Os Salões de Cristal do Tribunal de Cristo – William Henry

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OS SALÕES DE CRISTAL DO TRIBUNAL DE CRISTO

THE CRYSTAL HALLS OF CHRIST’S COURT

WILLIAM HENRY

 

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CrystalHallsBook

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OS SALÕES DE CRISTAL
DO TRIBUNAL DE CRISTO

     WILLIAM HENRY

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Também por William Henry

CITY OF PEACE: THE HOLY GRAIL SECRETS OF
ANCIENT AND MODERN NASHVILLE
[CIDADE DE PAZ: OS SEGREDOS DO SANTO GRAAL DA ANTIGA E MODERNA NASHVILE]

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Também visite seu site em

http://www.williamhenry.net

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OS SALÕES DE CRISTAL
DO TRIBUNAL DE CRISTO

NOVAS REVELAÇÕES DOS
SEGREDOS PROIBIDOS DE
ATLANTIS, O SANTO GRAAL, E
O INTERIOR DA TERRA

WILLIAM HENRY

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                             Conteúdo

 1. Tribunal de Cristo …………………………………………………..  1
2. A Caveira de Cristal   ……………………………………………….  25
3. O Mar de Vidro   …………………………………………………….   47
4. Os Espíritos Guardiões   …………………………………………..   65
5. O Cubo do Espaço   ………………………………………………….  81
6. Abraão   ………………………………………………………………….  97
7. Coronzon   ……………………………………………………………..   119
8. Maçãs Azuis   …………………………………………………………   127
9. O Centro   ……………………………………………………………..   151
10. Six Sided-ness   …………………………………………………….   165
11. As Pedras de Cristo Dentro   …………………………………..   185
12. Krist: Salvador de Atlantis   ……………………………………   205
13. Os Salões de Cristal dos Cátaros  ……………………………..  223
14. Os Filhos da Luz   ………………………………………………….   239
15. O Cristo Cátaro  ……………………………………………………   255
16. A Senhora da Casa  ………………………………………………..  271
17. A Epopéia de Gilgamesh   ……………………………………….  287
18. Jesus: Da raça Ana  ………………………………………………..  297
19: H: Neste Sinal Conquiste   ………………………………………  319
20. Consolomentum    …………………………………………………  339
Referências    …………………………………………………………….   359

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Pg. 1

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1.

 TRIBUNAL DE CRISTO

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Sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como uma
pedra de jaspe, como o cristal resplandescente…
” *

[ * – Apocalipse 21:11.]

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Muitos, talvez a maioria, dos que vêem o título deste livro, irão se perguntar sobre a que os “Salões de Cristal do Tribunal de Cristo” se referem.

No livro do Apocalipse, * [ * – Apc. 21:10-11] sua cidade celestial é
descrita como um cubo de cristal perfeito descendo do
céu: “Sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima,
como a pedra de jaspe, como o cristal … E a cidade formava um quadrado…  o comprimento igualava à largura.” *

[ * – Apc. 21:16.]

A Bíblia não fornece a razão pela qual o tribunal real de Cristo é feito de cristal, ou por que ele é em forma de cubo. No entanto, podemos supor que essa descrição não foi
arbitrária. Foi o testemunho ocular de um profeta chamado João.

Outro profeta, Enoque, que anteriormente visitou o tribunal de Cristo, corrobora essa descrição. O Livro de Enoque * [ * – Richard Laurence, The Book of Enoch (San Diego, Wizards Bookshelf, 1995)] fornece um relato gráfico da experiência do escriba de ser levado em uma jornada ao “sétimo céu” para atender ao Senhor em uma “casa” feita de ‘cristais’ e cercada por uma estranha chama vibrante com “línguas de fogo” que
tocaram-lhe com terror. À medida que Enoque se aproxima do reino celeste, ele contempla “os tesouros da neve e gelo”, e ele vê “um grande mar, maior do que o mar terrestre”.
O Senhor, Ele mesmo, sentou-se em um “sublime trono” de “cristal”.

O poético termo o “sétimo céu” veio da antiga crença de que a Terra era cercada por sete esferas celestes que estavam dispostas como uma montanha de sete andares. A Igreja listou oficialmente os sete céus como: aéreo, etéreo, Olimpio [Olympian] o céu de fogo, o céu de estrelas, o cristalino, e o Empíreo [Empyrean]. *

[ * – Barbara G. Walker, The Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets (New York, Harper Collins, 1983), p. 699.]

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Cristo foi dito por habitar no sétimo céu, o Empíreo [Empyrean]. O nome Empíreo significa “Céu do Fogo Interior” ou “império do deus Sol.” [“Heaven of Inner Fire” or empire of the Sun god”] *

[ * – Ibid., p. 280.]

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Ele também foi chamado de ‘Ilha de Fogo’ [‘Isle of Fire ‘], ou o Sol Central, ao qual me refiro como Sol Curador [the Healing Sun], porque os ‘fogos’, freqüências ou vibrações que emanam deste lugar são acreditados por terem qualidades curativas. A sua localização é o centro da nossa galáxia Via Láctea
(mais sobre isso depois).

Como Cristo, Enoque é considerado como tendo uma natureza dupla – – espiritual e física, ou celestial e terrena. Sua história, incluindo a do sétimo céu e seu Sol Curador Central deve ser interpretada, pelo menos, nesses dois níveis. Pois considerar uma sem a outra é um engano.

Além disso, alguns pesquisadores acreditam que considerar Enoque como um único homem também é um engano. Em vez disso, Enoque é um título genérico aplicado à e detido por grupos inteiros de indivíduos. Em geral, estes indivíduos eram “sábios”, os ‘iniciados’, ou ‘videntes’ [‘seers’], que, à grosso modo, significa “adepto nos segredos ocultos”. Os mitos e escrituras que vamos investigar suportam a idéia de que essa elite de sacerdócio passou adiante segredos sobre os salões de cristal de um Tribunal de Cristo…  do mundo interior.

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o empíreo

Alguns escritores — especialmente Maçons –identificam Enoque com Thoth, o Egípcio deus da cura e inventor da escrita. Esta é a chave. O nome de Thoth é derivado de Tuattes, significando aproximadamente ‘Senhor do Mundo Interior’ ou do Tuat.

No Egito, o Tuat possuia um análogo no mundo material.
Conhecido como o ‘Lugar de Ascenção’ [the ‘Place of Ascending’] * , ele era acessado através de um ‘monte’ [‘mound’] de vidro que chamamos de a Grande Pirâmide.

[ * – Nejmet’s Papyrus, citado em Bruce Rux, Architects of the Underworld: Unriddling Atlantis, Anomalies of Mars, and the Mystery of the Sphinx {Arquitetos do Submundo: Decifrando Atlantis, Anomalias de Marte, e o Mistério da Esfinge} (Berkely, CA, Frog, Ltd., 1996), p. 369.]

De acordo com a lenda Egípcia, Thoth veio para o Egito a partir de uma terra a oeste que estava do outro lado de um oceano. O seu capitólio era pelo mar. Esta terra foi referida como a “Ilha da Chama que está no mar” [“Island of Flame which is in the sea”] * ,
e era o lar dos deuses.

[ * – Hymn of Ramses IV and Pyramid Texts (Hino de Ramsés IV e Textos das Pirâmides).]

Esta descrição combina com o relato de Enoque sobre o sétimo céu. Um terrível cataclismo ocorreu que enegreceu o sol e perturbou os deuses, mas Thoth conduziu seu povo para a segurança de um país oriental. Ele reuniu a recém-formada civilização Egípcia em torno da construção da Grande Pirâmide, que tem sido referida por historiadores antigos como o “Pilar de Enoque’. *

[ * – E. Raymond Copt., The Great Pyramid Decoded {A Grande Pirâmide Decodificada} (Thousand Oaks, CA, Artisan Sales, 1971), p. 72.]

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Quase todos os interessados em mistérios espirituais já ouviram falar da lenda tentadora sobre o Salão dos Registros abaixo da Esfinge e Grande Pirâmide no planalto de Gizé, no Egito.
O Sacerdócio de elite de Thoth, opinam os sábios, escondeu conhecimento imensamente poderoso sobre as origens e o destino da humanidade dentro das salas subterrâneas do planalto de Gizé.

Evidência de que algo está enterrado lá vem dos misteriosos Textos dos Sarcófagos [Coffin Texts] onde os antigos Egípcios contaram sobre uma “coisa selada” com “fogo sobre ela’ escondida sob o” deserto de areia’. *

[ * – Faulkner, The Ancient Egyptian Coffin Texts (Os Textos Dos Sarcófagos dos Antigos Egípcios), spell 1080, p. 147.]

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Segundo a lenda, a porta que dava para o Salão de Registros [Hall of Records] estava para permanecer selada para um tempo futuro – um tempo em que a humanidade entraria, mais uma vez, em uma Idade de Ouro. Naquela ocasião, o Salão abriria e os ensinamentos secretos das eras seriam revelados.

“Assim Acima, Como Abaixo” [“As Above, So Below”] é uma das mais conhecidas de todas as verdades metafísicas. É atribuída a Thoth.

Essencialmente, isso significa que o que ocorre nos céus também ocorre na Terra. Isso é claramente afirmado na Oração do Senhor, “seja feita a sua vontade, assim na Terra, como no Céu”. *

[ * – Lucas 11:2.]

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De acordo com esta lei, O Salão de Registros de Thoth, assim como Enoque e Cristo, deve ser uma parte terrestre e uma parte celeste.

tHOTH ABYDOS RRR

Devido à crescente materialismo, dizem escolas esotéricas, os Templos de Mistérios, incluindo o Salão de Registros, foram removidos do plano físico, mas eles continuaram a existir no reino etérico ou espiritual. Profecias de muitas tradições dizem que eles irão novamente ser restaurados em sua forma material. Quando isso ocorrer, a “Nova Jerusalem’ em forma de cubo virá do céu e um novo ‘super-humano’ irá surgir que irá demonstrar os poderes dos deuses.

