EGITO (KMT) ONDE 3 ANTIGAS IRMANDADES AFRICANAS SE ORIGINARAM … MÁSCARAS SAGRADAS?

Texto traduzido a partir do original no site – AGNES DUMI MIZERE,  11 de dezembro de 2015
https://agnesmizere80.wordpress.com/2015/12/11/egypt-kmt-where-3-ancient-african-brotherhoods-originated-sacred-masks/ –  unicamente para fins de informação.

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EGITO (KMT) ONDE 3 ANTIGAS IRMANDADES  AFRICANAS SE ORIGINARAM … MÁSCARAS SAGRADAS?

11 de dezembro de 2015 AGNES DUMI MIZERE

“A Sabedoria Antiga é, na África, consagrada na Irmandade [Brotherhood] (um termo usado por eles, mas que engloba as mulheres também). A Irmandade que eles chamam de Bonaabakulu abasekhemu pode ser traduzida como a Irmandade dos Mais Elevados do Egito [The Brotherhood of the Higher Ones of Egypt].

O Isanusi fornece os graus da Irmandade como:

  1. O Pupílo.
  2. O Discípulo.
  3. O Irmão.
  4. O Ancião.
  5. O Mestre.
  6. Aqueles que Sabem. (Isangoma).

Além disso, existem Discípulos leigos e Irmãos Leigos.

“O Isanusi enfatiza que os isangoma, elevados como são, representam o desenvolvimento supremo possível para os seres humanos no plano físico.”
“Há outros, que não são de qualquer Irmandade além da Irmandade de Todos [Brotherhood of All]. Eles são chamados de Abakulubantu (isto é Os Supremos ou Os Perfeitos [The Supreme Ones or The Prefect Ones]). Estes são aqueles para os quais a necessidade de renascimento cessou; eles habitam na terra na forma física por vontade própria e podem manter ou abandonar essa forma como quiserem,” lê parcialmente o The Theosophist [O Teosofista] de agosto de 1927, p. 549-60).

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O Autor Dom Pedro V, em seu livro “The Quantum Vision of Simon Kimbangu: Kintuadi in 3D” [“A Visão Quântica de Simon Kimbangu: Kintuadi em 3D“], escreveu “a Irmandade Africana Bonaabakulu Abasekhemu é considerado a mais antiga e antecede qualquer linhagem rastreável de qualquer outra tradição religiosa na Terra hoje.
“Ela remonta à cerca de 3900 a.C. A tradição mais próxima em termos de idade seria a tradição Védica da Índia, que com base no Rig Veda, poderia ser rastreada até cerca de 1500 a.C., e mesmo a tradição Védica parece também dever algo da sua ciência espiritual à Kamit ou Nsemi”, escreveu Dom Pedro V.

https://books.google.mw/books?id=Jql8gymEI_kC&pg=PT42&lpg=PT42&dq=%22Bonaabakulu+Abasekhemu%22&source=bl&ots=Gv07nnhYIY&sig=hbSky-_h2esnk5UzV6Y-ObJoJzw&hl=en&sa=X&ei=PDjoVPqdD9XWaoOqgLAN&redir_esc=y#v=onepage&q=%22Bonaabakulu%20Abasekhemu%22&f=false

 

Bonaabakulu Abasekhemu é também re-escrito em Kikongo como Bana ba Nkulu abaSe N’semi, portanto: “Bona abakhulu base Khemu significando – Nós vemos ou vimos (Bona) o grande (Abakhulu) de KMT (Khemu), – enquanto que uma pessoa idosa é Mkhulu ou Khulu .

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No antigo Malawi as palavras Mbona e Bona vieram a partir de -ona em Chichewa/Chinyanja significando ver, e KMT são abreviaturas para Kumeta como na raspagem da cabeça dos enlutados e na iniciação para um grupo étnico específico e Kutema Mphini como nas incisões feitas para a administração de encantos e ervas para o corpo.

Agora Bana em Kikongo assemelha-se a ana em Chichewa que significa filhos/crianças.

Bonaabakulu Abasekhemu “re-escrito em Kikongo como Bana ba Nkulu AbaSe N’semi é explicado no livro “The Quantum Vision of Simon Kimbangu: Kintuadi in 3D” [“A Visão Quântica de Simon Kimbangu: Kintuadi em 3D“].

