a uma criança milagre chamado Isaac, que foi forçado sobre ela por Yahweh . ***

[ * – Genesis 14:18.]
[ ** – Genesis 19:24-25.]
[ *** – Genesis 17:19.]

Desvendar os segredos dos antigos não é automático. Isso deve ser alcançado através da escolha do amor sobre os padrões inarmônicos do medo. Elevar a nossa vibração, desta forma, levar-nos-á sobre a Ponte de Sirah [Bridge of Sirah]. *

[ * – Nota do tradutor: ‘Sirah’ = ‘Zero’ em Árabe]

Lionel e Patricia Fanthorpe * notaram que Abraão, o pai da nação dos buscadores chamada Israel (‘aqueles que lutam com Deus’), foi acreditado por ter estado na posse das Tábuas ME [ME Tablets], também conhecidas como a Tábua de Esmeralda de Thoth [Emerald Tablets of Thoth].

[ * – Lionel & Patricia Fanthorpe, Secrets of Rennes-le-chateau (York Beach, Maine, Samuel Weiser, Inc., 1992), p. 178.]

A esposa de Abraão, Sarah, perambulou em uma “caverna” e descobriu as Tábuas aos pés de Hermes (o nome Grego para Thoth), que na época estava em um estado de animação suspensa. Significativamente, depois desse encontro, Abraão e Sara cada um recebeu um ‘H’ em seu nome. *

[ * – Genesis 17:5, 17:15]

O ‘H’ significou a aquisição de conhecimentos sobre o “H ou Escada para o Céu.” [the “H or Ladder to Heaven.”]

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De acordo com os Fanthorpes, a Tábua de Esmeraldas [Emerald Tablets], eram na forma de um tesseracto [tesseract].  O tesseracto é uma “sombra” tridimensional de um hipercubo de quatro dimensões – uma figura que tem ainda uma outra dimensão em ângulos retos (L’s) para as três com as quais estamos familiarizados. Platão disse que o nosso mundo é uma representação tipo-sombra [shadow-type representation] de um profundo reino dos arquétipos e idéias, e que os blocos básicos da existência, matéria e energia, também são representações-sombras de algo mais refinado e sutil.

O tesseracto fornece uma importante chave para a mentalidade [mind-set] alcançada pelos usuários Pássaro-Cerebrados da Linguagem dos Pássaros [Bird Brained users of the Language of the Birds].

Membros de alguns antigos cultos místicos têm sido ditos por meditar por horas sobre o tesseracto até que eles experimentaram uma mudança de percepção – a abertura de um portal [gateway] para outra dimensão. Uma vez através desta ‘porta’ [‘dooway’], os indivíduos muitas vezes são recebidos por seres desta dimensão. Igualmente, muitas vezes, energias de cura [healing energies] são acessadas para realizar curas na Terra.

Esta explicação do tesseracto lança nova luz à lenda de que Abraão possuía as Tábuas ME [ME Tablets] e ao relato Bíblico de seu encontro com o Senhor. *

[ * – Genesis 18:1,2.]

Em Gênesis, Abraão está olhando para fora da porta de sua tenda no deserto (um terreno baldio [a wasteland]) em um dia quente. De repente, como se fora do nada, o Senhor e dois mensageiros aparecem para ele.

Em vez de olhar para fora de uma porta física, poderia Abraão estar olhando para o tesseracto de esmeralda [emerald tesseract], a porta de entrada para outras dimensões, talvez ao nível quântico ou hiperespaço? Será que este um portal aberto para o deus alado [winged god] aparecer?

A introdução para o Sefer Yetzirah afirma: “Este é o livro das Cartas (ou Letras) de Abraão [the Book of the Letters of Abraham], nosso pai, [Livro este] que é chamado o Sefer Yetzirah, e quando se olha para ele, não há limite para sua sabedoria.” *

[ * – Aryeh Kaplan, Sefer Yetzirah: The Book of Creation (York Beach, ME, Samuel Weiser, Inc. 1997), p. xii.]

Na sua estrofe final, o Sefer Yetzirah diz que quando Abraão “Olhou e sondou (ou esquadrinhou) [probed] ele foi bem sucedido na criação.”

Esta passagem sugere claramente que Abraão tinha aprendido a perscrutar e manipular a criação através de alguma forma de visão mística [mystical sight].

O “Livro das Letras (ou Cartas)” [“Book of the Letters”] é uma referência óbvia ao Livro da Vida do DNA e suas quatro letras [the Book of Life of DNA and its four letters]. Isso também sugere que Abraão (e até mesmo Jesus) foram muito possivelmente um químico, um alquimista ou um geneticista.

A melhor maneira para compreender os conceitos básicos da mística mentalidade hiper-dimensional que a Línguagem do Pássaro fornece é começar olhando para um cubo tridimensional.
Em 1832, um naturalista Suíço chamado L.A. Necker desenhou o cubo tridimensional visto aqui em um pedaço de papel e notou que sua perspectiva tinha uma forma estranha de se reverter.

Em um momento a face que parecia estar na frente de repente virava para a parte de trás e a face de trás, de repente, viraria para a frente. Embora uma mudança na fixação dos olhos ou no esforço mental pudesse fazer isso acontecer, Necker descobriu que isso acontecia espontaneamente, caoticamente [chaotically], por si só, a cada poucos segundos.

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o cubo de necker -

 

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Nós usamos esse ponto de vista em cada momento de nossas vidas, embora nós podemos não perceber isso conscientemente. Tecnicamente, o cubo de Necker é: doze linhas em um pedaço de papel. Elas são projetadas para e trazidas à vida em nossa
imaginação.

Por entender que este cubo é linhas em um pedaço de papel demos um passo gigante para a compreensão de como nós criamos nossa realidade e como o tesseracto poderia representar uma porta de entrada para um outro mundo.

Olhe para isso deste modo. Se este cubo é doze linhas em um pedaço de papel ele é uma boa possibilidade de que este livro seja algo completamente diferente do que a princípio pareceu ser. De fato, é uma coleção caótica de papel, tinta, e cola, que vem tudo junto em nossa imaginação e nós chamamos isso de um livro.

O que poderia o professor de ciências nos dizer este livro é realmente? Em um nível eles podem dizer-nos que é uma ferramenta complexa para o armazenamento de idéias. A outro nível, é capítulos, parágrafos, frases, palavras e letras que vêm todos juntos e podemos chamá-los de um livro. Se nós continuamos a olhar para este livro a partir de uma perspectiva diferente, como através de um microscópio comum, por exemplo, a superfície desaparece e o livro se transforma em uma coleção de fibras de madeira.
Sob um microscópio eletrônico [electron microscope] mais poderoso, um véu é levantado e os espaços entre as fibras tornam-se evidentes. Um mundo completamente diferente aparece.

Cavando ainda mais neste mundo molecular, o que antes era um mero livro composto de madeira, agora se transforma em um espaço tão grande que até mesmo as partículas espiralantes começam a mudar e desaparecer. Um universo interior aparece. O papel sobre o qual a tinta representa estas letras é composto de átomos, moléculas, traços de partículas; uma sopa fluida composta por um monte de coisas flutuantes que não podemos ver, mas que vêm junto em nossa imaginação como um padrão de energia viva e nós chamamos de um livro.

Abaixo da estrutura atômica as partículas mudam para padrões de probabilidade de energia viva [living energy]. Esses padrões de energia viva, a Palavra [Word], são o material da física moderna, uma categoria da qual são chamados quarks, que os físicos afirmam é outro á-tomo [a-tom] e é, portanto, o essencial bloco de construção da matéria.

Este é o lugar onde a ciência e a religião se unem, pois os cientistas nunca viram um quark. Eles os tomam na fé que eles existem. Eles criam imagens mentais do que eles pensam (adivinham) que o átomo imaterial parece. Com uma mistura de terror e alegria eles imaginam um borrão de elétrons em torno de um minúsculo ponto núcleo que atrai os elétrons a ele como um enxame de abelhas para o mel.

Não há dois físicos ou químicos que visualizam o átomo exatamente da mesma maneira, porque os blocos de construção destas imagens são símbolos chamados equações que só existem em suas mentes. Desta forma, o livro que você está lendo, na verdade, uma coleção de átomos ou quarks realmente não existe
em qualquer lugar, mas em sua imaginação. Da mesma forma para a cadeira que você está sentado.

Coloque seus óculos hiperdimensionais. Dê uma boa olhada em volta. Tudo o que percebemos é uma coleção de átomos e moléculas trazidas à vida em sua imaginação. TUDO [EVERYTHING] ‘lá fora’ é feito das mesmas coisas que este livro. Na realidade, não há nenhum livro. Este é apenas uma parte da Coisa Única [One Thing]; o material espiritual transcendente de que somos todos feitos.

Em Global Brain [Cérebro Global], o físico Peter Russell fala deste processo como uma mudança de paradigma. A palavra paradigma vem do grego paradigma (“padrão”). Essencialmente o que isto significa é que as pessoas vão sobre suas vidas
percebendo apenas o que se encaixa com a sua ideia do que o padrão deve parecer, eles desenvolvem uma mentalidade [mind-set].

Quer nos importemos em reconhecer sua existência ou não, estas mentalidades [mindsets] são muito poderosas. Elas operam em nós determinando subliminarmente como nós experimentamos o mundo a partir dos níveis mais primitivos do nosso sistema mente/cérebro.

No entanto, ocasionalmente chega um momento em que os fenômenos percebidos pelos nossos cérebros “avançados” que não se encaixam não podem mais ser ignorados. Isso geralmente resulta em uma mudança de paradigma.

O físico Fred Alan Wolf * descreve uma mudança de paradigma como um salto quântico [quantum leap] que acontece da forma como uma nuvem remodela-se em uma nova nuvem. Você olha para longe da nuvem por um momento, e quando você olha de volta, embora apenas um instante possa ter passado, tudo mudou.

[Fred Alan Wolf, Taking the Quantum Leap (New York, Harper & Row, 1989).]

Por favor, tome um momento para olhar para a famosa ilustração de “figura-fundo” [“figure-ground”] abaixo. A maioria vai ver na figura uma mulher velha. Isso é uma mentalidade [mindset]. Na verdade, “vivendo” subliminarmente dentro desta ilustração está uma bela mulher jovem. Bem, uma imagem do rosto de qualquer maneira. Ver os fenômenos deste rosto vai alterar para sempre a sua velha mentelidade [mind ser] sobre esta imagem e irá introduzir uma nova.

Tome um momento para relaxar, em seguida, olhe para a ilustração e veja se você pode ver o rosto da jovem. O rosto que era uma vez invisível ou subliminar deve agora estar visível.

Como a Ponte de Sirah [Bridge of Sirah] esta imagem leva a uma nova dimensão de consciência. Esta dimensão é uma zona de freqüência que podemos ver, mas que não é facilmente percebida, porque não estamos conscientes dela, ou procurando por ela.