A jornada de Enoque para os reinos etéreos nos lembra que, a fim de apreender os segredos dos deuses e do Tribunal de Cristo deve ser entendido que a Terra é cercada por camadas ou invólucros de crescente tênuosidade. Essas camadas se estendem para fora para o espaço e para dentro para a mente. As camadas mais finas são compostas de substâncias astrais, mentais e espirituais.

De acordo com o ensinamento esotérico, o Tribunal de Cristo teve uma vez a sua expressão mais densa nos éteres acima da cidade de Jerusalém (‘cidade da Paz’). Quando ele retornar como a Nova Jerusalém ele será em outro local. Aqui serão revelados os segredos de andar pelos salões de cristal do Tribunal de Cristo.

A localização da Nova Jerusalém, e como se conectar com o Tribunal de Cristo são questões vitais. Uma pista poderosa para todos que procurariam o Salão de Thoth e os segredos da Nova Jerusalém é fornecida pelo nome de Thoth.

Thoth é a provável raiz para o Inglês thought [pensamento].
Segundo a lenda Maçônica, Thoth possuía todo conhecimento secreto sagrado em 36.525 pergaminhos que estavam escondidos sob a abóbada celeste (as estrelas) . *

[ * – Christopher Knight & Robert Lomas, The Hiram Key {A Chave de Hiram} (Element, Shaftesbury, Dorset, 1996), p. 184]

Esta “Esfera do Pensamento” [“Thought Sphere”] está literalmente à nossa volta.
No entanto, ela só poderia ser encontrada pelos puros de coração que a utilizariam para o benefício de toda a humanidade.

Em ‘The Origins of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind’ *,
o neurologista Julian Jaynes hipotetiza que, tão longe quanto a 12.000 anos atrás, o tempo do “afundamento” de Atlântida [Atlantis], a consciência humana foi alterada por um trauma catastrófico. Nos primeiros mitos, Jaynes encontrou referências aos deuses falando em nossas cabeças como se eles ocupassem nossos cérebros.

Os Egípcios chamaram-lhes os Neter, os Hebreus chamaram-lhes os Nefilim [Nephilim], os Gregos chamaram-lhes os Titãs [Titans], e na tradição Védica, eles foram chamados os Asuras.

Ele isolou uma área relativamente dormente do lado direito do cérebro, a área de Wernicke, como a provável fonte de transmissão. Nós perdemos essa conexão (à Esfera de Pensamento de Thoth [Thot’s Though Sphere]) depois da catástrofe, que muitos mitos antigos culpam sobre os deuses.

[ * – Julian Jaynes, The Origins of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind (Boston, Houghton Mifflin, 1976), p. 101-125.]

Na realidade, esses deuses, que tinham sido invocadas pelos seres humanos para a realização de tarefas, eram os espelhos do pensamento e da ação humana. Quando nós nos reconectamos com a onipresente Esfera do Pensamento, nós nos reconectamos com os deuses e seus segredos. A lei de Thoth nos garante que esses segredos estão escondidos dentro de nós.

Para além da Esfera do Pensamento, alguns dizem que o verdadeiro tesouro do Salão de Thoth é a entrada para um reino subterrâneo ligado aos longínquos cantos da Terra por uma rede de túneis. Platão, que introduziu a idéia de Atlântida [Atlantis] para o mundo ocidental, fala de passagens misteriosas da outrora poderosa Atlântida [Atlantis], ‘túneis ambos amplos e estreitos, no interior da Terra’ que serviam como refúgios do apocalipse Atlante.

Ele ainda fala de um grande governante, ‘que senta no centro, no umbigo da Terra; e ele é o intérprete da religião para toda a humanidade’.

Contos sobre um cataclismo global, misteriosas ‘cavernas’, entradas para um mundo subterrâneo (ou submergido) e poderosos espíritos e deuses que moram no interior da Terra – um mundo separado do nosso – são encontrados em todo o mundo.

Muitas vezes, histórias falam de homens que, como o Alemão Tannhauser, encontraram a montanha da deusa do amor Vênus e habitaram no paraíso da deusa.

As histórias Galêsas do Rei Arthur, que vive no coração de uma ‘montanha de vidro’ ou cristal, e a lenda Judaica de Abraão e Sara vindo perante Thoth em suspensa animação em uma “caverna”, todos falam de espaços interiores mágicos acessados através de uma caverna em uma montanha. Esta montanha é o “pico da pedra preciosa”, a “montanha de ouro”, o “lar dos deuses”, o “monte da salvação”.

Muitos preferem ver a Grande Pirâmide como a caverna dos deuses e a montanha da salvação. No entanto, a maravilha de Giza é uma cópia de uma original montanha de vidro ou de cristal  chamada Ida localizada em outro lugar.

Segundo a lenda, antigos seres deuses [ancient god beings] que os Egípcios chamaram de Saba originalmente moravam em um lugar chamado Mero (Egípcio), Shambhala (Tibetano), Meru (Hindu) ou Tula (em Grego e Mexicano).  Dentro deste complexo era encontrado o misterioso Monte Ida.  Curiosamente, Ida também era conhecido como Monte Id-Avratta. * Esta montanha se tornou Ida-Ararat, ou simplesmente Ida ou Ararat. Meru é o Ararat dos Hindus.

[ * Godfrey Higgins, Anacalypsis (Montana, USA, Kessinger Publishing) p. 355.]

Isto é intrigante uma vez que Ararat é onde a ‘Arca de Noé’ veio descansar.
A Arca de Noé era em forma de cubo [cube-shaped]. O seu nome [Noé] vem de Nu ou Nuah, que significa “conhecimento”.
No mito, o Monte Ida-Arrarat é considerado o repositório onde todo o conhecimento, uma vez se originou. Na verdade, Ida é a raiz para nossa palavra Inglesa Idea [Idéia].

Junto com o Monte Ida, no topo do Monte Meru ou Tula dos Hindus  estava o Monte de Saba, ou da congregação ou hostes celestiais. Meru / Tula era conhecido como o Jardim do Éden para os Hindus, e é o lugar onde os deuses Egípcios originais se reuniam. *

[ * – Ibid., p. 355.]

Como nós vamos investigar mais tarde, os Saba eram especialistas no uso de cristal de Quartzo. Na tradição Tibetana eles se escondiam ensinamentos secretos em rochas de diamantes, em lagos misteriosos, e em imutáveis caixas que estavam magicamente fechadas até um tempo especial na história. Muitos textos foram comprimidos nessas rochas de diamante ou cristais semelhante à forma como a informação é inscrita em e “escondida” em modernos microchips ou cartões de memória.

Os Egípcios Textos de Edfu [Edfu Texts] nos dizem que o corredor externo do Salão de Registros Egípcio era conhecido como o salão-arrit [the arrit-hall]. *

[ * – Ibid., p. 164.]

Obviamente, arrit  e  arrarat  são bastante próximos foneticamente. Além disso, harit é o Sânscrito para ‘luz’.

Sugere isso que o Monte Ida é um externo caminho de entrada [entranceway] ou portão de entrada [gateway] cristalino para um maior salão cristalino… de luz?

Se as ‘pedras de diamante’ e ‘portão de entrada cristalino’ de onde os Saba projetaram  grandes quantidades de dados para o Mt. Ida eram de cristal de quartzo isso seria extraordinário.
De todos os Monte Ida’s no mundo — e existem vários em terras consideradas santas para seus habitantes, incluindo Ásia Central, Turquia e Austrália – somente o Monte Ida de Arkansas possui cristal de Quartzo.

Mais fantasticamente, poderia o há muito perdido Ararat de Noé ser o Ida, e poderia o Monte Ida, em Arkansas ser o original Salão de Registros [Hall of Rcords]?

Será que o conhecimento da sua conexão foi esquecido na medida em que esta história foi repassada através dos tempos?
Poderia o cristal de Quartzo do Monte Ida, em Arkansas realmente ser um repositório secreto de conhecimento que buscadores têm por tanto tempo procurado?
Será que o conhecimento secreto concernente ao tribunal de cristal de Cristo está escondido na América?

Uma das coisas mais notáveis que vamos aprender a medida em que esta investigação se desenrola é que, se o Monte Ida, em Arkansas é o Ida do mito, ele é parte de um complexo muito maior que pode ser descrito como uma “estação de ancoragem” [“docking station”], ou ponto de ligação, entre o Céu e a Terra.

Uma das principais características dos complexos de Meru ou Ida era um pilar ou ‘escada’ chegando ao Céu. Através deste pilar os salões de cristal de Meru ou Ida fazem de fato ligação com os Salões de Cristal do Tribunal de Cristo.

Um dos nomes mais antigos do Egito era Ta-Mera — “Terra do Amor” [“Land of Love”]. Quando pesquisamos Ta-Mera [ou Ta-Meri] em busca de mitos sobre Meru nós aprendemos que os antigos deuses Egípcios construíram um Pilar em Meroe
[Pillar at Meroe], uma necrópole real [royal necropolis] ou cidade dos mortos cujo nome local é foneticamente muito próximo de Meru.

Encontramos nós qualquer coisa remotamente semelhante quando pesquisamos a América? De fato, nós encontramos.

Na página ao lado está uma descrição do místico Monte Meru, a “morada dos imortais,” a partir de um manuscrito Chinês do segundo século. Ao lado dele está um desenho do complexo da Alameda do Capitólio de Tennessee [Tennessee Capitol Mall Complex], construído em 1997 em Nashville, Tennessee, para comemorar o Bicentenário de Tennessee.