O Dicionário da Lingua Congo de 1895 [1895 Kongo language disctionary] define Nsemi como um fabricante de imagens, um escultor e Nsema a criar, criação, ver sema”.
https://archive.org/stream/dictionarygramma00bentuoft/dictionarygramma00bentuoft_djvu.txt

 

Além de esculturas em madeira, outras coisas sagradas incluindo máscaras são esculpidas pelos Grandes [Great Ones] de acordo com alguns websites que explicam o mundo espiritual como no mizimu de alguns reinos Africanos antigos.

No antigo Malawi havia BONA e MBONA – com ona significando VER e CHOONADI significando a VERDADE, – portanto, akunena zoona como ele ou ela fala a verdade … Quando iluminado, o OLHO DIREITO SE PROJETA [PROTRUDES] e se destaca como que BRILHANDO (KUWALA) mais do que o [olho] esquerdo, que representa ESCURIDÃO (MDIMA).

O OLHO DIREITO (KUMANJA) e MANJA é destacado assim como esta estátua de “Osiris” distingue o OLHO ESQUERDO (KUMANZERE). Mbona Ostiriza (o último Vidente) como em MBONA a partir de ONA – ver – e TOMASI BONA, também com ONA – Ver – tem o olho direito saliente assim como uma COBRA (Njoka) e não um olho esquerdo saliente um como um BODE (Mbuzi).

Eles chamam isso de MASOMPHENYA (VISÃO) e ser capaz de ver o que está escondido no ESCURO como uma CORUJA (KADZIDZI), o pássaro noturno, assim o NGANGA como em asing’anga os médicos e curandeiros Africanos também podem ver os MIZIMU (ESPÍRITOS), que estão escondidos e também os MIZIMU YAMAKOLO (ESPÍRITOS ANCESTRAIS).

As Palavras também são faladas concisamente como códigos. Por exemplo, quando eles dissessem Bowa muntengo (cogumelos orelha-de-árvore que crescem na madeira morta ou árvores), isso significaria ‘aqueles que têm ouvidos, ouçam.’

Bowa é um cogumelo e mutengo ‘está na árvore’, assim, ‘cogumelos na árvore’. E aqueles que têm olhos para “ver”, não com os dois olhos que conhecemos, mas com os seus “outros olhos” … . Isto nós chamamos masomphenya (visão), ver mesmo o que está escondido no escuro como corujas criadas pelo Grande Espírito que é Deus (Chauta, Namalenga, Mphambe).

De acordo com Asar Imphotep em seu blog, Kulu é também uma das palavras usadas para Deus na África, com o “Proto-Bantu/l/foi/d/, assim foi KuDu.” O que é interessante é que, em Chichewa, Chinyanja Akuluakulu são os anciãos e mkulu é um ancião, portanto, frases como akulu a mvula ya kale para significar os anciãos de velhas chuvas e Mawu a akuluakulu akoma akagonera etc.

Assim, há Gule Wamkulu como na Grande dança que é sagrada – e eu não escrevo sobre esta uma vez que sou ignorante e uma criança – e há o diferente Bonaabakulu Abasekhemu do Nguni,  re-escrito em Kikongo como Bana ba Nkulu abaSe N’semi, assim: “Bona abakhulu base Khemu significando ‘Nós vemos ou vimos (Bona) o grande (Abakhulu) de KMT (Khemu)’, enquanto que um ancião é Mkhulu ou Khulu” – Nguni/Ngoni e o antigo deus chamado KhuluKhulu. Esta é uma informação que tem sido disponibilizada para este blog sobre a sua presença no Egito antigo.

Como a palavra Khulukhulu [do idioma] Nguni/Ngoni, que significa “um avô os nossos tataravós,” assim, Akuluakulu amati são ‘Os grande-grandes dizem’ [‘the great-great Ones say’].

E então há algo como “Mawu a akulu akoma akagonera” (as palavras dos anciãos são sempre um bom conselho), além do provérbio popular Malawi “Akulu ndi mdambo mozimira moto” (anciãos são fontes de sabedoria que resolvem todos os problemas).

 

 

 

 

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