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No Evangelho de Lucas, Jesus diz: ” Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.” *

[ * – Lucas 10:21.]

Eu sei que pode soar estranho, mas isso pode ser justamente a chave que temos estado procurando para se tornar tão sábio como Salomão.

Tecnicamente falando, a Linguagem dos Pássaros deu a Salomão controle sobre todos os elementos, aparentemente dando-lhe o equivalente a uma ‘máquina replicadora’ neural [neural ‘replicator machine’] alá Star Trek: The Next Generation. Esta máquina é capaz de reorganizar a matéria em nível atômico para criar o objeto que é desejado. A Compreensão de Salomão da natureza da natureza [the nature of nature] — ou a sua ignição [igniting] dos centros cerebrais dormentes – resultou em dar-lhe a “abundância de todas as coisas”, e até mesmo deu a ele a habilidade de voar no céu como um pássaro … ou um anjo.

No próximo capítulo, vamos olhar para a conexão de Jesus a este sistema de linguagem.

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                                CAPÍTULO CINCO

JESUS E A LINGUAGEM DOS PÁSSAROS

 

Será que Jesus utiliza a Linguagem dos pássaros? A julgar pelas histórias do que aconteceu quando ele retornou a Jerusalém como um homem jovem, pode-se certamente ter a impressão de que ele a utilizou.

O apócrifo Evangelho da Infância [Gospel of the Infancy] nos diz que no seu regresso Jesus esculpiu doze pássaros de barro e os transformou em aves vivas por bater ritmicamente as mãos sobre eles. *
[ * – The Gospel of the Infancy (O Evangelho da Infância) 19:17-19.]

Ele foi então enviado para a escola para aprender suas letras de Zaqueu [Zaccheus], um sacerdote Hebreu. Zaqueu escreveu um alfabeto para Jesus. Ele pediu-lhe para dizer Aleph, e quando ele disse aleph, Zaqueu o fez dizer Beth. Mas Jesus recusou.

“Diga-me primeiro o significado de Aleph, e depois vou pronunciar Beth”, disse Jesus. “E quando o mestre ameaçou chicoteá-lo, o Senhor Jesus explicou-lhe o significado das letras Aleph e Beth.”
Em seguida Jesus começou a dizer clara e distintamente Aleph, Beth, Gimel, Daleth, e assim por diante até o final do alfabeto. No final deste discurso incrível, Zaqueu ficou tão surpreso que ele disse, “Eu acredito que este menino nasceu antes de Noé.” Ele se virou para o pai de Jesus, José e disse: “tu trouxe um menino para mim para ser ensinado, que é mais instruído do que qualquer mestre.” Ele então virou-se para Maria e disse: “seu filho não tem necessidade de qualquer aprendizagem.”

Este intercâmbio demonstra claramente que o sacerdote Hebraico acreditava que Jesus estava demonstrando sua proficiência em conhecimentos pré-Diluvianos [pre-Flood knowlegde], relativos ao alfabeto. *

[ * – The Gospel of the Infancy (O Evangelho da Infância) 20:1-16.]

Esses intercâmbios podem não provar que Jesus sabia ou utilizava a Linguagem dos Pássaros, a língua original de Adão.
No entanto, considerando que os místicos Cristãos acreditam que Jesus é o segundo Adão, só podemos afirmar que em dois pontos em sua vida, Jesus teve acesso aos segredos da Linguagem dos Pássaros: no templo da Fênix [Phoenix Temple] em Heliópolis, e, em seguida, no Templo de Salomão, em Jerusalém. Vou apresentar brevemente mais uma evidência da arte Cristã primitiva que sugere que ele realmente utilizou este código de linguagem [language code] para codificar os segredos da criação.

Para o momento, é importante observar duas das declarações mais diretas da Linguagem dos Pássaros de Jesus:

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele, e ele comigo.” *

[ * – Apocalipse 3:20 (Revelation 3:20).]

A Linguagem dos Pássaros oferece ao iniciado conhecimento secreto relativo a porta para o céu. Na Kaballah, Daleth/a Porta atravessa o sexto selo ou chakra, o terceiro olho, o centro ajna representado pelo tau, ou a Cruz.

Jesus ofereceu o caminho para abrir a porta e ele é a porta que revela a ‘verdade’ que nos permitirá cumprir o plano de Deus – a abertura do Selo de Cristo [Christ Seal] dentro de cada um de nós e a transformação da humanidade de homo sapien para o que alguns chamam de homo Christos ou homo angelis.

Como vimos, essa transformação é o benefício final da Linguagem dos Pássaros.

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O ‘D’ OU ‘PORTA’
THE D OR DOOR

A letra ‘D’ ou ‘delta’, para door [porta], evoluiu a partir do triângulo ou vulva da deusa [vulva of the goddess]. O símbolo delta representa o triângulo feminino da vida. No alfabeto Grego representava a Porta Santa [Holy Door]. Letras correspondentes incluem o Sânscrito dwr, o Céltico/Druida duir, e o Hebraico daleth, significando porta.

Como vimos, uma classificação de Druida era ‘o Bardo’ [‘the Bard’] (pássaro) ou poeta. A palavra ‘Druida’ [‘Druid’] é de significado incerto. Alguns estudiosos Druidas sustentam que eles são nomeados após a palavra Celta para ‘carvalho’ [‘oak’], ou duir. Em Galês [Welsh], que é intimamente relacionado com o velho Celtico, derw é ‘carvalho’ [‘oak’], drws é ‘porta’ e dwr é ‘água’. Em João 10:19, Jesus disse:

“Eu sou a porta [door].
Se alguém entrar por Mim [Me], será salvo,
e entrará, e sairá,
e achará pastagem.”

Na Linguagem dos Pássaros (Bardos) duir e door [porta] são foneticamente semelhantes em Inglês, e, portanto, intercambiáveis. Desta forma, Jesus pode ter a intenção de dizer que ele era o Duir, o Druida. Jesus é simbolizado pela Fênix, o pássaro da ressurreição. Será que este jogo de palavras sugere que Jesus era um bardo Druida?

 

 

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O PÁSSARO TROVÃO
THE THUNDERBIRD

Uma evidência adicional de que Jesus utilizou a linguagem pássaro para esconder seus segredos místicos é revelada pela forma estranha a letra V foi utilizado em antigas representações cristãs de Jesus. Além simbolizando o navio Graal ou Ark, o V por si só também tem sido muito utilizado para representar o bico da Deusa Bird.

Outro de seus sinais inclui símbolos bico com símbolos olho em ambos os lados (ovo). símbolos semelhantes incluem figuras humanas com a vulva (bico) símbolo e duas glândulas mamárias (olhos) de cada lado dele.

 

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Sir George Grey na Austrália descobriu a notável figura abaixo em 1836. O rosto foi pintado vividamente de branco, os olhos negros, e os raios que se estendem a partir da sua cabeça eram vermelho brilhante. A marcação ‘ovo’ é claramente evidente.

Compare a ilustração Australiana com a escultura de arenito encontrada em Stark County, Ohio e que acredita-se ser do deus do sol Celta, Bel ou Baal. Ele tem a mesma auréola [halo] radiante e a marcação ‘ovo’ dos olhos e nariz.

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OS MANDYLIONS

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Pode qualquer um dos ‘bicudos’ símbolos de pássaros ovo serem associados a Jesus?
A resposta é, creio Eu, um enfático sim. A evidência é encontrada em Constantinopla.

No século XI e XII o alegado sudário do enterro de Jesus, o Sudário de Turim, de repente, apareceu em Constantinopla. No ano de 1058, um escritor Árabe Cristão
relatou ter visto o Sudário em Constantinopla no templo nuclear, o Hagia. *

[ * – Ian Wilson, The Shroud of Turin (New York, Doubleday, 1978), p. 134.]

Em 1157 um abade Islandês listou as relíquias de Constantinopla, incluindo “bandas de linho com o sveitaduk (pano suado [sweat cloth]) e um ‘maetull’ (ou ME-Tula), o rosto de Cristo.” * Durante esse tempo, alguém parece ter desfeito a treliça de ouro cobrindo o pano, descobrindo o Sudário, e talvez pela primeira vez desde que José de Arimatéia envolveu Jesus em pano, descobriu-o para a vista.

[ * – Ibid. p. 143.]

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Enquanto o Sudário era desembrulhado os Bizantinos fizeram pelo menos três representações do rosto de Cristo como ele apareceu no Sudário. Estas foram chamadas de o Mandylion. Um destes ícones está nos Estados Unidos. Os outros estão na Rússia.

Durante o final do século XII, os Bizantinos colocaram os Mandylions em locais da decoração da igreja simbólicos do sacrifício da Eucaristia. * Neste mesmo tempo, o patrono do romance do Graal, Wolfram, visitou Constantinopla.

[ * – Ibid. p. 141.]

Pouco tempo depois, os romances do Graal começaram a aparecer na Europa. Isto sugere uma ligação entre os segredos da Eucaristia, a Luz que produziu a imagem na Mortalha, e os mistérios do Graal. Como Eu propus, a chave para elucidar esses segredos é encontrada ao se interpretar a história de Cristo na Línguagem do Pássaro [Bird Language].

Podemos precisar de olhar mais longe do que os retratos Bizantinos para a evidência direta de que Jesus usou a Linguagem do Pássaro. De acordo com o pesquisador do Sudário Ian Wilson, estes retratos mostram notável coerência em suas marcações, incluindo notáveis padrões de nariz e boca, detalhe de rosto marcado, cabelo, barba, narinas, bigode, manchas de sangue no cabelo e no rosto.

Todos eles têm um objeto não-fisiológico sem sentido em comum: um V logo acima do nariz, entre as sobrancelhas! pesquisadores do Sudário nunca interpretaram o significado dessa marca distintiva.

Não é este V exatamente a marcação ovo da Deusa Pássaro? O que ele está fazendo na testa de Cristo? Por que tanto cuidado foi tomado para garantir que ele aparecesse? A
resposta é óbvia.

Ele foi feito para conectar Jesus com os segredos nucleares da Deusa Pássaro e a linguagem dos segredos da criação, a Linguagem dos Pássaros. Parece que temos uma
poderosa, talvez irrefutável, combinação simbólica entre Jesus e a Linguagem dos Pássaros.

A incomum, mas inconfundível marcação V, foi descrita pela primeira vez pelo biólogo Francês Paul Vignon em 1930, e está entre 14 marcas características que ajudam os investigadores do Sudário a identificar imagens de rostos com base na «fotografia» do rosto do Sudário de Turim.

Em Deuteronômio 6: 8, Deus ordenou aos Hebreus para “atá-las (as palavras de Deus) como um sinal na sua mão, fixá-las como um emblema em sua testa.” Eu me pergunto se o patriarcal Deus Hebraico está secretamente dizendo aos Hebreus para aprender a Linguagem da Deusa Pássaro.