Como já discutido em meu livro, City of Peace: The Holy grail Secrets of Ancient and Modern Nashville [Cidade da Paz: Os Segredos do Santo Graal da Antiga e Moderna Nashville], os dois complexos são surpreendentemente similares.
Provocativamente, o nome original de Nashville era distrito de Mero [Mero district].

No mito, o pilar Meru é uma antena ou acumulador de energia de cura.
Será que a construção deste complexo em Nashville sugere que o arquétipo Meru, que é a morada dos imortais, a Nova Jerusalém, está sendo replicado na América?

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monte sumeru

Eu não sou o primeiro a conectar a América aos segredos dos antigos. A falta de cristal de Quartzo nos Montes Ida em outros lugares, à não ser em Arkansas, pode ajudar a explicar por que os pesquisadores tiveram dificuldade em dizer exatamente onde o Meru original estava localizado.

O nome Budista de Meru, ‘Sumeru’, obviamente lembra de Shumer, Sumer ou Suméria, atual Iraque, e o antiga lar dos An-un-naki, o nome Sumério para um grupo de seres deuses que são imagens espelhadas de Saba.

Um grande debate acadêmico existe quanto à possibilidade de o lar original desses deuses estar ou não na Suméria, no atual Iraque, Sumeru na Ásia, no Egito ou mesmo outro lugar completamente.

Mapa Meru

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Como o mapa de acompanhamento tomado de, New Light From The Great Pyramid [Nova Luz da Grande Pirâmide] por Albert Ross Parsons em 1893 mostra claramente, *  Meru foi considerado por alguns iniciados por ter sido na América!
No mapa, o Sr. Parsons ainda demonstra sua crença de que a palavra A-meri-ca foi derivada de Meru, Meroe, Moriah, Amerak, e Amerique.

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Pg. 13

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A CONEXÃO ATLÂNTIDA-AMÉRICA

[THE ATLANTIS-AMERICA CONNECTION]

Se a América foi o local original de aterrissagem dos deuses isso seria bastante interessante. Aqui está o porquê.

Além da América, a Atlântida [Atlantis] também foi associada com o nome de Meru. A América tem sido há muito chamada de a Nova Atlântida. Na verdade, a ‘América é a Nova Atlântida’ tem sido um mito esotérico orientador no desenvolvimento da América.

A religião Hindu afirma que o Monte Meru foi originalmente localizado na Mongólia. Isso é fascinante uma vez que os mitos dos Maias, Toltecas e Astecas falam sobre barbados homens brancos loiros que vieram de um reino na Mongólia chamado Tollan ou Tula localizado perto do Lago Baikal e do rio Tula. Estes mongóis, dizem eles, vieram de Atlântida e navegaram ao redor do mundo fundando novas Tulas, nomeando-as após a sua terra natal. *

[ * – Frank Waters, The Book of the Hopi {O Livro dos Hopi} (New York, Penguin Books, 1977), p. 116.]

Através do mundo antigo e moderno têm circulado mitos sobre os acontecimentos em Meru. Esses mitos se centram em torno da crença na existência de um “diretório oculto” [“hidden directorate”] de seres deuses, os Saba, que habitam nesta região remota da Asia
[a “hidden directorate” of god-beings, the Saba, who dweel in this remote region of Asia] *

[ * – Jocelyn Godwin, Arktos: The Polar Myth {O Mito Polar}(Grand Rapids, Mi., Phanes Press, 1993).]

As tradições Maias, Egípcias e Mongóis falam sobre um grupo de seres que viajam o cosmos carregando ensinamentos para o alinhamento de mundos com o Sol Curador Central, *

[ * – Ibid. p. 34-35.], onde os antigos acreditam que nossas almas se originaram. No mito Grego e Maia o Sol Central é também chamado de Tula.]

‘Paz’ na Terra é criada quando os Tulas na Terra e o Tula no Céu estão alinhados. Estes seres deuses não definem ‘paz’ como a ausência de conflitos mesquinhos entre tribos em guerra, ciumentas religiões ou famílias. Antes, “Paz” é a unidade do Céu e da Terra.

A Profecia Maia afirma que a Paz será criada em dezembro de 2012. Coincidentemente, em Apocalipse 20:12 [Revelation 20:12], João nos diz: “E vi um anjo descer do céu, tendo a chave (a partir) do abismo.” O ‘abismo’ é a Terra.

Podemos aprender muito sobre o que pode estar por vir em 2012 estudando os eventos antigos em torno dessas pessoas de Saba [people of Saba] e sua criação de Cidades de Paz no mundo antigo.

Essa idéia de que um mito antigo está reencenando a si mesmo em nosso sofisticado mundo moderno pode parecer absurda para alguns. No entanto, para os antigos Eegípcios que modelaram este processo antes de nós, isso era um negócio sério. A idéia de estabelecer a paz era necessária para a perpetuação da humanidade. A falha em recriar o mito e ritual correto, e em estabelecer a ligação entre o Céu e a Terra, era suicida, uma vez que resultava em caos.

O ‘Profeta Adormecido’ [‘Sleeping Prophet’] Edgar Cayce foi outro que conectou a América ao mito da Nova Jerusalém ou a Nova Atlântida [the new Atlantis]. Ele também colocou grande ênfase sobre a revelação do conhecimento escondido dentro Salão de Thoth [Thoth’s Hall], ligando-o com a salvação da humanidade. Ele apontou para a Atlântida [Atlantis] como a terra original de proveniência desse conhecimento. Cayce era uma Maçom de alto-grau, que inspirou-se em tradições de antigas escolas de mistérios para fazer suas profecias. Ele profetizou um tempo quando a Terra mudaria e o Caos iria devastar o mundo. Depois, um “verdadeiro Americanismo, o pensamento universal que se expressa e se manifesta na irmandade dos homens, bem como na ordem Maçônica, será a eventual regra no estabelecimento dos assuntos do mundo.” * A ‘América’, tanto espiritualmente quanto literalmente irá ‘governar’ o mundo.

[ * – Edgar Cayce cited in Lynn Picknett & Clive Prince, The Stargate Conspiracy (London, Little Brown, 2000), p. 59.]

Originalmente uma organização oculta dedicada à transmissão de secretos conhecimentos sagrados, a Maçonaria é rastreada até os Cavaleiros Templários, * – os Cavaleiros de Cristo, que recuperaram e preservaram segredos uma vez abrigados sob o Templo de Salomão sobre o Monte Moriá [Mount Moriah] (Me ru) em Jerusalém. Uma história controversa dos Templários sustenta que eles foram fundadas por uma misteriosa sociedade secreta chamada Priorado de Sião [Priory of Sion] (significando ‘Sol’ [‘Sun’]).

[ * – Lynn Picknett & Clive Prince, The Templar Revelation: Secret Guardians of the True Identity of Christ (London,Bantam, 1997), p. 126.]

Fascinantemente, após a eleição, cada grão-mestre do Priorado de Sião toma o nome de João ou Joana [John or Joan]. Como o nome Enoque, João (Joannes, Jonas) representa uma pessoa(s) imbuída com uma certa habilidade ou sabedoria. Porque eles veneravam um deus oculto simbolizado por uma cabeça decepada que eles chamavam de Sofia [Sophia] (Grego para “sabedoria”), os Templários são o mais estreitamente associados com João Batista, que foi decapitado.

A fim de apreciar plenamente o significado deste título, ‘João’ [‘John’], é preciso primeiro dar um nó górdio entre os Templários e os Árabes que chamaram Enoque de Idris.

Os Árabes dizem que Idris era o mesmo que Elias [Elijah], que não morreu, mas sim, foi transladado para o céu em um turbilhão a partir do topo do Monte Moriá [Moriah] (Meru). Assim, as tradições Judaica e Árabe unem Enoque (que é Thoth) e Elias.

Eu suponho que todo mundo que lê isto vai se lembrar de que os Judeus são ditos por ter acreditado que Jesus fosse Elias [Elijah].*

[ * – Marcos 8:28.]

No entanto, Jesus declarou que João Batista veio no espírito e poder de Elias. * João era o precursor ou prepossessor da Sabedoria Divina, que é a Gnose. Os seus seguidores disseram que ele foi enviado a partir do mundo da luz (Harit). A Santa Sabedoria encarnou nele, e ele a transmitiu a Jesus.

[* – Mateus 11:10,14.]

A palavra Sânscrita para Gnosis ou sabedoria era Jnana, que com a adição de um ‘o’ torna-se Jon-ana. *

[ Ibid., Anacalypsis, p. 808.]

Isto dá uma poderosa pista para todos os misteriosos Joãos [Johns], incluindo os seguidores de João Batista, entre cujas fileiras Jesus recrutou os seus primeiros discípulos, incluindo o discípulo amado João, * o discípulo que era mais próximo do coração de Cristo, a quem Jesus inclinou-se na Última Ceia, e que nunca conheceu a morte. **

[ * – João 1:35-40.]
[ ** – João 21:23.]

Cristo foi dito ter transmitido uma iniciação secreta para este João, cujo nome iniciatório era Lázaro [Lazarus]. Ele trouxe o Santo Graal para a “sala superior” [“upper room”] na Última Ceia. Mais tarde, outro João [John], chamado o Divino, vagou nas salas de cristal do Tribunal de Cristo e tornou-se conhecido como João, o Revelador [John, the Revelator].

A adoção do nome sacerdotal João [John] por seus grandes mestres aponta para o Priorado de Sião [Priory of Sion] como uma continuação da antiga linhagem de sacerdotes de João [John]. O Priorado é, aparentemente, uma ponte moderna entre a linha sacerdotal de Thoth/Enoch(s), que se tornou o Elias(s) [Elijah(s)], e o João Batista(s).

O Evangelho de João é o mais Gnóstico (‘portador de sabedoria’). Isto tem levado este livro para ser separado dos outros três Evangelhos. Sua fonte foi os devotados seguidores de João Batista, que eram chamados Mandaeanos [Mandaeans], e sobre quem os Evangelhos tem muito pouco a dizer. Os Mandaeanos são freqüentemente chamados de Cristãos de São João, como ele é tido como uma pessoa muito sagrada, mas não indispensável, em sua teologia. Eles afirmam pertencer a uma religião mais velha do que o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. A trilha de suas origens leva à Mesopotâmia. Seu nome é Aramaico para ‘conhecimento’, ou seja, uma tradução da ‘gnosis’ Grega.

É muito importante reconhecer que um nome alternativo para o Mandaeanos era a Saba. “Sabeu” [“Sabian”] é uma palavra derivada do verbo Aramaico-Mandic “Saba”, que significa “batizado” ou “tingido” [“dyed”], “imerso em água”. Assim, “Sabeus Mandaeanos” [“Mandaean Sabians”] significa aqueles que são batizados no conhecimento de Deus e que sabem a religião de Deus. A importação completa desta conexão será feita mais tarde.

Os Mandaeanos fugiram de Jerusalém e se estabeleceram no Iraque logo após a crucificação, a fim de escapar da perseguição de Paulo e dos Romanos. Os Mandaeanos ainda existem no Iraque hoje. Eles realizam batismo no rio, e têm apertos de mão e rituais especiais ditos por lembrar aqueles da Maçonaria moderna. Eles são muitas vezes ligados aos Essênios, que ecoando a história de Thoth, acreditavam que as boas almas residem além do oceano a oeste. Para os Mandaeanos esta terra era tão perfeita que os olhos mortais não podem vê-la. Uma estrela chamada Merica, que fica no céu acima dela marca esta Terra Santa [Holy Land]. *

[Christopher Knight and Robert Lomas, The Hiram Key (Rockport, Mass., Element, 1996), p. 290.]

A referência a Merica é surpreendente, especialmente pelo fato de que ela se encaixa com o folclore em torno da cabeça dos Templários [Templar’s head]. A secreta ‘cabeça’ de João (Jnana, sabedoria, ou Jnosis) dos Templários se tornou de conhecimento público no início dos anos 1300’s durante a Inquisição, o tribunal monstruoso (esquadrões da morte), organizado pela Igreja Católica para torturar hereges. Em 1308 o Papa cercou os Templários por suas crenças em relação a este cabeça. A ‘cabeça’ e suas incríveis habilidades foram descritas na lista de acusações contra os Templários: “… que eles dizem que a cabeça poderia salvá-los. Que esta poderia fazer riquezas, fazer as árvores florescerem, e fazer germinar a terra.” Milhares de Templários foram executados. Eles iriam antes morrer do que revelar o segredo deste símbolo.

A natureza exata desta ‘cabeça’ tem sido muito contestada. Uma coisa é certa. Ela executa exatamente a mesma função que o Santo Graal [Holy Grail]. Por ela trazer riquezas e fazer as árvores florescerem esta ‘cabeça’ também parece ser uma chave para os segredos da natureza. Com base nessa descrição, podemos especular com segurança que este crânio [skull] é um inteligente símbolo para uma habilidade [skill], a Habilidade ou Sabedoria de Deus [Skill or Wisdom of God] contida na Esfera do Pensamento [Thought Sphere], as varas de cristal de Ida, e o Salão dos Registros [the crystal sticks of Ida, and the Hall of Records]. O que aconteceu com essa sabedoria ou habilidade [skill]?

Na sexta-feira 13 de outubro de 1308 a enorme frota Templária, supostamente guardando o tesouro secreto do Templo de Salomão, desapareceu na noite. Os pesquisadores traçam seu caminho para a Escócia, onde a família Sinclair tornou-se guardiã do enorme tesouro dos Templários. O Príncipe Henry Sinclair, um Templário que já tinha ido em uma cruzada para Alexandria, * o centro intelectual do mundo, assumiu o controle da frota Templária.

[Andrew Sinclair, The Sword and the Grail (New York, Crown Publishers, 1992), p. 138.]

Ele visitou a Nova Escócia em 1398. Os índios Micmac cumprimentaram-no quando ele chegou. Quando ele perguntou-lhes onde estava, eles responderam ‘Terra Fértil’ [‘Fertile Land]’.
Em Micmac esta era ‘Acadia’. Na mitologia Européia ‘Arcadia’ era ‘a Terra Prometida’, e foi igualada com a Atlântida [Atlantis]. Uma cifra encontrada em 1891 em Rennes-le-Chateau, França e tendo a frase “Et in Arcadia Ego” disse que os segredos de Deus, ou Jesus, estavam escondidos em Arcadia. Alguns acreditam que Sinclair transportou estes segredos para a América do Norte para futura descoberta.

João Batista veio do ‘deserto’ e anunciou que o Reino de Deus estava próximo. Ele foi amplamente considerado por ser Elias retornado, como o profeta Malaquias havia predito: “Eis que Eu vos enviarei o profeta Elias antes do grande e terrível Dia do Senhor. E ele converterá (‘melodia’?) O coração dos pais para os filhos” [“Behold, I will send Elijah the prophet before the great and terrible Day of the Lord. And he shall turn (‘tune’?) the heart of the fathers to the children”] *

[Apocalipse 19:16 (Revelation 19:16).]

Poderia a América ser o fértil ‘deserto’ Arcadiano, o ocidental paraíso Essênio/Mandaeano/Sabeu Merica a partir do qual João Batista partiu para o encontro com Jesus em Jerusalém? Será o Tennessee Capital Mall a antena recriada ou ‘sintonizador’ [‘tuner’] que os batistas ou Saba utilizavam para canalizar as vibrações curadoras que emanam do Tribunal de Cristo?

Um achado arqueológico notável e controverso que aborda esta questão é a pedra Bat Creek Stone, descoberta em 1889 em um túmulo imperturbado no Tennessee Oriental pelo projeto de Pesquisa dos Montes [Mound Survey Project] da Instituto Smithsoniano.

figura bat creek stone

 

Em 1971, o estudioso Hebraico Cyrus Gordon identificou as letras inscritas na pedra como Paleo-Hebraico aproximadamente do primeiro ou segundo século d.C. Segundo ele, as cinco letras à esquerda da palavra em forma de vírgula divisória lêem-se da direita para a esquerda, LYHWD, ou “para Judéia.” [“for Judea”] *

[ * – Dr. Barry Fell, America BC: Ancient Settlers in the New World [América A.C.: Antigos Habitantes no Novo Mundo](New York, Pocket Books, 1976), p. 314.]

Em 1988, foram encontrados fragmentos de madeira com a inscrição onde a datação por Carbono-14 datou para algo entre 32 d.C. e 769 d.C. Estas datas são consistentes com a data aparente das letras.

O Dr. Robert Stieglitz de Nova York datou a pedra para o primeiro século d.C. * Ele lê a inscrição como “Um cometa para os Judeus” [“A comet for the Jews”], com referência ao cometa Hailey [Hailey Comet] que “pairou sobre Jerusalém como uma espada flamejante” no ano 69 d.C., durante a Primeira Revolta, iniciada em 68 sob Nero.

[ * – Dr. Barry Fell, Saga America (New York, Times Books, 1980), p. 168.]

“A evidência”, escreve o Dr. Fell “sugere que Kentucky e Tennessee se tornaram abrigos de refúgio para os perseguidos Hebreus após as várias revoltas contra a opressão Síria, Grega, e Romana.” *
[ * – Ibid., 168.]

Há uma grande controvérsia sobre a idade da pedra Bat Creek Stone. Primeiro, e mais importantemente, braceletes encontrados na mesmo monte funerário datam do século 18-19 – o que significa que a pedra provavelmente não encontrara o seu caminho para o monte
até então (assim ela poderia facilmente ter sido trazida depois de Colombo, o descobridor “oficial” da América).

“Testes recentes pelo nosso Laboratório de Conservação sobre os braceletes de metal encontrados no mesmo túmulo definitivamente estabeleceram que eles são bens comerciais do século 18-19 e não têm a composição química do bronze dos périodos Romano ou Semita iniciais.” *

[ * – Statement by the Smithsonian Institution, November 24, 1971.]

Isto não nega definitivamente a remota data da pedra Bat Creek stone. Mais tarde, Eu vou apresentar evidência adicionais de atividade Cristã primitiva, incluindo o esconderijo de manuscritos sagrados, no Leste e no Médio Tennessee.

A dispersão de textos sagrados ocorreu quando os Judeus se rebelaram contra a ocupação Romana. “A Guerra Judaica” [“The Jewish War”], como é denominada por Flávio Josefo, um comandante militar e historiador da época, foi provocada pela insistência dos Romanos de que sua insígnia – a águia – e estátuas fossem permitidas em Jerusalém e no santo Templo de Salomão. À isto os Judeus se revoltaram por causa de sua proibição contra a idolatria. Eles finalmente foram derrotados e cercados na fortaleza de Masada. Quase mil Judeus tiraram suas próprias vidas, em vez de aceitar símbolos Romanos nos lugares santos, acreditando que eles tinham, assim, enganado os Romanos da sua vitória e subiriam novamente em uma futura resurreição corporal. *

[ * – Barbara Thiering, Jesus of the Apocalypse (New York, Doubleday, 1998) p. 97.]

O imperador Romano Nero, que ordenou este ataque, estava interessado em mais do que apenas o estado real Jerusalém. Relatos detalhados contam sobre a implantação de seu filho Tito [Titus] para recuperar a Arca da Aliança [Ark of the Covenant], que era abrigada no Templo de Salomão sobre o Monte Moriá [Mount Moriah](ou Meru).