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O   SIGNIFICADO   DO   V   NA   TESTA   DO   CRISTO

 

As palavras Inglêsas bird [pássaro], beak [bico] e Bill [bico] podem ser interpretações poéticas do som V original associado com a vulva (vulva [vilva] ou bilva), o útero [womb], e a letra A.

Neste contexto, há uma série de fatos curiosos que precisam ser apontados. Um deles é que, quando um bebê humano vem ao mundo seu primeiro choro, não importa qual seja seu timbre ou volume, tem como regra a frequência do A. Outro é que as pessoas que têm “ouvido absoluto” [“perfect pitch”] relacionam outras notas de volta para A. * O som do A é, portanto, uma espécie de frequência humana de medida ou jarda [yardstick human frequency].

[ * – Dr. Valerie Uvarov, http://www.WandsofHorus.com.]

É também conhecido que a distância média entre os tímpanos humanos é uma fração exata do comprimento de onda do A. O comprimento de onda do A é de 78 centímetros. Divida isso por quatro e você obtém a distância em questão. Poderia a soma desses fatos explicar porque o V é religiosamente mostrado no meio da testa de Cristo?

Recordamos que a Linguagem dos Pássaros é também conhecida como a Linguagem Verde ou Idioma Verde [Green Language]. Esta Linguagem foi usada para decodificar a sabedoria sendo vomitada pela Serpente na Árvore da Vida.
Adão usou-a para exercer o controle sobre todos os elementos.

Interessantemente, diz Higgins, o A é a primeira letra da árvore. Esta árvore foi chamada elm, razão pela qual em latim as letras do alfabeto são chamados de ‘elementum’, e
porque a palavra elemento [element] representa a primeira potência [the first power], a primeira palavra ou força que constitui toda a matéria física.

Esta árvore trazia em seu tronco toda a árvore de letras nas quais foram escondidas todo o sagrado conhecimento e sabedoria, incluindo o controle dessas forças elementais. O Controlo dessas forças é o objetivo de todo esforço oculto ou metafísico.

Os “Ramos” desta árvore foram seus professores que forneceram a instrução oculta que nos permite controlar essas forças.

Um dos seus maiores segredos dos segredos foi a arte da escrita e da leitura. No mito Egípcio foi Thoth, o Homem Pássaro, que ensinou os segredos da escrita. Como um revelador de palavras divinas, esta pode ser outra razão pela qual Jesus, que é chamado de Fênix [Phoenix] ou homem-pássaro, é constantemente referido como ‘o ramo’ [‘the branch’] e ‘a vinha’ [‘the vine’].

Jesus tem uma adicional, divertida, conexão com a Línguagem do Pássaro. Foneticamente, elm é LM, Al-M, ou Al-Ma. Esta pode ser a raiz para o almah Hebraico, a “mulherlua” [“moonwoman”], Mãe de Todas as Coisas. Seu título foi dado a Maria, a virgem mãe de Jesus. Alma Mater significa “Mãe-Alma” [“Soul-Mother”]. Outro nome para a “Mãe-Alma” foi Psique [Psiche], a alma feminina do mundo.

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            A   LETRA   V   E   A   TORRE   I

 

A letra I em Inglês foi modificada a partir do V e do Y, o V com uma haste. Foneticamente, I é aye, como em ‘aye aye’, ou Y. Ele serve a um propósito triplo:

• representa I [Eu], significando ‘si mesmo’ [‘self’];
• foneticamente representa o olho (aye);
• e representa a deusa da Coluna, Pilar ou Torre que chega ao céu. Em resumo, o V, os olhos (Is’), e a Torre são ligados.

Vamos agora ligar o V na testa de Cristo com o I ou Torre de Babel que ascendia aos céus e foi construída por um povo com uma língua comum. (Isto implica uma linguagem universal, tal como o Inglês é hoje.)

É amplamente pensado que esta linguagem era Sumeriana, mas talvez não.

A lenda da Torre de Babel refere-se à Torre-I de Babel [I-Tower of Babel], a partir de Baal, Bel ou Bill. Há duas
interpretações das origens da palavra ‘Babel’, e, portanto, duas interpretações diferentes desta história e explicações para a atitude destrutiva e decisão de Deus de separar a humanidade através linguagem. A partir de uma perspectiva Babel deriva da raiz Bll, significando, ‘confundir’ [‘to confound’], e simboliza confusão. A partir de outra [perspectiva] Baal significa, ‘portãa’ [‘gate’]. A dualidade é contabilizada pela semelhança entre Bll e Baal. Em uma época, Baal ou Bll (Bill) significou Senhor [Lord], em outra [época] significou ‘diabo’ [‘devil’] ou ‘d-vil’.

A segunda interpretação de B’ill pode indicar que a linguagem de Babel era a Línguagem do Pássaro [Bird Language], a línguagem dos anjos [language of the angels].
A Torre era o Portão para o Céu [Gate to Heaven] artificialmente construído pela humanidade, através do qual a humanidade tinha tentado ultrapassar seus limites Terrestres e chegar aos céus.

O bico [beak] de um pássaro é chamado [em Inglês] de bill, e foi simbolizado pelo V, ou A. Foneticamente, A é ‘aye’ ou I. A torre I ligava a Terra com o Céu, o homem com os anjos. Esta ligação [link] tinha sido abolida durante o episódio da Torre de Babel, depois do qual eu acredito a humanidade perdeu o uso da Linguagem dos Pássaros e os segredos da criação.
Esta ligação foi restabelecida pelo homem-pássaro [bird-man], Jesus, o ilustre Fênix [Phoenix] ou garça [heron] que se levantou da crucificação para iluminar os segredos da vida.

É evidente que há duas formas diferentes de Cristianismo. Uma é Gnóstica (saber), e é baseada no conhecimento da Linguagem do Pássaro. A outra é agnóstica (sem saber) a Línguagem de luz do pássaro.

Estudiosos investigando os textos de Nag Hammadi encontraram evidência da divisão entre as duas tradições no Testemunho da Verdade [Testimony of Truth]. Este livro conta a história do Jardim do Éden a partir da perspectiva da Serpente!

Denunciada na Bíblia como o Diabo [Devil], tentando Eva para que tentasse Adão para negar a Iavé [Yahweh], aqui [nos textos de Nag Hammadi] a serpente convence Adão e Eva a comer o fruto da Árvore do Conhecimento, simbolizado pela maçã, enquanto ‘o Senhor’ [‘the Lord’] ameaça com pena de morte o fazê-lo. O Senhor surge como um deus ciumento tentando impedir a humanidade de atingir habilidades semelhantes-à-deus [god-like abilities] (inflamadas através da compreensão da linguagem da criação). Quando Adão e Eva exibiram sinais de sucesso, ele os expulsou do Jardim do Éden. *

[ * – Testimony of Truth (Testemunho da Verdade), 45:23-48:18.]

 

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Pg. 120.

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CAPÍTULO SEIS
THE CATHARS
OS CÁTAROS

 

No início do século XII este grupo de almas apareceu na região de Languedoc e Midi no sul da França. Esta região — que se estende desde Provence até os Pirineus Orientais — era o lar, não só para os Cátaros, mas também para a maior concentração de Cavaleiros Templários na Europa. Como já referi, esta terra é assombrada pelas ruínas de seus castelos e comendas e rumores de que os Templários guardavam os segredos de Jesus.

Os Cátaros eram conhecidos por ter possuído os segredos de Jesus, incluindo a Chave da Vida, e viam a si mesmos como filhos de AMOR em uma luta de vida e morte com as forças do mal ROMA (Roma). O Pilar era o símbolo para AMOR sugerindo que foi, na verdade, um dispositivo e não pessoa que matou Jesus.

Outro nome para os Cátaros era os ‘Albigenses’ [‘Albigensians’] (os brancos ou puros). Notavelmente, Al significa Deus ou Tudo [All]. Gen é a raiz de gene, como no DNA, Sian é foneticamente Sion ou sun [sol].

A partir de 1209-1249 um genocídio em massa conhecido como a Cruzada Albigense [Albigensian Crusade] foi conduzida contra os Cátaros, ‘filhos de Deus’ ou ‘os filhos do Gene de Deus’, pelo Papa Inocêncio III, que enviou suas tropas de assalto para Midi e nas proximidades de Languedoc. Mais de 100.000, e possivelmente até 1.000.000, dessas bonitas pessoas, incluindo mulheres e crianças foram exterminadas.

Os Cátaros acreditavam que uma centelha da Luz de Cristo [Christ Light] habita dentro da alma humana. * Os ensinamentos mais secretos de Jesus para a criação da substância para despertar o Deus dentro e permitir que a alma floresça foram escritos no Livro de Amor [Book of Love] ou Livro do Amor. **

[ * – Elizabeth Van Buren, Refuge of the Apocalypse: Doorway Into Other Dimensions (Refúgio do Apocalipse: Entrada para Outras Dimensões) (Saffron Walden, The C.W. Daniel Company, 1986), p. 15.]
[ ** – Ibid., 16.]

Este livro foi a fundação da Igreja do Amor [Church of Love]. Ele é equiparado com o Graal. * Este manuscrito secreto é atribuído a Jesus, que o deu a João o Divino. A existência do Livro foi revelada quando a Igreja [Católica Romana] submeteu os Cátaros à tortura. Seu conteúdo era considerado por transformar homens comuns em super-homens, ou Homo Sapiens em Homo Christos. Seu poder era tal que ele poderia fazer todo ódio, toda raiva, e toda inveja desaparecer dos corações dos homens. Uma vez acesa a Luz de Cristo de Amor [Christ Light of Love], como um novo dilúvio, submergiria todas as almas e nunca mais o sangue seria derramado sobre esta Terra. **A Terra iria florescer como descrito na profecia de Isaías.

[ * – Ibid., p. 16.]
[ ** – Ibid., p. 16.]

Alguns moradores do Languedoc acreditam que a maestria dos Puros sobre o Livro do Amor [Book of Love] lhes permitia participar da experiência humana final [ultimate human experience]: transformando ou metamorfoseando a si mesmos em seres (ou “flow-ers’ *) de luz e tornando-se habitantes imortais do(s) mundo(s) de beleza indescritível do Amor.

[ * – Nota do tradutor: o Autor usa um jogo de palavras aqui que se perde na tradução = flowers (flores) e flow-ers (fluidores/fluentes) de luz.]

Os Budistas chamaram este reino ‘a Terra Pura’ [‘the Pure Land’]. Os Cristãos e Hebreus o chamaram de ‘a Terra Prometida’ [‘the Promised Land’].

Além disso, os Cátaros estavam relacionados com a transmutação da matéria, a transformação dos elementos de uma forma para outra.