Aguardando os Romanos no Templo estavam os zelosos Nazarenos. Acredita-se que eles tenham tomado medidas drásticas para esconder os pergaminhos que contêm ensinamentos secretos e outros artefatos. Alguns destes pergaminhos são acreditados por ter pertencido a Jesus. Acredita-se que eles esconderam um cofre sob o Templo e nas numerosas cavernas na região montanhosa de Qumran, perto de Jerusalém e sobre a falésia rochosa em Massada.

Um desses pergaminhos foi o Pergaminho de Cobre [the Copper Scroll], o ‘mapa do tesouro’, que lista o tesouro do Templo e da existência de vinte e quatro outros pergaminhos. As forças de Tito invadiram o Templo, acabando com os Nazarenos. Alguns escaparam para Masada, onde foram finalmente mortos. Ainda é um mistério quanto à qual tesouro exatamente foi retirado do Templo e se acabou em Masada.

A Lenda Hebraica sustenta que alguns dos seguidores de João Batista, o Mandaeanos ou Saba, estavam entre os fiéis em Massada. Alguns destes Mandaeanos escaparam com os ensinamentos secretos de João e Jesus.

Será a pedra Bat Creek Stone uma referência para a sobrevivência desses tesouros no Tennessee Oriental [West Tennessee]? Será que os seguidores de João devolvê-los à terra de sua origem? Incrivelmente, um antigo arqueólogo de Nashville, Dr. Joseph Jones, sugere que o local do Tennessee Capital Mall foi uma vez um centro cerimonial dos indianos Mandan. * Os Mandan eram “Índios brancos” [“white Indians”] versados na língua Galesa, Inglês. Seu nome, Mandan, é exatamente o mesmo que Mandaean [Mandaeanos].

[ * – Dr. Joseph Jones, Exploration of the Aboriginal Remains of Tennessee (Washington D.C., The Smithsonian Institution, 1976), p. 39.]

Os Mandan alegam ser descendentes de um homem branco que veio em uma grande canoa, que sua tradição oral é dita ter vindo repousar em uma alta montanha após uma grande enchente que destruiu tudo na Terra. Uma representação simbólica dessa canoa ocupava um santuário religioso em sua praça pública. Era um pilar alto [tall pillar]. Isto é ainda mais notável na medida em que os Mandans habitantes das planícies tinham pouco uso de canoas, e suas próprias embarcações eram primitivas, redondos “bullboats” [barcos pequenos] de vime cobertos com peles, usados somente para atravessar rios. A lenda também relatou como uma pomba, enviada em busca de terra seca, voltou com um galho de salgueiro no seu
bico. Semelhanças com o relato Bíblico do dilúvio de Noé parece próximo demais para ser mera coincidência.

Carol Newsom editou recentemente fragmentos de um documento Essênio de Masada. Eles contêm referências inconfundíveis à um pilar que liga o Céu e a Terra. Estes poemas descrevem o santuário celestial, o trono-carruagem [throne-charriot] (ou Mer-ka-ba) de Deus, os diversos grupos participantes na
liturgia angelical e as palavras das bençãos cantadas pelos sete arcanjos. *

[ * – Geza Vernes, The Dead Sea Scrolls In English (New York, Penguin Books, 1990), p. 221.]

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figura pilar mer-ka-ba.jpg

 

Sua principal fonte de inspiração, diz a estudiosa dos Pergaminhos do Mar Morto Geza Vermes, é o livro de Ezequiel, especialmente os capítulos um e dez para o trono-carruagem e 40-48 para o santuário celeste. *

[ * – Ibid., p. 221.]

A Mer-ka-Ba era a imagem central de toda antiga religião. *
É o veículo voador destacado na descrição abaixo. Místicos acreditavam que poderiam alcançar este veículo em uma ascenção xamãnica, ou descida, através de uma série de salões celestiais. Fantasticamente, muitas representações pré-Cristãs do veículo Mer-Ka-Ba mostram-lo na companhia de um pilar. Com base na frequência do aparecimento deste pilar parece razoável especular que este é o pilar de Meru, e que o veículo Mer-Ka-Ba é o Meru-Ka-Ba.

[ * – Dan Merkur, Gnosis: An Esoteric Tradition of Mystical Visions and Unions (Albany, New York, State University of New York Press, 1993), p. 155.]

 

figura merkaba detalhe.jpg

 

A presença deste documento em Masada sugere que os Essênios, incluindo os Mandaeanos (Mandans?), Juntaram-se aos revolucionários em Massada e levaram consigo os seus manuscritos, ou que os rebeldes ocuparam a área de Qumran após a sua evacuação pelos Essênios e, posteriormente, transferiram os manuscritos essênios para seu local final de resistência. Estes segredos foram então transportados para a América. Com base nos mitos e lendas acima mencionados, parece que os segredos do Tribunal de Cristo, de fato, retornam à terra de sua origem.

 

 

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Pg. 25

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                                 2.

          O CRÂNIO DE CRISTAL

 

Ao longo das eras os iniciados têm feito um esforço para conectar o o saber do Salão de Registros de Thoth/Enoch (Elias/João) com os ensinamentos de mistério de Jesus. Como vimos, Thoth ressuscitou Osíris, que foi decapitado e cuja cabeça simbolizava a sabedoria, de entre os mortos. Jesus ressuscitou Lázaro [Lazarus], ou L’Osiris, cujo nome João[John] significa sabedoria.

Muitos leitores irão ignorar que, como Thoth, Jesus foi retratado utilizando um dispositivo tipo-varinha [wand-like device] que os Egípcios chamavam de a Chave da Vida para facilitar a ressurreição de Lázaro [Lazarus].

Esta “chave” é um tom [tone], freqüência, vibração ou nota. Na lenda Egípcia esta foi originalmente trazida para a Terra a partir do Sol Curador Central [Central Healing Sun] pela garça-real [heron], um pássaro que correspondia à Fênix [Phoenix] como o símbolo do salvador Egípcio.

É interessante notar que a palavra Fênix [Phoenix] muitas vezes atribuída a Jesus é suposta ter vindo da palavra Egípcia Pa-Hanoch, que significa “Casa de Henoch ou Enoch [Enoque]” (e refere-se à Grande Pirâmide).

O poeta do Graal Alemão Wolfram rotulou o Santo Graal como a Pedra da Fênix [the Phoenix Stone]. Ele também a chamou de lapsit excillis, a “Pedra Filosofal” (ou “Pedra dos Filósofos”). “Pelo poder desta pedra que a Fênix queima-se até às cinzas, mas as cinzas dão-lhe vida novamente … Tal poder a pedra dá a um homem que a carne e os ossos são feitos jovens novamente. A pedra também é chamada de o Graal [the Grail].”

figura jesus varinha milagres.jpg

 

Eu irei me referir a esta pedra como a Pedra da Fênix [Phoenix Stone] ou a Pedra de Cristo [Christ Stone]. No entanto, devemos lembrar que, na realidade, esta Pedra [Stone] é composta por tons [tones], raios, ou vibrações do Sol Curador Central [Central Healing Sun] no centro da nossa galáxia, onde estão localizados os salões de cristal do Tribunal de Cristo [the crystal halls of Christ’s Court]. Na verdade, a palavra ‘Cristo’ [‘Christ’] é apenas ‘Choir-ist’ [‘Coro-ist ‘], ou seja, um grupo de cantores ou dançarinos, especialmente no serviço divino, em uma igreja [church].

Em seu livro In Search of the Holy Grail and the Precious Blood [Em Busca do Santo Graal e do Preciosíssimo Sangue], * Ean e Deike Begg falam do grafite bizarro encontrado no castelo em Domme [chateau at Domme], França, onde Cavaleiros Templários foram aprisionados após a perseguição pela Igreja em 1308.

[ * – Ean & Deike Begg, In Search of the Holy Grail and the Precious Blood (San Francisco, Thorsons, 1995), p. 42-43.]

Ali encontra-se uma representação da crucificação que é ligeiramente diferente da versão aceita da Igreja (ou a versão da Igreja é diferente do evento original). José de Arimatéia (tio rico de Jesus) é mostrado capturando preciosas gotas do sangue (azul real) de Jesus (presumivelmente com o Santo Graal).

À esquerda de Jesus está uma mulher grávida segurando uma varinha [wand] (uma vara ou raio [a   r o d   or   r a y]). Presume-se que esta mulher seja Maria Madalena, a principal discípula de Jesus, e sua esposa, de acordo com a heresia do Graal.

Se Toth e Enoque [Enoch] são membros do mesmo sacerdócio, podemos supor que a habilidade sagrada [sacred skill] mais bem guardada por seu(s) sacerdócio(s) é aquela do Graal, que é a canção de chaves do Sol Curador Central [Central Healing Sun], bem como a capacidade destes raios para regenerar vida. Jesus recuperou e implementou este conhecimento. Ele, aparentemente, compartilhou-o com Maria Madalena. Uma fonte deste conhecimento foi João Batista e seu sacerdócio Mandaeano [Mandaean priesthood].

Pistas Mandaeanas e Templárias apontam para Merica como o repositório para este conhecimento. No entanto, é vital operar a partir da premissa de que esta habilidade [skill] também está dentro de cada um de nós. Como os Srs. Baigent, Leigh e Lincoln cuidadosamente observaram em Holy Blood, Holy Grail [Santo Sangue, Santo Graal], se alguém separar a palavra Francesa sangraal, ‘santo graal’, após o ‘g’ torna a palavra como sang raal, que significa “Sangue Real” [“Royal Blood”] em Francês antigo. * Sang raal é facilmente transmitido como Song Grail [Canção do Graal], a Canção ou o Chave da Vida [the Song or Key of Life].

[ * – Michael Baigent, Richard Leigh, Henry Lincoln, Holy Blood, Holy Grail (New York, Delacorte Press, 1982), p. 277.]

Se a pessoa aprende a sintonizar os cristais em seu sangue (DNA) com o Santo Graal, ou canção Graal, a ignorância desaparece, a iluminação ocorre. Assim, a Chave da Vida é um ensino de mistério que visa transformar o sangue humano. O Cristianismo exotérico ensina que somente Jesus possuía o sangue real ou sangue nobre de Cristo. Como os Templários conheciam, esta é uma condição médica que qualquer um pode conseguir. Essa crença é uma faceta raramente discutida da heresia do Graal.

Minha hipótese é de que esse sangue nobre dava á pessoa um acesso à Esfera do Pensamento [Thought Sphere]. Esta está potencialmente aberta a todos. Junto com os salões de cristal do Tribunal de Cristo, a Esfera do Pensamento estende uma boas-vindas para todos.

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UNIÃO MÍSTICA

Este livro propõe que os antigos possuíam uma ciência sagrada para entrar nas salas de cristal do Tribunal de Cristo.
O caduceu [caduceus] figurinha caduceu hieroglifinho.jpg destacado na mão de Thoth na descrição acima simbolizava esta ciência. O Terapeuta Essênio [Essene Therapeutae], o sacerdócio de ‘médicos da alma’ de que Jesus e João eram membros, adotou este símbolo. As entrelaçadas ‘serpentes’ espiralando seu caminho até a haste central representam as duas polaridades universais.

Esotéricos acreditam que o fogo e o gelo representam estas polaridades. Fogo é a freqüência, vibração ou pressão. Gelo é água congelada ou pressurizada. Quando a pressão do fogo encontra a água o cristal é formado. A palavra “cristal” é derivada da palavra Grega “krystallos”, significando gelo.

Este conceito alquímico da ‘cristalização’ das polaridades é baseado no dualismo. Ao mesmo tempo em que cada alma humana tenta equilibrar as polaridades masculino-feminino, claro-escuro, dentro, o contraste entre o mundo inferior e Deus, a fonte de todo ser, o mundo superior também está ocorrendo. Finalmente, vem a união mística, ou unio mystica. Uma vez que a alma, por natureza, pertence a um mundo superior [higher world], o seu mais elevado objetivo só pode ser livrar-se de prisões terrenas e tudo o que está relacionado com estas, a fim de alcançar a purificação, ou Catarse [Catharsis].

Na crucificação as duas polaridades, fogo e água, masculino e feminino, simbolizadas frequentemente na arte cristã pelo sol e a lua, foram misturados produzindo em sua fusão uma força cristalina, Cristo (ou Cryst). O novo tipo de ser produzido por esta força é biologicamente, bem como espiritualmente avançado. Como iremos explorar mais tarde, esses segredos foram afirmados estar na posse de um grupo de almas puras que chamavam a si mesmos de Cátaros [Cathars], ou Os Puros [the Pure Ones]. Eles compartilharam-los com os Templários.

Com esta grande força pulsante cristalina subindo e descendo ao longo da sua anatomia o discípulo torna-se um santo, um João [John] ou Joan, o que significa um ‘discípulo amado’ portador da sabedoria como João [John]. Seu cérebro é feito novo. Eles alcançaram a Consciência de Cristo ou do Graal, a mente Crística simbolizada por um Crânio (Caveira) de Cristal [Crystal Skull].

Segundo a lenda, quando o Graal, ou a Cabeça de Deus [the Head of God] for descoberta e Idade de Ouro começar cada habitante da Terra vai conhecer e compreender como o universo funciona. Todo mundo vai ter a capacidade de manifestar o Crânio [Caveira] de Cristal e acessar a esfera do pensamento. Uma era de milagres começará. Os ensinamentos Gnósticos são os recursos-chave para afetar essa transformação.

Ambos os Egípcios e os primeiros Cristãos Gnósticos focaram sobre o poder de ocultas palavras, nomes, ou chaves divinas para trazer a cura, salvação e a União Mística.

Na tradição Egípcia, quando a garça [heron] hieroglifinho heron - ou fênix [phoenix] emergiu a partir do Sol Curador Central [Central Healing Sun] ela pousou no topo da pirâmide e de seus braços estendidos irradiou luz (que dividiu-se em sete raios). Em seguida, ela transmitiu um ensino, simbolizado pela Chave da vida [Key of Life] hieroglifinho ankh - , projetada para transformar os Egípcios nas garças ou aves de luz [birds of light].

No Pistis Sophia, Jesus disse aos seus discípulos para “esconder o mistério” de um grande Nome (ou chave) que poderia produzir milagres. *

[ * – G.R.S. Mead, Pistis Sophia (Kila, MT, Kessinger Publishing), p. xxxii.]

Em Apocalipse [Revelation] *, o Espírito Santo diz a João:
“Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca [], e na pedra um novo Nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o receber.”

[ * – Apocalipse 2:17 (Revelation 2:17).]

Lembro ao leitor que esta ‘pedra branca’ [‘white stone’] é um ‘tom puro’ [‘pure tone’] ou a Chave da Vida [the Key of Life].

Em seguida, no Apocalipse [Revelation], * João escreve sobre o retorno de Cristo como “governando com uma vara de ferro” [rod of iron]:
Ele tem na sua COXA [THIGH] um NOME escrito, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores“.

[ * – Apocalipse 19:15-16 (Revelation 19:15-16).]

Em seu livro The Glastonbury Zodiac [O Zodíaco de Glastonbury], Mary Caine relata uma lenda Judaica da Idade Média que mostra uma crença clara em uma relação entre Jesus, o Nome oculto ou Chave da Vida e o Salão de Registros [Hall of Records]. Ela escreve:

O Nome Oculto (de Deus) era secretamente inscrito nos recessos mais íntimos do Templo, guardado por um leão esculpido“.

O Templo, guardado pelo leão esculpido, não pode ser outro senão a Grande Pirâmide.

Ms. Caine continua, “Se, como era mais provável, um intruso visse o nome, o leão daria um rugido tão sobrenatural que toda a memória deste [nome] seria expulsa de sua mente. Mas Jesus sabia disso; ele evadiu o leão, escreveu o Nome, cortou sua coxa aberta e escondeu-o dentro da ferida, fechando-a por magia. Uma vez fora do Templo, ele reabriu a incisão e tirou as letras sagradas “. *

[ * – Mary Cain, Glastonbury  Zodiac.]

O envolvimento dos Templários em preservar este nome é atestado no brasão de armas [coat of arms] da sua cidade fortaleza em Eze-s/mer (Alpes Marítimos), França. O brasão de Ezes/mer mostra a fênix renascer de um fêmur ou osso da coxa. [thigh bone] *

[ * – Andre VandenBroeck, Al-Kemi: Hermetic, Occult, Political and Private Aspects of R.A. Schwaller de Lubicz (Hudson, NY, Lindisfarne Press, 1987), p. 174.]

Os Rosacruzes [Rosicrucians], uma sociedade secreta que surgiu na França, Alemanha e Inglaterra no início dos anos 1620’s * são outro grupo associado com esses segredos. Eles tem uma
Ilustração provocativa que retrata Jesus como o ponto central da Grande Pirâmide.

[ * – Arthur Edward Waite, The Brotherhood of the Rose Cross (New York, Barnes & Noble, 1993).]

Os Rosacruzes alegaram ser seres imortais de uma raça superior que possuíam a Pedra Filosofal [Philosopher’s Stone] e podiam conversar com os anjos e tornar-se invisíveis. *

[ * – Michael White Isaac Newton: The Last Sorcerer (Reading Mass., Addison-Wesley, 1997), p. 117.]

Será possível que o “fogo radiante” [‘radiant fire’] do Salão dos Registros [Hall of Records] selado sob o platô de Giza seja uma referência para a radiância de cristal? Será que o Cristal de Quartzo é o “pedra branca (ou pura)” [“white (or pure) stone”] do Espírito Santo e a Pedra Filosofal?

Terá sido a Grande Pirâmide o ponto de partida para a jornada de Enoque e de João? Terá sido ela a caverna em que Abraão e Sara descobriram a forma recumbente de Thoth?

figura Jesus piramide rosacruz

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Curiosamente, os antigos Egípcios chamaram o complexo de Gizé de Rose-tau ou Ros-tau. *

[ * – Andrew Collins, Gods of Eden (London, Headline, 1998), p. 180.]

O complexo de Gizé-Rostau estava no final da “estrada sagrada dos Neters (deuses),” sugerindo que este era uma passagem usada pelos deuses para entrar no submundo (também chamado de Tuat). Aqui, os mortos abençoados [bem-aventurados] compartilhariam a companhia de Osíris. *

[ * – Dr. Richard H. Wilkinson, Symbol and Magic In Egyptian Art (London, Thames & Hudson, 1992), p. 63.]

Uma correspondência poderosa entre a crucificação de Jesus e o complexo de Gizé é encontrada na definição da palavra Grega stau-ros. Embora desconhecida para a maioria dos Cristãos modernos, esta foi a palavra Grega original usada para descrever a Cruz em que Jesus foi crucificado. Esta realmente significa o “pilar”. * A imagem espelhada de Stau-ros é Ros-tau.

[ * – Roy Norvill, Hermes Unveiled (Bath, Avon, Ashgrove Press Ltd., 1986), p. 146.]

No Egito, Osíris era o Senhor do Rostau. Ele era um deus da jardinagem, que foi decapitado por seu meio-irmão, Set.
Sua cabeça foi alojada em um pilar. O pilar de Osíris era considerado a escada para o céu. Seu nome alternativo era a Coluna de Mero ou Meru. Esta “escada” é um símbolo daquilo que deve ser ascendido a fim de se alcançar os Campos de Paz [Fields of Peace].