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A LINGUAGEM DO SIM
THE LANGUAGE OF YES

O Languedoc toma o seu nome de uma língua antiga, a Língua de Oc [Language of Oc], Francês antigo para ‘sim’ [‘yes’]. Estou muito curioso sobre esta Língua do Sim [Language of Yes].

Um fato, em particular, nos informa sobre a necessidade de se estudar os Cátaros e essa Língua [Language].
Isto é, os Cátaros determinaram que o Evangelho de Jesus seja entendido nesta Língua do Sim [Language of Yes], que é diferente do Hebraico. Ao entender a Língua do Sim, seremos capazes de apreender os segredos dos Cátaros pelos quais a Igreja [Católica Romana] decidiu exterminá-los.

Podemos começar a compreender a língua sagrada dos Cátaros, explorando o seu nome curioso — Oc. Este é foneticamente idêntico ao Ak ou Akka, a primeira Vestal. *

[ * – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, HarperCollins, 1983), p. 16.]

Acca é idêntico à deusa Grega Akka, ‘aquela que Molda’ [‘She Who Fashions’], a Mãe Akka que trouxe os deuses das profundezas (o oceano cósmico) e criou a humanidade. *

[ * – Ibid., p 15.]

Ela era a mesma que a Akka Acadiana, a ‘Que Extrai a Água’ [the ‘Waterdrawer’] que trouxe os deuses a vida, incluindo Sargão [Sargon], o rei da Acádia [Akkad]. *

[ * – Ibid., p. 15.]

Os Romanos chamaram-lhe Acca, e disseram que ela era uma prostituta do templo e uma das Virgens Vestais.
Segundo a lenda Romana, Acca ajudou Rhea a dar à luz a Rômulo [Romulus] e Remo [Remus], os fundadores gêmeos de Roma, que foram retirados, semelhante à Moisés, de sua cesta flutuando no rio Tiber. *

[ * – Robert Graves, The White Goddess (New York, The Noonday Press, 1948), p. 335.]

Os Faraós Egípcios eram também mestres da Akh, a palavra Faraônica para todos os aspectos da luz, especialmente a luz ‘transcendental’ da transfiguração. *

[ * – Lucie Lamy, Egyptian Mysteries: New Light On Ancient Knowledge (New York, Thames & Hudson, 1981), p. 24.]

É bem provável que a iluminação que os Cátaros receberam de Oc está relacionada com a palavra Faraônica para a luz, Akh.

Esta palavra Akh é escrita com um glifo mostrando uma ave íbis com crista [a crested ibis bird], que também era chamada de Akh. Este pássaro – intercambiável com a garça [heron] – é o pássaro de Thoth, o inventor da linguagem e deus da magia.

A crista deste pássaro, juntamente com a sua plumagem verde-escura com brilhantes pintas metálicas deu origem aos significados ‘brilhar’ [‘to shine’], ‘ser resplandecente’ [‘to be resplendent’], ‘irradiar’ [‘to irradiate’], da raíz akh na escrita hieroglífica. *

[ * – Ibid., Egyptian Mysteries, p. 25.]

Akh expressa todos os conceitos de luz. Ele também é usado para designar o ‘terceiro olho’ [‘third eye’], o uraeus, a serpente cuspidora-de-fogo [fire-spitting serpent]. *

[ *- Ibid., p. 25.]

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É devido à ligação à íbis que eu sinto que a Língua do Sim [Language of Yes] [Langue d Oc] é a mesma que a Linguagem dos Pássaros [Language of the Birds].

O Alcorão diz que esta língua deu a Salomão sabedoria e abundância de todas as coisas. *

[ * – Sura 29:16.]

De acordo com Lucy Lamey, nos mitos cosmogônicos Egípcios, Akh (‘espírito’) é o aspecto do nosso espírito, que concebe com antecedência o que o objeto da criação, vai ser. *Akh emana de um ‘céu’, de reino mais elevado [a higher realm, ‘heaven’].

[ * – Ibid., Egyptian Mysteries, p. 25.]

A linguagem do Akh é, portanto, a linguagem da criação. Ou como dizem os Textos da Pirâmide [The Pyramid Texts], ‘Akh é para o céu, kha (‘alma’) é para a terra’ [‘Akh is for heaven, kha (‘soul’) is for earth’].

É possível que este sistema de linguagem celestial [heavenly language system] foi um dos segredos recuperados pelos Templários das ruínas do Templo de Salomão, [Salomão] quem, alega-se, fez o ouro para seu templo por meios alquímicos.

Os Faraós, Salomão e os Gnósticos, no entanto, não são a única fonte de informação sobre a Linguagem do Ak. Como Mircea Eliade escreve em Shamanism [Xamanismo],
entre os Esquimós Iglulik uma sequência de iniciações é concluída com a angakoq (ou L’ang-ak-oq), que significa ‘relâmpago’ ou ‘iluminação’ [‘lightening’ or ‘illumination’].

Esta angakoq consiste em “uma luz misteriosa que o xamã [shaman] (ou smith [ferreiro]) sente de repente em seu corpo, dentro de sua cabeça, dentro de seu cérebro, um holofote inexplicável, um fogo luminoso que lhe permite ver com os dois olhos, literal e metaforicamente falando, pois ele pode agora, mesmo com os olhos fechados, ver através da escuridão e perceber as coisas e próximos eventos que estão escondidos dos outros.” *

[ * – Mircea Eliade, Shamanism: Archaic Techniques of Ecstacy (Princeton, NJ, Princeton University Press, 1972), p. 60.]
Figura - Árvore Wak-Wak Mamãe Ganso
,
Através do angakoq o iniciado recebe a Santa Luz [Holy Light]. Isto [Santa Luz] é exatamente o que os Cátaros alegaram que recebiam da Língua de Oc [Language of Oc] e os Egípcios
através do Akh.

Os Cátaros (assim como o foi Jesus durante sua vida) são considerados em conjunto com os Gnósticos. Este [Gnosticismo] é um termo muito geral para uma filosofia oceânica alimentada por rios das mitologias Asiática e Egípcia, doutrina astrológica, teologia Sumeriana, tradição Judaica e os mistérios Gregos de Dionísio.

O Gnosticismo procura unir todas as tradições na esperança de recuperar a Verdade. Hoje, esta Verdade (Akh) pode ser identificada com o Graal ou a Consciência Crística.

Na tradição de M-Istério Gnóstica [Gnostic M-Istery tradition], encontramos uma crença em uma alada, radiante, e amorosa Boa Serpente que foi chamada de ‘o Reconciliador’ [‘the Reconciler’], ‘o Libertador’ [‘the Deliverer’], o ‘Anjo da Aurora’ [‘Angel of the Dawn’] (isto é, a Estrela da Manhã [Morning Star]), e, assim como o Akh, era ‘o Espírito de Todo Conhecimento’ [‘the Spirit of All Knowledge’]. Seu nome é Nous ou Chnoubis.

figura Chnoubis - Serpente Cristo - Cosmocrator.jpg

Em seu Secret Teachings of All Ages [Ensinamentos Secretos de Todas as Eras], * Manly P. Hall observa que: “Para os Gnósticos, o Cristo era a personificação do Nous, a Mente Divina.” Além disso, de acordo com os Gnósticos, o Cristo emanava um reino espiritual superior ou hiper [hyper] (como representado na pintura por Hildegaard de Bingen). Ele desceu até o corpo de Jesus no batismo e deixou-o novamente na ou antes da Crucificação.

[ * – Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages (Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras) (Los Angeles, Philosophical Research Society, 1988), p. Xxvi.]

Os Gnósticos gostavam de jogos de palavras. Tome Nazareno [Nazarene] por exemplo. As palavras Naaseni e Nazarene [Nazareno] são consideradas por alguns como tendo sido originadas de nazar, que significa manter, guardar, proteger, e de naas ou nahash, o Hebraico para serpente. A palavra Hebraica para alma é nashamah. Linguisticamente, elas são semelhantes e, portanto, permutáveis. Assim, Jesus é apresentado como o mocinho sábia serpentealma [the good guy wise serpentsoul] que protege e transmite conhecimento cósmico.

Pode ser surpreendente para muitas pessoas saber que praticamente em todos os lugares a história de Chnoubis aparece na tradição de M-Istério [M-Istery], aprendemos sobre um santuário descrito em termos semelhantes ao Jardim do Éden (que os Cátaros chamaram de AMOR), incluindo um Pilar ou Árvore da Vida [Pillar or Tree of Life]. As Virgens Vestais eram casadas com o espírito de Roma por meio de um falo artificial no santuário do Paládio [Palladium shrine]. *
O Paládio originalmente pertencia a Pan. Significava AMOR. **

[ * – Ibid., Woman’s Encyclopedia, p. 764]
[ ** – Ibid., p. 764.]

Histórias dizem que não apenas Chnoubis, ou o seu Pilar, tinham a capacidade fenomenal para transladar as almas de uma dimensão para outra, ele também poderia brocar furos no espaço, criando ‘corredores’ [‘halls’] ou ‘portas’ [‘doorways’] ligando regiões distantes do espaço à ‘poços’ [‘wells’] na Terra! *

[ * – Andrew Collins, Gods of Eden (Deuses do Eden) (London, Headline, 1998), p. 206-207.]

Hoje, os físicos chamam estes ‘buracos’ [‘holes’] de buracos-de-minhoca [wormholes] ou portais-estelares [stargates]. Como no mundo os antigos sabiam de tais tecnologias é outro dos grandes M-Istérios desta história.

Platão disse que, se pudéssemos ver a Terra de longe ela pareceria como uma pirâmide-de-12-ângulos [12-angled pyramid], ou um dodecaedro [dodecahedron]. Na tradição Gnóstica, Chnoubis é o guardião desta pirâmide-de-12-ângulos que envolve a Terra. *

[ * – Ibid., p. 208.]

O escriba dos deuses Egípcio, Thoth, introduziu pela primeira vez o conceito de Grade Planetária 12-angular (ou Grade Planetária de 12-ângulos) [12-angled Planetary Grid].
Ele também é creditado no folclore Egípcio com a invenção da
magia e escrita. Os Maçons [Freemasons] dizem também que Thoth possuía todo o conhecimento secreto em 36.535 pergaminhos que foram escondidos sob a abóbada celeste (o céu). * Thoth é descrito exatamente nos mesmos termos que Chnoubis. Ele é parte-homem, parte-serpente, parte-pássaro.

figura - thoth chnoubi

Figura - Thoth homem serpente pássaro chnoubis

,

 

A esfera de Thoth ou Thought (Pensamento) [Thoth or Though Sphere] é um outro nome para o Nous ou Noosfera [Nousphere] que os Egípcios acreditavam que encapsulava a Terra. É também a origem do nome ‘Ch-nou-bis’. Este conhecimento científico especial estava contido dentro do que Jung chamou de “o inconsciente coletivo” da humanidade.