A reconstrução do Pilar de Osíris na próxima página ficou com cerca de 40 pés de altura. No topo do alto poste [tall pole] estão duas ‘tábuas’ [two ‘tablets’] adornadas com uma serpente uraei. Este elemento se destina a sugerir o seu caráter como a “cabeça” de Osíris. *

[ * – Dr. Richard H. Wilkinson, Reading Egyptian Art (Lendo a Arte Egípcia) (London, Thames & Hudson, 1992), p. 169.]

Provocativamente, a descrição deste pilar corresponde ao Hebraico Mer-Ka-Ba  e  à ‘canoa’ dos Mandan.

figura pilar osiris - dana augustine.jpg
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O Pilar [Coluna] de Osiris era revestido com uma liga de ouro. Minha pesquisa me levou ao paládio [palladium] como este material. Paládio [Palladium] é nomeado após a deusa Grega Pallas-Athena, a portadora da Lança [the Spear Shaker] e deusa da sabedoria. Os Gregos alegaram que ela era nascida a partir da cabeça ou da coxa de Zeus.

Em cerca de 300 d.C., o Paládio [Palladium] encontrou o seu caminho para Roma. Uma Lenda Romana diz que Enéias [Aeneas], filho de Afrodite trouxe-o para Roma a partir de Tróia, instalou-o no templo de Vesta, * e fundou Roma, com a sua ajuda. **

[ * – Webster’s Dictionary of the English Language (New York, Publishers International Press, 1972), p. 12.]
[ ** – Ibid. p. 763.]

Como os Druidas, Enéias [Aeneas] visitou o submundo da deusa, segurando o ramo de visco mágico [magic mistletoe branch] que garantiria seu retorno seguro à Terra. *

[ * -Ibid. p. 12.]

O “ramo do visco” [“branch of mistletoe”] era a varinha mágica sagrada [sacred magic wand] feita de “madeira de azevinho” [“holly wood”] ou “madeira sagrada” [“holy wood”] dos Druidas. Ela é feita a partir de um ramo da Árvore da Vida [Tree of Life], a qual é o pilar Meru.

O Paládio [Palladium] havia estado em Tróia desde que Apolo deu a sua filha Crises [Chryses] após seu casamento com Dardanus. Tróia era um centro dos Frígios [Phrygians] que eram adoradores de Cibele [Cybele] ou Sa-Ba-El, a Grande Mãe de Ida, também conhecida como a Mãe de Todos os Viventes [Mother of All Living], * e quem era igualada com a sedutora Isis, esposa de Osíris. Ida era uma grande montanha na Anatólia. Foi a partir de Ida na Anatólia que os deuses assistiram a batalha sobre Tróia.

[ * – Robert Graves, The White Goddess (New York, The Noonday Press, 1948), p. 314.]

Os Frígios [Phrygians] são um tanto estranhos que disseram que o ancestral original de sua tribo era uma grande serpente que vivia em uma Árvore da Vida no jardim primordial, e gerou as tribos chamadas Ophiogenesis a quem ele revelou os mistérios da vida. Plutarco disse que os Hebreus adoradores deste deus no primeiro século a.C., chamaram-no Sabbi ou Saba. *

[ * – Ibid. Woman’s Encyclopedia, p. 874.]

Isto afirma que os termos da Árvore da Vida, o Pilar [Coluna] de Osíris, o Pilar Meru, o Pilar de Saba, o Pilar Stau-Ros da crucificação, e o Paládio [Palladium] são intercambiáveis. Isso também relaciona o ocupante do Pilar com os Saba, que se tornaram os sacerdotes de João Batista (os Mandaeanos) [Mandaeans].

Uma das histórias recontando a entrega do Paládio [Palladium] de Tróia para Roma descreve-o como uma pedra negra [black stone]. Também conhecida como o bethula, ou o Navio [ou Vaso] de Tula [Vessel of Tula], a pedra negra [black stone] é um símbolo para os ensinamentos ocultos dos Saba. Vamos discutir isso em detalhe mais adiante.

Em Roma, o Palladium foi operado pelas famosas Virgens Vestais, a irmandade de mulheres [sisterhood] que eram casadas com o espírito de Roma por um falo artificial [artificial phallus] que era alojado em um santuário chamado o Paládio [Palladium], onde ele significava AMOR, o nome secreto de ROMA em sentido inverso. *

[ * – Ibid. p. 764.]

As Virgens Vestais que operavam este Pilar foram mais tarde chamadas de “nuns” [“freiras”]  (a partir de nana, mãe) pela Igreja Católica. As Vestais evitavam atividade sexual com homens, a fim de se tornar as noivas Vestais de Cristo. *

[ * – Ibid. p. 1046.]

‘Nun’ [‘freira’] tem muitos níveis de significado, inclusive sendo o Hebraico para peixes. Alguns estudiosos acreditam que as freiras [‘nuns’] eram assim chamadas porque elas eram ambivalentes em relação ao sexo, como peixes. No entanto, como já vimos (na p. 23), os operadores do Paládio [Palladium] foram retratados vestindo roupas de peixe.

As freiras [nuns] não eram nem peixe nem virgens no sentido físico. O “Seu ‘casamento’ com a divindade fálica do Paládio, diz Barbara Walker, “era fisicamente consumada no templo de Vesta, em condições de grande segredo. ” *

[ * – Ibid. p. 1046.]

“O nome do deus que é o filho, amante e vítima da antiga Deusa Mãe”, escreve Robert Graves, “não é apenas Pallas, a besta-do-mar, mas Salmoneus (Salomão) o carvalho-rei humano. [the human oak-king]” *

[ * – Ibid. White Goddess, p. 354.]

Eu não estou surpreendido com o secretismo que envolve este dispositivo. De acordo com Walker, a cerimônia era realizada pelas Vestais que usavam o Pilar Paládio [Palladium Pillar] como sua escada ou ponte entre mundos. Auxiliando-as estava um sacerdote chamado de Pontifex Maximus , “grande fabricante da ponte” [“great maker of the pons”], o que significava uma ponte, um trajeto ou um caminho. * Sua função parece ter sido ajudar as Vestais na criação de uma “ponte” entre o Pai Céu e a Mãe Terra. Em outras palavras, eles realizavam a União Mística.

[ * – Ibid. Woman’s Encyclopedia, p. 1046.]

As Vestais foram erradicadas pelos primeiros regimes Cristãos do 4º e 5º séculos. Aparentemente, estes regimes não entendiam o poder do dispositivo Pilar ou não sabiam totalmente como fazê-lo funcionar. Ou, talvez eles procuraram consolidar seu poder. Portanto, eles destruíram todo o conhecimento da sua existência e práticas juntamente com a remoção da deusa do seu lugar de exaltação. Em seu lugar, eles instalaram a tradição de freiras [nuns]. O cargo de Pontifex foi exaltado pelos Cristãos Católicos e permanece até hoje (embora despojado de seu poder original) como o cargo do ‘Pontífice’ [‘Pontiff’] ou ‘papa’ [‘pope’]. Até hoje o papa veste uma peça de chapelaria de cabeça-de-peixe chamada uma mitra [mitre].

A partir de nossa exploração sobre as utilizações anteriores deste Pilar, somos convidados a considerar que uma vez que o Pilar era ativado, uma entrada no espaço [doorway in space] abria-se através da qual uma figura serpentina, talvez uma alma, surgia.
Esta alma sairia de dentro e selecionaria um corpo feminino para habitar. Isso explica por que a criança era a chamada de seu ‘filho/ amante’ e ela era chamada de ‘virgem’. Não havia nenhuma relação física com um homem envolvida na concepção dessa criança. Era uma cerimônia médica/espiritual resultando na inseminação da alma. Outro nome para este tipo de concepção é partenogênese [parthenogenesis], a concepção de uma criança por uma mulher sem a fertilização por uma semente masculina. *

[ * – Elinor W. Gadon, The Once and Future Goddess (New York, Harper & Row, 1989), p. 191-192.]

Esta palavra é derivada de Parthenos, o nome do templo de Pallas-Athena, ainda de pé na Acrópole acima de Atenas, e duplicado em Nashville, Tennessee, em 1897. Este templo foi tomado pelos Cristãos no século quinto ou sexto d.C. e foi re-dedicado como um templo para a virgem Maria. *

[ * – Ibid. Woman’s Encyclopedia, p. 74.]

Existiria alguma evidência de que as sacerdotisas Vestais usavam o Paládio [Palladium] para transladar  almas entre dimensões como Eu tenho especulado?

Pode haver. Esta possibilidade é trazida à vida no poema A Eneida [The Aenid] do grande poeta Romano,  Virgílio. Na Eneida, o herói Enéias [Aeneas] vai à busca de si mesmo. As Pombas [Doves] dirigem-no a um ramo de visco [branch of mistletoe], a varinha mágica Druida feita de hollywood ou madeira santa [holy wood]. Ele descobre que seu verdadeiro destino reside em descobrir a inspiração para a criação do Império Romano. Virgílio descreve a chegada do

Grande Médico, o terapeuta [therapeutae]:

Uma vez que, como a criança sagrada ela inspecionou,
O Deus estava entusiasmado na moça delirante;
E, assim, ela proclamou seu conto profético,
Salve, Grande Médico do mundo! Salve.
Salve, poderoso bebê, que, nos próximos anos,
Deves curar as nações, e defraudar o túmulo!
Repentino seja o teu crescimento, os teus triunfos não-confinados,
Faça reinos mais numerosos, e aumente a humanidade.
Tua arte desafiadora deve animar os mortos,
E traçar o trovão na tua cabeça culpada;
E então tu deve morrer, mas a partir da morada escura
Deves subir vitorioso, e ser duas vezes um Deus.

É fácil pensar que as linhas acima sobre o deus da cura ou Grande Médico foram derivadas a partir dos Terapeutas Essênios [Essene Therapeutae], ou Médicos da alma [Physicians of the Soul].
Se assim for, esta é a nossa ligação [link] com Jesus e João Batista, que eram Terapeutas.