O inconsciente coletivo pode ser pensado como o “cérebro global” da humanidade, ou a “Internet espiritual”.

 

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Pg. 129.

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‘I AM THE ALPHA AND OMEGA’

‘EU SOU O ALFA E O ÔMEGA’

Outra razão para a crença dos Cátaros de que os Evangelhos devem ser entendidos na Língua do Sim [Language of Yes] vem da declaração feita por Jesus a João no Livro de
Apocalipse [Book of Revelation],* “Eu sou o Alfa eo Ômega, o primeiro eos último, o começo eo fim.” Este mesmo mantra aparece em outros lugares como “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim.” Este mesmo mantra aparece em outro lugar como “Eu so o alfa e o ômega,  – o todo-poderoso.”

[ * – Apocalipse 1:11 (Revelation 1:11).]

Quando tomada literalmente, estaria essa declaração dizendo que o Alfa e o Omega (A, O) são o todo-poderoso?
A e O são a primeira e última letra do alfabeto Grego, que tem 22 letras. No século 14 um monge Palestino conhecido como Saba (!) tomou a declaração de Jesus como significando que há “um mistério nas letras do alfabeto de Sua revelação da promulgação da lei divina e a origem do mundo.” *

[ * – Johanna Drucker, The Alphabetic Labyrinth: The Letters in History and Imagination (New York, Thames & Hudson).]

Além disso, uma vez que Jesus chamou a si mesmo o Alfa eo Ômega, Saba destacou foi o Grego não o alfabeto e linguagem Hebraicos que predisse o retorno de Jesus (e, portanto, faz alguém todo poderoso).

É importante notar que esta declaração “Eu sou o Alfa e Omega” é uma cópia de uma inscrição do templo da Grande Mãe em Saïs, no Egito. Saïs é Sarras, a cidade onde Galahad viu pela última vez o Santo Graal.

Acompanhando esta declaração está outra inscrição:
Eu, Isis sou tudo o que foi, o que é ou deve ser; Nenhum mortal jamais me revelou.”

Debaixo disto lê-se:
O fruto que eu trouxe é o ‘sol’.”

 

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JUST A LANGUAGE SYSTEM
APENAS UM SISTEMA DE LINGUAGEM

Mais uma vez, vamos supor que era apenas um sistema de linguagem – a Linguagem de Ak – que Moisés/Akhenaton, Tutankhamon e os Cavaleiros Templários recuperaram e compartilharam com os Tell el Amarnanos [Tell El Amarnans] e os Cátaros. Linguagem cria uma visão de mundo e um estilo de vida (do qual os Cátaros foram renomados). A Linguagem de Ak acende o fogo da inteligência, ela inflama [ignites] poderes ‘Faraônicos’ [‘Pharonic’] latentes.

Como mencionado, acreditava-se que a Linguagem dos Pássaros poderia reprogramar bio-físicamente o corpo humano para um ser superior. Compreender o mundo através desta
língua sagrada traz iluminação. Como evidenciado pelo episódio da Torre de Babel, linguagem é poder, e o homem e Deus (ou seus representantes terrestres) têm sempre diferido sobre esta questão.

Uma das características da Linguagem dos Pássaros foi denominada onomatapoesis, ou poesia do nome [name poetry] em que colocar nomes expressa não só uma qualidade específica ou lugar, mas tudo e qualquer coisa que queiramos que ele queira dizer!

Tome Midi, o nome da região vizinha dos Cátaros, por exemplo. Midi significa ‘Sul’ e ‘meio-dia’ em Francês. Isso não nos diz muito.

Esses dias, porém, pergunte a qualquer usuário de computador Francês razoavelmente alfabetizado o que é MIDI e você provavelmente obterá uma resposta bastante inteligente. MIDI é uma interface que permite a um instrumento musical eletrônico fazer a interface, ‘acoplar’ [‘dock’] ou ‘casar’ (‘unir-se’) [‘mate’] com um computador.

Interpretar o ‘Midi’ na Língua dos Pássaros nos permite ver o reino dos Cátaros como uma estação de acoplamento [docking station]: um lugar onde o Céu e a Terra se conectam.
Os Cátaros, assim como os seguidores de Akhenaton que construíram uma ‘estação de acoplamento’ [‘docking station’] semelhante em Tell El Amarna, eram dualistas, crendo em cópias terrenas de originais celestiais.
Faz sentido para eles ver sua casa como um pedaço do céu na Terra. ‘Como acima, assim abaixo’ [‘As above, so below’].
A Linguagem de Oc ou Ak foi aparentemente o código de linguagem usado para falar com aqueles “acima”.

Nós podemos ainda conectar Moisés/Akhenaton com o Midi. A conexão são os ferreiros Cainitas que cultuavam a Deusa nas minas de cobre do Sinai, e que tiveram o famoso Tubal-Caim como seu “mestre de toda obra de cobre e de ferro” (Gênesis 4:22).

Como 1 Samuel 13:19 nos diz, os Smiths [Ferreiros] ou Schmidts, a casta sacerdotal dos xamãs ferreiros [metalworking shamans], que também eram bardos [bards], foram expulsos de Israel. Originalmente, os ferreiros [smiths] eram de origem Midianita [Midianite]. Poderiam eles ter vivido na França e nomedo seu lar Midi?

De acordo com as tábuas do Sinai [Sinai tablets], os ferreiros [smiths] chamavam seu Deus Elath-Yahu, que Barbara Walker diz que é uma combinação de Yahweh [Javé] e El-Lat ou Alla-Tu (Tula), a Senhora do Submundo [the Lady of the Underworld], que também era conhecida como Hathor.
O deus deles era representado por “uma Coluna [Pilar] de nuvem durante o dia e uma coluna [Pilar] de fogo à noite.” *

[ * – Êxodo 13:21:22.]

Êxodo 2:16 diz que Moisés foi adotado pelos ferreiros (smiths ou Schmidts) Midianitas através de seu casamento com uma das sacerdotisas, uma filha de Jetro * (ou Djed-Ros,’Pilar da Sabedoria’?).

[ * – Jetro (Jethro) é chamado em Árabe Shuaib ou Shu’ayb.]

Que esta sacerdotisa era uma das sete irmãs – outro
nome para as Plêiades –sugere que Moisés/Akhenaton se casou com uma das meretrizes ou garças Pleiadianas [Pleiadean harlots or herons].

Os Schmidts [Ferreiros] bárdicos foram famosos por um de seus artesãos, Bezalel [Bezaleel], que fez a Arca da Aliança, e que estava “cheio do Espírito de Deus, no tocante à sabedoria, ao entendimento, à ciência e a todo ofício,

para inventar obras artísticas, e trabalhar em ouro, em prata e em bronze” * Pode ser seguro dizer que a palavra “Deus” na tradução acima era originalmente Alla-Tu ou Tula, e que Bezalel [Bezaleel] foi, portanto, “preenchido com a luz de Tula.” [“filled with the light of Tula.”]

[ * – Êxodo 35:31-32.]

Outra conexão linguística interessante envolvendo a palavra “Midi” vem da história de Mídias ou Midas. Este rei com orelhas-de-burro da Frígia foi dito ter o Toque Dourado [Golden Touch], a capacidade de transmutar metais comuns em ouro. Suas orelhas de burro eram um sinal de seus poderes divinos.

Eles foram feitas para conectá-lo com os outros smiths [ferreiros] ou xamãs, incluindo Jesus, cujos mitos proeminente os associam com burros? Será que o ‘montando em um jumento’ de alguma forma se relaciona com a capacidade de trabalho de metal dos smiths [ferreiros], e o conhecimento de alquimia que dava ao alquimista a capacidade de cavalgar seu veículo de luz?

O livro de Exodus * procede a dizer-nos que Moisés se divorciou de sua esposa Madianita [Midianite]. Como resultado, o ofício de ferreiro [smithcraft] desapareceu de Israel. Junto com os Schmidts [Ferreiros] foram os segredos da criação de Paz, ou shmty, a unicidade Céu e Terra. Como veremos, no entanto, este não foi o último episódio na vida de Moisés em que ele estará envolvido no trabalho de metais ou de Pacificação [Peacemaking].

[ * – Êxodo 18:2.]

No momento, temos de fazer uma pergunta importante. Será que o conhecimento na criação de Paz, e tudo o que isso implica, explica o poder dos Cátaros e da Língua dos Bardos/Pássaros?

A resposta é sim, até certo ponto. No entanto, existem vários lugares ao redor do planeta, que se acredita serem estações cósmicas de ancoragem [cosmic docking stations], zonas seguras, refúgios do Apocalipse ou pontes para um outro mundo. Deve haver algo mais que os distinguem.

Eu sou da opinião de que era a sua compreensão da Línguagem de Deus (linguagem de Jesus) — e, portanto, os meios para descodificar ensinamentos sagrados e recodificar [recode] ou re-fazer a si mesmos [re-smith themselves] – que fez dos Cátaros tão poderosos, e ameaçadores para aqueles sem olhos para ver e ouvidos para ouvir.

Eu também descobri evidências linguística para apoiar a noção de que uma mutação genética semelhante foi realizada em Sodoma e Gomorra. Sodoma era o lar de Ló [Lot], sobrinho de Abraão [Abraham]. Ele compartilha uma conexão surpreendente com Tula. O nome de Ló [Lot] significa ‘cobertura’ [‘covering’]. Em meu livro One Foot in Atlantis [Um Pé em Atlântida], eu especulei que o nome de Ló [Lot] é uma cobertura para o fato de que seu nome verdadeiro é Allat, Allah ou Tula.

Na história Bíblica o Senhor destruiu Sodoma. * Ló [Lot] e sua esposa, Anna, foram previamente avisados da destruição pré-planejada de “fogo e enxofre” vindo. Eles foram ordenados a sair e “não olhar para trás.” ** Infelizmente, Anna desobedeceu ao comando e foi transformada em uma “coluna de sal” [“pillar of salt”]. ***

[ * – Gênesis 19:24.]
[ ** – Gênesis 19:17.]
[ *** – Gênesis 19:26.]

Na Linguagem dos Pássaros, o “fogo e enxofre” [“fire and brimstone”] referem-se a uma freqüência ou vibração e os ensinamentos de sabedoria da deusa, que foi representada pela pedra/tom preta [Black (s)tone] ou pedra/tom da borda [brim (s)tone]. *

[ * – N.T. – Infelizmente esta frase perde seu efeito com a tradução. O autor une a palavra pedra (stone) à palavra tom (tone): “the black (s)tone or brim (s)tone”.]

Surpreendentemente, o símbolo de Paládio [Palladium] do AMOR dos Cátaros era um ídolo que desceu do céu.

Quando Anna se transformou em uma coluna de sal [pillar of salt] pode ter sido realmente um “pilar de (s)alt.” Na Linguagem dos Pássaros, a combinação de letras A-L-T traduz (S) a-l-t como ‘Pilar de Tula’. Ela conecta Sodoma com os outros lugares da garça-real [heron], onde a transmutação de humano para anjo foi a atividade focal. Podemos nós corroborar a idéia de mutação genética? Na verdade podemos. No Dicionário de Webster * encontra-se a palavra “saltation” [“saltação”/“mutação”], que significa “súbita mutação genética.”

[ * Webster’s Dictionary of the English Language (New York, Publishers International Press, 1972), p. 1601.]

E se a história de Sodoma e Gomorra tiver sido adulterada?

 

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Pg. 135.

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                                CAPÍTULO SETE

CHAVES PARA A LINGUAGEM DOS PÁSSAROS

Agora é hora de montar a chave para a utilização da Linguagem dos Pássaros para decodificar estórias míticas.
A primeira chave para a Linguagem dos Pássaros é que este código iguala (equivale) palavras que soam iguais em diferentes idiomas, conectando conceitos de palavras pelo som em Inglês.

Como é que o Inglês veio a ser a Línguagem dos Pássaros? A resposta é que, a língua em que essas palavras têm significado para os mitólogos não é exatamente o Inglês também. Na Linguagem dos Pássaros (ou Bardos [Bards]) Inglês [English] se torna L’Ang(l)ish ou L’Angel-ish, a Língua dos Anjos.

Há duas razões pelas quais podemos derivar Anglish a partir de English [Inglês]. Em The Secret Language of Symbolism [A Linguagem Secreta do Simbolismo] * Harold Bayley, que, assim como Godfrey Higgins, buscava o sistema de símbolo original dos antigos [original symbol system of the ancients], diz que “a linguagem moderna é um mosaico em que se encontram incorporados os chips e fósseis de antecessores.”

[ * – Harold Bayley, The Lost Language of Symbolism (New York, Carol Publishing Groupo, 1993), p.12.]

Descobrir esses chips e fósseis, R.A. de Lubicz nos lembra, “exige um constante estado de ‘consciência das leis da genesis’.” * Este estado de consciência, diz ele, vai nos colocar em vibração ou relação simpática com tudo o que compartilha um nome ou vibração de um objeto.

[ * – R.A. Schwaller de Lubicz, Sacred Science (Rochester, VT, Inner Traditions, 1961), p. 145-146.]

Uma palavra ou nome significa a mesma coisa onde quer que apareça.

Por quê? Porque essa é a maneira que esta é ‘do outro lado’ da Ponte de Sirah.

É amplamente consentido pelos etimologistas que a linguagem é poesia fóssil e que a criação de cada palavra foi originalmente um poema contendo (ou encarnando) [embodying] uma forte metáfora ou uma clara concepção de algo real.

Impérios podem desaparecer e nações podem afundar em mito sob as ondas cataclísmicas da natureza e da invasão, diz Bayley, * mas nomes de lugares e nomes próprios, geralmente preservados pela palavra oral, permanecem até certo ponto invioláveis.

[ * – Ibid., The Lost Language, p. 12.]

As palavras são sons, tons, frequência, energia, que moldam o nosso mundo. Como energia, as palavras são como um batimento cardíaco. Elas pulsam ou badalam [pulsate or ring]. Esta pulsação cria forma, e, finalmente, ondas que viajam longe de nossas bocas. Se nos juntarmos a seu ritmo [join their rhythm] elas vão trazer vida nova para nós. Eles vão agir como senhas [passwords], o ‘abre-te sésamo’ [‘open sesame’] que abre novas portas para nós.

Isso explica por que elas podem significar a mesma coisa de geração em geração, de eon em eon [de época em época], e por que, recuperar esse sistema de linguagem seria inestimável. Segundo o biógrafo Michel Lamy, Jules Verne escreveu inúmeras histórias na Língua dos Pássaros, a fim de esconder deliberadamente (e, assim, preservar) segredos místicos. Os segredos mais críticos nas obras de Verne, disse Lamy, encontram-se nos nomes de lugares e personagens que o grande autor Verne percebeu que sobreviveriam à tradução para línguas diferentes e seriam invisíveis para os não-iniciados, mas claramente evidente para os iniciados.

É amplamente acordado pelos etimologistas que a linguagem é poesia fóssil e que a criação de cada palavra foi originalmente um poema contendo (encarnando) [embodying] uma forte metáfora ou uma clara concepção de algo real. Metáfora combina as duas palavras Gregas – meta, que significa “acima e além”, e pherein, “suportar através” [“to bear across”]. *

[ * – Webster’s Dictionary of the English Language (New York, Publishers International Press, 1972), p. 1132.]

Metáforas têm vários níveis de significado que são percebidos simultaneamente. Seus significados transcendem, ou atravessam [cross over], o tempo e as culturas. Estudar seus significados acumulados nos leva para o evento original ou objeto simbolizado pela metáfora.

Nós podemos começar a identificar o verdadeiro assunto de um mito ou metáfora, prestando muita atenção à sutil interconexidade [interconnectedness] das definições das miríades de nomes próprios e nomes de lugares neles contidos em Inglês.

Embora isso possa parecer completamente aleatório para a mente científica, é na verdade parte de um padrão muito maior de intenção.

O verdadeiro significado aparece quando interpretamos esses nomes na Linguagem dos Pássaros: Inglês [English]. Por que Inglês? A Inglaterra [England] é uma pequena ilha que foi constantemente invadida ao longo da história. Devido a estas incursões de outras culturas o idioma Inglês [English language] acumulou muitas palavras e expressões de outras línguas. Porque as raízes [de palavras] [root words], tais como Ma, são semelhantes em muitos idiomas e elas retém significados semelhantes em Inglês.

O pessoal multinacional na sede organizacional do Tratado do Atlântico Norte perto de Paris considerou ou Inglês como uma língua fácil … até que tentou pronunciá-la. Para ajudá-los a descartar uma variedade de sotaques, os versos abaixo foram criados. Depois de testá-los, um Francês disse que preferiria seis meses de trabalhos forçados à ter de ler seis linhas em voz alta.

Uma vez que você aprendeu a pronunciar corretamente cada palavra no poema abaixo, você estará falando Inglês melhor do que 90% dos falantes nativos do Inglês no mundo. Se você achar que é difícil, não se desespere, você não está sozinho.

Teste-os por si mesmo: O Inglês [English] não é uma língua simples.

Dearest creature in creation,
Study English pronunciation.
I will teach you in my verse
Sounds like corpse, corps, horse, and worse.
I will keep you, Suzy, busy,
Make your head with heat grow dizzy.
Tear in eye, your dress will tear. So shall I!
Oh hear my prayer.
Just compare heart, beard, and heard,
Dies and diet, lord and word, Sword and sward,
retain and Britain. (Mind the latter, how it’s written.)
Now I surely will not plague you
With such words as plaque and argue.
But be careful how you speak
Say break and steak, but bleak and
Cloven, oven, how and low,
Script, receipt, show, poem, and toe.
Hear me say, devoid of trickery,
Daughter, laughter, and Typhoid,
measles, topsails, aisles,
Exiles, similes, and reviles;
Scholar, vicar, and cigar, Solar, mica, war and far;
One, anemone, Balmoral, Kitchen, lichen, laundry, laurel;
Gertrude, German, wind and mind, Scene, Melpomene,
mankind.
Billet does not rhyme with ballet,
Bouquet, wallet, mallet, chalet.
Blood and flood are not like food,
Nor is mould like should and would. Viscous, viscount,
load and broad,
Toward, to forward, to reward.
And your pronunciation’s OK
When you correctly say croquet,
Rounded, wounded, grieve and sieve, Friend and fiend,
alive and live.
Ivy, privy, famous;
Clamour and enamour rhyme with hammer.
River, rival, tomb, bomb, comb,
Doll and roll and some and home.
Stranger does not rhyme with anger,
Neither does devour with clangour.
Souls but foul, haunt but aunt,
Font, front, wont, want, grand, and grant, Shoes, goes,
does.
Now first say finger, And then singer, ginger, linger,
Real, zeal, mauve, gauze, gouge and gauge, Marriage,
foliage, mirage, and age.
Query does not rhyme with very
Nor does fury sound like bury.
Dost, lost, post and doth, cloth, loth.
Job, nob, bosom, transom, oath.
Though the differences seem little, We say actual but
Refer does not rhyme with deafer.
Foeffer does, and zephyr, heifer.
Mint, pint, senate and sedate;
Dull, bull, and George ate late.
Scenic, Arabic, Pacific, Science, conscience, scientific.
Liberty, library, heave and heaven Rachel, ache,
moustache, eleven.
We say hallowed, but allowed,
People, leopard, towed, but vowed.
Mark the differences, moreover, Between mover, cover,
clover;
Leeches, breeches, wise, precise,
Chalice, but police and lice;
Camel, constable, unstable, Principle, disciple, label.
Petal, panel, and canal,
Wait, surprise, plait, promise, pal.
Worm and storm, chaise, chaos, chair,
Senator, spectator, mayor.
Tour, but our and succour, four.
Gas, alas, and Arkansas.
Sea, idea, Korea, area, Psalm, Maria, but malaria.
Youth, south, southern, cleanse and clean.
Doctrine, turpentine, marine.
Compare alien with Italian, Dandelion and battalion.
Sally with ally, yea, ye,
Eye, I, ay, aye, whey, and key.
Say aver, but ever, fever,
Neither, leisure, skein, deceiver.
Heron, granary, canary.
Crevice and device and aerie.
Face, but preface, not efface.
Phlegm, phlegmatic, ass, glass, bass.
Large, but target, gin, give, verging,
Ought, out, joust and scour, scourging.
Ear, but earn and wear and tear
Do not rhyme with here but ere.
Seven is right, but so is even, Hyphen, roughen, nephew
Stephen,
Monkey, donkey, Turk and jerk
Ask, grasp, wasp, and cork and work.
Pronunciation-think of Psyche!
Is a paling stout and spikey?
Won’t it make you lose your wits,
Writing groats and saying
It’s a dark abyss or tunnel: Strewn with stones, stowed,
solace, gunwale, Islington and Isle of Wight,
Housewife, verdict and indict.
Finally, which rhymes with enough-
Though, through, plough, or dough, or cough?
Hiccough has the sound of cup.
My advice is to give up!!!

— Autor Desconhecido
[Author Unknown]

Um mitólogo de língua Inglêsa trata uma palavra ou metáfora semelhante à maneira como um geólogo trata uma amostra extraída do solo. Assim cmo o solo, as palavras são compostas de elementos (letras) – chamados elementum em Latim. Misturando essas letras (elementos) juntas, criamos a linguagem e os nomes de todos os objetos em nosso mundo.

Compreender o significado original desses elementos e as palavras deles derivadas nos coloca em contato direto com a natureza do objeto em questão. As palavras são “cápsulas do tempo” [“time capsules”] contendo registros para o benefício de gerações futuras.