Para fazer plenamente a conexão do Pilar-Thoth-Enoch de Osiris com Jesus (e a Crucificação) é vital lembrar que de acordo com o Apocalipse [Revelation], Jesus tem uma palavra de poder, escrita em sua ‘coxa’ [‘thigh’]. *

[ * – Apocalipse (Revelation) 19:16.]

Quando ele apareceu pela primeira vez no Livro do Apocalipse, ele está segurando sete estrelas ou raios na mão (como a garça [heron] Egípcia). *

[ * – Apocalipse (Revelation) 1:16.]

Há uma profunda conexão entre os Sete Raios, o nome na coxa de Jesus e o Pilar Paládio [Palladium Pillar]. O artista Egípcio que pintou a ilustração reproduzida aqui fornece a ligação [link]. Ele é desenhado a partir da gravura retangular do zodíaco que uma vez enfeitou o teto do grande templo de Hathor em Dendera, no Egito.
Ele mostra os primeiros raios do sol nascente [risen sun], Re ou Horus (o deus Sol) derrotando as estrelas polares de Draconis e da Ursa Maior, o Arado [the Plough]. *

[ * – Richard Hinckley Allen, Star Names Their Lore and Meaning (New York, Dover, 1963), p. 431.]

O raio de sol [sunbeam] ou lança é apontado diretamente para o grupo de estrelas que hoje chamamos de Ursa Maior ou o Arado [the Plough], mas que os Egípcios chamavam de “Coxa” [“Thigh”] ou alternadamente a “Coxa/Anca do Boi/Touro” [the “Haunch of the Bull.” *

[ * – Flavia Anderson, The Ancient Secret (Wellingborogh, Northamptonshire, R.I.L.K.O. Books, 1987), p. 40.]

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figura sete estrelas ursa maior denderah.jpg

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O que isso tem a ver com o fêmur [thigbone] dos Templários e o retorno de Jesus (e também com o ferimento da coxa [thig] do Rei Pescador [Fisher King] na lenda do Graal)?

Osiris era chamado de o ‘Touro do Céu’ [‘Bull Heaven’]. *30 Isto sugere que o verdadeiro significado da marca na “coxa” de Jesus, e a ‘palavra de poder’ [‘word of power’], tem algo a ver com Osiris e as Sete Estrelas da Ursa Maior. Além disso, o Touro ou Coxa de Osíris é um outro nome para o Pilar de Osíris e o Paládio [Palladium].

[ * – E.A. Wallis Budge, Osiris & the Egyptian Resurrection (New York, Dover, 1973), v. I, p. 114.]

Mais ainda, o nome Árabe para a Ursa Maior era ‘Nash’, que significa o ‘grande caixão’ [‘great coffin’]. Nash-ville, no Tennessee, onde eu proponho que uma duplicata do pilar de Meru está localizada, é um enorme cemitério Indígena.

Quando o Livro do Apocalipse [Book of Revelation] diz que Jesus tem em sua coxa o nome escrito Rei dos Reis, Senhor dos Senhores [King of Kings, Lord of Lords], pode não significar que este está tatuado em sua anatomia. Em vez disso, ele sugere o restabelecimento do Pilar Paládio de Osíris [Palladium Pillar of Osiris], ou a habilidade ou conhecimento associados com esta tecnologia.

Em muitos dos mitos do aparecimento do Messias nós encontramos o Pilar de Ouro (ou Pilar Dourado) [Golden Pillar], caracterizado como o dispositivo de armazenamento para a alma e sabedoria do salvador. Este Pilar aparece na história de Enoque [Enoch]. Na Maçonaria Escocesa, que começou no início do século XIV, Enoque, como Thoth, é creditado com ter dado a humanidade os segredos dos livros e da escrita. Ele deu os segredos da construção [building] apenas para os Maçons. Segundo a lenda, Enoque foi avisado da vinda do dilúvio. Com a ajuda de seu filho Matusalém [Methuselah], ele construiu nove abóbadas (ou cofres) [nine vaults] uma sobre outra em um local escondido.

Escondido dentro da menor abóbada (ou cofre) [lowest vault] Enoque colocou uma tábua triangular de ouro [gold triangular tablet] (uma ‘pedra pórfiro oriental branca’em uma versão) portando o Nome Inefável de Deus — a Palavra que concede um controle sobre todos os elementos. Alega-se que Jesus realizou seus milagres por uso deste Nome Inefável sagrado, que é também a perdida Chave da Vida para os Egípcios.

Em uma segunda tábua de Pedra branca [white Stone] Enoque inscreveu o conhecimento secreto dos anjos. Esta tábua ele deu ao seu filho. As abóbadas (ou cofres) [vaults] foram seladas, e sobre o local Enoque supervisionou a construção de duas colunas indestrutíveis, magníficas. Uma delas era feita de mármore à prova de fogo. A outra das Laterus, ou tijolos, de modo que não se afunda na água. Em outras palavras, era uma pedra flutuante [floating stone].

Na coluna de mármore Enoque colocou uma mensagem que afirma que nas proximidades foi enterrado um tesouro imenso em um cofre (ou abóbada) subterrâneo [underground vault]. Seu trabalho completado, Enoque, em seguida, foi para o Monte Moriá [Mount Moriah], em Jerusalém e foi ‘transladado para o céu’ [‘translated to heaven’].

Como se observa, as palavras Moriah [Moriá] e Meru, em cujo topo se encontra Ida, descrevem lugares semelhantes, uma sincronicidade que é de grande importância a esta investigação. Incrivelmente, em Grego, Meros significa coxa [thigh]. No mito Grego o salvador Baco [Bacchus] foi alimentado numa coxa [thigh]. O historiador Grego Heródoto diz que Júpiter (‘o brilhante deus da luz’, que é também Di Pater, Dis Peter ou Ptah) carregou Baco em sua coxa para Nysa (Meru).

Tudo isso sugere-me que o lugar onde Enoque enterrou seu tesouro e o lugar onde ele foi transladado para o Céu são um e o mesmo: Meru. Além disso, um dispositivo, o Pilar Paládio [Palladium Pillar], pode ter sido usado como um ‘canoa’ para executar esta transladação [translation] ou transporte para os salões de cristal do Tribunal de Cristo [crystal halls of Christ’s Court]. Corroboração adicional desta ideia vem dos Egípcios que chamaram o Pilar (ou Coluna) de Osiris Mero ou Meru.

São Jerônimo [St. Jerome] abordou a história deste pilar no século IV escrevendo que existem Nove Grandes Nomes de Deus nas escrituras Hebraicas. *

[ * – Corinne Heline, Stargates (Santa Monica, CA, New Age Bible & Philosophy Center, 1986), p. 20.]

O Nono é chamado o Santo Tetragrammaton [Holy Tetragrammaton], do Grego tetra (quatro) e gramma (letra), a Palavra [Word] usada pelos primeiros autores Judeus escrevendo na língua Grega para significar o mais sagrado e poderoso nome de Deus. Composto de quatro letras Hebraicas, IHVH, esta Palavra [Word], alega-se, é nada menos que o modelo arquetípico da criação [archetypal blueprint of creation]. *

[ * – Donald Tyson, Tetragrammaton: The Secret to Evoking Angelic Powers and the Key to the Apocalypse (St. Paul, MN, Llewellyn Publications, 1995), p. 1.]

A Compreensão dessa Palavra revelou os segredos da intercambialidade de espaço e tempo, matéria e energia, humanos e anjos. Ela foi suprimida tão cedo quanto quatro séculos antes do tempo de Jesus. *

[ * – Ibid., p. 2.]

Em vez de pronunciar o nome, um judeu lendo em voz alta as Escrituras que encontrasse as letras IHVH era instruído a falar o nome “Adonai”, que significa Senhor ou Luz. No entanto, ele está inscrito sobre o Pilar da Beleza [Pillar of Beauty], o pilar central que sustenta o universo. No misterioso texto alquímico judaico, O Bahir, * Teli é o nome deste elo de ligação [connecting link]. Este é muitas vezes descrito como um pilar ou poste [pole] entre a Terra e o Céu.

[ * = Aryeh Kaplan (Translator), The Bahir (York Beach, ME, Samuel Weiser, 1979), p. 40, 195.]

Como um místico Judeu, Jesus provavelmente teria estudado o Bahir, e, portanto, teria conhecido o segredo do Teli. São Jerônimo disse que inscrito verticalmente sobre o Pilar da Beleza está um esboço do Homem Divino, Jesus. Para os esotéricos, o objetivo de todos os mistérios é unir-se completamente com o Cristo celeste, que reside em sua Corte (Tribunal) de Cristal [Cristal Court]. A fim de consegui-lo é preciso tornar a si mesmo mais em seu pilar mágico.

Como eu explorei totalmente em [no livro] God Making, a sobreposição dos chakras ou sistema de energia sagrada dos humanos sobre o Pilar de Osíris revela que esta ilustração é uma cifra [cypher] (criptograma) para a anatomia mística humana. O Pilar [ou Coluna] da Beleza [Pillar of Beauty] que conecta a Terra e o Céu está dentro de nós.

No Oriente, as duas serpentes da habilidade – uma chamada Ida e a outra Pingalá – encontram-se dentro do corpo humano. Eles enroscam-se em torno de sete níveis de transformação psicofísica conhecidos como “chakras”, que são nós [knots] ou zonas de energia localizados ao longo da coluna vertebral que devem ser “desamarrados” [“untied”] para se alcançar a iluminação. Eles são descritos variadamente como portões [gates] que se abrem, rodas que são postas a girar, ou lótus que florescem.

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figura os sete chakras -

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figura - pilar paladio meru chacras.jpg

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[em construção]

 

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