Estes registros permanecem como conhecimento oculto [hidden knowledge], a menos que se tenha sucesso em dar um nó Górdio através deles, tomando as peças aparentemente não relacionadas de informação e conectando-as … ou vendo que elas são de fato conectadas. Conectar palavras desta forma cria um “efeito de túnel” [“tunneling effect”] através do tempo e nos capacita a “atravessar” [“cross over”] as metáforas intemporais da humanidade.

Olhemos para o Telescópio Espacial Hubble como um exemplo.

Curiosamente, na Linguagem dos Pássaros, a Torre de Babel (c. 2200 a.C.) e os meios para abrir o véu ou portão podem ter retornado sob o disfarce do Telescópio Espacial Hubble. Pelo menos Hubble é um nome surpreendentemente sincronístico para um dispositivo de seu poder e finalidade.

Hubble é nomeado após Edwin Hubble, “o marinheiro das nebulosas”, uma das figuras imponentes da ciência do século XX. Quando ele não estava saindo com seus amigos, os Irmãos Marx, Aldous Huxley, Walt Disney e Albert Einstein, Hubble trabalhava com o grande telescópio de 100-polegadas Hooker no Observatório Mount Wilson, na Califórnia. Lá ele fez uma série de descobertas que revolucionaram a visão da humanidade sobre o cosmos. Em 1923, ele foi capaz de confirmar a existência de outras nebulosas, ou

o que agora são chamadas de galáxias, além da nossa própria Via Láctea [Milky Way]. Em 1930, Hubble tinha provado que o universo está se expandindo.

As descobertas de Hubble foram de enorme importância. De fato, mal podemos começar a compreender a enormidade do universo revelado a nós pelo Hubble. Em uma época, os astrônomos acreditaram que poderia haver 10 bilhões de galáxias no Jardim [Garden]. Hoje, graças ao Hubble, eles acreditam que o número real está mais para chocantes 400 bilhões de galáxias e crescendo!

Lembre-se, cada galáxia tem geralmente dezenas de bilhões de estrelas, e quem sabe quantos planetas habitados. A NASA planeia lançar uma nave espacial multi-telescópio por volta de 2010, dando o nome provisório “Planet Finder” [“Localizador-de-Planetas”], e este pode orbitar o Sol, tão longe quanto Júpiter. Telescópios localizadores-de-planetas [Planet-Finder’s telescopes] terão uma resolução de cerca de 40 vezes maior (!) do que a do Telescópio Espacial Hubble para uma vista aproximada [close-up] de tudo o que está lá fora.

O que é o Hubble para você? Para mim, algo notável acontece quando eu examino a palavra ‘Hubble’ e sua bola de iluminação [enlightenment ball] na Linguagem dos Pássaros.

É importante lembrar que nessa estranha linguagem a ‘realidade’ nunca é limitada a um ponto de vista. Um jogo de palavras emerge no nome Hubble que eleva o mitológico ante nossa busca ainda mais. Se entendermos esses outros pontos de vista, informações fascinantes surgirão para nos ajudar a compreender a nossa situação.

Começando com as duas primeiras letras, Hu, instigante conexões lingüísticas antigos podem ser iluminadas a partir da palavra Hubble. Os Muçulmanos Sufis

consideraram “Hu” como sendo o som criativo final [ultimate creative sound]. É a raiz para humane [humano] e hush [silêncio] (ou alento/ar [breath]).

Na mitologia Chinesa, a raça hu-mana [hu-man race] veio de Hu. *

[ * – Ibid., The Lost Language, v., 2, p. 35, 94, 201.]

Na representação mitológica Cristã da criação de Adão o primeiro homem veio do sopro [breath] de Deus. *
[ * – Gênesis 2:7.]

No mito Grego hu-bris, referido à ereção peniana. Os deuses foram punidos por causa da hubris [arrogância], o pecado de se tornar “grande demais para suas calças.” Esta é a acusação primária contra a humanidade na Babilônia. *

[ * – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, HarperCollins, 1983), p. 417.]

No Egito, a palavra khu, ‘Grande Hu’, significava a brilhante, translúcida, transparente, intangível essência do homem. Hu é aparente em Dyhu ou Dyu, a divindade brilhante e celestial da Índia e Grécia, e no Egípcio HUHI, ou Pai-de-Tudo [All-Father]. * Hugh, o nome Cristão Britânico, significa “mente, alma, espírito’.

[ * – Ibid., The Lost Language, v. 2, p. 35.]

figura - Hieroglifo Egípcio - Hu -  - -.jpg

É fascinante que o livro do Apocalipse [Revelation] diz que em seu retorno o Cristo ou Messias governará com uma vara de ferro [rod of iron]. * 9 Na cerimônia Egípcia de ‘Abertura da Boca’ [‘Opening of the Mouth’] uma vara de ferro [rod of iron] chamada de hu era usada.

[ * – Apocalipse (Revelation) 19:15.]

Se nós adicionarmos um ‘a’ ao bble de Hubble, facilmente obtemos Babel, como em, a Torre de Babel (originalmente Byblos ou Babylon [Babilônia]), a raiz da palavra bíblia [bible].

Babilônia [Babylon] é associada com luxúria, prostituição e todas as coisas carnais. Assim é Maria Madalena, a representante do Templo de Inanna em Magdala (conhecido como a ‘Torre do Rebanho’ [‘Tower of the Flock’]), que exaltou a Jesus.

Coincidentemente, o nome do telescópio de [do astrônomo] Hubble era telescópio Hooker!

Acho que podemos substituir a velha idéia do Telescópio Espacial Hubble como uma câmera de fantasia, pela nova idéia de que ele é a Torre de Babel reconstruída que abriu Jardim de Deus e revelou a luz sagrada para nós.

Coincidindo com a virada do milênio, nosso telescópio emite curadora “água ou luz sagrada” de casa. Estas imagens/energias incrivelmente gloriosas têm levado cientistas/sacerdotes e outros profissionais a procurar pelo início do tempo e o nascimento divino da humanidade.

Além disso, nós buscamos por nossa conexão com essas galáxias. Será possível, como especulam os físicos, que existam buracos [worm holes] ou passagens cósmicas que ligam esses mundos? Será possível, como os xamãs antigos acreditavam, que existam lugares especiais na Terra onde podemos entrar nesses mundos?

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THE SECOND KEY: NO VOWELS
A SEGUNDA CHAVE: NENHUMAS VOGAIS

Nos primeiros idiomas, não havia quaisquer vogais. Quando as vogais chegaram elas eram intercambiáveis. Dessa maneira profunda, nomes [de pessoas e objetos] e nomes de lugares assumiam dimensões adicionais. Esta é a segunda razão pela qual o Inglês [English] pode ser a língua dos anjos.

Por exemplo, tome Avalon, o paraíso dos Celtas. Como já mencionei, Ava é a raiz para apple [maçã]. Portanto, Ava-lon, teoricamente, pode ser, e é, conhecido como Appleland [a Terra das Maçãs].

É sinônimo de Atlantis [Atântida]. Agora, troquemos as vogais. Ao fazê-lo, Avalon ou Appleland se conecta com:

Avelon ou Birdland [Terra dos Pássaros], que se conecta com
Avilon ou Angel land [Terra do Anjo].

Acontece que Ava (a raiz para Eva [Eve]) é o nome do [ser do sexo feminino] híbrido de humano e alienígena que foi criado a partir do óvulo (ova) fertilizado da deusa Ninharsag no mito Sumério.

Em Hebraico ava significa ‘Vida’ [‘Life’].
Por intercambiar as vogais, a trocadilha, hiperdimensional Línguagem dos Pássaros também pode ser pensada como a Linguagem da Vida.

Agora, vamos aplicar o que aprendemos com a palavra latina MALUM. Significa maçã [apple]. Também é o Hebraico para o mal [evil].

Evil [Mal] é live [vivo] soletrado de trás pra frente. Conectando esses conceitos na Linguagem dos Pássaros, A Árvore de Maçã do Mal [Apple Tree of Evil] é a Árvore da Vida [Tree of Life]!
Como as histórias da Bíblia relatam, o conhecimento da Vida [knowledge of Life] é o fruto proibido por cuidadores religiosos.

Obviamente, os antigos tinham uma visão muito diferente sobre a linguagem e o poder da palavra,do que nós, modernos, sofisticados.

Nossos cérebros são formatados principalmente pelos comerciais alfabeto e visão de mundo Romanos, instituídos pela força no início dos anos 400 [d.C.].

A visão de mundo Romana quase que completamente nos separou da natureza, do mundo dos padrões interpenetrantes, a teia da vida na qual nossas vidas são intrinsecamente tecidas.

Como resultado, a nossa civilização está mais interessada em produzir crianças com mestrado em negócios do que em permitir que a verdadeira maestria espiritual possa surgir suavemente.

Felizmente, no entanto, se podemos falar Inglês, todos nós temos acesso à Linguagem dos Pássaros e acesso ao nosso verdadeiro eu.

Como Jesus disse na Pistis Sophia:

Não descanse sua mão enquanto não encontrar os mistérios purificadores que irão transformá-lo em pura luz de modo que você possa herdar a Luz do meu Reino.” *

[“Stay not your hand until ye find the cleansing mysteries that will transform you into pure light so that you might inherit the Light of my Kingdom.”]

[ * – G.R.S, Mead, Pistis Sophia (Kila, MT, Kessinger Publishing), p. 209.]

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A TERCEIRA CHAVE: JAZZ

Na ausência de um Templo de Salomão físico onde é que vamos começar a aprender a Linguagem dos Pássaros? Parece lógico que podemos começar a aprender esta língua prestando muita atenção à interligação/interconexidade sutil da miríade de nomes próprios e nomes de lugares que se repetem uma e outra vez ao longo da história. Embora isso possa parecer completamente aleatório para a mente científica, é na verdade parte de um padrão de intenção muito maior.

A Linguagem dos Pássaros é circular. Meu amigo Reggie Wooten da famosa família de músicos Wooten Brothers me diz que esta Língua [dos Pássaros] é como a música jazz: é ‘tocada’ atonal [‘played’ off-key], mas, eventualmente, ele leva o ouvinte ao redor da nota/chave [key].

Esta é a terceira chave para se utilizar a Linguagem dos Pássaros para decodificar histórias M-Isticas [M-Istic stories].

Simplesmente, eles nunca dizem-nos os seus segredos logo de cara [up front] [ou escancaradamente]. Em vez disso, levam-nos em torno da verdade que eles escondem.

Por exemplo, existe uma lenda em que Salomão possuía um ‘anel’ mágico [magic ‘ring’] que lhe permitia compreender a Linguagem dos Pássaros. Suponha que este ‘anel’ [‘ring’] não era um pedaço de joalheria, mas sim era um tom [a tone], uma frequência ou uma vibração.
A fim de utilizar a Linguagem dos Pássaros para decodificar histórias M-Isticas temos de aumentar a nossa percepção (ou vibração) espiritual e aprender a ver os padrões da natureza e os padrões de mitos.

Como Salomão, devemos nos tornar conscientes de que a natureza é rítmica, e entrar em sintonia com suas oscilações [tune into her oscillations]. Especialmente aquelas oscilações que são atonais  [off key] (fora da nota / chave).

Temos de aprender a prestar atenção às oscilações ou repetições de certas palavras (vibrações) que parecem ‘soar’/’anelar’ [‘ring’], ‘arrancar’ [‘spurt’], ou ‘saltar’ [‘pop out’].

Mas quais? Onde é que vamos saber por onde começar? Em seu livro Journey To the Center of the Earth [Viagem ao Centro da Terra], Jules Verne diz que a viagem para a Terra Interior [Inner Earth], o umbigo da terra [the navel of the Earth], começa no Lago (S)Alt [(S)Alt Lake]. Ele também menciona um capitão Bugararch.

Que sorte! Acontece que há um monte Bugarach (foneticamente próximo de Bogorarch), perto de Rennes-le-Chateau, onde os Cátaros viviam. É um misterioso ponto focal do mistério de Rennes.

Quanto à começar no Lago Salgado [Salt Lake] (ou Lago de Sal), também acontece que os Essênios, entre os quais Jesus pregou, viviam ao longo das margens do Mar Morto [Dead Sea], um mar de sal [salt sea] famoso por seu sal do Mar Morto [Dead Sea salt]. Assim, talvez, banhar-se nos sais do Mar Morto ou ler os Pergaminhos do Mar Morto pode ser valioso em nossa jornada. Ou talvez até mesmo Jazz-us, desculpe-me, Jesus, ele mesmo poderia nos dar alguma ajuda. Eu estou tocando fora do tom [playing off key] intencionalmente aqui. Obviamente, Jesus e os Pergaminhos do Mar Morto, e os ‘segredos dos Pilares’ que os Pergaminhos contêm, estão no coração/centro de nossa busca.

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A QUARTA CHAVE: ESPELHOS E SIMETRIA

Outro exemplo do aspecto hIperdimensional da Linguagem dos Pássaros, e a quarta chave para decifrar estórias M-Isticas do Graal com ela, é a maneira como ela

faz uso extensivo de reflexão de espelho e simetria para esconder sabedoria a respeito dos segredos da vida.

Nós já nos sintonizamos [tuned into] com esta chave no exemplo da palavra MALUS. Esta significa maçã e mal [apple and evil]. Em Inglês, mal [evil] é a imagem espelhada de vivo [live]. Por que é que as pessoas falantes da Língua Inglêsa usam as letras L e V para expressar vivo e mal [live and evil]?

Por que é, também, que essas letras-raizes [root letters] aparecem em LoVe [amor] ?

Outro bom exemplo de como a técnica do espelho pode ser indispensável é fornecido no [livro] The Winged Prophet: From Hermes to Quetzalcoatl [O Profeta Alado: De Hermes a Quetzalcoatl] * por Carol Miller e Guadalupa Rivera. Essas pesquisadoras brilhantes se depararam com esta técnica quando elas procuravam responder a duas perguntas:

Por que é que culturas tão distantes geograficamente como China, Egito, Índia e Tibet todas têm lendas de serpentes portadoras de sabedoria ou dragões com asas ?

Por que há tantas culturas com mitos de deuses semelhantes a humanos que vieram dos céus para criar, destruir, e recriar os seres humanos?

[ * Carol Miller and Guadalupa Rivera, The Winged Prophet: From Hermes to Quetzalcoatl (York Beach, ME, Samuel Weiser, Inc., 1994), p. 2-4.]

Em sua busca elas foram conduzidas ao tarot (um anagrama para rota ou “roda”), também conhecido como o Livro de Thoth [Book of Thoth], e o Tonalamatl Maia, “O Livro dos Dias” [“The Book of Days”], um semelhante sistema divinatório. Elas encontraram notável semelhança entre as 22 cartas dos arcanos maiores do tarô e os 22 lamatl.

A descoberta mais surpreendente veio, no entanto, quando elas ficaram na frente de um espelho com o calendário circular Asteca sobre o qual eles haviam desenhado uma espiral através dos 22 signos do Tonalamatl, e compararam-no com os 22 arcanos maiores do tarô dispostos na ordem invertida numa espiral correspondente.
No espelho, os dois combinaram perfeitamente, tornando-se, cada um,  a ‘esquerda’ para o lado ‘direito’ do outro. Ambas as espirais, concluíram elas, continham a chave para a relação da humanidade com o Cosmos.

O tarot oscilante-para-a-esquerda fala sobre a busca da humanidade dentro de si. No Tonalamatl, o balanço é para a direita, ou o encontro da humanidade com o universo.

Um número de investigadores esotéricos acreditam que o tarot foi ‘salvo das águas’ [‘saved from water’]. Isto é, ele se originou na Atlântida [Atlantis]. É fascinante olhar para os fósseis lingüísticos que compõem a palavra Tonalamatl ou T-on-alam-atl na Linguagem dos Pássaros, e ver as inúmeras deduções fonéticas que poderíamos derivar destes.

A primeira letra ‘T’ significa tau ou a porta em Hebraico.
No Egito, o tau era o ankh, ou Chave da Vida [Key of Life].
Esta era a ‘marca’ que deveria ser marcada sobre as testas dos fiéis em Jerusalém * significando a abertura do terceiro olho ou centro ajna.

[ * – Ezequiel 9:4.]

Com esta marca o devoto despertava para sentimentos de amor e devoção pela humanidade. Na arte Cristã primitiva o tau foi frequentemente substituído pela Cruz [Cross] que representa a poderosa transformação do renascimento. A cruz e o ankh eram originalmente considerados como tendo sido feitos a partir de um ramo que cresceu da Árvore da Vida no Jardim do Éden. Esta Árvore poderia ser a árvore MALUS [MALUS tree].

Outro importante elemento nominativo fóssil em Tonalamatl é a palavra On. Isto, obviamente, nos liga à An, On ou Heliópolis, no Egito e suas conexões, incluindo aquelas de Jesus mencionadas há pouco.

Mat ou Maat era a palavra Egípcia para a verdade.
O sufixo atl significa ‘água’ (sabedoria). Atl é a raiz para Atlântida [Atlantis].

Amalgamada na Linguagem dos Pássaros, a palavra Tonalamatl poderia nos apontar na direção de interpretar Tonalamatl para significar ‘a verdade viva, a sabedoria ou

águas de Atlântida’ [‘the living truth, the wisdom or waters o Atlantis’]. E isso é apenas uma passagem na descompactação ou decifração desta palavra. É o suficiente, no entanto, para demonstrar o princípio de auto-similaridade e ressonância em operação nesta língua e na natureza, e aponta para a importância de se ver as relações entre fragmentos dispersos da mente antiga. Tudo o que precisamos fazer é aprender a ‘clicar sobre’ [‘click on’] uma parte de uma palavra e o todo pode ser iluminado. Desta forma, a Linguagem dos Pássaros é holográfica.

Um exemplo um pouco mais elaborada desta técnica de espelho [mirror techinique] é encontrada na história de Salomão. A Bíblia apresenta Salomão como o mais sábio de todos os homens, que era particularmente bem informado sobre plantas (seres vivos verdes). Ele poderia falar em profundidade sobre tudo, desde os “cedros do Líbano até o hissopo que cresce de uma parede, e animais e aves, e répteis e peixes.” A partir disso, pode-se inferir que Salomão possuía grande sabedoria para criar e promover a vida.

Curiosamente, a palavra Hebraica para a sabedoria é Da’ath.

Em Inglês, Da’ath – sabedoria – soa como a death [morte]. Portanto, na Linguagem dos Pássaros, sabedoria/Daath/death (especialmente recebida diretamente de Deus) é a Chave da Vida!

Para aquele dotado com o Cérebro de Pássaro [the bird brained], Da’ath (sabedoria) é também a chave que abre o significado da quarta letra do alfabeto Hebreu, Daleth ou ‘D‘, a letra associada com Jesus na Kaballah:

figura - vescica pisces - simbolo peixe Jesus -..jpg

Sim, pode haver trocadilhos visuais também. Por exemplo, o símbolo do peixe de Jesus é o mesmo que o Hieróglifo Egípcio para a garça [heron]. Além disso, Jesus foi associado com a Fênix [Phoenix], um outro nome para a garça [heron].

A mensagem da Tribo dos Pássaros é esta: se alguém tem a sabedoria, podem encontrar o guardião da porta e abrir a porta. Ao que esta porta leva?

O Jardim do Éden ou o Jardim da Criação – os 450 bilhões de galáxias reveladas à nós pelo Telescópio Espacial Hubble. Um lugar que os Maias chamaram de “o lugar das garças’ [‘the place of herons’]. Eu gosto de chamá-lo de Terra dos Pássaros [Birdland].

A Terra dos Pássaros [Birdland] era alcançada se atravessando as águas da imortalidade [crossing the wates of immortality]. A fim de fazer esta viagem, disseram os antigos Egípcios, tivemos de nos transformar em uma garça. Havia até mesmo uma fórmula para fazê-lo, no Livro Egípcio dos Mortos [Egyptian Book of the Dead] – escrito para nós por Thoth (quem também nos deu o tarô).

Esta é talvez a explicação definitiva para o motivo pelo qual nós usamos o pássaro, como a garça [heron], para simbolizar a alma [dos falecidos que partiam] de entes queridos e mensageiros do céu. Também explica o por quê que a maçã simboliza o conhecimento da porta de entrada para o céu. A maçã [apple], incluindo a maçã azul [blue apple], é o símbolo para o conhecimento que permite a transformação de hu-mano para homem-pássaro ou homem-anjo [from hu-man to bird-man or angel-man].

Acredite-me, este não é o tipo de conhecimento que se obtém em uma Universidade. Nem mesmo com Dinheiro. É mais parecido com aquilo que um bilionário compra por US$ 30 milhões em um códice [codex] (Latim para livro ou manuscrito) ou uma pintura rara em um leilão secreto na Christie. Ou, um buscador espiritual adquire, circulando e visitando os lugares na terra onde tal conhecimento é armazenado e descarregando-o [downloading it] da paisagem diretamente para o cérebro (se saber como fazer isso). É provável que este seja o tipo de conhecimento que Salomão e os Cavaleiros Templários ocupavam-se com.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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[em construção]

 

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2 respostas para A Linguagem dos Pássaros – William Henry

  1. Fabiana disse:

    Gostei muito…pena que não teve a continuação. Poderiam me informar como conseguir esse livro?

    Curtir

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